Divas Pervertidas
5 Fotos, Mudanças, Festas e Pijamas Sensuais.
Notas iniciais
*Lembrando que é estritamente necessario que abram os links para verem as pessoas e roupas ok? Boa leitura *-*
Capítulo III
POV Annie
— Derick?
— O que tá acontecendo aqui?— ele perguntou autoritário. Essa é boa ter que dá satisfações da minha vida.
— O que você tá fazendo aqui?- devolvi a pergunta completamente irritada com o Finnick me abraçando e se divertindo com toda essa situação.
— Você não falou nada sobre as flores que eu mandei outro dia... – disse baixando a guarda. – E fiquei me perguntando se você tinha recebido e tinha gostado, e também sabia que hoje é aniversário da Katniss era hoje. – ele dizia embolado e eu fiz cara de dúvida, enquanto o Finnick ria da situação. – Qual é Annie, eu tô com saudade de você.
— Derick, eu vou ter que desenhar pra você que foi um lance de uma noite. Que foi um lance físico e acabou. Pronto. Cada um segue a sua vida. Que coisa mais chata essa sua perseguição.
— Você já transou com esse magricela? – perguntou o Finnick com desdém e eu concordo. Finnick solta uma gargalhada. — Agora está explicado porque vocês falam daqueles temas de mulher mau comida. – diz ainda rindo e eu dou um tapa em seu braço. — Tem que pegar um homem de verdade tipo eu. – diz me apertando nele.
— Annie, você está com esse cara? – perguntou o Derick com raiva.
— Derick, vai embora.
— Responde Annie! – ele disse alterando o tom.
— Nada de falar alto com a minha bainha não seu espantalho. – disse o Finnick se soltando de mim e indo avançar no Derick, mas eu o impedi.
— Fora Derick! Agora! – gritei.
— Eu vou te ter de novo Annie, você vai ver. – disse em um tom de ameaça.
— Fora Derick, agora! – digo e fecho a porta na cara dele. Me solto do Finnick, encosto na porta, levo a mão a cabeça e suspiro alto.
— Tem que escolher melhor as suas transas. – disse o Finnick divertido.
— Você tem que parar de se meter na minha vida.
— Annie, você tem que para com isso.
— Isso o que, Finnick?
— Você já não é muito bonita, é gorda e ainda por cima é mal educada, por favor né?! – diz e começa a rir da sua própria piada.
— Finnick você é tão engraçado que você mesmo tem que rir da sua piadas. – digo com raiva.
— Calminha bainha, trégua, lembra? – diz chegando perto de mim.
— Então para de implicar comigo. – digo fazendo bico.
— Então vem aqui... – diz me abraçando a ele.
Finnick começa a alisar as minhas costas e a apertar a lateral do meu corpo. Eu queria bater nele, mas é que o carinho estava tão gostoso. Até que ele começou a beijar o meu pescoço e a mordicar o mesmo. Ai foi demais.
— Sai Finnick, era trégua e não sexo.
— Qual é Annie, você me quer.
— É tudo que consegue dizer? – digo tentando me afastar.
— Quero que confesse... – diz me provocando e morde o nódulo da minha orelha.
— Sai Finnick.
— Ah Annie você me quer, quer o meu corpo nu.
— Eca Finnick, não curto zoofilia
—Hã? Não entendi! — diz e eu dou um tapa na sua testa.
—Animal.— terminei de falar e ouvi a Katniss gritar. – Vamos antes que eles se matem.
Andamos calmamente em direção a sala com o Finnick apertando as minhas “banhas”. Quando chegamos lá Peeta e Katniss brindavam muito felizes, na verdade gritavam.
Nos juntamos a eles e começamos a beber. Não me lembro direito com o que comecei nem quando, mas sei que depois de um tempo misturando bebidas me sinto tonta.
Peguei uma garrafa de Big Apple enquanto a Kat, tão tonta quanto eu, aumentava o som. Ela voltou e começamos a beber e a dançar. Revezávamos a garrafa e dançávamos juntas sexualmente até o chão, sobre os olhares atentos do Finnick e do Peeta, que até então comiam, prestavam atenção na gente e cochichavam.
Depois de acabar com mais uma garrafa eu já me sentia mais que feliz. Eu e a Kat estávamos bêbadas. Uma se apoiava, até que nós caímos uma por cima do outra e começamos a rir sem parar. Era inevitável.
— Vocês estão bem? – perguntou o Finnick preocupado se aproximando de nós, seguido pelo Peeta.
— Acho que já chega de beber, não? – diz o Peeta tentando tirar a garrafa da mão da Kat, que abraçou a mesma de maneira possessiva.
— Não! É meu aniversário. – disse embolado e nós começamos a rir, enquanto os meninos levantavam a gente. – Me solta Peeta, eu tenho N-O-J-O de você... – diz a Kat apontando o dedo na cara dele e tentando se soltar do aperto do em seu braço.
— Além de bêbada, é agressiva Cat Kat?!
— Annie, vem, quero fazer uma coisa. – disse a Kat se livrando do aperto do Peeta e me puxando junto.
Fomos caminhando até a varanda, digo, tropeçando até a varanda. Assim que chegamos lá eu entendi exatamente o que a Kat queria. Sempre quis fazer isso. Corro para dentro de casa e não acho o Peeta e o Finnick, acho que eles foram embora, graças a Deus!
Vou até o bar e pego uma garrafa de Bacardi. Volto para a varanda e a Kat segurava a sacada e cantava Call Me Maybe. Abri a Garrafa, dei um gole e me juntei a ela, que na mesma hora tomou a garrafa da minha mão.
— Hey, I just met you, And this is crazy, But here's my number... – começou a Kat.
— So call me, maybe... – completei e começamos a rir.
— Nós somos as melhores sexólogas do mundo! – gritou a Kat.
— Somos as mulheres mais gotosas do mundo! – gritei também. – Cuidado Megan Fox! – disse e nós duas rimos.
— Eu odeio os meninos da verdade nua e crua! – gritou ela o mais alto que pode.
— Eles são uns bostas! – completei e nós caímos no chão, juntas e abraçadas. – Me da mais um gole Kat. – disse embolado tirando a garrafa da mão dela.
— Acho que a gente tem que parar de beber. – disse tomando a garrafa da minha mãe e tomando um gole.
— Só que não né!?— perguntei rindo e ela me acompanhou.
— Quem eu quero enganar né?!
— Chega meninas. – e essa foi à voz do Finnick me levantando, porém eu fiz força para o chão, como uma criança mimada e a Kat fazia birra do mesmo jeito.
— Me solta Finnick! Vocês já tinham que ter ido embora. – digo com raiva e minha cabeça começa a girar.
— Isso mesmo Mama, é o meu aniversário, e a nossa casa! Fora! – brigou a Kat.
— Chega de palhaça. Vocês já beberam demais. – disse o Peeta pegando a Kat como um saco de batatas.
— Hoje de dormir Annie. – disse o Finnick me segurando do mesmo jeito.
Kat e eu começamos a nos debater e a gritar, enquanto os meninos nos levavam para o andar de cima. Peeta abusava um pouco da situação dando tapas na bunda da Kat.
— Peeta, para de bater na minha bunda. – brigou a Kat se debatendo.
— Cala a boca, Cat Kat. Aliás, você fica linda de boca fechada.
— Argh, que raiva, me deixa descer Peeta. – disse o Peeta e saio correndo com a Kat em seus braços, sumindo do meu campo de visão.
— Viu poço de banhas, não posso correr com você, estou mau te aguentando andando nessa velocidade.
— Me deixa descer Finnick. Vai embora!
— Além de gorda, tá ingrata hoje?! – perguntou divertido e eu já estava ficando tonta nessa posição. – Eu tive que te tirar de lá, se não você ia entrar em coma alcoólico. – disse entrando no meu quanto.
— Me coloca no chão. – ordeno.
— Claro. – ele tranca a porta, tira a chave e me coloca não chão.
— Me dá a chave Finnick... – não consegui terminar, as minhas pernas fraquejavam e os olhos pesavam.
— Vem, vamos dormir. – ele disse e me levou pra cama.
Não consegui implicar e deixei. Ele me sentou na cama com cuidado e me deu um copo de água. Fiz cara feia para protestar, mas ele me olhou mais feio ainda e então bebi né?! Ele me deitou e se deitou ao meu lado. Me puxou para perto de si, me fazendo usar seu braço de apoio, eu ia abrir a boca pra protestar, mas ele não deixou.
— Shiiiu. – colocou o dedo indicador na minha boca. – Para de ser chata e me deixa cuidar de você, bainha.
— Tenho escolha? – perguntei sentindo os meus olhos fecharem.
[...]
Acordei sentindo a minha cabeça querendo explodir. Olhei para o lado e vi um copo d’água, um remédio e uma xícara de café. Deve ter sido a Kat. Respiro fundo, tomo o remédio e vou bebendo aquele café horroroso.
Não me lembro de absolutamente nada que aconteceu ontem o que me deixa com raiva. Sei que os energúmenos chegaram, o Derick apareceu e nós começamos a beber. Fim. Tenho que treinar essa minha memória de peixe.
Levanto com um pouco de dificuldade e vou em direção ao banheiro. Passo uma máscara no rosto e tomo um banho de banheira relaxante. Assim que termino, passo os meus cremes, faço uma maquiagem leve, vou para o closet e me visto.
Coloco os meus óculos que estavam em cima do criado mudo e decido ver se a Katniss está viva. Ainda bem que a gente não grava hoje. Chego ao quarto da Kat e ela está se olhando no espelho já pronta.
— Como você tá? – perguntei anunciando minha presença e ela me encara.
— Com certeza melhor do que eu acordei.— diz rindo sem humor.
— Você lembra de alguma coisa de ontem depois que a gente começou a beber com os energúmenos?
— Não amiga, e você? – pergunta e eu nego com a cabeça.
— Mas pelo menos estamos vivas. – digo rindo.
— Pelo menos né?! Agora vamos tomar café.
Kat passou o braço pelo meu ombro e nós fomos rindo e conversando sobre banalidades. Decidimos ir ao clube hoje à tarde. Passamos pela sala e tudo estava na mais perfeita ordem. Entramos na cozinha e cumprimentamos a Greasy e a Coin que estavam lá.
— Pra sala de jantar já! O café está esperando por vocês. – ordenou a Greasy e a Coin riu assim como nós.
— Sim mamãe. – dissemos juntas e rindo.
Caminhamos lentamente até a sala de jantar. Assim que chegamos a sala de jantar, fiquei paralisada com a cena. Acho que to precisando voltar urgente no oftalmologista. Finnick e Peeta tomavam café animadamente. Nós aproximamos ainda surpresas e eu perguntei:
— O que fazer aqui?
— Acordou de mau humor, bainha? Também pelo tanto que bebeu ontem... – debochou o Finnick.
— Andem, sente-se com a gente. – disse o Peeta como se fosse o dono da casa.
— Peeta querido, a casa é nossa e a gente senta e recebe quem a gente quiser. Vão embora agora! Greasy! – a Kat estava muito nervosa.
— Oi Kat. – a Greasy praticamente se materializou, quanto os meninos se divertiam com a situação.
— Por que você deixou esses energúmenos entrarem aqui?
— Eu não os deixei entrar Kat, eu cheguei arrumei tudo aqui em baixo e eles desceram, se apresentaram e eu servi o café para eles. – disse calmamente e nós concordamos. – Se é só isso eu já vou. – disse e saiu.
— Aonde vocês dormiram? – perguntei.
— Eu dormi no pequeno espacinho que você deixou na cama pra mim e o Peeta dormiu com a Kat. – disse o Finnick simplesmente e um monte de coisas se passou na minha cabeça, coisas pervertidas demais.
— A gente transou? – perguntamos juntas e eles riram.
— Não, não meninas. Vocês estavam bêbadas demais. – respondeu o Peeta e nós respiramos aliviadas. – Bem que você queria, Kat. – disse olhando malicioso pra Kat que deu um tapa em seu braço.
— Seu eu fosse vocês eu sentaria, nós temos um assunto importante a ser falado. – disse o Finnick culto, o que me deu vontade de rir.
— Não temos nada pra tratar com vocês. Fora! – a Kat disse e o Peeta mostrou uma foto em seu celular.
God! Oh My God! O que era isso? Eu não acredito que eles fotografaram o nosso momento crítico. Como eles tiveram coragem? Ai que vontade de matar eles. A Kat estava tão atordoada quanto eu.
— Sente-se. – disse o Finn superior e nós sentamos.
— Por que tiraram essas fotos? – perguntei.
— Sabe, não gostamos de passar por cornos. E essa foi à imagem que a gente acabou passando, por causa de vocês... – respondeu o Peeta. Era a vingança deles.
— O que vocês querem para apagarem essas fotos? – perguntou a Kat.
— Agora estamos falando a mesma língua. – disse o Peeta sorrindo malicioso. – Sabe, nós temos uma festa para ir hoje a noite, pagar de casal feliz seria uma ótima não, Finnick?
— Concordo.
— Mas e se perguntarem se a gente tem alguma coisa? – perguntei.
— Qual é bainha, Nina Dobrev e Ian Somerhalder vivem se comendo na frente de todo mundo e falam na maior cara de pau que não namoram. Não vai dar nada e se der é pouca coisa. – Finnick falou despreocupado.
— Depois dessa maldita festa vocês vão deixar a gente em paz?
— Claro, Annie. – disse o Peeta sorrindo. – Agora se arrumem, nós vamos almoçar no McDonalds.
— What? – perguntamos juntas.
— Não discutam, vocês não estão com posição pra isso.
Dei um soco de raiva na mesa e sai batendo o pé. A Kat veio logo atrás de mim. Fomos para o quarto xingando os meninos. Tudo bem que isso não ia resolver nada, mas aliviava a raiva.
Só de raiva decidi tomar outro banho. Fiz questão de demorar, apesar do meu estomago está reclamando. Assim que terminei, passei os meus cremes com lentidão, vesti minha lingerie e passei uma maquiagem de leve. Comecei a arrumar meu cabelo.
— Annie, dá pra você andar rápido.
— Finnick, o que você está fazendo aqui? – disse pegando a toalha e virando assustada.
— Não precisa se esconder bainha, vou ver tudo que tá ai mesmo. – disse rindo.
— Só se for sonhando, né querido!? Fora Finnick! – ordenei jogando o vidro de creme nele, que saiu correndo.
— Espere e verá bainha. – gritou antes de sai.
Revoltada, terminei de me arrumar. Peguei minha bolsa e jogue o que era necessário dentro, isso inclui spray de pimenta. Sempre tive vontade de usar, vai que preciso.
Desci as escadas e todos estavam lá embaixo me esperando. A Kat sorria satisfeita com meu atraso, pela primeira vez. Peeta não conseguia parar de secar bunda da Kat.
— Você está horrorosa! – o Finnick alfinetou.
— Tem um espelho logo ali se você quiser ver a sua situação... Se bem que é melhor nem se olhar, não quero ter que comprar um espelho novo. – rebati e todos riram, menos o Finnick que ficou com cara de quem não entendeu.
— Hã?
— Vamos, sua besta. – digo o puxando pelo braço.
Fomos todos para o McDonalds andando, já que era perto lá de casa. O Peeta segurando a mão da Kat e o Finnick grudado na minha cintura. Conversávamos animadamente e não podemos deixar de notar os paparazzi de plantam. Os meninos adoraram essa situação, claro!
[...]
Coloque o meu biquíni e fiquei esperando a Kat sair da cabine dela. Depois de um almoço completamente cheio de troca de farpas, os meninos deixaram a gente em casa e graças a Deus sumiram da nossas vistas.
A Kat saiu da cabine já pronta e linda. Fomos caminhando calmamente, sentindo a paz que estava sem os meninos, para a área da piscina. Algumas pessoas nós olharam e sorriram, mas nenhuma se aproximava.
Chegamos perto das espreguiçadeiras, ajeitamos nossas coisas, tiramos nossas cangas e deitamos, aproveitando o resto do sol da tarde. Pedimos duas limonadas, nada de bebida alcoólica.
As bebidas chegaram, nós ficamos bebendo e conversando sobre a quantidade de Deuses Gregos que passavam ali. A Kat virou para queimar a parte de trás. De repente o sol foi bloqueado por dois poste.
— Acho que estou tendo novamente a visão do inferno. Você quer me ver mesmo no caixão né bainha?!
— Uau Kat? Você gosta de dar de quatro? – perguntou o Peeta olhando para a tattoo da Kat.
— Para de olhar pra minha bunda, Peeta. – disse a Kat se virando. – Que história é essa de dar de quarto? Me respeita se não vou colar o tapa na sua cara. – ameaço a Kat.
— Nunca ouvi dizerem que quem faz a tattoo ai na lombar é quem gosta de dar de quatro? Se toca garota, pra encostar nesse rostinho lindo, só se for pra beijar. — ele disse olhando sensualmente para Kat e ela se virou sem contestar
— Pelo menos a Kat fez algo que combina com ela, que é sexy, já a bainha fica tentando ser sexy e fez duas cerejas. – disse o Finnick olhando para a minha tattoo e rindo. – Que coisa bainha, você tinha que ter feito um pastel frito cheio de gordura, ia ser a sua cara.
— Finnick, eu estou tentada a jogar esse copo de suco em você, se você não quiser um escândalo, na verdade vocês, acho bom sair daqui rápido.
— Não vamos sair, vamos ficar sentados aqui ao lado de vocês... – disse o Peeta debochado e eles começaram a tirar a roupa.
Acabei me engasgando com o suco, aquela visão era no mínimo digna de um orgasmo. Sorri com o meu pensamento idiota. Aquela visão estava me deixando desconcertada.
Foi como se a Kat tivesse lido a minha mente, ela levantou e começou a recolher as coisas. Fiz o mesmo. Saímos de lá às pressas e sobre o sorriso sínico dos meninos.
Decidimos então fazer um pouco de ioga. Arrumei tudo meu e entrei na cabine para mudar de roupa e a Kat fez o mesmo. Troquei de roupa, sai da cabine e juntei as minhas coisas.
Fui para frente do espelho arrumar a minha maquiagem e arrumar o cabelo. A Kat saiu da cabine já pronta e se juntou a mim. Ficamos conversando sobre a roupa que iríamos usar essas noite, afinal era uma festa Black Tie.
Saímos do banheiro e colocamos as coisas no carro. Seguimos para a aula de ioga. Estava tudo muito relaxante e calmo. Nós estávamos precisando disso. Assim que acabou a aula nós decidimos ir embora nos arrumar.
Falamos com algumas pessoas e seguimos para o estacionamento. Assim que achamos o carro, achamos de brinde também duas mulas encostadas no carro e pra piorar, sem camisa.
— É muito amor mesmo não, Annie?
— Tô achando a mesma coisa Kat.
— Desencoste esses corpos imundos do meu carro.
— Qual é CatKat... Para de drama, ontem à noite você não estava assim... – o Peeta implicou.
— Acho bom você parar por ai...
— Digam logo o que querem, precisamos ir nos arrumar para a incrível festa. – digo com sarcasmo.
— Só queríamos dizer que vamos passar às 21h30min pra buscas vocês. – anunciou o Finnick.
— Já anunciaram, podem ir. – digo educada como sempre.
— Fiquem bem bonitas. – disse o Peeta e seguiu andando.
— Coloca uma cinta para apertar essa barriga, ok bainha? – perguntou o Finnick próximo ao meu ouvido.
— Morre Finnick, morre! – bati em seu braço e ele saiu correndo atrás do Peeta.
— Vamos Annie, a noite vai ser longa.
— Põem longa nisso! – exclamei e nós entramos no carro seguindo pra casa.
[...]
Depois do clube, partimos para casa e tomamos uma banho rápido, para irmos para o salão, já que eu preferi que não chamássemos o Marvel. Fizemos nossas unhas, cabelos e maquiagem.
Voltamos pra casa apenas para terminamos de nós arrumar. Greasy foi embora e recomendou que nós não bebêssemos, claro que nós concordamos. Terminei de colocar o meu vestido bafônico, os meus saltos, minhas joias e peguei minha bolsa. Me olhei no espelho e gostei do resultado, eu estava muito sexy.
Finnick e Peeta já estavam lá em baixo nos esperando há uns trinta minutos. A senhora relógio não estava nem ai pra hora e isso era um milagre, melhor era implicância mesmo. Fui até o quarto dela e entrei sem bater. Ela se olhava no espelho, já pronta e incrivelmente linda e sexy.
— Uau, assim você vai matar o Peeta! Você está linda.
— Obrigada, mas você também está maravilhosa. O Finnick vai pirar com esse vestido meio transparente. – disse piscando pra mim.
— Vamos. – disse puxando ela pela mão.
Saímos do quarto da Kat e fomos caminhando lentamente em direção à sala, afinal, usar salto não é pra qualquer um. Assim que chagamos na sala os meninos só faltavam babar por nós.
— Faltou pano pra fazer a parte de cima do vestido, Katniss? – Peeta perguntou emburrado.
— Não Peeta, querido, tô achando até que tá sobrando. – retrucou a Kat sorrindo vitoriosa.
— Annie, acho que você devia trocar esse vestido, acho que já lavou demais e desgastou o pano, tá tudo transparente. – disse o Finnick sério.
— Oh obrigada, Finnick querido, eu sei que estou maravilhosa. Obrigada por reparar, já podemos ir. – eu disse sorrindo sínica.
— Nós não vamos até vocês trocarem de roupa. – decretou o Finnick e o Peeta concordou.
— Eu não tenho outro vestido, ou é esse ou sem festa. – Kat disse vitoriosa.
— Não desgrudem da gente. — Peeta disse protetor e nós reviramos os olhos.
[...]
Aquele papo de não desgrudem da gente era sério mesmo, pois os meninos não nos deixaram nem respirar direito, mas nos exibíamos como os seus grandes troféus. E pra completar quando chegamos na festa tivemos que parar para tirar algumas fotos, pagando de casalsinho feliz. Ou como o Finnick prefere chamar amigos coloridos.
Mas já tinha se passado algumas horas que a festa estava rolando e estava tudo um saco. Nós só bebíamos e sorriamos. Os meninos o tempo inteiro do nosso lado. Conversar com eles até que ficou interessante.
Estamos juntos, rindo e conversando sobre as acompanhantes dos outros caras. Definitivamente esses homens tem um péssimo gosto. Finnick sempre ficava cheio de gracinha, assim como o Peeta.
Acho que eu já tinha bebido demais, fora que eu mal sai de uma ressaca. T me tornando uma alcoólatra, só que não. A Kat também já estava alegrinha. Nós já riamos a toa.
— Olhem só rapazes, nossos frangos estão bem acompanhados. – disse um cara novinho, loiro, a coisa mais linda, que se aproximava com o seu bando.
— Não vão dividir não? – perguntou um deles, fazendo o Finnick me puxar mais para si.
— Deviam dividir, elas me parecem muito gostosas.
— Acho bom manterem distância senhores. – começou o Peeta, puxando a Katniss para si.
— Vejo que as acompanhantes dos senhores estão soltinhas por ai, acho bom irem procurá-las. – Finnick disse seco e com um gesto involuntário eu acariciei a sua mão.
— Impossível prestar atenção em outra coisa a ao ser as acompanhantes de vocês com essas roupas. – disse fazendo o Peeta rosnar e o Finnick me aperta ainda mais.
— Nós não somos essas galinhas que vocês costumam pegar para serem divididas, queridos. – a Kat disse superior e o Peeta e o Finnick sorriram.
— E não confundam a nossa elegância, com a vulgaridade das acompanhantes de vocês. Alias se elas quiserem posso indicar uns estilistas bons. – digo sorrindo com sarcasmo.
— Pensei que não gostassem deles meninas, afinal, eles só criticam vocês. – retrucou um deles.
— Acho que nós devíamos ir pra casa, o que acham? – perguntei ignorando o grupo de pessoas na nossa frente.
— Ótima ideia.
Peeta logo abraçou a Katniss tentando esconder seu decote ousado, o que fez com que ela risse. Finnick me agarrou por trás e nós fomos para o estacionamento.
Quando estávamos no carro fizemos questão de apagar as fotos. Como eles estávamos sendo muito legais, decidimos chamar eles para subir e continuar a festa.
Subimos todos e nós preparamos uns petiscos. Sentamos na sala assistindo qualquer besteira na TV e o Finnick pegou umas cervejas. Conversávamos como bons amigos, parecia que não tinha mais nada além daquele momento. E era engraçado como as coisas fluíam, quando a gente não brigada TANTO. Comoçamos a beber e beber...
POV Katniss
Assim que os meninos foram embora, percebi o quanto estava bêbada ao tentar trancar a porta, o problema é que a chave nunca entrava no trinco, então deixei aberta mesmo e me virei vendo Annie com uma cara emburrada pra mim.
— O que foi, Mama? — perguntei a olhando curiosa.
— Só eu Kat? — ela perguntou respirando fundo. — Só eu estou odiando essa ideia de chantagem? — Ela disse olhando pra mim esperando uma resposta.
— Não Annie, eu também estou. Mas mesmo odiando concordar com isso, eles estão certos. Os fizemos passarem por cornos, e nós por vadias. E também nos descuidamos deixando que eles tirassem as fotos... — eu nem terminei e ela me interrompeu.
— Katniss, eu não acredito que você esta concordando com isso. A ideia de sairmos com o Zac e o amigo dele foi sua, se é que você se lembra.
— Lógico que eu lembro Annie, mas não tinha pensado nas consequências. Apenas disse aquilo porque também perdi a cabeça. Assim como você também concordou em fazer... — eu disse ainda mantendo a calma.
— Agora a culpa vem pra mim? Muito adulto da sua parte Katniss, mas não se esqueça que a sua imagem também está na jogada, a ideia sendo sua ou não.. — ela disse me olhando com os olhos em chamas.
— Annie, se acalma. — eu disse chegando perto e tocando seus ombros. — Não precisa ficar assim. Eu sei que eu errei, e tenho completa consciência disso, não precisa ficar jogando isso na minha cara o tempo todo. Sinto muito por ter te colocado no meio dessa confusão, mas a minha raiva deles era maior do que sei lá o que... Eu vi tudo vermelho. — eu disse sinceramente e ela se soltou de mim com brutalidade.
— Não quero saber. Minha imagem foi pro lixo, Katniss, pro lixo... Muito obrigada viu, “senhora eu estou sempre certa”. — ela disse se virando de costas pra mim
— Annie para de me acusar como se eu fosse a única a ter errado aqui. Se você não quisesse ter feito era só ter dito não e pronto, eu teria feito de qualquer jeito, com você ou sem você. O problema é que você sempre foi muito impulsiva, nunca pensou nas consequências assim como eu. — eu disse me irritando e mexendo nos cabelos compulsivamente.
— Eu sou impulsiva? Eu, Katniss, tem certeza? — ela disse me olhando com uma cara de choro.
— Sim, você é Annie. — eu concordei mexendo no cabelo uma ultima vez, sem deixar uma lágrima cair.
— Muito obrigada, Katniss... — ela disse com os olhos marejados enquanto pegava a bolsa e subia as pressas pro quarto.
— Annie... — disse com a voz falha já deixando as lagrimas rolarem por minhas bochechas agora rosadas pela raiva passageira.
Me sentei no sofá, com os cotovelos apoiados nos joelhos e o rosto entre as mãos enquanto as lagrimas rolavam livremente. Me joguei para trás recostando a cabeça no encosto e olhei as horas. Eram quase 04h da manha e nós ainda tínhamos que gravar amanhã de manhã. ÓTIMO, mais olheiras pra maquiagem cobrir. Limpo minhas lágrimas, respirando fundo e me levanto, mexendo nos cabelos, Annie sempre fala que tenho que parar com esse tique nervoso, mas não dá.
Foi algo adquirido há alguns anos atrás, e até então só tem piorado. Meus cabelos não param quietos em um lado só, e é um sofrimento quando vamos a algum lugar e eu prendo eles. Fui até a cozinha pegar um copo de água, e acabei pegando uma garrafa de água com gás e levando para o quarto. Passei pela porta da Annie com o “Não Perturbe” mais do que evidente e não resisti. Abri a porta e ouvi o barulho de Annie no banheiro. Atravessei seu longo quarto e bati na porta do banheiro.
— Annie? — disse com a voz firme.
— VÁ EMBORA! — disse ela lá de dentro com a voz bem firme.
— Desculpa. — sussurrei antes de pegar o meu caminho de volta e ir ao meu quarto.
Entrei no meu quarto batendo a porta com força e jogando a garrafa de água em cima da cama. Corri para o banheiro e prendi meu cabelo em um coque firme. Liguei a água do chuveiro mesmo, e enquanto tirava as minhas roupas ficava pensando em tudo que eu e Annie passamos até hoje juntas, desde quando nos conhecemos até esse breve momento.
Entrei sob a água fria e me permiti sorrir algumas vezes lembrando de tudo. Quando percebi que estava a tempo demais embaixo da água, já era tarde, meus dedos já estavam enrugados. Me enrolei em uma toalha, fui ao meu quarto e peguei o meu pijama que a Greasy deixa separado em cima da cama. Me vesti e então peguei Chanel no colo me deitando com ela ao meu lado. Fechei os olhos por alguns minutos e ouvi minha porta se abrir.
— Kat? — era a voz de Annie.
— O que foi? — disse secamente.
— Posso entrar? — ela disse já entrando.
— Já entrou mesmo... — disse e me virei pro outro lado da cama.
— Kat, me desculpa.
— E por que eu desculparia, Annie? — perguntei me sentando na cama.
— Porque eu sei que eu errei, Kat. Me desculpa. Tudo o que você disse era verdade, sei que não mentiria pra mim, e é que é mania minha de achar que qualquer coisinha vai prejudicar a minha imagem. Eu sempre quis ser famosa, e sempre vi tantos famosos se dando mal por essas coisas, que fiquei meio paranoica. Desculpa amiga. — ela disse me olhando profundamente nos olhos, e eu soube naquele instante que nunca conseguiria ficar brava com essa menina. Annie, apesar do corpo avantajado, tem carinha de criança, mas ao mesmo tempo tem um ar muito sedutor.
— Não sei, vou pensar. Fiquei muito chateada. — disse fazendo birra, só pra irritar ela. — Sabe, eu tenho maturidade o suficiente pra saber quando e o quanto eu errei e assumi-los. Você precisa aprender a ser do mesmo jeito Mama, não é fácil. Mas... — parei e sorri. — A gente vai fazer isso juntas. Eu vou te ajudar, e você vai me ajudar e vamos superar qualquer coisas, desde que estejamos juntas, ok? — disse sorrindo abertamente pra ela que deixou uma lágrima escorrer de seus lindos olhos verdes. — Vem cá, minha chorona. — a puxei para uma braço forte, e ela encaixou sua cabeça em baixo do meu pescoço.
— Obrigada amiga, não sei o que faria sem você “Katita”. — ela disse rindo imitando a voz do Marvelúcio.
— Você não seria nada amiga, e eu muito menos! — nós rimos. — Mas não me chame de Katita, já basta o Marvel me chamando assim...
— Ele e esses apelidos, nunca entendi o meu... — ela disse se sentando novamente na cama.
— Mama é daquele desenho infantil: 'Os padrinhos Mágicos' sabes? — perguntei e ela assentiu com a cabeça. — Então, tem o padrinho magico verdinho, o Cosmo, e tem a mãe dele, que chama Mama Cosmo. E ela é super mandona, e gosta das coisas do jeito dela, e super chata. Tipo você... — disse inocentemente e acabei levando um tapa ardido no braço. — Ai...
— Não sou tudo isso... — ela disse fazendo birra, cruzando os braços ao mesmo tempo em que fazia um biquinho. — Só um pouquinho vai... — ela disse rindo e eu a acompanhei.
— Vamos, vá dormir que já esta no horário. Amanhã nós acordamos pra gravar o programa mais cedo que o normal e precisamos estar lindas e maravilhosas. E depois não se esqueça, temos academia. — disse a lembrando de tudo da agenda.
— Obrigada mãe... — ela disse rindo e se levantando da cama. — Até amanhã, Katita... — disse e eu ataquei uma almofada nela, ao mesmo tempo em que ela fechava a porta de protegendo.
Arrumei a colcha na minha cama, ajeitei o travesseiro do jeito que gosto e me recostei sentindo todo o meu corpo relaxando. Depois dessa maldita noite, era tudo o que eu precisava, uma boa noite de sono.
O sol batia forte no meu rosto, e eu me amaldiçoei por ter esquecido de fechar as cortinas da janela. Olhei no relógio e já estava praticamente na hora de levantar, meu despertador tocaria dali a alguns minutos. O desliguei e segui até a porta para acordar Annie. Olhei o corredor de um lado para o outro, tentando me lembrar o lado que ficava o quarto da Annie, e o lado que ficava a escada para a sala. Fiz uni-duni-tê e fui para o esquerdo achando a porta dela toda colorida. Entrei sem bater, e ela não estava deitada na cama.
— Annie, já acordou tão cedo? — perguntei a procurando.
Ninguém respondeu. Resolvi procurar no banheiro e ao entrar me deparei com uma Annie dormindo dentro da banheira. Sorri pelo nariz, e caminhei lentamente até ela, tentando não fazer barulho. Peguei no topo de sua cabeça levemente e a afundei na água enquanto gritava:
— ANNIE, VOCÊ ESTÁ SE AFOGANDO! CUIDADO. FINNICK, FAÇA BOCA A BOCA. — e então ela se remexeu toda em baixo da água gritando.
— NÃO, NÃO! SEM BOCA-A-BOCA, PREFIRO MORRER. — e então me olhou enquanto ria no chão ao seu lado, secando meus braços e pernas com uma toalha de mãos. — Katniss, quantas vezes eu já te disse que não se pode acordar uma pessoa assim?
— Ai Annie, não resisto. Cada dia fica mais engraçado... — disse com dor na barriga de tanto rir já, e ela entrou na brincadeira me jogando água.
— Ei, não ria de mim. — ela disse fazendo bico e se retirando da banheira.
— O que faz ai tão cedo? — perguntei me levantando.
— Acordei com meu celular tocando, e não consegui dormir de novo. Então vim tomar um banho quente e acabei dormindo, até um animal vir me acordar. Kat eu juro que se não parar com isso, eu ligo pro IBAMA e falo que tenho um animal ilegal em casa. — ela explicou caminhando até o closet e eu a segui.
— Quem era tão cedo? — perguntei ao me sentar a sua cama.
— Effie, dizendo para eu não me atrasar para as gravações. E eu respondi que não tinha como me esquecer de acordar com um despertador como você. — ela disse vestindo uma roupa e eu me levantei caminhando até a porta.
— Ótimo, ainda bem que sabe. Perder hora não é comigo, e trate de se arrumar logo. Vamos no meu carro, te espero no estacionamento em 20 minutos. — disse autoritária e ela bateu continência dando risada
Fui ao meu quarto rapidamente olhando o relógio na parede. Ele já marcava 07h30min, e nós teríamos que estar no programa as 08h15min. Comecei a me apressar e peguei a primeira roupa que combinava na minha frente para ir embora de uma vez. Passei uma boa camada de maquiagem, por causa das olheiras da noite passada e corri para o andar de baixo enquanto ainda passava meu batom olhando no espelho do iPhone. Anos de pratica se estão se perguntando como faço isso.
Cheguei à sala de jantar, e a mesa estava posta com o suco de laranja de Annie, juntamente com a tigela de morango com leite condensado, e a minha tigela de iogurte natural com banana, e uma xícara de café preto. Comi e tomei tudo rapidamente e então Annie resolveu descer. Comeu seu café rapidamente e descemos juntas para o estacionamento. Como havia dito, fomos no meu carro, por ser preto é mais discreto, e eu dirigia mais rápido que ela.
Ao chegarmos ao set, onde nós filmamos normalmente, os produtores e maquiadores nos esperavam aflitos para gravarmos o programa que hoje, seria exibido a tarde por causa de um show que ia passar na TV no horário que nosso programa passa normalmente. Os produtores nos deram o script do que ia ser falado hoje e quem nós receberíamos, enquanto os maquiadores faziam o resto da magica, nos deixando sem imperfeiçoes na pele. Fomos ao palco, e sentamos em nossos devidos lugares. Annie deu uma lida básica no assunto e o passou pra mim. Hoje falaríamos de Ejaculação Precoce e nossos convidados seriam..
— Hoje estamos aqui com mais um Amor e Sexo pra vocês. O assunto não será o sexo e si, mas o que ele causa em alguns homens. Como, por exemplo, a Ejaculação Precoce. — disse Annie explicando o assunto.
— Sim, o assunto é delicado, e muitos homens podem não admitir, mas acontece em cada 50 entre 100 homens... — disse dando a deixa para Annie prosseguir.
— Mas vamos ao assunto. O que sabem sobre: “Ejaculação Precoce”? — perguntei alternando olhares entre Annie e a plateia.
— Bom, a ejaculação precoce ocorre quando um homem tem um orgasmo mais cedo do que ele ou a parceira desejariam durante a relação sexual. É uma queixa comum. Raramente, é causada por um problema físico. — explicou Annie.
— A ejaculação precoce no começo de um relacionamento normalmente é causada por ansiedade e excesso de estímulo. Culpa e outros fatores psicológicos também podem estar envolvidos. O problema normalmente melhora sem tratamento.– eu completei.
— Para caracterizar o distúrbio, é preciso que o episódio se repita com frequência e o homem não consiga satisfazer a parceira em pelo menos 50% das relações. Em certos casos, o descompasso é provocado pelo fato de a mulher necessitar de mais tempo para atingir o orgasmo. Muitas vezes, nem o próprio paciente sabe dizer quanto tempo leva para ejacular, mas as pesquisas indicam que o homem sem problemas leva, em média, de dois a quatro minutos. — disse Annie explicando delicadamente para a plateia.
— A principal causa da ejaculação precoce é a ansiedade. Embora parte dos indivíduos consiga controlá-la durante o ato sexual, a grande maioria dos ejaculadores precoces é ansiosa. O problema é que quanto mais repetidas forem essas ejaculações, mais ansiosos eles ficam, mais adrenalina produzem e mais rápido ejaculam. Em alguns casos, a ansiedade é tanta que acabam desenvolvendo algum tipo de disfunção erétil. Nenhuma teoria sobre as causas orgânicas da ejaculação precoce foi comprovada. Sabe-se, porém, que algumas doenças neurológicas podem provocar o distúrbio. — eu expliquei as causas e abri para perguntas do publico.
— Ela é mais comum em qual faixa etária? — perguntou um homem de no mínimo uns 30 anos.
— A ejaculação precoce é comum na adolescência. A falta de experiência, o medo do mau desempenho ou de que alguém apareça de repente, entre outros fatores, criam um estado de ansiedade que acelera o momento da ejaculação. A tendência é o problema desaparecer à medida que são superados esses obstáculos. — respondeu Annie sorrindo.
— Como pode diagnosticar e qual o tratamento ideal? — perguntou uma moça curiosa.
— O diagnóstico é clínico e depende do levantamento criterioso da história do paciente. Na maioria dos casos, a principal queixa é a dificuldade de satisfazer a companheira. O tratamento inclui psicoterapia e/ou o uso de antidepressivos, que aumentam a quantidade de serotonina no cérebro. O que se espera é que ele seja eficaz para baixar o nível de ansiedade e aprender a controlar a resposta ejaculatória. Nesse processo, é muito importante contar com a ajuda de uma parceira cooperativa. — eu respondi e ela agradeceu com um sorriso.
— As recomendações são: Não se acanhe se tiver ejaculação precoce e procure a ajuda de um especialista para resolver o problema. A terapia sexual costuma dar bons resultados. — disse Annie.
— Esteja aberto para o tratamento psicoterápico. Além de ajudar a resolver a causa do problema, ele envolve a participação da companheira, o que repercute na melhora do relacionamento. — eu disse olhando a câmera 2.
— Saiba que o orgasmo simultâneo é raro. O que importa, realmente, é que os parceiros se satisfaçam com a relação sexual, cada um a sua maneira e no seu tempo. — mais algumas recomendações.
— Considere a conveniência do uso prolongado dos antidepressivos, pois o problema costuma voltar, quando o tratamento é suspenso. — Eu completei finalizando o assunto.
O resto do programa ocorreu normalmente. Atendemos algumas ligações, ajudamos as pessoas do publico, e quando o programa finalmente acabou eu e Annie praticamente nos arrastamos até o camarim de tão cansadas que estávamos. Ao entrar no mesmo, Annie se jogou no sofá olhando o relógio.
— Nossa, ainda são 09h30min. — ela disse indignada e dando um sorriso de leve.
— E ainda temos academia agora de tarde. — disse me arrastando até o banheiro.
— Quanto mais cedo formos, mais sedo voltamos para casa. — ela disse se levantando com um pulo e colocando a bolsa no ombro.
— Bom, então vamos pra casa, nos trocamos, almoçamos e vamos pra academia de uma vez. — disse cruzando meu braço ao dela, e saímos conversando alguns assuntos alheios.
Como, por exemplo, o Oscar de ontem a noite que nós não fomos por causa da maldita chantagem dos meninos. Isso foi injusto. Sorte deles é que não estávamos concorrendo. Mas fiquei feliz com as pessoas que ganharam, e só fico arrependida de não ter podido estar lá. Eu ainda mato o Mellark e o Odair. Fomos de volta pra casa com o meu carro, e ao passarmos pela porta de casa nos deparamos com os dois conversando super-interessados com Glimmer, nossa empregada.
— Que palhaçada é essa? — perguntou Annie jogando a bolsa no sofá e colocando as mãos no quadril.
— Glimmer, você esta em hora de trabalho não? — perguntei e ela assentiu com a cabeça. — Então tá esperando o que, pra limpar o meu quarto? — disse com raiva de vê-los ali e descontei nela.
— Sim senhora. Com licença. — ela disse se retirando sob os olhares atentos de Finnick e Peeta.
— O que estão fazendo aqui? — perguntou Annie.
— Viemos contar duas coisas pra vocês. — respondeu Peeta.
— E o que pode ser de tão serio, que não pode ser contado por telefone? — perguntei encarando os dois.
— Bom, primeiro vocês vão ter que ir com a gente no shopping de tarde... — antes de Finnick terminar, Annie o interrompeu.
— WHAT? Tá louco? Já acabou o negocio da chantagem, Finnick. — ela disse ficando vermelha.
— Lógico que não Annie. Ainda temos as fotos de vocês aqui, e ainda podemos jogá-las na internet... — disse Peeta mostrando as fotos em seu iPhone.
— Nós as apagamos ontem no carro. Você não ousaria... — eu disse chegando perto e pegando o celular dele rapidamente. — Agora, ou vocês parem com essa brincadeira, ou eu quebro o celular do Peeta. — disse, e os dois sorriram. Vi Annie correr por de trás de Finn enquanto eles riam, e pegar o celular dele do bolso traseiro.
— Não somos tão burros assim amorzinho. — disse Peeta vindo pegar o celular da minha mão. — Passei as fotos para o celular do Finn e para o computador também... — ele disse todo orgulhoso.
— Nesse celular aqui? — disse Annie mostrando o celular do Finn em suas mãos.
— Mas... Como... Como você pegou? — perguntou Finnick atordoado.
— Sou uma gata bebê, sem barulhos e sem vestígios. — ela disse apagando foto por foto enquanto Finn encarava Peeta sem saber o que fazer.
— Só vou aceitar ir com você nesse shopping Peeta, porque eu não quero ficar com uma imagem de vadia... — disse e ele caminhou até mim me enlaçando pela cintura tentando pegar o celular, enquanto Finn ainda corria atrás de Annie.
— E você já não é? Quer dizer, não tenho nada contra, mas prefiro as santinhas. — ele disse sensualmente contra meu pescoço dando um beijo no mesmo.
— Ora, pare de se iludir Peeta, até parece que você gosta das santinhas. — eu disse de olhos fechados sentindo seus beijos em meu pescoço.
— O que você sabe sobre mim? — ele disse e me encarou.
— De você quase nada, mas sei que você tem cara de homem que gosta de uma boa transa, com uma boa mulher. E que as santinhas não estão inclusas nessa... — eu disse e comecei a provocar beijando seu pescoço também enquanto falava.
— Ah Katniss... Então quer dizer que temos uma devassa aqui? — ele disse de olhos fechados acatando minhas provocações.
— Não sei, isso é você quem tem que me dizer. — disse sensual mordendo o lóbulo de sua orelha e ele gemeu baixo. — Você é depravado então?
— Não sei, o que você acha? — ele perguntou.
— Não sei, nunca transei com você. — disse encarando seus lindos olhos azuis.
— Sempre tem uma primeira vez, e essa pode ser sua noite de sorte.. — ele disse e me apertou contra seu corpo, e eu pude sentir um volume se formando e cutucando meu baixo ventre. Senti meu rosto corar e então voltei a mim.
— Até parece, Peeta Mellark. — disse e me soltei dele. — Você nunca, digo NUNCA, vai tocar esse lindo corpinho por debaixo das roupas... — disse e me virei de costas indo procurar Annie e Finn.
— Nunca diga nunca, CatKat. — ele disse e deu um tapa na minha bunda.
— Para com essa sem-vergonhisse. — disse me virando e o encarando brava.
— Pelo que eu saiba, nós dois estávamos fazendo sem-vergonhisse na sala agora pouco, e você não estava reclamando. Mas tenho que admitir, tenho uma tara pela sua bunda Katniss. — ele disse e me olhou de cima a baixo.
— Aaaah, vá embora. — disse e sai a procura de Annie novamente.
Quando Peeta finalmente parou com a maldita provocação, decidi procurar por Annie. Andei por quase toda a casa e ouvi alguns gritos vindos da biblioteca. Corri para lá e me deparei com Finn do lado de fora do banheiro batendo na porta e gritando enquanto Annie estava trancada do lado de dentro gritando de volta para ele.
— Ora, parem com isso e vão logo pro quarto. — disse Peeta.
— Vão vocês, tá precisando muito, né Peeta.. — Finn rebateu e Peeta me agarrou pela cintura novamente.
— Não preciso de um quarto. Eu e Katniss nos resolvemos na sala mesmo... — ele disse e beijou meus cabelos.
— Vem cá, você tá achando que eu sou quem? A Vanessa Hudgens? — disse e me soltei dele indo até a porta do banheiro falar com Annie. — Mama, sai daí, os meninos já estão indo embora. — disse e ouvi ela destrancar a porta.
Quando ela saiu no dirigimos rapidamente para a sala, para expulsar os meninos de casa o mais rápido possível.
— Ah, esquecemos de contar mais uma coisa... — disse Finnick
— Chega de chantagem Finnick, vocês prometeram... — disse Annie se virando brava para ele.
— Banhudinha, tem que ser menos estressadinha viu! — ele disse apertando as bochechas dela a fazendo rir.
— Não me chama assim. Eu tenho Excesso de Gostosura, já disse. — ela disse e eu e Peeta rimos.
— Não se iluda, Annie. Não confunda banha com gostosura, mas não vou te deixar mal com tudo isso e vou te deixar pensar assim. Vai que você tem baixa autoestima. Ai a culpa vai ser minha caso você corte os punhos um dia alegando ser gorda... — disse Finnick filosofando e Annie tapou sua boca com a mão e empurrando para fora.
— A noite, no shopping. — ele disse e eu e Annie concordamos fechando a porta.
— Ufa, não aguentava mais. Acho que corri mais aqui no que na academia... — disse Annie rindo e eu a abracei.
— Vamos, temos que nos arrumar para a academia. — disse a puxando pela escada.
Entrei em meu quarto, e Annie no dela. Me joguei na minha cama exausta, esse programa ainda me mata. Mas não posso reclamar, é o meu sonho, e o melhor é que esta sendo realizado com a minha melhor amiga do pênis de borracha. Coloquei a minha roupa da academia e desci esperando a senhora odeio relógios, para irmos logo fazer os exercícios. Assim que ela desceu, pegou as chaves do carro e descemos para a garagem. Fomos no carro dela, e a academia não ficava tão longe assim. Rodamos 10 minutos, e logo já estávamos paradas no estacionamento da academia.
Entramos procurando por Tresh que era nosso preparador físico e ele me direcionou para a maquina de agachamento, afinal, não tenho esse bumbum a toa. E Annie para a maquina de abdominais, que segundo ela, era pra manter o excesso de gostosura. Fizemos todos os exercícios dispostos por ele, e logo já estávamos no ultimo exercício que era a bicicleta. Pedalamos por exatos 45 minutos para manter cochas e glúteos.
Ao sair eu e Annie fomos ao vestiário para tomar banho, mas chegando lá, percebemos que esquecemos de trazer as roupas e coisas para o banho. Então decidimos ir para casa desse jeito mesmo. Apenas colocamos as camisetas por cima do top e fomos para o carro. Annie dirigiu rapidamente até lá, estacionou na vaga ao lado do meu carro e nós subimos de elevador até o nosso andar. Entramos em casa e Coin e Greasy estavam preparando o almoço enquanto Glimmer limpava a sala com o espanador de pó.
— Bom dia meninas. Querem almoçar já? — perguntou Greasy.
— Sim, seria ótimo. — respondeu Annie. Eu apenas concordei com a cabeça fazendo uma carinha de criança feliz.
Fui até a sala ver Chanel e ela não estava lá, andei até a varanda e nada. Corri no meu quarto e de Annie, nada. No escritório e na biblioteca também nada.
— Onde essa gata se meteu? — perguntei trocando meus cabelos de lado. — Maldito tique. — disse ao perceber que repetia o tique vezes seguidas.
— O que foi Kat, esta nervosa? — perguntou Annie aparecendo na biblioteca enquanto eu revirava tudo atrás da Chanel.
— Como sabe que estou nervosa? — perguntei a encarando curiosa.
— Você esta mexendo no cabelo compulsivamente. Mas isso não diz nada, já que você mexe neles o tempo todo! — ela disse rindo. — Quem sumiu?
— Chanel. Não a acho em lugar algum... — disse saindo da biblioteca com ela ao meu encalço.
— Onde será que ela esta? — ela perguntou me ajudando a procurar.
— Se soubesse não estaria procurando, né Mama. — disse seca.
— Nossa, mexe no seu cabelo que você fica mais agradável. Animal! — ela disse rindo e eu abracei pelo pescoço brincando com seu cabelo. — É o seu cabelo Kat, me solta... — ela disse rindo e se soltando para arrumar os cabelos.
— Greasy, Coin, vocês viram a Chanel? — perguntei já ficando nervosa, mas esperando a resposta delas.
— Não, na verdade não a vimos à tarde inteira e... — a interrompi gritando.
— CHANEEEEL! CHANEL MINHA BEBÊ? ELA MORREU, SE JOGOU DA SACADA... O QUE VOU FAZER AGORA? MAMA ELA MORREU... — disse me jogando de joelhos no chão.
— Calma Kat, quanto drama. — ela disse me levantando. — Ela deve ter saído.
— ISSO!!! Vou procurá-la lá fora. — eu disse e saí correndo abrindo a porta. — CHANEL, CADÊ VOCÊ? APARECE BEBÊ... — gritei e ouvi um barulho de coisa caindo na escada e corri até lá. — AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — gritou junto comigo, e eu me recostei na parede com a mão no peito.
— O que faz aqui? — perguntei quando já estava mais calma.
— O QUE ACONTECEU AQUI? — outra voz perguntou e eu corri pra ter certeza de que era a voz de quem eu tava pensando.
Ao dar a volta na escada e aparecer no corredor me deparei com Finnick só com uma toalha enrolada na cintura e assustado olhando para Annie que estava sentada no chão rindo com a mão da barriga.
— O que fazem aqui? — perguntei exasperada.
— Ué, vocês sabem. — disse Finnick.
— Se soubesse não teria perguntado, Finnick. — disse Annie se recompondo e levantando.
— Nós... Peeta esquecemos de contar a elas ontem. — disse Finnick começando a rir.
— Verdade. CatKat, Annieta, seremos vizinhos agora. Eu e Finn nos mudamos para o apartamento vago do lado, e estão convidadas para a festa que vamos dar hoje à noite. — ele mal terminou e eu já senti um ódio profundo crescendo em mim.
— Já não basta infernizarem nossas vidas em tudo quanto é lugar, vocês agora vão nos infernizar em nossa própria casa? — Annie perguntou com os olhos verdes esbugalhados.
— Sim. Alias, alguém sabe de quem é esse gato? — disse Finnick segurando Chanel no colo.
— CHANEEEEEEEEL! — corri e a peguei no colo, só que acabei puxando a toalha de Finn junto. — Opa, desculpe.
— Você quer me ver nu, Katniss? Annie faça alguma coisa... — disse Finn sem tampar sua parte intima, deixando visível para quem quisesse ver. Eu e Annie demos uma olhada básica no conteúdo, nos entreolhamos, e demos risada tampando os olhos, percebendo que pensamos a mesma coisa.
— Eu não, faça você e coloque uma toalha. — disse ela jogando a toalha em sua cara.
— Tá rolando orgia aqui e eu não percebi? — disse Peeta tirando a camisa para brincar.
— Aaaah, morram vocês dois. MORRAM! — eu disse e voltei para dentro do apartamento com Annie atrás de mim.
— Não estou acreditando ainda. — disse Annie.
— Nem eu, Mama. Não acredito que eles vão morar aqui na frente e... — ela me interrompeu.
— Não acredito que o Finnick é tão bem dotado amiga. — ela disse com uma cara animada e eu ri da cara dela lhe atacando uma almofada.
— Pare com isso sua pervertida. — disse brincando.
— Vai me dizer que não olhou também? Vai Kat, admite que você queria que o Peeta tivesse entrado na brincadeira sim. — ela disse rindo e eu soltei Chanel do meu colo.
— Você é louca e pervertida. — disse indo almoçar.
— Falou a que não é nem um pouco pervertida né... — ela disse e veio atrás.
Almoçamos, e fomos nos arrumar para irmos ao shopping com os meninos a noite. Tomei um banho relaxante e fui ao closet me arrumar. Coloquei uma calça jeans e uma camiseta manchada linda que comprei outro dia, junto com sapatos de bico fino rosa pink. Fiz uma maquiagem básica deixei meus cabelos lisos com uma trança no meio e me olhei no espelho.
— Linda como sempre, Katniss. — disse ao meu reflexo e andei para dentro do closet para pegar minha bolsa.
Coloquei tudo o que precisaria e passei pelo corredor batendo na porta da Annie.
— Vai logo! — gritei e desci ouvindo seus resmungos do quarto.
Fui até a cozinha e peguei um pedaço de chocolate para comer enquanto esperava a Senhora eu demoro anos para colocar uma roupa. Ouvi os barulhos do salto na escada e fui até a sala. Annie estava linda, como de costume. Ela trajava um conjuntinho azul lindo, e os sapatos azuis também e seus longos cabelos castanhos estavam caindo em ondas perfeitas pelas costas.
— Ai como você é horrível! — disse irônica fechando os olhos. — Não vou olhar, vai que é contagioso né... — disse indo até a porta ouvindo sua risada.
— Obrigada amiga, você também esta linda. — ela disse trancando a porta.
Batemos na porta dos meninos e Peeta atendeu a porta. Ele estava lindo, não vou mentir. Trajava uma calça jeans branca igual a minha, uma polo vermelha e sapa tênis branco. Seus cabelos estavam molhados e caiam em sua testa.
— Olá meninas. Vocês estão agradavelmente... feias. Não tinham uma roupa mais bonita para usar não?
— Pare de mentir para si próprio Peeta, você adorou nossas roupas e esta com vergonha de dizer que adorou a bunda da Kat nessa calça que dá pra ver o útero dela, de tão apertada. — ela disse entrando no apartamento e eu corei com seu comentário esperando Peeta me dar licença.
— Pode entrar, Annie. — ele disse brincando pois ela já estava na metade da sala olhando a decoração. – Entra, CatKat. — entrei e fiz o mesmo que Annie.
— Meninas. — disse Finnick descendo a escada e foi impossível olhar para ele e não lembrar dele nu, afinal era uma visão um tanto quanto, maravilhosa.
— Oi Finnick. — eu e Annie dissemos juntas.
Ficamos quietas esperando eles terminarem de se arrumar, e então quando estavam prontos descemos até a garagem, e fomos no carro de Peeta. Os dois sentados na frente, eu e Annie atrás. O caminho foi quieto, mas rápido. Ao adentrarmos o shopping depois de estacionarmos, foi como se o mundo tivesse parado para nos ver juntos. Peeta pegou minha mão, e Finnick enlaçou Annie pela cintura, mantendo aquela pose de casal feliz. Andamos muito, e paramos muito também.
Varias pessoas vinham falar conosco e pedirem para tirar fotos, ou autógrafos. Foi legal, quer dizer, foi ótimo. Pois passamos mais tempo com os fãs do que com os meninos. E quando decidimos ir embora, não foi por causa do tumulto que causamos, e sim porque os dois tinha a festa de inauguração do apartamento novo. Voltamos para casa e eu e Annie nem nos demos o luxo de ir a tal festa, fomos direto pra casa para dormir, afinal amanha era um dia comum, e nós trabalhávamos bem cedo. Tomamos banho e fomos dormir.
[...]
Nossa semana foi um terror. Nós estávamos acordando muito cedo para gravar por causa do reality show que estava passando de noite, e mal dormíamos de noite. Mas esse tormento tem nome: Finnick e Peeta. Eles não deram apenas uma festa de inauguração. Eles deram 7 festas com música extremamente alta. Eu e Annie mal conseguíamos dormir por causa do barulho e quando tentávamos falar com eles era sempre a mesma desculpa:
“– Venham aproveitar a festa com a gente.”
Queria dar um murro na cara dos dois, mas me controlei porque sou diva. Mas aqui estávamos nós duas, deitadas na minha cama, tentando dormir. Estava impossível a musica alta tocando Philip Philips o vencedor do American Idol 2012 e era Rock então era mais difícil ainda não ouvir. Me levantei de supetão da cama e me emburrei.
— Cansei Mama, vou lá falar com eles. Não conseguimos dormir a noite por causa deles, e isso esta afetando nosso trabalho. Não esta certo... — disse saindo do quarto.
— Mas Kat.. — ela tentou falar e eu a interrompi.
— Não quero saber Annie, não vou mais aguentar isso... — disse saindo pela porta e andando até a porta deles. Bati algumas, leia-se muitas vezes, até perceber que tinha campainha. Toquei varias vezes e os dois atenderam a porta.
— O olho dos dois percorreram nossos corpos e eu e Annie nos envergonhamos.
— A que devo a maravilhosa aparição? — perguntou Finnick enquanto todos os outros homens paravam atrás da porta para nos olhar.
— QUE TCHUTCHUCAS HEIN!
— ENTREM AQUI MENINAS, VAMOS NOS DIVERTIR.
— GOSTOSAS. — todos gritavam e foi quando eu e Annie nos tocamos.
Nós estamos com nossos pijamas minúsculos.
Continua...
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