Divas Pervertidas

8 Briga em família, Dose de Fofura e Primeira Vez


Notas iniciais
- Mpneves1: HIIIIIIIIIIIIIIIIIIII GENTE LINDA! Tem alguém ai ainda? Bom eu e a Ju esperamos sinceramente que sim, né amiga??? — Euphoria: Ooooi meus moranguinhos... haha. Siiim nós realmente esperamos que sim!! — Mpneves1: Pra quem tá ai temos que dizer que esse capítulo está de aumentar a glicose! Hahahahha E pra compensar ficou bem grandinho né Ju?! — Euphoria: Verdade, vamos compensar pela enorme demora mesmo achando que nao merecem. Cade os nossos reviews pessoal??? Estamos quase beirando os 200 leitores e nem 20% comentam. Mas ok, quero saber de voces o que querem que a gente faça pra poder receber os reviews de voces, tirando pedir pra gente postar mais rápido isso ja sabemos, hahahaha. *-* — mpneves1: Pois é, falem e a gente faz! Mas agora vamos as dedicações do capítulo! E esse magnífico capítulo é dedicado as lindas Luly Mellark e Sabrina Marques! Obrigada meninas ficamos felizes de verdade! — Euphoria: Isso ai guys, falem para nós nos reviews e nós faremos. E MENINASSS!! Muito obrigada, eu e Maria amaaaaaamoooos. Bom é isso, partiu ler?? **PERGUNTA: O QUE VOCÊS QUEREM QUE A GENTE FAÇA PARA TER MAIS REVIEWS DE VOCÊS? MENOS POSTAR MAIS RÁPIDO, ISSO JÁ SABEMOS... HAHA.**

LEIAM AS NOTAS INICIAIS, É IMPORTANTE, TEMOS UMA PERGUNTA PRA VOCÊS!

[...]

Capítulo VI

POV Katniss

— Hey, vai com calma aí! — disse enquanto ajudava Annie a se levantar.

— Não me peça calma, Katniss. Não se meta nos assuntos de família. — respondeu Brutus nervoso.

— O que estão fazendo aqui? Pensei que tivesse dito para sumirem da minha vida... — disse Annie com o vergão vermelho da mãe no rosto.

— Nós sumimos, por quase quatro anos, Annie. Mas quando começaram a nos ligar dizendo que você estava nesse estado eu achei que era hora de intervirmos. — gritou Enobaria e percebi os meninos vindo para a sala.

— Hey, mas qual é o problema. Annie é uma pessoa publica assim como nós três aqui, as pessoas inventam muitas coisas. — disse Finnick apoiando a mão no ombro de Annie.

— Quem é você? — perguntou Brutus com indiferença.

— Sou Finnick Odair, mas você já deve me conhecer. — ele disse convencido.

— Deixem que nós conversemos com Annie a sós, ok? — disse Enobaria nos esnobando dali.

— Não, se for pra você dar uma de louca e bater nela novamente eu não arredo o pé daqui. — disse brava.

— Nem eu. — disseram Peeta e Finnick juntos.

— Oh, que fofinhos. — disse debochando. — Porque estão defendendo essa vadia, ela só presta pra isso! Eu falei, “vai ser dentista, ganha mais”, mas não, ela tinha que ser sexóloga pra acabar com o nome da família. — Brutos disse exaltado.

— E daí que eu escolhi fazer isso da minha vida? Você foi ser veterinário de gado e tá aí falido, enquanto eu to praticamente nadando em dinheiro... — esnobou Annie.

— Ser sexóloga, onde já se viu isso? — debochou Enobaria.

— Onde já se viu? Tem bastante pessoas que trabalham com isso, e bom, acho que você está precisando de algumas dicas porque, para ser tão fria do jeito que é só pode ser falta de um bom foda. — disse brava e senti as mãos de Peeta em meus ombros, como que dizendo pra eu parar de falar.

— Fale direito comigo mocinha. — disse ela.

— Oh, você está na minha casa. — revoltou Annie. — Você chega aqui, nem me cumprimenta, vem e me dá um tapa na cara e ainda fala pra te tratar direito? Quer saber, eu devia deixar a Katniss falar um monte pra vocês, porque vocês merecem. Foda-se o que você pensa de mim, se sou vadia ou não, eu já sou maior de idade e tenho noção dos meus atos, ok? Agora por favor, me cansei de vocês, podem, por favor, se retirarem? — gritou Annie.

— Eu disse que não ia mudar nada Enobaria, essa menina não tem jeito e ainda puxou ao seu lado da família. — disse Brutus enquanto caminhava de cabeça baixa.

— Cale a boca. E você Annie Cresta, nunca mais ouse nos procurar. — disse Enobaria parada a porta.

— Se você se esqueceu, foi você quem veio me procurar. Agora por favor, vão procurar outro pra atazanar, porque eu estou aqui com os meus amigos e sinceramente, estão empatando minha vida sexual. — disse Annie logo batendo a porta na cara dos pais.

— Wow, o que foi isso bainha? — disse Finnick sorrindo que nem bobo enquanto andava até ela.

— Annie Cresta quando está brava, nunca queira ver esse lado dela. — disse rindo e senti Peeta me abraçar por trás.

— Nunca mesmo. — ela sorriu. — Hey Finn, meu rosto tá muito vermelho? — ela perguntou e ele passou a mão em sua bochecha carinhosamente e logo andou até a cozinha.

— Um pouco, mas vai ficar alguma marca ai. — disse ele voltando com uma bolsa de gelo nas mãos. — Coloca aí... — entregou a ela, e mexeu em seus cabelos.

— Obrigada Finn. — ela agradeceu e andou até a escada. — Vou pro meu quarto, estou muito irritada, preciso relaxar um pouco.

— Vou com você. — disse o Finn e Annie apenas virou os olhos, enquanto ele subia as escadas atrás dela.

— Sai daqui Finn, eu quero ficar sozinha. — ralhou Annie.

— Mas eu vou ficar quietinho, prometo. — argumentou e Annie bufou.

Eu e Peeta sorrimos da situação e então senti ele me abraçando mais forte. Suas mãos rodearam a minha cintura, me trazendo para mais perto de seu corpo e assim colocando sua cabeça em meu pescoço, me fazendo arrepiar inteira. Sorri e Peeta me puxou para seu corpo.

— O que quer? — perguntei ainda abraçada a ele.

— Você sabe o que eu quero Kat. — disse rouco e me virou de frente para ele, deixando nossos rostos praticamente colados.

— Você não consegue ficar alguns minutos do meu lado, sem querer transar comigo? — debochei e ele sorriu.

— Eu consigo, mas vai ter que me recompensar. — disse beijando a ponta do meu nariz.

— Sinto muito, vai ficar sem nada. — disse rindo. — Se esforce e quem sabe eu pense na sua situação.

— Tudo bem, eu posso fazer esse esforço. — disse e suas mãos subiram se enroscando em meus cabelos. — Mas então eu vou te beijar.

Eu não neguei e nem briguei, eu queria sentir seus finos lábios sobre os meus e quando eles tocaram os meus senti meu corpo inteiro formigar. Levei minhas mãos para sua nuca e puxei seus cabelos ao mesmo tempo em que o puxava para perto do meu corpo.

Suas mãos foram possessivas em minha cintura e eu gemi com o contato bruto de nossos corpos. Assim que o ar se fez necessário, ao invés de pararmos, Peeta se jogou no sofá comigo por cima e nós começamos a rir juntos.

— Au. — disse reclamando que bati minha testa em seu ombro.

— Cabeçuda, olha onde você foi bater a cabeça. — disse zombando e eu mostrei a língua, que ele agarrou com os dentes e me puxou para sua boca.

— Vai ficar roxo. — disse esfregando a mão na testa.

— Não vai, vem cá. — puxou minha mão e a minha cabeça também, dando um beijo demorado em minha testa. — Agora tá curado.

— Para de ser bobo. — dei um tapinha em seu tapa e eu sorriu.

— Bobo por você. — respondeu olhando fundo em meus olhos.

— Você adora me deixar corada né... — disse sem graça sentindo minhas bochechas esquentarem.

— É porque você fica muito mais bonita assim. — acariciou meus cabelos e eu coloquei minha cabeça em seu peito. — Sabe, até que eu gosto de ficar assim.

— Assim como?

— Assim, sem fazer sexo. Só curtir o momento, mas só com você. — brincou e eu sorri. — Eu estou falando sério Katniss.

— Tudo bem, então cala a boca e me beija. Aproveita o momento! — disse levantando a cabeça me encarando.

— Não sou seu escravo. — disse fazendo careta.

— Vai me negar um beijo? — perguntei bagunçando seus cabelos.

— Pede com jeitinho que eu te dou. — falou rindo e eu gargalhei.

— Eu e jeitinho não se usa na mesma frase. — zombei e ele apertou meu nariz.

— Então vai ficar sem...

— Tudo bem, eu tenho um monte de homens atrás de mim mesmo, você tem o telefone daquele seu amigo...

— Que amigo Katniss? — perguntou bravo.

— Aquele que eu transei no seu quarto. — provoquei.

— Você só pode estar de brincadeira. — exasperou ficando vermelho. — Você não vai sair daqui, dos meus braços, pra ir atrás daquele idiota.

— Ei, calma. Eu tava brincando. — acalmei-o mexendo em seus cabelos.

— Não faz mais isso... — fez carinha de bebe e se aproximou para me beijar.

— Agora você quer me beijar? — brinquei e ele parou. — Eu não tinha que pedir com jeitinho?

— Não combina com você ter jeitinho e eu não vou perder tempo. Quero sua boca na minha agora, já que não posso ter em outro lugar... — sussurrou em meu ouvido e eu me arrepiei toda.

— Não me provoca... — pedi baixo me contendo.

— Por quê? Você perde a linha assim? — continuou sussurrando e mordendo o lóbulo da minha orelha sensualmente me fazendo delirar.

Sorri baixo e fiz todo um esforço para mudar nossas posições, me deixando por cima. Uma perna minha ficou de cada lado de seu corpo e minhas mãos espalmadas em seu peito. Sua cara de assustado com o movimento foi engraçada, mas logo se tornou uma cara de puro tesão e suas mãos pararam em minhas coxas.

Me abaixei até estar à altura de seu rosto, nossas bocas roçando uma na outra e eu tinha certeza que nessa posição meu decote aumentava deixando meus seios à mostra. Seu olhar baixou de meus olhos, para minha boca e logo depois desceu para meu colo, ponto pra mim.

Minhas mãos subiram arranhando seu peitoral firme e logo cheguei a seu pescoço, meus dedos se infiltrando em seus cabeços revoltos. Peeta fechou os olhos por alguns segundos sentindo o carinho, mas logo baixei meu rosto, lambendo seus lábios sensualmente.

Ele parecia gostar da provocação, suas mãos me apertando cada vez mais forte nas coxas e logo subiram para meus quadris, espalmando-as em minha bunda, apertando-a forte e me fazendo roçar em seu corpo.

Peeta abriu a boca para gemer algo desconexo e eu o beijei, um beijo lento e gostoso. Nossas línguas lutando uma contra a outra, mesmo sabendo que não haveria um vencedor, que nós dois sairíamos cansados dali.

Senti seu membro duro e rígido em baixo do meu sexo e me remexi, sentindo-o e ouvindo-o gemer entre o beijo. Parei o beijo e sai de cima dele, andando até a cozinha o vendo com uma cara de desentendido.

— Agora que as coisas começam a ficar boas você sai? — indagou colocando os cabelos no lugar e ajeitando a calça jeans em sua ereção.

— Odeio coisas forçadas Peeta, também não estava afim. — expliquei enquanto bebia água.

— Se assim você não estava afim, imagina quando estiver... — brincou e eu novamente me joguei ao seu lado no sofá. Ele logo se aninhou em mim, com uma perna em cima do meu corpo. — Olha só como você me deixa porra Katniss. Eu nunca fiquei tão duro assim na minha vida. — sussurrou rouco e eu gemi sentindo sua ereção roçando em minha coxa. Pra provocar um pouquinho mais, desci minhas mãos levando-a lentamente até o membro de Peeta e o acariciei por cima da calça jeans. — Aaah, não faz isso Kat. — gemeu segurando minha mão. — Se continuar eu não vou conseguir me controlar...

— Então perde o controle Peeta. — sussurrei e logo ele estava montado em cima de mim. — Sabia que estamos na sala?

— Finnick já me viu pelado, não faz diferença. — disse antes de me beijar.

— Mas ele nunca me viu nua. Então se não se incomoda, por favor...

— Por favor, para de falar. — pediu e me beijou novamente.

Suas mãos desciam e subiam pela lateral do meu corpo, e uma delas “acidentalmente” achou meu seio esquerdo, apertando-o levemente e massageando.

Gemi no beijo, mas não esperava que Peeta fosse tão longe, sua mão desceu por meus quadris e se infiltrou em minha calça legging, sua mão passeando pelo elástico, até descer um pouco mais e achar meu sexo.

Sua mão acariciou-me por cima da calcinha e eu mordi sua boca levemente, mostrando que estava gostando e então sua mão saiu de lá e ele saiu de cima de mim, se sentando ao meu lado e me encarando divertido enquanto eu ainda recuperava os sentidos.

— Então agora estamos kits. — brincou e eu respirei fundo, me segurando para não bater nele.

— Chaaaaatooo. — cantarolei e ele me encarou sorrindo.

— Já disse que tem que pedir com jeitinho, e ficar me chamando de chato não ajuda em nada. — disse e eu me levantei arrumando a calça legging e a calcinha que haviam ficado tortas e andei até o controle remoto. — Não faz isso Katniss, vem cá que eu arrumo pra você.

— Do jeito que você tá... — disse apontando pra sua ereção. — Só ia piorar a situação.

— Culpa sua.

Ficamos rindo um da cara do outro por causa das provocações idiotas e começamos a ouvir alguns gritos do andar de cima.

— Vixe, acho que a Annie tá brava. — comentei indo até o pé da escada.

— E não só ela, o Finn também. — sorrimos e logo a porta do quarto se abriu e os passos se direcionaram pra escada e eu corri pro sofá, me jogando por cima do Peeta que me segurou firmemente pela cintura. — Eita...

— Para de bobeira, eu não sou gorda. — zombei e bati em seu peito.

— Não é gordura, é essa sua bunda roçando em um lugar duro. — sussurrou em meu ouvido e eu comecei a rir quando Finnick apareceu no andar de baixo.

— Finn, tá tudo bem? — perguntei e ele passou reto por mim abrindo a porta da sala e saindo. — Tudo bem então... — respondi sozinha. Logo Annie desceu correndo e afobada.

— Cadê o Finn? — perguntou tirando os cabelos da cara.

— Acho que foi pro nosso ap. — respondeu Peeta e ela assentiu.

— Vão pra um quarto, esse sofá foi caro e eu não quero esperma do Peeta espalhado por ele. — disse enquanto saia pela porta e nós gargalhamos.

— Ela tem razão. Vamos pro quarto? — pediu fazendo carinho em meus cabelos.

— Não, vamos ficar aqui, quietos, assistindo filme. — disse ligando a TV e procurando algo de bom pra assistir enquanto me aninhava em Peeta, que afagava meus cabelos.

POV Annie

— Qual é Finn, volta aqui! – sai atrás dele. – Finn, para de besteira... – bati a porta de casa e atravessei o corredor.

Tentei empurrar a grande porta, mas pelo que me parecia estava trancada. O Finn só podia estar de brincadeira com a minha cara né?! Voltei pra o meu apartamento, na esperança de que o Peeta me desse uma luz.

Quando cheguei ouvi o barulho da televisão, o que significava que os dois ainda estavam na sala, ou não. Cheguei lá e vi uma cena para maiores de 18 anos, o que estava corrompendo a minha pureza. Katniss estava sentada em cima do colo do Peeta, que estava com as mãos fincadas em sua cintura, os dois se beijavam ferozmente. Resumindo, eles estavam quase transando no sofá, até que eu anunciei a minha presença:

— Experimentem tirar a roupa, dizem que é mais prazeroso... – eles se afastaram bruscamente. – Só, por favor, não sujem o sofá.

— Você não tinha ido atrás do Finn? – minha amiga perguntou completamente corada.

— É... Cadê o Finn? – Peeta perguntou meio revoltado.

— Eu fui, mas ele trancou a porta do apartamento de vocês e eu vim ver se o Peeta tinha a chave e me deparo com essa cena, que corrompeu a minha pureza. – falei fingindo perplexidade.

— Annie não força... – minha amiga pediu.

— É a convivência com o Finn que não faz bem a ninguém... – Peeta falou emburrado e eu gargalhei.

— Desculpa interromper Peetinha... – fiz uma voz de sedução e olhei pra a ereção dele. – Katniss amiga...

— Annie, o que você veio mesmo fazer aqui? – me interrompeu e eu gargalhei.

— Eu... Eu... – por um momento tinha esquecido, mas logo lembrei. – Vim ver se o Peeta tinha a chave.

— O que você fez com o meu amigo Annie? – Peeta perguntou divertido, e a Katniss se aninhou em seu peito.

— Eu? – me fiz de indignada. – O Finn tem TPM? – eles riram. – Não, porque só pode ser essa a explicação. Eu estava com ele na no quarto jogando Imagem e Ação e o telefone tocou. Eu atendi e ele ficou do meu lado ouvindo, e era um amigo nosso muito intimo. Daí a gente tem umas brincadeiras de seduzir e de ser sensual, o Finn ouviu e deu um show.

— Ele ta com ciúmes. – minha amiga decretou.

— Sim, mas ele não tinha que ter saído assim. – falei chateada.

— Dá um desconto, ele ta na TPM. – Peeta falou e nós rimos.

— Como eu entro na sua casa Peeta?

— Tem uma chave no vaso da arvorezinha perto da porta, ela é meio camuflada, pode demorar um pouco pra achar... – eu e a Katniss encaramos ele como cara de duvida.

— Por que vocês colocaram uma chave no canteiro? – a Kat falou o que estava na minha mente.

— Eu e o Finn dominamos a arte de perder chaves.

— Ok casal, eu vou indo antes que o Finn tenha um ataque depressivo e resolva cortar os pulsos ou sei lá... Ele tem uma imaginação bem fértil.

— Com certeza ele deve estar jogando vídeo game e eu aposto que é o joguinho do Batman que ele já zerou tantas vezes que eu perdi as contas.

— Menos mal, assim posso colocar a culpa no Batman. – brinquei e eles riram. – Bom, me voy... E por favor, não transem no meu sofá. – a Kat tacou a almofada e eu desviei rindo, enquanto Peeta ria comigo e ela corava.

— Chega de Finn na sua vida Annie! – gritou a Kat, enquanto eu saia de casa.

Tive que rir. Realmente, eu e o Finn juntos nunca rendia bons comentários. Cheguei perto do vaso e fiquei procurando a merda da chave. Depois de um tempinho procurando e xingando até a quinta geração da família dos meninos, eu achei a chave, que era marrom, da cor da terra.

Respirei fundo, uma, duas, três vezes e abri a porta. Tudo estava muito silencioso. Entrei bem devagar, me sentindo em uma missão do FBI. Fui caminhando para dentro da casa, tentando fazer o mínimo de barulho possível.

Constatei que não havia nada no andar de baixo e resolvi subir. A casa era bem bonita, mas de longe se notava que apenas homens moravam ali. Abri uma porta que me levou a sala de jogos e nada. Em seguida abri a porta de um quarto com a decoração de moto e nada, minha ultima esperança era aquela porta.

Abri a porta bem devagar e tomei um susto quando vi a decoração do quarto, podia ter certeza que aquele era o quarto do Finn. Comecei a ficar preocupada com essa atração dele pelo Batman.

Entrei, fechando a porta atrás de mim bem devagar, olhando tudo em volta, cada parte daquela Batcaverna. Tive que sorrir vendo o Finn só de cueca na frente da TV, concentrado no jogo. Cheguei perto dele e me sentei, atraindo sua atenção.

— Você tem algum problema com as roupas?

— O que você tá fazendo aqui, Annie? – perguntou me encarando.

— Perguntei primeiro.

— Mas eu não quero responder. – cantarolou.

— Então vou ficar aqui até você responder... – cantarolei de volta.

— Azar o seu... – cantarolou de novo.

— Ok, chega. Daqui a pouco vamos fazer aqueles filmes de musical da Disney.

— Eu gosto dos musicais da Disney. Ainda acho que eu daria um Troy melhor do que o Zac. – se gabou e eu ri. — But your faith, It gives me strength, strength to believe! We're breaking free! – cantou, usando o controle de microfone me fazendo rir. – Não ri tá. É a mais pura verdade. – virou fazendo cócegas em mim.

— Finn... Paraaa! – implorei me contorcendo e ele parou.

— Admita que eu seria um Troy melhor que o Zac Efron então... – ameaçou ficando por cima de mim.

— Fui educada a não mentir. – provoquei.

— Então vai fazer xixi nas calças de tanto rir... – continuou fazendo cócegas, enquanto eu me contorcia de baixo dele.

— Tudo bem... Eu falo... – ele enfim parou. – Você seria um melhor Troy do que o Zac. – fiz careta e ele me deu um selinho. Acariciei seu rosto. – Por que saiu puto lá de casa?

— Você viu quando eu sai? Achei que estivesse entretida demais conversando com o seu amoreco pelo celular. – falou bravo, tentando se fazer de indiferente e eu ri.

— Eu vi sim quando você saiu seu bobo. – apertei suas bochechas. – Isso tudo é ciúmes? – provoquei e ele fechou a cara.

— Lógico que não. Mas eu não gosto de dividir a sua atenção com ninguém. – ri com a sua consideração e o beijei.

Não tinha porque entrar nesse papo e acabar estragando tudo. Fui arrastando os beijos para o seu pescoço e ele fez o mesmo que eu. Minhas mãos bagunçavam seu cabelo e as dele acariciavam minhas pernas.

O movimento estava ficando cada vez mais intenso, mais desesperado. Nossos sexos se chocaram e não conseguimos evitar gemer. Finnick colocou a mão por cima da minha blusa e pegou o meu seio, o apertando.

— Aaah... – gemi e me dei conta do que estava prestes a fazer. — Finn... Paraa... – falei sem vontade nenhuma, quase 100% entregue a suas caricias, que se tornavam cada vez mais intimas.

— Você quer mesmo que eu pare Annie? – sussurrou no meu ouvido e em seguida mordeu o lóbulo do mesmo.

— Nããão... Quer diiizer, sim. – tentei por o máximo de firmeza na minha voz. Ele parou contrariado e se jogou pro lado. – Ei, não fica assim... – falei me apoiando em seu peito. – Eu só não quero ir rápido demais, ta tão legal assim, curtindo, se conhecendo... – ele afastou o meu cabelo do rosto.

— É que você me deixa louco, não sei o que você faz comigo, mas perco o pouco de sanidade que tenho.

— Efeito Annie querido. – pisquei pra ele. – Desculpe por isso. – olhei para montanha formada em sua cueca e corei.

— Não vou te forçar a nada, mas já que você não vai me ajudar mesmo, melhor eu ir dar um jeito nisso. – falou levantando e eu me sentei na cama, não deixando de me assustar com a enorme excitação. – Se continuar me encarando assim, vou imaginar que você ta querendo e se eu te atacar de novo, não vou parar. – corei até a ponta do cabelo e desviei o olhar, o fazendo rir.

— Vai resolver esse problema já. – mandei e ele saiu rindo.

Fiquei sentada na cama pensando em tudo que tinha acontecido naquela manhã. Havia anos que não via meus pais e pelo que eu pude ver nada mudou. A cada vez que os via, conseguia sentir mais raiva deles.

Afastei esse pensamento e me levantei pra ver as fotos do Finn. Tinha fotos dele e do Peeta de todos os jeitos e em todos os lugares. A minha preferida era uma dos dois, sorrindo, suados e sem camisa, como se estivessem comemorando algo. Estavam simplesmente perfeitos.

— A gente é muito gostoso, pode falar? – Finn falou atraindo minha atenção e eu me virei me deparando com cena de um Finn só de cueca enxugando o cabelo com a toalha o que deixou a cena sexy.

— Não vou nem me manifestar. – falei e deitei na cama. Encostei um pouco no encosto da cama para ver o Finn e então notei que ele usava uma cueca do Batman. – Devo me preocupar com essa compulsão pelo Batman?

— É só uma diversão. – jogou a toalha molhada em cima da cama.

— Vai estender a toalha Finnick. – ele ia protestar, mas não deixei. – Agora. – e assim ele fez. – Mas agora é sério, nós podemos tratar essa sua compulsão pelo Batman, eu sou psicóloga, posso te ajudar. – ofereci e ele se jogou por cima de mim.

— Você anda muito engraçada ultimamente bainha. – mordeu meu braço e em seguida se sentou direito ao meu lado, aninhando o seu corpo no meu. – Você ta bem depois de tudo hoje de manhã, mesmo? – perguntou acariciando meu rosto e eu assenti.

— Eles sempre foram assim Finn e como eu não fui à filha perfeita, eles se acharam no direito de vir até aqui e armar esse circo... – respirei fundo e ele beijou minha bochecha. – Meu rosto ainda ta vermelho?

— Quase não da mais pra ver bainha. Eu fiquei orgulhoso de você hoje e nunca pensei que fosse te ver brava assim.

— Eu que fiquei orgulhosa de você. – roube-lhe um selinho. – Obrigada por me defender.

— Faria mais se precisasse... – falou e sorriu, me fazendo sorri de volta.

Não aguentei e colei os seus lábios no meu de forma calma. Provando cada momento, cada movimento. Minhas mãos foram parar no rosto dele, uma de cada lado e as dele fizeram o mesmo movimento. Esse era um beijo de obrigada, admiração e carinho, e eu não queria nunca que ele acabasse, mas o ar se fez necessário, o que fez com que a gente se afastasse bem devagar e sorrindo.

— Eu posso te pedir uma coisa...

— Pedir você pode Finn, se eu vou fazer é outra coisa. – brinquei e ele revirou os olhos.

— Tira uma foto comigo? – pediu com tanto jeitinho e eu o encarei divertida.

— Na internet têm fotos nossas juntos... – impliquei e ele bufou. – To brincando, eu tiro sim. – falei em seguida ele me roubou um selinho e tateou o criado mudo e pegou o celular. – Você adora foto, não? – perguntei rindo.

— Sim, acho que torna cada momento especial e eterno. – falou tão sério que foi impossível não gargalhar. – Não ri.

— Desculpa, é que soou tão filosofo e inteligente, que foi inevitável não rir. – beijei sua bochecha.

— Não vou nem falar nada. – me deu língua.

— Anda logo com essa foto coisa chata.

Finn pegou o celular e nós nos abraçamos ainda mais. Eu arrumei o meu cabelo e sorri, esperando o Finn bater a foto. Ele simplesmente virou, mordeu a minha bochecha, o que me fez ficar com uma cara de assustada e bateu a foto.

— Finn! – briguei.

— Adoro fotos espontâneas, essas são as melhores.

— Eu fiquei horrorosa, apaga e tira outra. – fiz bico e ele me roubou um selinho. E sem que eu percebesse bateu outra foto. – Era uma foto...

— Não, eu quero muitas fotos com você. Tudo isso pra compensar as vezes que você me provoca e eu fico só com água na boca. – falou divertido e eu gargalhei.

Concordei em ficar tirando foto com ele. Fazíamos posições diferentes e bem engraçadas. Ficamos um bom tempo na nossa sessão de fotos particular e devo admitir foi muito divertido.

— Nem doeu, viu?

— Chato. – dei língua pra ele.

— Um dia ainda arranco sua língua. – continuei dando língua pra ele e ele segurou o meu rosto firme. Coloquei a língua pra dentro rápido já tendo em mente o que ele ia fazer e comecei a rir. – Espertinha.

— To com fome! – declarei.

— Eu também.

— Vamos voltar pra minha casa e almoçar, anda. – levantei e o puxei junto. – Vai colocar uma bermuda, pelo amor de Deus.

— Sei que você ama me ver assim. – disse e passou a mão sensualmente pelo corpo.

— Anda logo! – briguei.

Contrariado ele foi colocar uma roupa. Assim que a princesa terminou caminhamos até o meu apartamento conversando animadamente. Abri a porta e pedi para que o Finn fizesse silencio, caso a Kat e o Peeta estivessem se comendo no sofá, daríamos um susto neles. Mas para nossa infelicidade eles não estavam.

— Kaaaaaaaaaaaaaat! – gritei. – Onde você está?

— Que me deixar surdo, mulher? – Finn perguntou colocando a mão no ouvido e eu dei de ombros.

— Aqui na cozinha Mama. – gritou e nós caminhamos até lá.

— Hum, que cheiro maravilhoso. – disse enquanto entravamos na cozinha.

— Vamos provar a macarronada italiana do Peeta e estávamos esperando o Finn chegar pra fazer uma certa torta de chocolate que o Peeta falou que era dos deuses.

— Acho que você vai gostar Annie. – Peeta disse enquanto mexia em alguma coisa no fogão. – E Finn, pode começar a fazer à torta.

— Só se a bainha pedir com jeitinho. – falou me abraçando por trás e beijando meu pescoço.

— Pede Annie, fiquei com água na boca só de ouvir o Peeta falar. – minha amiga pediu.

— Finn você adora ser estrela né? – falei mal humorada e ele me virou de frente pra ele, me fazendo encarar aquele lindo sorriso. – Finnzinho, será que você pode fazer a sua torta dos deuses antes que a Kat sonhe com essa maldita torta. – falei debochada, enquanto todos riam.

— Você é um amor Annie, agora um beijo pra selar o pedido. – foi chegando perto de mim e eu o empurrei.

— Abusar também não né querido?

— Chata. – me deu língua e foi fazer à torta.

— E ai de você se ficar ruim. – brinquei e fui abraçar a minha amiga.

— Vamos lá em cima comigo? – pediu e eu assenti. – Meninos nós vamos lá em cima, mas não quebrem tudo ai, por favor.

— Se for rolar suruba também quero ir. – Finn falou.

— Também quero. – Peeta completou.

— Não vou nem me dar o trabalho de responder. – falei e nós seguimos para o quarto da minha amiga.

Subimos a escada falando sobre algumas coisas do próximo programa e lembrando de que precisamos ligar para nossos agentes para saber da agenda. Assim chegamos no quarto e nos sentamos no sofá.

— Annie, conta pra mim, como você tá? Eu fiquei preocupada desde o ocorrido de hoje cedo e não tive a oportunidade de falar com você... — perguntou aflita, trocando os cabelos de lado.

— Pode ficar calma amiga, eu tô... Bem... — abaixei o olhar, talvez não conseguindo esconder que me sentia um pouco humilhada. — O Finn me distraiu e passou. — tentei dar um fim nisso.

— Ok, você não é atriz e não me engana. Conheço esse olhar Annie, te conheço até se você respirar diferente... Vai me contar a verdade ou não? — indagou séria, me dando espaço para que eu me se sentisse a vontade para falar.

— Não vou negar que por um momento eu me senti humilhada, me senti um nada... Eu tenho uma concepção de família, de que pais devem estar ao lado dos filhos e eles só chegam pra estragar tudo que eu faço. — desabafei por fim e uma maldita lágrima escapou do meu olho esquerdo.

— Você não é mulher de se sentir humilhada Annie, para com isso. Levanta essa cabeça, limpa esse rosto. — disse limpando a lágrima do meu rosto e eu respirei fundo. — Ninguém pode acabar com os seus sonhos Annie, você não pode ser corrompida assim tão fácil. – respirei fundo vendo a razão em sua fala.

— Você tem razão, eles fazem parte de uma passado que eu deixei pra trás e fim. Eu sou Annie Cresta e não vão ser eles que vão me derrubar. – disse destemida e ela me abraçou forte.

— Assim que eu quero te ver sempre ok, pequena? — disse apertando meu nariz e eu sorri. — Agora, hum... O que é a nossa relação com os meninos, porque nem eu entendo mais! — fez careta e eu gargalhei me separando dela para prender os cabelos em um coque solto.

— Nem eu sei o que ta acontecendo... O Finn está tão carinhoso sabe? Dormindo junto, mas só dormindo, fazendo carinho, assistindo os programas de TV que eu quero, ficando com ciúmes... – respirei fundo.

— Digo o mesmo do Peeta. É muito estranho, estamos a mil amores, mas eu não consigo sentir nada por ele, além de tesão, porque cá entre nós Peeta é uma delicia, mas não passa disso. — falou brincando e nós rimos. — Porém ele insiste em dizer que sou só dele e ainda sente ciúmes quando falo de outros perto dele, isso me assusta...

— O Finn tá do mesmo jeito, e pra mim é impossível entender. Eu me sinto atraída por ele, mas não vou negar que a minha atração é muito maior pelo que ele tem no meio das pernas. – falei rindo e ela gargalhou. – É muito estranho tudo isso pra mim. Não tô falando que o Finn não é apaixonante, mas é que eu não sou do tipo que se apaixona. Qualquer outra mulher já teria caído de amores por ele e às vezes eu acho que é isso que ele tá esperando, mas nós duas sabemos o quanto eu sou alérgica a relacionamentos. – completei meio chateada e ela me olhou compreensivamente. — Menos ao nosso! — fiz uma voz sedutora, pra tentar descontrair e ela gargalhou.

— Acho que é por isso que eles estão com a gente ami. — falou estalando os dedos como se tivesse descoberto o mundo. — Eles estão com a gente porque sabem que não vamos cair de amores por eles, é obvio. Eles não são homens de relacionamentos sérios e nós duas muito menos, é lógico que o que eles querem é unicamente sexo. — explicou e eu assenti pensando em tudo o que ela disse. — Porém, nossa relação sobrevive muito bem sem sexo, não é amor? — brincou e nós gargalhamos juntas.

— Com certeza gathusca! – pisquei pra ela, que riu. – Mas amiga, não quero plantar a sementinha do mau nem nada... Mas pensa comigo: se eles estão com a gente unicamente pelo sexo, eles não deveriam estar agindo assim, como se rolasse um sentimento, ou como se estivéssemos... – fiz uma careta, pois essa palavra me dava alergia e ela riu entendendo. – To começando a ficar com um pé atrás com toda essa situação, pra mim esse angu tem mais caroço do que a gente esta querendo enxergar.

— Se tem algo nisso é obvio, eles estão querendo algo que a gente não vai descobrir tão cedo, porém meu sexto sentido de mulher diz que coisa boa não é. Olha que eu sou muito intuitiva hein... — mexeu nos cabelos nervosamente e eu a encarei.

— Odeio quando você começa com esses papos de mãe Diná! Fico arrepiada só de você falar. — falei sentindo um arrepio na espinha e ela riu fraco. — Mas de verdade, algo me diz também que pode vir chumbo grosso por ai... Só que...

— Só que? — indagou querendo saber o resto da frase. — Annie, eu nem sei como dispensar um homem, nunca fiz isso na vida. — brincou. — Eu só não quero me machucar, você sabe como dizem nos filmes.

— Só que eu também não quero me machucar amiga, não quero ter uma decepção, mas eu vou ser bem sincera com você... – olhei nos fundo dos seus olhos. – Eu quero muito viver tudo isso e ver até onde vai dar. É perigoso, eu sei, mas é excitante. E no fim só vamos saber no que isso vai dar se tentarmos e contanto que eu saia com alguns bons orgasmos eu to de boa. – completei e nós rimos. – E dispensar um homem não é difícil. Difícil é dispensar Peeta Gostoso Mellark e Finnick Delícia Odair, isso sim é difícil, ainda mais sem ter abusado deles. – falei rindo e ela me acompanhou.

— Não sei como estou resistindo tanto ao Peeta, e isso está parecendo algo sério pra mim. Será que eu estou doente, com febre, eu estou muito branca ami? — perguntou olhando no espelho e depois para mim, me fazendo rir. — Se não fosse você pra aparecer na sala hoje, eu teria transado com o Peeta lá naquele sofá, eita homem quente viu. – se abanou com a mão e eu ri.

— Desculpa por te sido a empada foda. E não se sinta sozinha, pois eu ando resistindo muito ao Finn, ando resistindo tanto que o toque mais intimo que tivemos foi hoje, que ele passou a mão no meu peito e assim mesmo por cima da blusa...

— Não, eu agradeço por você ter aparecido, por mais que eu queira, eu não vou me entregar assim de mão beijada. Eles estão acostumado com foda fácil, e comigo o Mellark vai sofrer mais um pouquinho. — disse maligna e eu ri. — Meu contato mais intimo com o Mellark foi hoje e foi bem intimo na verdade... — falou deixando a frase morrer e eu comecei a gargalhar quando entendi.

— Não sei quanto tempo mais vou resistir. Pronto, falei.

— Me deixa corrigir a sua frase, hum-hum: Não sei quanto tempo, mas não vou resistir. Pronto, falei. — nós rimos juntas. — Agora vamos descer antes que eles destruam a cozinha. – falou e nós fomos saindo do quarto.

— Depois você me dá o endereço do curso de piadas que você ta fazendo pra eu não passar por lá. – dei língua pra ela e ela gargalhou.

Descemos as escadas conversando idiotices e rindo de nada. As coisas andavam tão harmoniosas e eu tava amando isso. Quando chegamos na cozinha quatro pares de olhos se viraram pra gente.

— Pensei que a suruba lá em cima nunca fosse acabar. Eu e o Peeta estávamos pensando em subir.

— O negocio foi quente mesmo hein? – Peeta brincou e nós rimos. Me abracei na Kat, que também me agarrou.

— Você não sabe o quanto. – falei com um tom sensual e eles riram.

— Falei que era pra gente ter subido Finn... – Peeta comentou em tom de lamúria e nós rimos.

— O rango tá pronto?

— Achei que a esfomeada aqui fosse à bainha, Kat... – Finn provocou e eu lhe dei língua.

— Tá quase pronto Kat. – Peeta falou mexendo na panela e a minha amiga se sentou.

— Annie... – Finn atraiu a minha atenção, me fazendo encara-lo. – Olha o que eu vi na internet. – disse me mostrando uma foto no celular. – A gente podia tentar né? – perguntou divertido e eu peguei o celular da sua mão pra ver melhor a foto. Não pude deixar de me espantar assim que vi a foto. Era um casal se beijando de maneira estranha. O cara deitado no chão, com as pernas pra cima, sustentando a garota com os pés. A garota estava deitada de barriga pra cima, virando ponte no ar e beijando o cara. – E ai, vamos tentar fazer agora? – o encarei incrédula e a Kat e o Peeta se aproximaram pra ver a foto.

— Vocês vão mesmo tentar isso? – minha amiga perguntou meio assustada.

— Não vou levar ninguém pro hospital, vou logo avisando. – disse o Peeta e voltou ao que estava fazendo. – Se eu fosse você Annie não ia na onda desse louco não. – brincou.

— Eu topo Finn. – falei sorrindo e o Finn me abraçou apertado. Ah qual é, pode ser divertido e se cair, do chão não passa.

— Annie! – a Katniss me repreendeu.

— Vou colocar a macarronada na mesa. – Peeta falou passando com a travessa de macarrão e a Kat o seguiu.

— Vem à gente faz lá na sala jantar. – disse e sai puxando o Finn. Peeta arrumou a mesa, enquanto o Finn deitava no chão. Peeta e Katniss ficaram olhando a nossa loucura.

— Não vou nem falar nada Annie... – a Kat falou e tom de aviso .

— Calma amiga, o Finn não vai me deixar cair. Não é Finn? – perguntei o olhando e ele sorriu.

— Claro que não. – se apressou em dizer. – Vocês podem registrar esse momento? – pediu e eu entreguei os nossos celulares pra eles.

— Vocês se merecem... – Peeta disse rindo e pegou o celular do Finn das minhas mãos, enquanto a minha amiga pegava o meu, não conseguindo conter a risada.

— Merecem mesmo. – completou a Kat.

— Vem Annie. – Finn chamou e eu fui.

Cheguei perto do Finn, virei de costas e ele colocou os pés nas minhas costas. Joguei o meu corpo um pouco pra trás e ele segurou as minhas mãos. Sai do chão deixando que ele sustentasse o meu peso e fiz como se tivesse virando ponte. Ele levantou um pouco a cabeça e nossos lábios se tocaram. Minhas mãos foram parar diretamente em seu rosto e escutei nossos amigos comemorarem.

O beijo foi lento, calmo e divertido. Como se nossos línguas tivessem brincando juntas e sem pressa. Foi inevitável não sorrir. Quando o ar se fez necessário, o que não demorou muito, eu desprendi os nossos lábios e o Finn foi me descendo devagar, até que eu consegui ficar de pé.

— Ficou boa a foto? – perguntei animada chegando perto da minha amiga e do Peeta.

— Eu gostei. – Kat disse e me mostrou. — Ficou bem legal.

— Eu adorei. – falei e o Finn tava vendo a que o Peeta tirou.

— Também adorei. – Finn falou divertido. – Você é bem flexível bainha.

— Fui ginasta no colégio. – dei de ombros e ele me olhou malicioso, fazendo todos rirem. – Idiota... – murmurei.

— Vamos comer casal loucura? – Peeta perguntou e todos nós assentimos.

A comida estava maravilhosa a sobremesa também. O almoço foi bem divertido com muitas alfinetadas, muitas implicâncias, muitas piadas e muitas risadas. Assim que o almoço terminou, nós decidimos ficar o resto da tarde jogados no sofá vendo besteira na TV. Dormíamos, assistíamos filmes, comíamos... Essa foi a nossa tarde e começo da noite.

— Galera, estou cansada, vou subir tomar um banho e ficar quietinha no meu quarto. – Katniss falou levantando e nós a encaramos.

— Vou com você. – Peeta levantou também. – Se quiser, posso te ajudar a relaxar. – falou a abraçando por trás e dando um beijo em seu pescoço.

— Vou ter que desenhar a parte do quietinha? – Katniss perguntou rude e nós rimos.

— Sei que você me quer lá em cima com você... – Peeta provocou e ela revirou os olhos começando a ir para o seu quarto.

— Faça como quiser. – disse má humorada e por fim eles logo subiram discutindo. Senti as mãos do Finn me puxando para o seu corpo.

— E a gente, o que a gente vai fazer? – perguntou no meu ouvido, me fazendo arrepiar.

— Não quero Finn, não tô no clima... – disse manhosa e ele foi deitando o meu corpo e deitou por cima, entre as minhas pernas.

— Mas eu nem disse nada... – falou inocente e eu ri. – Você fica falando que eu só penso em sexo, quando na verdade tudo que eu faço você leva por lado do sexo. – constatou divertido.

— Eu não vou nem comentar sobre isso... – ele começou a beijar meu queixo e minhas mãos foram parar em seus cabelos. – Huuum... – gemi sentindo seus carinhos.

— Você gosta quando eu te beijo aqui? – mordeu o meu pescoço de leve.

— Uhuum... – gemi colocando as pernas em tono de sua cintura, o que fez com que nossos sexos se chocassem.

— Porra Annie, assim eu não aguento.

— Não quero que você aguente. – puxei o seu rosto, o fazendo me encarar e mordi seu lábio inferior de forma sensual.

— Você ouviu o que você disse? – perguntou incrédulo e eu ri.

— Tá perdendo tempo querido, tenho muitos planos pra gente hoje...

— Se eu começar, eu juro que dessa vez não vou parar.

— Eu não quero que você pare, quero que me mostre o melhor que sabe fazer.

Finn me olhou com os olhos semicerrados e eu sorri maliciosa, como um sinal verde para que ele prosseguisse e então ele colou os nossos lábios de maneira desesperada e rápida, sua língua logo pediu passagem na minha boca e eu cedi.

As mãos foram parar de baixo do meu short, apertando minha bunda com vontade e como eu não sou besta, não perdi a oportunidade de descer minhas mãos até a bunda dele e aperta-la.

Apertei com vontade e ele gemeu entre o beijo. O ar já se fazia escasso e nossos corpos cada vez mais sedentos por aquele toque. Ele foi descendo os beijos para o meu pescoço e suas mãos subiram para meus seios, e começaram a massagear os mesmo.

— Aaah... Isso Finn... – gemi levando minhas mãos até a barra de sua bermuda e fiquei brincando com a mesma. – Acho melhor irmos pra quarto...

— Como quiser. – Finn levantou rápido e me jogou por cima de seus ombros.

— Finn! – briguei.

— Não reclama Annie, assim chegamos mais rápido. Isso se eu não desmoronar no meio do caminho com esse peso todo.

— Pra quem está querendo um bom foda, você está fazendo piada demais com o meu peso. – provoquei e ele rui, apertando a minha bunda. – Isso já tá virando assedio sexual.

— Isso não é nada perto do que eu imagino fazer com você hoje. – disse de forma rouca e sensual, me fazendo arrepiar. Passamos pela porta do quarto e o Finn me colocou no chão.

— Quero tomar um banho. – falei manhosa e ele me pegou no colo.

— Como quiser.

Seguimos para o banheiro e quando chegamos começamos a tirar a roupa como dois loucos e desesperados. Um de frente pro outro tirando peça por peça. Quando estávamos completamente nus, ficamos um olhando pro outro minuciosamente.

— Belo abdômen. – quebrei o silêncio.

— Maravilhosos seios. – falou chegando perto, com as mãos entendidas e tocou de forma firme o mesmo.

— Hum... – estendi a mão para seu membro já ereto e o peguei com firmeza.

— Oooh... – gemeu e eu o puxei pelo membro para mais perto de mim. – Isso dói bainha. – disse entre os dentre e eu ri maligna.

— Você ainda não viu nada querido. – falei e apertei seu membro com muita força, o fazendo pender a cabeça pra trás e gemer. – Eu quem dou as ordens por aqui hoje, estamos entendidos? – apertei mais uma vez o seu membro e ele grunhiu de dor e de prazer, em seguida balançou a cabeça em concordância. – Quero ouvir a sua voz. – apertei mais uma vez.

— Você quer é arrancar o meu pinto, caralho Annie, isso dói pra porra. – Finn falou e eu gargalhei. O empurrei e ele caiu na cadeira que havia no meu banheiro.

— Não sabe brincar não desce pro play... E eu não sabia que você era frouxo assim... – o provoquei e ele me puxou para perto de si. Levantou me olhando com os olhos flamejando e eu sorri internamente.

— Então você quer brincar? – perguntou segurando com brutalidade meu queixo e eu gemi. – Vamos brincar, mas do melhor jeito Fannie. – ele levou as mãos até o meu seio e os apertou com força, me fazendo pender a cabeça pra trás e prender o grito.

Finn sorriu malignamente e atacou os meus lábios, cobrindo o meu corpo com o seu e me prensando na bancada. Uma de suas mãos puxava meu cabelo com força e a outra apertava a minha bunda. Já as minhas mãos arranhavam sem dó as suas costas.

Estávamos tão desesperados que nossos corpos corriam pela bancada inteira, derrubando tudo que estava no caminho. A boca dele foi descendo pelo meu corpo até que encontrou o meu seio direito. Ele mordeu com certa força o mamilo e eu agarrei seus cabelos.

— Aaaaaaaaah... Finn seu diabo sem cérebro. – gemi, enquanto ele trabalhava em meus seios. Mas depois que disse ele parou e me encarou.

— Jura que no meio da nossa foda você consegue ficar me dando apelidos nada carinhosos? – perguntou divertido e riu da minha cara de frustrada por ele ter parado.

— Você mesmo querendo me foder todinha fica me chamando de gorda, então estamos kits, continua. – mandei.

— Pede com jeitinho... – apertou a minha cintura.

— Não. Quem quer gozar aqui, — levei a mão até a minha intimidade. – é você. – ele revirou os olhos e avançou em mim, mas eu o parei rindo.

— O que foi? – perguntou mal humorado.

— Vai tomar banho logo, não quero mais brincar aqui dentro do banheiro. É apertado e desconfortável para o que eu tenho em mente. – ele ia retrucar. – Anda, antes que eu enjoe e acabe com o minha excitação sozinha. – ele saiu contrariado para o Box e eu ri.

— Não vai vir comigo?

— Não, precisamos andar rápido.

Contrariado, ele começou a tomar banho e eu fiquei arrumando a bagunça que a gente havia feito. Depois fiquei observando aquele monumento tomar banho.

— Vai ficar ai babando? – perguntou atraindo minha atenção.

— Não to babando, to apenas maquinando umas coisas. – sorri maliciosa.

— E o que te faz pensar que você vai comandar as coisas? – pegou a minha toalha e começou a se enxugar.

— Ei é minha toalha. E sim, eu vou comandar, porque é sempre assim. – expliquei superior e ele gargalhou.

— To usando sua toalha há dias, não percebeu?

— Não... Quer dizer, sim, mas não achei que tivesse usando, apenas não me atentei aos fatos. – puxei a toalha dele.

— Eu sei que você quer me ver pelado bainha, mas não precisa ser assim também né? – perguntou rindo e eu mostrei o dedo do meio pra ele. – Coisa feia. – fingiu perplexidade e eu entrei no Box.

— Não é o que dizem quando costumam me ver nua. – falei rindo e ele saiu do banheiro sem falar nada.

Tomei meu banho rápido e quando terminei fui pro closet, onde encontrei um Finn completamente cheiroso. Passei meus cremes e notei ele procurar alguma coisa entre as minhas prateleiras, andando pra lá e pra cá.

— O que foi Finn? – perguntei soltando meu cabelo e ele me encarou.

— Quero saber onde ficam os seus brinquedos apimentados... – falou ainda procurando e eu revirei os olhos.

— Não tenho esses brinquedos, idiota. Não curto muito. – ele me encarou duvidoso. – Agora será que a gente já pode começar?

— Não acredito em você. – continuou a procurar e eu revirei os olhos. – Até parece que você não curte...

Me irritei com a situação e fui até ele. O parei e ele me encarou, sem perder tempo eu o puxei pelo pênis e fui arrastando até a cama, enquanto ele reclamava que isso doía. Agora pergunta se eu ligo? Não mesmo.

— Porra Annie, isso dói pra porra. – reclamou enquanto eu o jogava na cama. Sorri e subi nele.

— Vamos fazer o brinquedinho subir Finn? – perguntei maliciosa e mordi seu lábio inferior.

— Querida aqui é agilidade. – forçou o encontro de nossos sexos e em seguida tomou meu lábio de forma violenta.

— Finn... Finn... – falei entre o beijo, tentando o impedir de meter. O empurrei com força e ele parou, me olhando confuso. – Vai com calma. – brinquei.

— Desculpa, é que você me enlouquece!

— Sabe o que é? – por incrível que pareça eu estava receosa em falar daquilo com o Finn.

— Hum... – afastou os cabelos do meu rosto.

— É que eu acho digno que a gente faça uma coisa diferente. Nada com a gente foi normal mesmo e como você se diz o rei do sexo, quero que me mostre o mais diferente você saiba fazer.

— Contanto que não seja um bondage ou algo sádico ou masoquista, eu topo. – falou divertido e eu fiz biquinho.

— Então eu to sem ideia. – ele riu.

— Você é louca mesmo. – constatou ainda rindo e levantou me deixando cheia de tesão em cima da cama.

— O que foi? – perguntei, enquanto ele pegava o notebook. Ele me olhou divertido e sentou na cama ligando o note.

— Vamos ter ideias. – eu me sentei e ele mexia no note.

— Não vou assistir filme pornô Finn, nem pensar. – avisei e ele soltou uma gargalhada gostosa.

— Não é isso bocó, vamos procurar posições diferentes aqui no Google.

— Aah, entendi. – me aproximei dele. – Quero algo tipo o nosso beijo aéreo. – falei e ele me olhou divertido. Digitou no Google: “Posições diferentes no Sexo” e colocou em imagens. Apareceu um bando de posições em desenho e a gente foi selecionando as que a gente queria. – Você foi ginasta, né?

— No colegial, mas sou bem flexível. – ele respondeu cheio de si.

— Vamos começar então.

Sorri maliciosa e ele colocou o computador de lado. Finn veio pra cima de mim, me fazendo cair na cama com brutalidade. Em seguida alisou seu membro e me olhou com luxuria. Desceu até mim, mordeu o meu lábio inferior e começou a passar a mão pelo meu corpo, conhecendo e apertando cada parte dele, me fazendo gemer.

— Vamos fazer um sexo ginasta então? – se abaixou até mim e sussurrou perto de meus lábios.

— Chame como quiser. Apenas quero ter um belo de um orgasmo. – não pude evitar e ri de mim mesma.

— Um orgasmo não querida, serão vários orgasmos. – falou malicioso e passou a língua em meus lábios.

— Para com esse negócio de querida. – briguei.

— Tudo bem querida. – rolei os olhos sabendo que ele não iria parar. – Vamos começar com um belo de um oral. – falou malicioso e eu concordei, sentindo minha boca salivar.

— Você vai foder a minha boquinha? – perguntei pegando seu membro e apertando de leve.

— Oooh, sim. Vou foder sua boquinha todinha e não só ela. – mordeu o biquinho do meu seio direito. Pendi a cabeça pra trás e gemi.

— Vai rolar um meia nove? – sugeri e os olhos dele brilharam.

Finn inverteu a nossa posição, me fazendo ficar por cima. Lhe dei um selinho rápido e troquei de lado, ficando com a cabeça perto de seu membro. Minha boca salivou e minha mão logo envolveu aquele membro grande e grosso.

Sem aviso prévio fim mordiscou o meu sexo e uma corrente elétrica percorreu todo o meu corpo. Coloquei a boca em seu membro e comecei meus movimentos de vai e vem, cada vez mais apertando a boca.

Já estava ficando difícil fazer o movimento oral e gemer ao mesmo tempo. Finn era bom mesmo. Ele trabalhava com tanta agilidade que eu, que nunca curti muito um oral, estava preste a ficar viciada.

— Annie eu... Eu vou... – gemeu e eu intensifiquei o movimento.

Pela primeira vez, em todos os meus anos de prática desse esporte louco, eu tive vontade de deixar alguém gozar em minha boca. Seria uma experiência nova e eu queria prova-la. Senti um jato quente e um pouco de dificuldade para engolir, até engasguei e Finn logo me virou pra ele.

— Tudo bem? – perguntou preocupado e eu assenti. – Você mandou muito no oral. – mordeu o meu pescoço.

— Mas eu não gozei. – fiz bico e ele riu.

— Calma, ainda temos tempo. – ele levantou e eu o encarei sem entender. – Você consegue virar de cabeça pra baixo? Eu te ajudo a sustentar o corpo.

— Como? – perguntei levantando e me posicionei ao seu lado.

— Coloca o antebraço apoiado na cama e eu vou te ajudar a levantar suas pernas e sustentar seu peso. Ok?

— Parece divertido. Vamos. – falei animada e ele tomou os meus lábios.

Me separei dele sem ar e sorri travessa, vendo seu sorriso malicioso. Antes de eu fazer a menção de subir na cama, Finn me puxou para seus braços, fazendo meu corpo chocar no seu. Ambos gememos.

Minha boca encontrou a dele com pressa e a batalha estava cravada. Nossas mãos exploravam o corpo um do outro e esse passa a mão tava ficando interessante. Quando a ar se fez necessário, nós nos afastamos e eu subi na cama.

— Finn se você me deixar cair eu vou te bater. – avisei e ele riu.

— Não vou agora anda logo, porque eu to louco pra te foder.

Rolei os olhos, coloquei os antebraços na cama e impulsionei meu corpo pra cima. Senti as mãos do Finn me segurando com firmeza. Apoiei meus joelhos em seus ombros e ele abraçou a minha cintura.

— Começa logo porra. Essa posição não é muito confortável.

— Foi você quem pediu.

Ele mordeu o clitóris e eu não pude evitar em gemer alto... Um pouco alto demais talvez. Em seguida, ele começou a chupar, introduzir a língua torturantemente e a mordiscar o meu sexo. Eu gemia descontroladamente.

— Aaaah porra Finn, me fode. Me fode inteirinha.

— Geme gostosa. Mostra quem é que ta te dando prazer.

— Aaaah Finn, seu gostoso... Mais...

Acabando com o meu resto de auto controle, Finn intensificou os movimentos e me apertou mais em seu corpo. Eu senti o meu abdome contrair e meu sexo fisgar.

— Aaah eu vou gozar... Finn, vou gozar.

— Vai vadia, na minha boca pra eu saber o seu gosto. – apertou a minha bunda e eu senti o meu corpo todo contrai.

Finn não parou de fazer os movimentos assim que eu cheguei ao ápice, o que fez com que prolongasse a minha sensação de prazer. A essa altura eu não tinha mais forças pra me manter, mas Finn sustentava meu peso me deixando no ar.

— Uau. – cai na cama completamente ofegante e ele veio por cima de mim.

— Sim uau, mas eu ainda quero mais.

— Você não achou que pararíamos por aqui, achou? – perguntei rindo.

— Eu não deixaria isso acontecer. Onde tem camisinha? – apontei para o criado mudo e ele se esticou pra pegar. – Nossa você costuma trazer muitos caras aqui?

— Não, por quê?

— Pra ter esse tanto de camisinha... – falou sentando pra colocar, mas eu o impedi.

— Me deixa colocar. – ele deu de ombros e eu sorri maliciosa.

Finn sentou na beira da cama e eu me ajoelhei entre suas pernas. Rasguei o pacote com a boca de forma sensual e tomei o seu membro na mão, começando a masturba-lo.

— Annie eu quero enterrar logo em você, para de tortura. – suplicou fechando os olhos e eu gargalhei.

Comecei a colocar a camisinha nele de modo calmo e torturando. Fiz questão que minhas unhas passassem de leve em seu membro e ele mordeu o lábio inferior pra não gemer tão alto. Assim que terminei levantei gloriosa, prestes a me sentar em seu colo para finalmente fazer esse sexo mais normal. Porém o Finn me impediu.

— Lembra do sexo ginasta. Tem uma posição que eu quero tentar. – rolei os olhos.

— Fala...

— Eu vou sentar e ergue o meu corpo, como se fosse virar uma cambalhota. Mas eu não vou virar, você vai sentar um cima da minha coxa e da bunda, puxar o meu pênis, o que não é um problema pra você e vai encaixar. Ai eu começo a te foder. – falou divertido e me olhou esperançoso.

— Adorei. Anda. – ordenei e ele subiu na cama, ficando em sua posição. Subi e fiz o que ele mandou. Senti e puxei o seu membro o encaixando em minha entrada. – Porra Finn, você é grande pra caralho. – ele se forçou todo pra dentro de forma rápida. – Aaaaaaah... Gostoso.

— Rebola vai gostosa.

Comecei a rebolar, mas a posição não era muito prazerosa e eu tinha certeza que não chegaria onde eu queria tão cedo. Fui intensificando e ele também, só que os movimentos saíram do controle e eu me desequilibrei caindo pra trás, praticamente em cima da cabeça do Finn.

— Ai meu Deus. – sai de cima rápido. – Você ta bem? – perguntei subindo em cima dele e ele sorriu.

— Melhor impossível. Pena que essa não rolou muito... – fiz bico e eu beijei. – Mas tem outra. – me empurrou de lado e levantou. – Vem, essa é em pé. – chamou e eu levantei. – Você sabe virar ponte?

— Já sei qual você quer. Sempre quis tentar essa. – falei animada. – Vem, melhor a gente descer. – descemos o pequeno palco, onde ficava a minha cama e fomos para um lugar onde tinha espaço.

— Se tiver machucando você fala que a gente faz outra.

— Para de viadagem Finn. – virei ponte. – Vem logo caralho. – ele levantou uma das minhas pernas na altura da cintura e enterrou em mim de uma vez só. – Aaaaah... Huum... Vai idiota, se mexe.

— Geme gostosa... Geme meu nome...

— Vai Finn, acaba comigo...

— Você gosta? Você gosta que eu meta fundo e forte? – perguntou aumentando as estocadas.

— Sim fundo e forte... – falei entre gemidos sentindo que não aguentaria mais ficar naquela posição, meus braços estavam vacilando. – Finn, podemos tocar de posição, meus braços... Aaaah, meu braços não... Porra Finn... Não vou aguentar. – disse por fim e ele parou.

Ele e ajudou a voltar à posição normal e colou nossos lábios de maneira rápida. Minhas mãos foram parar em seus cabelos e as dele na minha bunda. Era um beijo sem cuidado algum. Minhas pernas foram parar em torno de sua cintura e quando o ar se fez necessário, nos afastamos de forma brusca.

— Quero que você me coma assim. Nessa posição. – falei me apertando anda mais nele e sentindo seu membro na minha entrada.

— Mas bainha, você acha que eu vou te aguentar por quanto tempo com esse peso todo?

— Idiota, vou achar outro... – ele não me deixou terminar e estocou de uma vez só em mim, me fazendo pender a cabeça pra trás.

— Filhooo da... Aaaah, vai Finn, fundo e forte. – ele aumentou a velocidade e eu comecei a rebolar também.

Das nossas bocas só se ouvia os gemidos e a respiração pesada. Minhas mãos agarradas em volta do pescoço dele e as dele sustentando meu peso. Nossos rostos e corpos pingando se suor e o prazer se aproximando. Com mais algumas estocadas chegamos ao ápice juntos e gritando o nome um do outro.

— Quero mais. – falei descendo do colo do Finn. – Já pensou em outra posição? – perguntei enquanto ele trocava a camisinha.

— Já, mas não sei se vai dar certo. – terminou de colocar e veio até mim. – Nesse quem faz os movimentos é você. – assenti. – Vou plantar bananeira na parede e ficar apoiado lá com as pernas pra cima. Daí você vem e faz como se você fosse alongar e coloca a mão no pé. Entendeu?

— Isso tá ficando interessante, só por favor, não caia em cima de mim se não vai me matar asfixiada. – ele me deu língua.

Ajudei estimulando um pouco para que seu membro subisse novamente e isso logo aconteceu. Finn plantou a bananeira apoiado na parede, eu encaixe seu membro na minha entrada e fiz minhas mãos quase tocarem o meu pé.

— Não consegue tocar o seu pé? – perguntou rindo. – Tá ficando velha mesmo.

— Vai tomar no cu Finn, se concentra nessa porra que isso é difícil.

Comecei a rebolar, e fazer movimentos de vai e vem, tudo para que a gente chegasse no ápice logo. Ambos começamos a gemer e acho que a coisa ficou com mais tesão por causa da posição que não era simples de executar.

— Bainha, não vai rolar ficar assim. Vou acabar perdendo o equilíbrio. Você tá muito violenta. – levantei e ele fez o mesmo.

— E agora? Eu tô chegando no meu limite, acho que mais esse e eu nem levanto amanhã. – falei rindo e ele concordou.

— Eu sou a favor de tentarmos ser normais pelo menos uma vez na vida. Pode ser? – me abraçou e me beijou de leve.

— Por mim tudo bem. – beijei o seu peito suado.

A boca dele encontrou a minha e nós fomos indo pra minha cama nos beijando e rindo entre os beijos. Começamos a subir a escadinha do palquinho pra chegar na cama e tropeçamos várias vezes rindo, sem descolar nossas bocas.

Quando finalmente chegamos em frente à cama, nos jogamos nela. Finn não perdeu tempo e ficou logo por cima de mim. Suas mãos tocaram o meu seio de forma firme e eu pendi a cabeça pra trás gemendo.

— Eu quero você... – sibilei pra ele, que de prontidão atendeu.

Finn deslizou o seu membro na minha entrada bem devagar, fazendo ambos gemermos. Nossos olhos estavam fixos um no outro e nossa respiração descompensada.

Quando senti ele inteiro dentro de mim comecei a me mover e ele também. Tudo isso sem perder o contato visual que deixava a coisa ainda mais excitante. Eu levantei um pouco a cabeça e no mesmo tempo Finn abaixou a dele fazendo elas se chocarem com força.

— Auuuu. – gememos de dor e paramos um pouco o movimento.

— Cabeção. – brinquei.

— Você que é desesperada pela minha boca. – gabou-se e eu ri.

— Tá vendo. A gente tenta fazer uma posição normal e mesmo assim a gente consegue se machucar. – falei negando com a cabeça.

— Você é desastrada, aceite esse fato. – brincou divertido.

— Ei, essas coisas nunca aconteceram. Só com você idiota. – dei língua e ele riu.

— É por isso que as melhores recordações vão ser sempre comigo. – beijou-me.

— Agora termina logo isso, porque eu to ficando sem clima e mais cansada.

— Chata. – revirou os olhos e recomeçou os movimentos.

Vai e vem, um movimento que o Finn fazia maravilhosamente bem e intensificava tirando cada vez mais, me deixando cansada e sedenta debaixo dele. Nossas mãos trabalhavam sem pudor e nossas bocas tentavam ficar coladas, mas os gemidos dificultavam, assim como a procura por ar.

Mais algumas estocadas e nós tivemos um belíssimo orgasmo. Finn caiu do meu lado e logo tirou a camisinha a jogando no lixinho ao lado da cama. Nossos peitos subiam e desciam de forma rápida. Eu não estava arrependida, satisfeita seria a palavra mais adequada. Finn tinha sido um cara legal esses dias e foi uma transa casual, entre amigos.

— E então? — ele atraiu minha atenção, me fazendo virar pra ele sorrindo abertamente.

— E então o que? – não sei por que, mas ver aquele sorriso no rosto dele, alargava o meu ainda mais.

— Não foi tão difícil assim te levar pra cama. Eu e o Peeta apostávamos que seria mais difícil. Mas acho que deu pra te mostrar que eu, sozinho, sou bem melhor do que aqueles dois. – falou sorrindo convencido e o meu sorriso morreu na hora dando lugar a raiva. Sentei na cama já transbordando de raiva.

— Foi por isso que transou comigo? – gritei e ele arregalou os olhos.

Continua...

Notas finais
- mpneves1: E ai, o que acharam? Peeniss foi lindo né?!?! E Fannie? Muito forçado? Hahahah — Euphoria: Fannie foi muito engraçado né, eu ri demais quando a Mama me mandou o capitulo... hahaha. E Peetniss, bom, sempre nas provocaçoes né... hahahahaha. Nao se esqueçam da pergunta que nos fizemos hein, respondam e a gente faz ok?? — mpneves1: Isso aí, respondam a pergunta. Nos vemos na próxima, beijoooooos — Ju Hutcherson: ENTREM PRO GROUP DO FACEBOOK DA LALI ALBUQUERQUE, https://www.facebook.com/groups/510510652342052/ LÁ VOCES ENCONTRAM INFORMAÇÕES DE VÁRIAS OUTRAS AUTORAS COMO: GII VIEIRA, GAABS, GAABII, DANYCJ, ENTRE OUTRAS. Beijooooooooooos *NÃO ESQUEÇAM DE RESPONDER A PERGUNTA*