Dividida entre os caçadores
2 Capítulo 02: No inferno ou no céu, na terra ou no auto mar
Isabelle Narrado:
Quando acabo de fala isso eles ficaram um tempo em silencio, até que o Pedro fala.
— O que você pretende fazer a respeito disso?... Sabe que você pode perde o controle a qualquer momento por causa de mais um ser sobrenatural vivendo dentro de você certo? — Ele pergunta e eu afirmo com a cabeça e então continua falando. – Já estava difícil antes de você se controlar, mas agora... Será que isso adianta o despertar? – Pedro pergunta olhando para Teresa.
— Eu não sei, mas acho que não, por que o desperta só acontece uma vez no ano como vocês sabem, e sempre na mesma data mesmo ela tendo adquirido aquele outro espirito sobrenatural daquela vez a três anos atrás então acho que não seja possível, mas e provável que mudará a transformação e também tem altas probabilidades de ser mais dolorosa que a atual e também será mais fácil dela perder o controle ou... Não, não impossível... Mas faz sentido... – Ela se auto interrompi então ela me deixa curiosa junto a Pedro então eu me apresso em pergunta.
— Diga Teresa! O que não é possível?
— E se o sobrenaturais que ela tem anularem um ao o outro...
— E uma ótima hipótese... – Fala Pedro e sorri só que depois esse sorriso desaparece instantaneamente — Só que eu aposto que isso não seria o suficiente, não estou certo?
— Exato para isso acontecer eu julgo que ela deveria ter o total controle de seus sentimentos. – Afirma Teresa.
— Mas isso eu já tenho e vocês sabem. – Respondo.
— Eu sei disso amiga só que... Você não poderia ter nem um descontrole emocional, o que é difícil de acontecer com você, mas imagine um acontecimento como o de dois anos. Acha mesmo que você conseguiria se controlar sozinha? Nem daquela vez você conseguiu sozinha você teve ajuda nossa, que por pouco não perdemos o seu lado humano... Então para fazermos um lado anular outro você teria que controlar seus sentimentos em 100% e sem recaídas, por que não poderemos fazer nada depois por que como você sabe isso deixaria os poderes deles “igualados”, digamos assim, para isso um desequilíbrio emocional seria dar o controle a um dos seus espíritos sobrenaturais aprisionados, aí um desses espíritos sobrenaturais poderia tomar o controle então deixando um furo nesse equilíbrio, fazendo esses mesmo espirito que tomou seu lugar colocar você nesse ciclo de “anula mento” no lugar dele e esse espirito estaria no comando. Até ele sair do controle e para você recuperar o seu controle seria uma chance de um em um milhão. Entende a gravidade da situação?! Então seria melhor deixar eles aprisionados do que em um ciclo de anula mento espiritual, por que assim você pode colocar eles em seu devido lugar e se for um descontrole só um se virará contra você e não todos de uma vez. – Teresa termina sua fala.
— Eu vejo seu ponto, mas tem um problema que nós obriga a cogitar esse ciclo de anula mento que você não incluiu na sua soma. – Diz Pedro e eu fico confusa.
— Qual? Não entedie seu ponto. – Eu pergunto confusa pra mim a explicação de Teresa foi boa e me convenceu, mas não entendi o ponto que ela esqueceu.
— Ela se esqueceu que tem dois espíritos sobrenaturais em você que nem sequer tentam acorda e que como sabemos eles sairiam facilmente dessa “prisão” que você os “coloca”, afinal é utilizando o poder desses dois espíritos para fazer as selas, mas e se eles tentarem se libertar? Eles facilmente poderiam assumir o controle como vocês sabem e também sabem o do por que deles não tentarem sair, mas a qualquer momento eles podem se rebelar e desfazer as celas, fazendo com que ocorra um desequilíbrio e ai sim teremos um desastre, pois sabes muito bem que esses dois espíritos irritados são capazes. Então não acho que devamos descarta essa opção tão facilmente. – Diz e ele tem razão.
— E verdade, mas não acho que eles vão se rebelar. – Digo para eles. Não acho que que esses dois vão se rebelar afinal temos um trato.
— Pedro engana-se se acha que eu não contei esse ponto. Esses dois nunca se rebelariam se não dermos um motivo... – Teresa diz e eu concordo automaticamente – E você tem que parar com esse preconceito seu.
— Eu não tenho preconceito. – Diz Pedro emburrado.
— Tem sim. – Afirmamos eu e a Teresa.
— Enfim não importa saímos do foco minhas queridas. Isabele como você pretende lidar com os cinco caçadores. – Pergunta Pedro.
— Ainda não tenho certeza, mas por enquanto e melhor fingir que eu não tenho nenhum outro sobrenatural além do vampiro ou as coisas podem ficar feias. Bom depois eu tentarei fazer a proposta ao vampiro. – Digo para eles que assentem.
— Bom vamos voltar para festa antes que deem nossa falta, principalmente um certo Jonathas. – Diz Pedro fazendo graça.
— Ahh nem me lembre desse ser? – Digo já ficando cansada só de imaginar o que vem pela frente. – Por que você convidou ele? – Pergunto fazendo os dois rirem.
Guero Narrando:
Ao perceber um homem puxar Isabele para os fundos da casa eu chamo os meninos e nós caminhamos para fora e nós escondemos e começamos a ouvir a conversa.
—Mas o que? — Perguntou e se virou para a pessoa que a puxou e deu de cara com aquele homem. — O que você quer? Até agora você não entendeu que eu não quero te ver nem pintado de ouro.
—Eu sei que você está se fazendo de difícil. Não precisa ficar de cú doce amor.- Fala ele se aproximando de Isabele.
—O que você está fazendo? — Fala ela de repente ela diz com uma voz um pouco mais grossa deve ser o vampiro tentando sair – Se afasta de mim- fala recuando com a mão na cabeça.
—Não seja tímida meu amor.- fala o homem.
—Ah- Fala como um ato de dor. E sai correndo de lá e eu e os meninos a seguimos com cautela. Em um movimento rápido ela pega uma faca tinha na sua bouça, pega a mesma e enfia na sua coxa esquerda e a deixa lá e as coisas pouco a pouco voltam ao normal e ouvimos a voz da sua amiga.
—Eu finalmente te achei, achei que tivesse ido em... bora- Fala a ultima palavra fraca por ver a faca na perna de sua amiga- Não me diga que...
—Chame o Pedro, mas de forma discreta. Eu estarei no porão.- Fala ela e então fecho os olhos tirando a faca de sua coxa- A e fale para ele agir discretamente.
—Ok.- Falou e ela e foi atrás do Pedro. E ela endireito a postura, mas continuo com a mão na parede.
—Que droga por que isso foi acontecer logo hoje. — Falou ela e se virou para sair.
—Você não vai mais fugir de mim. – Diz o homem de antes aparecendo do nada.
—Sai de perto de mim e nunca mais toque em mim. — Falou ela, mas ele não a ouviu e continuou se aproximando dela. Quando ele ia a tocar ela deu uma chave de braço nele e sussurrou no seu ouvido. — Esse e seu último aviso se chegar perto de mim de novo eu quebro o seu braço. — Falou e souto ele e fala- Sai daqui. — Ele assente e sai dali e ela aproveitou que estou sozinha e encosto na parede- Porra... Esse troço doí Aght. — Soltou um gemido de dor por colocar a mão no seu ferimento.- Merda agora eu tenho dois ferimentos... Que desgraça. — Falou e se direcionou ao porão.
***Depois da Conversa de Isabele, Pedro e Teresa***
(Obs: Guero e Rafael ouviram tudo por Guero ser um Vampiro e Rafael ser um lobisomem.)
— Eai o que eles falaram? – Pergunta Jhames.
— Ao que parece ela tem no mínimo três sobrenaturais aprisionados em seu corpo. – Fala Rafael, nós estávamos do lado de fora da casa. Eu estava apoiado no poste de luz e os outros estavam ao meu redor.
— Ao que parece ela aprisiona os sobrenaturais usando o poder de dois deles para aprisionar esses sobrenaturais. – Eu digo e todos me olham.
— Sim. – Confirma Rafael.
— Ela e parece bem habilidosa. Poderia ser uma ótima caçadora. – Fala Alessandro.
— Algo não se encaixa... – Eu falo tendo a atenção de todos. – Primeiro ela e mordida por um vampiro e também e aprisionado bem rápido em uma dessas prisão mentais que ela criou com os poderes de outros seres sobrenaturais, que os mesmo não querem tomar o comando de seu corpo, mas na nossa chegada pode possivelmente fazer eles quererem tomar o controle, não acham que tem algo errado ai? – Pergunto e eles se entrem olham e confirmam com a cabeça. – Primeiro essa prisão dela aprisiona um vampiro bem rápido, ela não teve tempo de criar uma prisão ela só teria tempo de aprisiona-lo se ela já tivesse a prisão pronta, mas por que ela já teria uma prisão pronta? Por que esses dois espíritos não tentam se soltar?
— Talvez ela tenha conseguido doma-lo como nós? – Pergunta Jhames.
— Não isso seria improvável poucos conseguem, e os que conseguem tem um treinamento quase mortífero. – Diz Alessandro.
— Também acho improvável, mas qual será os sobrenaturais dela e por que eles despertariam só agora? – Pergunta Pietro.
—Não teremos a resposta se a perguntarmos isso e fato. – Fala Rafael.
— Então como conseguiremos? – Pergunta Jhames.
— Acho que primeiro teremos que descobrir quantos sobrenaturais ela tem, depois quais. – Eu falo para eles.
— E verdade não temos um número exato. – Fala Alessandro.
— Teremos que esperar e ser cauteloso com ela. – Digo olhando para a janela da casa e vendo ela lá rindo com os amigos.
— Sim. – Confirmam eles olhando para o mesmo lugar que eu.
— Mas agora vamos entra, já ficamos muito tempo aqui fora falando disso. – Digo e todos acetem e entramos na casa de Pedro.
Isabele Narrando:
Quando saímos do porão eu fui pegar uma bebida com meus amigos na cozinha e então aparece um homem de cabelos vermelho e olhos vermelhos.
— Boa noite Pedro. – Fala ele apertando a mão de Pedro e ele nós olha e pergunta. – E vocês duas? Qual seria o nome dessas duas beldades que eu tenho o prazer de conhecer? – Perguntou ele piscando para nós duas que desatamos a rir.
— Ai, Ai meu nome e Teresa... Uma das beldade e essa e a outra beldade e a Isabele. – Ela fala e ele sorri.
— Nomes e risadas tão lindas quanto as donas. – Ele fala.
— E você meu humilde cavaleiro poderia de nos dar a honra de saber seu nome. – Falo eu entrando em sua brincadeira.
— Eu peço perdão pela minha mel educação senhorita Isabele, meu nome e Alex Colins.
— Senhor Colins devo dizer que tens um nome encantador como o dono. – Eu falo. (Nesse jogo nós voltamos um pouco no tempo para época formal se não entenderam).
— Por favor Senhorita Isabele peço que me chame apenas de Alex, Senhor Colins me deixa desconfortado. – Ela fala e nós rimos de novo só que com o acompanhamento de Pedro e Alex.
— Você e divertido Alex, acho que nós viraremos grandes amigos. – Digo a ele.
— Também tenho essa sensação. – Ele responde. – Então senhorita Isabele me daria a Honra dessa dança. – Pergunta ele brincando e me estendendo a mão a mim.
— Com todo o prazer senhor Alex. – Digo pegando sua mão e caminhamos até a pista de dança rindo.
Assim passo o resto da festa me divertido com meus amigos e Alex que decidiu nós fazer companhia e descubro homem que eu atrapalhei seus pegas com Pedro.
Na hora de ir embora eu vou me despedir de Pedro e Teresa que ia dormi na casa de Pedro.
— A vai Isa dorme aqui. Ai nos fazemos uma noite do pijama, bagunçamos a casa do Pedro e saímos antes dele acorda. – Fala Teresa.
— Ei eu não achei isso justo. – Fala Pedro.
— kkkkk Por mais que eu queira ficar eu tenho trabalho amanhã e eu dormi aqui seria acordar mais cedo do que eu acordo normalmente então não. – Eu digo pra eles simples.
— Mas... – Os dois falam mais eu os interrompo.
— Tchau pra vocês dois. – Eu falo e me viro e começo a sair da casa.
Quando eu saio da casa dou de cara com as últimas coisas que eu queria ver nessa vida. Tradução caçadores.
— A tinha me esquecido de vocês. – Falo suspirando pesadamente.
— E aonde a senhorita vai a essa hora? – Pergunta Guero.
— Não e da sua conta, virou minha mãe agora foi? Eu vou pra onde eu quiser, se eu quiser ir pro puteiro agora eu vou seu vampirinho de quinta. – Falo pra ele estressada e voltando a andar. Onde já se viu vão querer controlar aminha vida agora.
— Como você sabe? – Ele me pergunta surpreso e olho para trás e vejo todos eles surpresos.
— Vocês são ingênuos demais... Demorou um pouco mais eu me lembrei de vocês... Os cinco generais de caçadores sobrenaturais... Guero o vampiro das cinco grandes famílias o líder dos caçadores de vampiros, Rafael sendo um lobisomem alfa o líder da exterminação de lobisomens, Jhames um demônio das 12 casas principais líder dos exterminadores de demônios, Alessandro um dos quatro arcanjos líder da exterminação dos anjos e Pietro líder do batalhão da proteção humana. Que são comandados pela Caçadora Ester Smith que é uma hibrida de lobisomem e vampiro... – Digo cruzando os braços os vendo com a boca quase no chão. – Vocês achavam mesmo que caçadores com postos tão altos não seriam reconhecidos? Vocês são mesmo uns ingênuos.
— Como sabe tanto? Só um caçador de sobrenaturais tem essa informação. – Pergunta Alessandro.
— Vocês são tolos se acham que eu vou contar como sei tanto. Eu não devo satisfação a ninguém. Nem a vocês e nem aquela sua comandante de merda de vocês. – Eu falo e me viro eu começo a caminha de novo, mas sou parada por uma mão em meu ombro me deixando com mais raiva.
— Dessa vez você está errada, isso se refere a nossa vida então está no nosso direito saber de onde tirou essa informação. – Fala Rafael um pouco alterado ainda com a mão em meu ombro.
— Eu só irei falar uma vez... Tire sua mão de mim. – Falo com cada vez mais raiva deles.
— Rafael e melhor você solta-la. – Diz Pietro.
— Ou o que? Você está tão acanhado assim e por que levou uma chave de braço dela aqui? – Diz Rafael como quem não quer nada.
— Eu mandei você soltar meu ombro. – Falo com muita mais raiva.
— Só vou soltar quando me der resposta. – Diz Rafael sério.
— Rafael eu acho que... – Guero se interrompi ao ver eu pegar o pulso dele e tirar do meu ombro violentamente e o empurrar o que faz ele recuar um passo.
— Olha eu não gosto que as pessoas toquem em mim então sugiro que mantenha uma distância mínima de um metro fui clara? – Pergunto com raiva nos olhos.
— Não me subestime sua... – Ele fala avançando na minha direção com a mão fechada e eu desvio de seu jab de direita e logo após ele dá um jab de esquerda e recua, mas já vem pra cima rapidamente com a mão fechada e tenta acerta meu rosto e quando o soco está a 30cm de meu rosto eu seguro a sua mão com força sobrenatural.
— Eu falo a mesma coisa não me subestime... – Digo e meus cabelos sobem pra cima por conta da quantidade de poder que eu deixo escapar e os outros entram em posição de ataque e então diminuo a quantidade de poder, mas ainda mantenho o suficiente para aperta sua mão com uma força grande para um humano e faço meus olhos ficarem vermelho sangue e as partes brancas de meus olhos negras mostrando meu demônio, mas não deixo aparecer o símbolo da realeza demoníaca. Fazendo eu parecer um demônio inferior. – Eu não me importo com o seu posto nessa merda de aliança de caça ao sobrenaturais, vocês vivos ou mortos para mim tanto faz não iria fazer nenhuma diferença pra mim, mas não me provoquem eu não me importo de vocês estarem me seguindo pra cima e pra baixo, não alias me incomodo sim, mas não o suficiente para mata-los, mas da próxima vez que um de vocês tocarem em mim sem a minha autorização eu juro por todos os sobrenaturais que eu guardo que vocês preferirão a morte do que o que eu farei com vocês.
— Você está em seu direito, mas nós ameaçar quando estamos em maior número e burrice. – Diz Jhames sério.
— Vocês tem certeza que estão em maior número? – Pergunto olhando para ele com deboche e rindo um pouco o que faz eu soltar a mão de Rafael o que faz ele recuar para onde os seus amigos estavam e entrando em posição de batalha.
— Por que diz isso se estamos mesmo? Que eu saiba aqui só tem você. – Diz Pietro e eu rio mais um pouco e digo com um sorrisinho.
— Vocês caçadores sempre se esquecem que sempre lutam em território inimigo, mas eu vou lhes dizer uma coisa este é MEU território. – Digo e meus dois amigos Teresa e Pedro se tele transportam para meu lado um de um lado e o outro de outro Teresa com dois elementos nas mãos Terra e fogo e Pedro com os outros dois água e vento em suas mãos e então Jonathas e Alex descem voando do céu Jonathas com asas pretas e olhos vermelhos com a marca de uma das 12 casas e a parte branca negra enquanto as asas de Alex eram brancas e brilhantes com uma auréola branca marcando em seu olho o símbolo dos quatro arcanjos então dois lobisomens amigos nossos chegam correndo em quatro patas, os dois eram betas em seguida dois vampiros amigos nossos que também chegam correndo e então cinco pessoas armadas com armas para matar sobrenaturais saem correndo de suas casas, eles eram cinco ótimos lutadores que também lutavam para proteger-nos e nós também lutamos para protege-los. Quando nós falamos “este e meu território” em voz mais alta que o normal e como se avisa-se que está pessoa está em perigo então nós vamos correndo ajudar, e como se fosse um pedido de ajuda ou um aviso de invasão. Os caçadores parecem chocados por que estão com uma cara nada boa. – Eu não estou em menor número, esta é nossa família nunca deixamos um só, somos uma família nunca estaremos só seja no inferno ou no céu, na terra ou em auto mar. — Falo aos meus amigos e gritamos o mesmo.
— Somos uma família nunca estaremos só seja no inferno ou no céu, na terra ou em auto mar. – Gritamos em uma só voz esse era nosso lema, mesmo se a gente estivesse brigado com a pessoa nós tínhamos que aparecer pra lutar, como uma família.
— Eles te machucaram Isa? – Pergunta um vampiro.
— Não, eu estou bem. Estes são os tenentes dos caçadores. – Digo e todos fecham ainda mais a cara.
— O que os Tenentes dos caçadores estão fazendo em nosso território? – Pergunta Alex.
— Será que vieram capturar a Isa? – Pergunta Jonathas.
— Como seria possível eles saberem? Só os da família sabem a verdade. – Pergunta um lobo.
— Vocês não levaram a Isabele! – Grita Pedro.
— Para isso acontecer vocês terão que passar por nós primeiro. – Grita a família inteira menos eu e eles dão um passo à frente como se fossem um escudo protetor.
— Por que nós veríamos para pega a Isabele? – Pergunta Alessandro.
— Então vocês não sabem o que ela é? – Pergunta Teresa.
— Ela não e uma pessoa com três sobrenaturais? – Pergunta Rafael.
— Não eles não sabem. – Constata um humano com a arma apontada para os tenentes.
— Acho que e melhor assim, se eles soubesse seria um grande problema. – Fala um vampiro.
— Mas agora eles sabem da nossa família nossa. Agora nossa família vai ser casada. – Diz outro humano armado. E todos começam a se desesperar e falar várias coisas ao mesmo tempo e isso começa a doer a minha cabeça e então eu peço autoritária.
— Silêncio. – Eu peço e todos se calam – Primeiro que aqui não e lugar e nem hora pra discutir isso por que estamos na frente do inimigo, Segundo que nossa família não vai ser caçada, nunca fizemos mal a ninguém por que seriamos subjugados? Então se acalmem e Terceiro que antes deles encostarem um dedo em vocês eu os mataria da forma mais brutal possível, quando foi que eu decepcionei vocês? – Pergunto a eles.
— Nunca. – Diz Teresa.
— Teve aquela vez a dois anos. – Diz Pedro como quem não quer nada.
— Essa não conta e Pedro vai pro inferno diabo. – Digo acida.
— Pedro você e um amigo horrível. – Fala Teresa.
— Também acho. – Diz Toda a Família menos a Teresa e o Pedro.
— E vocês são uma péssima família. – Diz Pedro.
— Bom Tirando o comentário do Pedro. Nenhuma vez. – Diz Jonathan.
— E daquela vez você quase dá uma extinção na nossa família, mas tirando ela nunca. – Diz um lobo.
— Tá vendo, não sou só eu. – Diz Pedro sorrindo.
— Quer saber na próxima ameaça que aparecer eu vou ficar do lado dela também. – Digo eu emburrada.
— Iiii perdemos pra próxima ameaça. – Diz Alex fazendo graça.
— Também acho. – Diz Teresa.
— Relaxa vocês tem a mim, e mais do que o suficiente. – Diz Pedro se achando.
— Que e o mesmo que nada. – Diz um Vampiro.
— Não vale, vocês são cruéis. – Diz Pedro.
— Tá, mas parando pra pensar por que você nós convocou dessa vez? – Pergunta Jonathas. – Não vai me dizer que e pra nos voltarmos. – Ele fala galanteador e eu faço cara de nojo.
— Sai ainda tó de mal com você. – Digo pra ele. – Mas voltando ao motivo vocês vão acha engraçado isso... – Falo rindo nervosa.
— Você não se lembra. – Eles dizem em uni som e eu afirmo.
— Ai meu amor, você tem que parar de fazer isso. – Fala um a humano.
— Sabe eu estava dormindo ai você nós convocou eu pensei fudeu, por que tem caçadores pela região... – Interrompo o Alex.
— Ah lembrei... Chamei vocês por causa que eu vou ter os cinco Tenentes desse caçadores chatos no meu pé e também por que eles iriam me atacar. – Falo para eles.
— A se for assim sim. – Diz o mesmo humano que falou que estava dormindo.
— Mas mudando de assunto quanto tempo eu não vejo todos vocês em. – Digo para eles.
— Verdade faz o que? Dois anos? – Pergunta um lobo. Então os lobos voltam a ser humano, e Pedro põem uma roupa nós dois e todos desativam o sobrenatural.
— Pra ser mais exato um ano e cinco meses. – Fala um vampiro.
— Ae a Teresa tinha nós convocado por problemas com caçadores clandestinos. – Fala o lobo.
— Bom gente eu estou com sono. – Diz Alex.
— Eu também. – Digo e todos acetem. – Alex me dá uma carona?
— Não! Você tem asas e sabe voar. – Diz e todos já tinham ligado seus sobrenaturais e alguns já foram embora ficando só a Teresa, o Pedro, o Alex, eu, o Jonathan e os caçadores.
— Mas eu estou com preguiça. – Digo a ele.
— Ai o problema não e meu. – Diz ele começando a bater as asas e diz. – Boa madrugada pra vocês. – e vai embora rapidamente.
— Eu te levo. – Fala Jonathan.
— Prefiro ir com um daqueles caçadores de merda do que com você. – Falo emburrada.
— Você que sabe. – fala e começa a voar. – Última chance. – Ele fala estendendo a mão pra mim.
— Já falei.
— Ok. Boa noite. – Diz o Jonathan e sai voando em alta velocidade.
— Eai a proposta de dormi na casa do Pedro e bagunçar a casa dele ainda está de pé. – Teresa comenta.
— Não eu já disse que tenho trabalho hoje. – Digo a Teresa. — E o que temos né? – Falo e quando eu ia abrir minhas asas eu me contenho por lembrar que as asas da realeza são diferentes das dos outros demônios. – Merda vou ter que ir andando. – Falo o que faz Teresa e Pedro rirem. – Vocês são péssimos amigos. – Digo e eles se tele transportam para casa de Pedro. – É terei que ir a pé mesmo. Anão ser. – Digo e penso. – E se eu testa meu novo vampiro. – Penso auto.
— Eu não faria isso se fosse você. – Fala Guero.
— A vocês estão ai e? – Pergunto a eles. – Bom não importa. Eu vou testar mesmo assim. Não me atrapalhem sim? Irei para uma conversa mental então shiu, eu não sei como ele e ainda. – Falo e me concentro na minha mente.
*Na minha cabeça*
Começo a procurar a cela do meu novo espirito sobrenatural. Porque eu estou procurando se eu posso só pergunta a Ema e ao Vitor. (Vitor e o demônio dela e Ema o anjo dela.)
— Vitor onde você colocou nosso novo hospede? – Pergunto para ele.
— Na cela ao lado aquele cão semento. — Ele fala e se vira para Ema.
— Eu não entendo por que você não gosta dos outros espíritos que entram aqui. –Falo pra ele.
—Por que ele pensa que quanto mais espíritos menos saídas nós teremos. – Diz Ema calma.
— Então sobre a saída de vocês. Como eu digo isso... Vai ser um adiada para mês que vem. – Falo sem graça pra eles, que na mesma hora me olham com ódio nós olhos e falam furiosos.
— Por que vai adiar uma das nossas quatro saídas no ano? – Perguntam.
—Pelo motivo que aqueles Tenentes caretas dos caçadores vão ficar no meu pé até eu me descontrolar e me matar. – Falo para eles.
— A mas eu dou um jeito fácil, fácil neles. — Diz Vitor com ódio.
— Meu querido se matarmos os cinco tenentes estaremos em uma grande enrascada. Para você ter uma ideia todos, repetindo TODOS os caçadores estarão no nosso pé. Principalmente aquela megera da Ester.
— Edai? E só nós dois despertarmos e chamarmos as doze casas das luas e os quatro arcanjos chatos. Quero ver quem vem peitar. – Rebate Vitor.
— Você quer provocar uma guerra sobrenatural por uma saída que você vai poder sair daqui alguns dias? – Pergunto a ele incrédula.
— Sim. – Ele diz firme.
— Ema por favor, faça ele entender que ele vai sair do mesmo jeito. – Peço a ela. – Ai depois eu venho falar com vocês explicar melhor e ai revemos o trato e até podemos fazer umas mudanças.
— Ok... – Fala ela um pouco sôfrega.
— Valeu, Você e perfeita. Ta vendo Vitor e por isso que eu gosto mais dela. – Falo e vou correndo até a cela do lobo primeiro. – Eai lobinho que não me falou seu nome em três anos.
— O que quer Isabele?
— Bom primeiro saber seu nome o que eu estou tentando a três anos.
— Já disse que não irei te falar.
— Tá tanto faz depois nos discutimos isso, mas e ai pensou de novo na minha proposta.
— Já e mantenho a minha resposta de três anos.
— Nossa, mas eu mandei você pensar com carinho.
— Já te falei que não aceito.
— Tá quando se cansar de ser chato e quiser negociar nós conversamos.
— Vai esperar a eternidade inteira que não será suficiente.
— Nossa grosso, morde.
— Se você estivesse aqui dentro.
— Não quero entrar ai não brigado.
— Então deveria ao menos se lembrar de alimentar seus espíritos.
— Ae verdade esqueci desse ponto depois venho com a sua comida e de seu novo vizinho.
— Adquiriu mais um espirito?
— Sim.
— Você sabe que essas celas não são infinitas não é?
— Sei.
— Deveria tomar mais cuidado.
— A mais eu só tenho você, a Ema, o Vitor e esse vampiro.
— E você vai começar a tomar cuidado quando chegar a mil sobrenaturais?
— Falando desse jeito...
— Tome cuidado.
— E estranho como você e gentil umas horas, mas quando eu pergunto seu nome ou ofereço a proposta a você, você vira um verdadeiro bruto.
— E você e mais estranha ainda, uma das únicas que tenta entender o sobrenaturais.
— E isso e ruim?
— Não, mas isso te torna uma intrometida. E isso eu não gosto.
— Desculpa grosso... Bom eu tenho que ver seu novo amiguinho, e ver se ele se me dá o prazer de saber o seu nome.
— Indiretas e deboche são um ato baixo de ofensa se a senhorita não sabe.
— Mas eu não joguei indireta. – Falo disfarçando a minha clara e explicita indireta.
— Hmph... — Ele fala e volta a sua cama. – Se você puder me dar comida eu agradeceria... – Ele fala e depois acho que ele dormi ou fica divagando.
Bom depois de conversar com o lobinho eu vou para a cela do meu novo espirito.
— Oi. – Digo e ele se vira pra mim.
Ele era...
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