Dividida entre os caçadores
1 Capítulo 01: Cinco caçadores no meu pé.
Notas iniciais
Tudo bem com vocês?
Espero q sim... bom essa historia também e postada no Wattapad e no sacial spirit.
Geralmente essa história sai primeiro no spirit.
Bom espero que gostem.
Agora fiquem com a história...
Isabele narrando:
Hoje eu acordei cedo para mais um dia de trabalho. Não sei por que mais eu estou me sentido vigiada. E como se alguém estivesse me seguindo a todo e qualquer momento, mas isso seria impossível por que eu já olhei diversas vezes, mas não vi nada. Eu acho isso estranho. Não consigo imaginar alguém me vigiando até por que minha vida e de uma adulta normal a primeira vista. Vejam bem minha vida se baseia em ir trabalhar e de vez em quando sair com os amigos, quer dizer quase todo dia, eu sou muito extrovertida e não tenho medo de brincar com a morte até por que eu não tenho nada que me de razão para ter medo afinal eu não vou deixar nada pra traz.
...
Depois de um dia longo de trabalho agora eu me encontro com minha amiga numa cafeteria que está discutindo o que vai usar hoje na festa de comemoração da mudança do nosso amigo Pedro enquanto eu estou pensando na minha cama...
—Ei amiga você esta me ouvindo?- Acordo do meus devaneios, com minha amiga estralando o dedo na minha cara.
—A-Ah sim... claro... hamm... do que você tava falando mesmo.- Pergunto sem grassa.
—Ah- ela suspira- Eu estava falando do quanto você esta avoada hoje.
—Ei eu não estou avoada.
— Eu sei que nosso chefe não sai do seu pé, mas...- Paro de prestar atenção quando vejo um vulto negro passar do meu lado e sinto um cheiro estranho, parece... sangue. Mas porque esse...
—Ei o que deu em você porque está olhando pro nada.- Acordo de meus pensamento piscando algumas vesses e olho para minha amiga.
—Não e nada...
—Ok... Eu vou pagar a conta espere ai que eu já volto.
—Ok. – Depois de alguns minutos ela já estava de volta e eu a acompanho até sua casa e aproveito pra tomar um banho e visto a roupa da festa. Depois de alguns minutos esperando minha amiga se arrumar pra ser especifica 1hora, eu me canso de esperar e grito pra ela.
—EU VOU IR NA FRENTE NÃO AGUENTO MAIS TE ESPERAR.- E a ouço gritar um nos “vemos lá”. Depois de sair em direção a antiga casa dele eu me lembro que ele avia mudado de casa “ mas e claro que mudou ele esta fazendo e uma festa de mudança.” Penso comigo e paro em um beco e pego meu celular para ligar para o Pedro, mas paro ao ver um vulto negro. – Quem esta ai?- Pergunto não obtendo resposta, então pergunto – Tem alguém aqui?- E não tenho resposta-Deve ser minha imaginação penso me virando e dando de cara com um homem de pele branca e vestido de preto e com uns olhos ne um vermelho intenso e ele cheira a sangue.- O que o senhor deseja?- Pergunto me afastando dele e então ele se aproxima em uma velocidade absurda e me segura com uma enorme força aproximando sua boca do meu pescoço- O que esta fazendo? Socorro. Alguém me ajude- peço e ele se aproxima mais e quando ele iria encostar sua boca em meu pescoço ouso o som de um disparo. E no mesmo momento o homem que estava me segurando começou a virar pó negro na minha frente e quando suas mãos desaparecem eu caio de joelhos. “o que está acontecendo?” Me pergunto então me lembro do tiro e me viro para trás e vejo um homem com o corpo malhado com os cabelos negros e olhos negros com uma cara de indiferente e com uma arma apontada para onde estava aquele homem e deduzo que foi ele quem atirou.
—Tsc. Não era nem um de classe media.- Ele fala e sua voz grave me arrepia-Não devias andar sozinhas a essa hora da noite.- ele tinha se virado e começou a andar e falo o fazendo parar.
—Eu sei me cuidar sozinha, mas mesmo assim obrigada.- Digo me levantando e começo a ver se meu amigo avia me mandado a localização da sua casa. Enquanto estava olhando ouso outras vozes e me viro para ver de onde vinham e me deparo com aquele homem junto a um homem loiro de olhos azuis e outro de cabelos negro com olhos negros.
—Você não pode agir sozinho Rafael. – Diz o loiro.
—Se eu tivesse esperado vocês a donzela ali teria morrido.- diz o tal Rafael.
—O que você esta insinuando? Foi você que saiu na frente.- Diz o moreno.
—Eu não disse nada...- Começo a ignorar a discussão deles e volto minha atenção ao meu celular e começo a caminhar para sair daquele beco e quando viro para sair e quando vejo dois vultos negros, e os vejo parar na minha frente eles são iguais ao outro de agora pouco só com uma aparência diferente. Quando um deles se aproxima de mim e tenta me segurar eu lhe dou uma chave de braço começando a puxar quando eu ia deslocar o braço dele o outro homem aparece atrás de mim. Então me desvencilho do outro e me abaixo e dou uma rasteira nele o que o faz cair no chão e me lembro do outro e me viro e o vejo vindo para cima de mim “espero não sujar meu vestido com isso se não o Pedro vai me matar de perguntas.” Penso desviando do homem o que o faz perder o equilíbrio então procuro uma arma para poder atirar neles. Olho a minha esquerda vejo uma pistola no chão vendo que eles já estão de pé e já estavam se preparado para vir para cima de mim, eu dou uma cambalhota para a esquerda para a fico agachada e me apoio nas minhas pernas pego a pistola rezando para está carregada e disparo ela mirando na cabeça dos dois. E eu tinha acertado. Eu me levanto e arrumo o meu vestido e aproveito e guardo a pistola comigo “vai que aparece mais um desses seres esquisitos.” Penso me agachando para pegar meu celular quando me levanto e começo a caminhar eu sinto algo afiado no meu pescoço quando vejo era mais um daqueles seres esquisitos e quando vejo já e tarde ele perfurou suas presas no meu pescoço, em um movimento rápido pego a arma que tinha guardado e dou um tiro na sua cabeça e quando ele desaparece eu caio de joelhos e ralho. –Filho da puta.- Falo tampando onde ele tinha mordido para ver se para de descer sangue e para minha sorte tinha parado. Quando eu ouso outro barulho eu aponto a arma para onde saia e vejo aqueles três patetas e mais um de cabelos escuros. Quando os vejo eu me levanto e viro as minhas costas para eles e começo a sair, mas eles falam sobre mim então paro saber o que é, e me viro pra eles.
— Ela e uma ótima lutadora.
—Vocês viram como ela matou eles? Ela tem um grande potencial.
—Ela só matou três de nível um e ainda por cima foi mordida, ou seja nós teremos que mata-la.
—E um desperdício de talento...- Fala mais eu paro de prestar atenção por que eu começo a sentir todo o calor do meu corpo começando a desaparecer e ao mesmo tempo um calor infernal começar a queimar meus órgãos internos e com isso eu cruzo os braços na frente da minha da minha barriga e caio de joelhos com a intenção de a dor passar e por que a força das minhas pernas desapareceram. Meus caninos começam a ficar pontudos e minha visão vai perdendo a cor e começa a ficar tudo vermelho eu abro a boca na intenção dessa dor passar e consigo ver um deles vindo em minha direção com uma arama e aponta para a minha cabeça e eu apenas pego um caco de vidro na rua e enfio na minha palma da minha mão esquerda, e pouco a pouco a minha visão ganha cor de novo e pouco a pouco a minha dor passa e eu levanto a cabeça e os vejo com uma expressão surpresa.
—O que foi?- pergunto um pouco ofegante.
—Como você fez isso?- Pergunta o loiro.
—Não sei eu só sentir uma dor enorme e como se alguma coisa tivesse se apossando de mim então eu simplesmente tentei assumir o controle e lembrei que primeiro eu tinha que ativar meus reflexos e a dor e um jeito disso, o resto eu só aprisionei aquela coisa.
—Como assim “aprisionar”?- pergunta Rafael.
—Essa não e a primeira vez que isso acontece comigo. Não e o primeiro demônio ou espirito que tenta tomar conta do meu corpo.
—Como assim?- Pergunta aquele cara que tinha chegado por ultimo.
—Vocês acham mesmo que eu vou contar da minha vida para vocês?- Digo rindo cinicamente- Coitados vocês são muito iludidos mesmo, eu não sei se vocês sabem, mas eu não conto da minha vida privada para desconhecidos, e muito menos sobre este assunto.- falo me levantando e quando eu ia ir embora um outro cara aparece.
—Não podemos deixar ela por aí. Se ela sair de controle e se tornar uma vampira teremos que mata-la de imediato.
—E quem vai ficar de olho nessa garota?-Pergunta Rafael.
—Você mesmo Rafael.
—E só pra constar eu não preciso de babá.
—Você não tem escolha.
—Até que eu tenho porque se você não sabe vivemos em país livre, ou seja vocês não mandam em mim.
—Mas nesse momento você não tem esse privilegio.- diz o que chegou por ultimo
—A e por falar nisso qual e seu nome menina?-pergunta o moreno que tinha chegado com o loiro.
—Eu que pergunto.
—Alessandro.- diz o loiro.
—Pietro.
—Jhames.
—Rafael.
—Guéro. E o seu?
—Meu nome e Ari e eu não to nem ai, minha idade e não te interessa, eu moro no me deixa em paz, trabalho no vai se ferra e sou filha da minha vida não te interessa. Mais alguma pergunta?- Pergunto sarcástica.
—Só uma. Sua mãe te deu educação?- Pergunta Guéro.
—Eu posso te dar duas respostas. Primeiro ela me mandou não falar com estranhos mais cá estou eu desobedecendo ela e a segunda e que ela até deu mais sabe eu não to afim de usar com vocês.
—Pode me falar seu nome por...- ele e interrompido pelo meu celular. E eu os ignoro e atendo meu celular. (obs: eles ouvem tudo)
*Chamada on*
—EU VOU TE MATAR SUA PUTA MAL COMIDA.
—Primeiro a única puta mal comida aqui e você seu corno e em segundo entra na fila meu amor e olha que ela tá maior que a fila do sus.
—Vish o trem tá feio, eu to atrás de quem?
—Eu acho que você tá atrás do Guéro, pera Não do Jhames, ou será do Pietro, pera ou era o Alessandro não acho que e do Rafael.
—Nossa ta pegando um tanto de macho e não me deu nem um piranha?
—Sai fora deles eu quero e distancia.
—Nossa então me fala eles são lindos?
—Da pro gasto, mas eu não estou carente nesse ponto.
—Mas voltando. SUA PIRRANHA ONDE VOCÊ TÁ?
—Eu estou na rua vendo o seu endereço na minha bola de cristal num ta vendo?
—Ae mesmo eu me esqueci de te mandar.
—E é nessa hora que você vê o quanto seu amigo te ama.
—A para de drama. Você sabe que e a flor mais bonita no meu jardim.
—Sei o que você ta querendo, com essa bajulação.
—Euuuu nada minha flor.
—Seiiiii você tava me chamando de puta e piranha e agora você vem com essa de “flor”, desembucha.
—Você sabe que eu te idolatro como uma deusa Isabele.
—E como Pedro.
—Sabe você bem que podia vim aqui em casa ne, sabe ne por que eu não estou tendo mais ideia para enganar esses abutres que só vieram para falar com você. E isso já esta me dando nos nervos. A minha humilde pessoa está sendo feito de animal de zoológico.
—Primeiro que de humilde até o diabo e melhor que você nesse quesito, segundo você está sendo dramático e terceiro eu já mandei você falar que eu não estou livre.
—Mentirosa ontem mesmo você pegou no mínimo 10 meninos.
—Ue se a vida lhe da limões você faz uma limonada, ou seja se ela joga um gato na minha porta eu aceito de bom grado.
—E por falar em gatos você bem que podia trazer um presentinho pra mim, sabe ne.
—Se você tá pedindo pra mim lhe levar um namorado pra você pode esquecer.
—Por quê?
—Por que eu não tenho uma poção do amor para fazer uma pessoa se apaixonar por uma coisa horrível como você.
—Nossa você e muito má.
—Aprendi com o melhor.
—Não sei se fico orgulhoso ou preocupado com os peixes que caírem nessa rede.
—Você pode ficar orgulhoso por que se for se preocupar com cada coração quebrado vai ficar careca e ainda mais feio do que já e por causa do estresse, e ai sim você não vai conseguir nem pegar a gripe, que ela fugir da fugir da sua feiura.
—Ai meu deus eu vou chorar de orgulho dessa diabinha que eu criei.
—Você ainda não viu nada meu caro sensei.
—Nossa porque eu senti uma dose de arrependimento com uma pitada de medo.
—Não sei só sei que já marquei meu alvo.
—Se esse alvo for eu amor eu já te falo que sou o próprio Satã.
—Se você e o Satã eu sou o próprio demônio encarnado.
—Literalmente ne fofa. Opa acabei de ver um piteuzinho passar.
—Tá me trocando por macho?
—Você já fez pior.
—Não nego. Mas só vou te desculpar se arrumar um pra mim também.
—Fechado piranha.
—Sei...
*Chamada off*
—Desgraçado. Você me paga.- Falo pegando meu celular para discar de novo para ele rezando para atrapalhar ele beijo dele, mas o quinteto acha que manda em tudo fala “o que me lembra em o porque eles não foram embora ainda?”.
—Com licença mais você poderia me tirar uma duvida?
—Depende e...- Meu celular toca e vejo o nome e faço uma careta “fala sério” e suspiro e preparo minha voz para sabe aquelas vozes melosas e doce então essa mesmo.
*Chamada on*
—Alo?(falsa nem um pouco ne?)- Falo vendo os cinco com uma cara confusa.
—Boa noite Srta. Isabele.
—Boa Noite Sr. Matheus, o que o Sr. Deseja?
—Eu queria saber se a Srta. Poderia me acompanhar...- O corto desfazendo a minha voz melosa.
—Não.
—Não e para nada disso que você está pensando.
—A não bom eu sei que e para um encontro.
—O pior e que dessa vez não.
— Sei.
—Eu queria que você me acompanhasse para um evento beneficente semana que vem.
—Não to afim.
—Deixa eu reformular a frase, você vai comigo nesse evento.
—Me obrigue. Por mim eu passo longe.
—E fácil se não for eu te demito por que como minha secretária particular você e obrigada a me acompanhar.
—E o quico?
—Já te avisei.
—Afs, você me ligou só pra me falar que vai me arrastar para um baile? Por que eu sei que mesmo que o Sr. Me demita você vai arrumar um jeito de me forçar a ir. Então eu não tenho escolha. Porque o Sr. Me ligou?
—Para ouvir sua linda voz e claro.
—Me poupe de suas cantadas podres.
—Eu sei que você me ama meu docinh...- Desligo na sua cara porque eu posso meus amores.
*Chamada off*
—Sinceramente o que se passa na cabeça do meu chefe ele e um pateta.
—O que...- Alessandro e interrompido por uma mensagem que chegou no meu celular.- Mas que merda!
*mensagem on*
A primeira e a localização e depois foi um áudio
—Você não tem mais desculpa para não vim sua piranha arrombada, você tem dez minutos puta mal comida, ou eu brotar na sua frente e te arrastar pelos cabelos.- E eu respondo na maior educação do mundo por que sou dessas.
—Primeiro paixão: puta mal comida e sua mãe que te fez com o dedo por que nem um homem quis ser pai de uma criatura como você, Segundo amor: Piranha arrombada e o teu cú mal comido, terceiro: eu demoro o tempo que eu quiser amore e se continuar com essa sua boca suja eu além de comprar kyboa pra lavar ela eu volto pra minha casa depois de lavar sua boca, quarto: eu já to chegando lindo e quinto mais não menos importante: Vai tomar no meio do teu cú.
—Venenosa, morde cachorra.
—Au, au.
*mensagem off* (Obs: e tudo áudio. Por consequência o quinteto ouviu)
—Bom meninos, eu já vou indo. Tchau. Até nunca mais.
—A Srta. Não...-Interrompido por uma ligação da Teresa.- Cansei disso- Grita um Pietro pegando o meu celular da minha mamão, mas no mesmo momento eu pego o braço que ele pegou meu celular e dou uma chave de braço nele pegando meu celular com a outra mão e atendendo.
*Chamada on*
—Fala razão do meu viver.
—Cadê você?
—Já estou chegando amor, eu vou estar aí em menos 10 minutos.
—Espero mesmo.
—Só não tem um derrame antes deu chegar meu bem.
—Se você não chegar em 10 minutos eu vou divulgar o seu segredo.
—Isso e golpe baixo.
—E minha carta na manga.
—Ok.
*Chamada off*
—Bom eu não posso mais perder tempo com vocês, eu tenho um compromisso e acho que vocês já notaram então tenho que ir antes que mandem o batalhão atrás de mim. A e já ia me esquecendo nunca mais mecha nas minhas coisas.-Falo soltando o braço dele, e caminhando rumo a casa de Pedro, e no caminho vou bolando um plano para me vingar por ele ter desligado na minha cara, só eu posso fazer isso. Quando eu chego lá eu toco a campainha, e Pedro demora um minuto para atender, e eu aposto que foi de proposito.
—Uau amada, eu te peço um presente e você me vem com cinco, eu já falei que te amo.- “Como assim? Eu não trousse presente nenhum. Não me diga que aqueles cinco me seguiram?” Penso me virando e dou de cara com eles “Filhos da puta!” Sem escolha aproveito a minha chance de me livrar deles.
—Pedro meu amor, esses são seus presentes de mudança especiais. Foi meio difícil achar todos eles, mas o que eu não faço por você? Esse foi o motivo da minha demora.- Falo olhando para os cinco de maneira sínica, enquanto eles me olham com uma vontade assassina, mas eu não ligo e me viro para meu amigo continuando meu teatro.- Esses são Alessandro, Pietro, Guéro, Rafael e Jhames. Espero que goste.
—Eu te amo amiga, não podia pedir amiga melhor, mas eu vou ter que deixar pra mais tarde por que agora eu estou com um lá dentro.- “Perfeito.”
—Como queira, eles são seus por essa noite inteira.- Falo entrando primeiro porque sei que se ficar ultimo eles vão me barrar. Quando eu entro vou direto para falar com a minha amiga. – Oi gata.
—Achei que tinha ido para a sua casa e me deixado aqui- Diz ela com cara triste.
—Eu nunca faria isso.
— Sei.
—Oi Isabele.- Diz uma voz que eu conheço muito bem, então eu reviro os olhos e respondo sem interesse me virando para ele.
—Oi Jonathan. O que você quer?
—Eu vim aqui saber se você gostaria de ir ali no canto comigo amor?
—Você está falando comigo?- Finjo desentendida.- Por que eu não sou sua namorada para você me chamar de amor, mas se a pergunta fosse pra mim eu responderia “nem em outra galáxia meu bem.”, Mas como não foi eu já vou indo Jonathan.- Digo e saio de lá antes que ele respondesse e me tirasse o pouco de paciência que me resta. Eu estava andando e vejo o Pedro se pegando com um menino qualquer que eu não conheço, então penso que e a hora perfeita pra minha vingança e dou um sorriso de lado e caminho até ele e os interrompo dizendo.
—Pedro onde fica o banheiro?- Pergunto com um sorriso inocente mais o Pedro sabe muito bem que foi proposital e me fuzila com o olhar.
—Desculpe, mas eu vou falar com uns amigos.- Diz o menino que estava se pegando e quando ele sai o Pedro me olha com um olhar de “eu vou te matar”. E eu dou um sorriso sínico e pergunto com a voz igualmente sínica.
—Eu atrapalhei alguma coisa?
—Você me paga Isabele.
—Eu? O que eu fiz?
—Não venha se fazer de vitima pra mim que isso não vai colar comigo. Eu te conheço muito bem e sei que fez de proposito.
—Talvez sim, talvez não.- Digo e o vejo me xingar de tudo quanto e nome em seus pensamentos.- E só você pensar melhor antes de desligar na minha cara amore.- Digo piscando para ele.
—Você e muito rancorosa amada, só não esquece que estresse da rugas e que tudo que vai volta.- Fala e saímos de lá.
Eu estava indo para a mesa de bebidas e sinto alguém me puxar para um lugar.
—Mas o que?- Pergunto e me viro para a pessoa que me puxou e dou de cara com Jonathan.- O que você quer? Até agora você não entendeu que eu não quero te ver nem pintado de ouro.
—Eu sei que você está se fazendo de difícil. Não precisa ficar de cú doce amor.- Fala ele se aproximando de mim.
—O que você está fazendo?- falo e de repente minha cabeça começa a rodar – Se afasta de mim- falo recuando com a mão na cabeça tentando deter o espirito aprisionado no meu corpo, mas ele continua avançando em minha direção e minha mente aparece rapidamente a minha voz desesperada daquele dia.
—Não seja tímida meu amor.- fala ele.
—Ah- Falo como um ato de dor. E saio correndo de lá e me deparo com o corredor da casa nova de meu amigo e coloco um braço na parede e tento assumir o controle. Minha respiração estava fora de controle minha começava a ficar negra. Em um movimento rápido pego uma faca que eu tinha na minha bouça caso isso aconteça, pego ela e enfio na minha coxa esquerda e a deixo lá e as coisas pouco a pouco voltam ao normal e ouço a voz da minha amiga.
—Eu finalmente te achei, achei que tivesse ido em... bora- Fala a ultima palavra fraca por ver a faca na minha perna- Não me diga que...
—Chame o Pedro, mas de forma discreta. Eu estarei no porão.- Falo e fecho os olhos tirando a faca da minha coxa- A e fale para ele agir discretamente.
—Ok.- Falou e ela e foi atrás do Pedro. E eu endireito a postura, mas continuo com a mão na parede.
—Que droga por que isso foi acontecer logo hoje.-Falo e me viro e vejo que Jonathan me encontrou e ele estava vindo na minha direção.
—Você não vai mais fugir de mim.
—Sai de perto de mim e nunca mais toque em mim.- Falei, mas ele não me ouviu e continuou se aproximando de mim e eu já estava sem paciência por causa do espirito. Quando ele ia me tocar eu dou um chave de braço nele e sussurrei no seu ouvido.- Esse e seu ultimo aviso se chegar perto de mim de novo eu quebro o seu braço.- Falo e souto ele e falo- Sai daqui.- Ele assente e sai daqui e eu aproveito que estou sozinha e encosto na parede- Porra... Esse troço doí Aght- Souto um gemido de dor por colocar a mão no meu ferimento.- Merda agora eu tenho dois ferimentos... Que desgraça- Falo e me direciono ao porão. E quando chego lá e vejo o Pedro e a Teresa.
—O que aconteceu Isabele?- Pergunta o Pedro.
—Primeiro eu agora pouco tive um descontrole.
—Disso eu já sabia, a Teresa me falou.
—Bom segundo fui possuída por outro espirito.
—E o que?- Pergunta os dois juntos.
—Esse foi o motivo da minha demora. Eu estava indo para sua antiga casa e parei la no beco, Lá eu fui atacada por um vampiro nível um, mas um caçador matou ele. E depois apareceram mais dois caçadores com ele então eu sai do beco e mais dois vampiros nível um apareceram. Eu tive a sorte de achar uma arma no chão- Falo tirando a arma da bolsa e mostrando para eles- e atirei na cara deles, mas eu não vi um terceiro e ele me mordeu e depois eu atirei nele também e foi assim que fui possuída por outro espirito.
—Você tem certeza que consegue aprisionar mais um espirito no seu corpo e ficar no controle Isabele?- Pergunta Pedro.
—Fazer isso vai ser fácil, mas esse não e o problema.
—Como assim?-Pergunta Teresa.
—Cinco caçadores viram eu ser mordida.
—Cinco o que?- Pergunta Pedro incrédulo.
—Cinco caçadores de vampiros, e agora eles vão ficar de olho em mim para que quando o vampiro saia de controle eles me matem na hora.
—Em outras palavras?
—Eu tenho cinco caçadores no meu pé...
Notas finais
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Jhames:
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Guéro:
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Pietro:
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Rafael:
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Isabele:
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Teresa:
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Pedro:
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