Distance

5 Um pequeno trabalho.


Notas iniciais
Hey ladys! ~~ se esquiva de tomates~~ Bom, espero que se estejam surpreendidas, já que eu não posto muito rápido (mentira, posto sim) mas eu tinha que cumprir com minha obrigação por que a) minhas provas começam dia 14 (merdaê merdâaa) e b) EU RECEBI UMA RECOMENDAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!111 É, a Karol vulgo Queen que alguns de vocês conhecem recomendou, thanks minha rachel dare não ruiva. NA TELA DO PC NO MEIO DESSE POVO, DISTANCE VAI SAMBAR DE NOVO Tá, vou poupar vocês da minha comemoração e ir direto a algumas coisas desse capítulo. - Bom, o capítulo está meio porcaria, meio não, super, mais ele é essencial. - Prestem atenção a cada descrição de personagem feita, quando a fic estiver na fase final vocês entenderão, ok? Ok. Agradeço aos poucos, mais ótimos comentários do cap anterior. Obs: babem na minha assinatura da emma

Local: Cativeiro.

Localização: próximo, bem próximo. Mais por quê eu diria á você?

A porta foi derrubada com um pontapé. Uma criatura alta, sarcástica e irritadiça adentrou, com um enorme capuz, que lhe cobria cada pedacinho exposto de seus corpo, até os pés.

Ela falou, num tom audível e cheio de desprezo:

– A imprestável serve pra alguma coisa? – Dirigia-se, não a garota estirada no chão, acorrentada, mais sim a figura com os pés apoiados na mesa, com um cigarro pendendo do canto dos lábios.

– Pra alguma coisa – respondeu a outra, dando uma breve tragada e soltando com prazer a fumaça. – E a parte mais profunda do esquema? Tudo ok?

–Será posta em prática na quarta feira. – Prometeu a outra. Seus olhos faiscaram de malícia. Uma das mechas rebeldes de seu cabelo escorregou para o ombro, e ela imediatamente a empurrou para dentro do capuz negro. – Aliás, preciso que vá verificar a garotinha. Tente um tiro, ou uma facada profunda na cabeça, bem na região do cérebro. Deve resolver o problema.

–Achei que a Droga do Sofrimento fosse o bastante pra ela.

– Está com peninha? – Debochou, mordendo os lábios. Um sorriso assassino desenhou-se lentamente. — Não, não é o bastante. Convenhamos, ela sofrerá menos com uma morte rápida e dolorosa. A dor é toda de uma vez, enquanto se ela conservar-se viva, sofrerá diariamente. – depois acrescentou, mais para si mesma: — Se eu não me livrar da Dakota, aquele velho acabado do Quíron vai querer se meter. Hm...

A outra mulher levantou-se, hesitante. Apertou a gola da jaqueta de couro (de marca, claro) com força.

– Você não vai machucar ele, vai? – Perguntou.

– Escute bem – replicou a outra, se aproximando, a faca de prata fervendo em seus dedos. Apontou-a para a mulher. – Há uma lição que você já deveria ter aprendido. – A ponta da faca estava no pescoço da fumante, sendo pressionada a cada palavra, mais fundo. – Uma lição muito importante. Sabe qual é? – a outra negou. – Eu faço a porra que eu quiser. Mato quem quiser. Machuco quem quiser. Estupro quem quiser. Se aquele garoto se meter nos meus assuntos, verá o quê eu sou capaz de fazer.

Ela finalmente havia guardado a faca. Deu um sorrisinho de escárnio ao ver a fumante acariciar a área pressionada pela ponta.

– Não é por que sou mais jovem, que não posso te matar. Espere e verá. – Uma piscadela seguiu-se a essas palavras.

No chão, trêmula, com o rosto impelido para o piso, uma garota escutava tudo, pacientemente. Havia um telefone celular em suas mãos. Aquilo era sua salvação. E escondida, olhando pela janela do cativeiro, uma adolescente digitava desesperadamente uma mensagem anônima.

–Estamos perdidas – dizia a primeira mensagem.

–Olhe mais para o piso – dizia a segunda. – quer ser vista?

–Eu... Eu preciso ir! Quer dizer, você está presa! Encarcerada... – incompleta.

A mensagem não havia sido concluída nem enviada. O motivo?

Elas foram vistas.

A garota do lado de fora mordeu os lábios com força e sentiu as lágrimas invadirem seus olhos. Ela começou a correr. Sabia que estava correndo para um beco, mais nada importava naquele momento.

A antes encapuzada deu um leve sorriso de escárnio, e ergueu um telefone celular no ar. Discou alguns números, e sussurrou, com uma expressão prazerosa no rosto:

– James, tenho um pequeno trabalhinho pra você. Que tal dar a nossa convidada uma recepção agradável?

Nem tudo é o quê parece, assim como nem toda pessoa é o quê aparenta.

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Notas finais
Reviews?