Disney park

1 Capítulo único


Notas iniciais
Boa leitura!

No começo do namoro, o casal saía bastante em encontros, às vezes iam para uma praça, onde sentavam nos bancos com sorvetes enormes em mãos e aproveitavam a sombra de alguma árvore e a companhia alheia; em outras vezes iam para o cinema e escolhiam um filme que nenhum dos dois tinha interesse em assistir e que a sessão possivelmente estivesse vazia, afinal de contas aquele não o objetivo de nenhum dos dois. Também saíam muito para jantar, mesmo com as frequentes reclamações de Hayato sobre ficar gordo.

Com o passar dos anos e após a decisão de morarem juntos, a rotina e o comodismo tomaram conta, fazendo vários passeios serem substituídos por programas caseiros, mas não menos românticos. Jantar a luz de velas e acampamentos na varanda eram os preferidos.

Datas especiais não eram os únicos motivos para programas diferentes, pois Takeo costumava propor algo sempre que tinha vontade de sair, sendo a maior dificuldade apenas convencer o namorado, que se mostrava bem preguiçoso em alguns dias.

Após várias insistências e uma promessa de banho com massagem quando voltassem, Hayato aceitou ir no parque de diversões. Teriam algodão doce, pipoca, vários brinquedos. Takeo deve ter repetido umas três vezes antes de convencer o namorado que não era qualquer parque, era o parque da Disney de Tóquio! Hayato pensou depois que podia se mostrar um pouquinho mais empolgado, mas nem sempre conseguia acompanhar o ritmo de Takeo, que parecia uma criança nesses momentos.

— Podemos começar pelo Monte Prometeus? – Takeo sugeriu animado, olhando um mini mapa do parque em mãos – Ou quer o castelo da Cinderela?

— Acho que vou correr de princesas. – Hayato revirou os olhos com a sugestão, mas foi uma surpresa e tanto ver o vulcão melhor conforme se aproximavam, notando que um pouco de fumaça saía do topo e então ele explodiu – Tem fogo! – o sorriso veio fácil, arrancando risadas de Takeo, animado por ter acertado na escolha do lugar – Por isso quis vir aqui, não é?

Depois de verem a montanha foram para o Porto Mediterrâneo, onde fizeram um passeio nas gôndolas e de lá seguiram para a Fortaleza das Explorações, para visitarem o navio pirata.

O almoço ocorreu no Columbia, um outro navio do parque, com vários restaurantes em seu interior. O casal não demorou muito por lá após comerem, tentando evitar o barulho de crianças que iam conversar com a tartaruga de brinquedo, atração que ficava nas proximidades.

Takeo queria ir nas atrações de Indiana Jones, mas quando ouviu falar a respeito de jipes em alta velocidade, passando sobre pontes suspensas, achou melhor evitar que Hayato tivesse um ataque cardíaco. Poderia ir quando estivesse sozinho ou com algum amigo que gostasse de esportes radicais. Montanha russa com loop também estava fora de cogitação! Não precisou olhar duas vezes na direção da atração da Pequena Sereia para saber que ele mesmo não queria ir ali, já que era voltado para o público infantil.

— Vamos voltar para o vulcão na entrada? Tem o passeio pro centro da Terra.

A atração parecia interessante e o nome era bem óbvio, mas Hayato não sabia o que esperar, exceto que passaria perto de vulcão. Desceram pelo elevador por alguns minutos e a seguir enfrentaram uma fila razoável antes de entrar no carrinho que faria o percurso interno, Hayato ficando maravilhado com os cristais, luzes e cogumelos presos nas pedras do interior. Takeo não parecia muito empolgado, escondendo um bocejo e lamentando não poder ir no passeio de jipe sobre a ponte suspensa, mas outras oportunidades surgiriam. Se insistisse naquilo, era bem capaz de Hayato não acompanhá-lo novamente. Enquanto se perdia em pensamentos, um monstro apareceu rugindo pela lateral, arrancando uma risada de Takeo. Era uma mistura de dinossauro com algum inseto, passando longe de assustá-lo, mas animou um pouco a trilha. Quando as luzes piscaram, foi o prenúncio de que algo maior viria e Takeo cogitou que seria outro monstro à frente, mas o que veio foi um apagão, seguido do grito de Hayato, e então o carrinho acelerou, guiando-os para uma queda pelo caminho, passando rapidamente por um clarão, tão rápido quanto um piscar de olhos, não dando para diferenciar se era um buraco vindo da superfície ou se realmente saíram para fora da caverna por um instante, para depois voltarem à escuridão e enfim desaceleraram, as luzes retornando aos poucos, anunciando o fim do passeio.

— O que achou? – Takeo questionou enquanto saíam do brinquedo, recebendo um sorriso divertido.

— Foi bem legal! Durante a queda, achei que seria como uma montanha russa e já estava esperando as voltas de cabeça pra baixo, mas acabou melhor do que o esperado.

— Vamos vir de novo. Na próxima vamos nos brinquedos que não andamos hoje.

— Certo… – Hayato concordou um pouco inseguro – Eu vou pensar com calma sobre o jipe e qualquer outra coisa que gire demais. Você também pode ir sozinho se eu não tiver coragem.

— Mas assim não teria graça… – Takeo fez um bico manhoso, mas teria tempo para convencer o namorado. Podia vencê-lo pelo cansaço ou oferecer algo em troca.

— Vamos pra casa? Estou cansado.

— Sério? Eu ainda queria jantar fora e passar em outro lugar.

Os passeios estavam tão raros ultimamente. Qualquer proposta de encontro era sempre rebatida com alguma sugestão para aproveitarem em casa, e agora que conseguiu arrastar o namorado para fora do apartamento e que não fosse para ir ao trabalho, queria aproveitar ao máximo.

— Hmm ok, eu topo o jantar. Senão teremos que preparar algo em casa.

— Só o jantar? Você está muito preguiçoso! – mas Takeo preferiu não comentar sobre seus planos, guiando-os até Odaiba e então o ‘outro lugar’ fez sentido para Hayato.

Procuraram um restaurante pelo shopping, visitando também algumas lojas pelo percurso, mas em vários momentos o olhar de Takeo vagava para algo do lado de fora das janelas e isso não passou despercebido para Hayato, que suspirou pesado, pensando em como o faria desistir daquela ideia insana. Ele já não havia andado em brinquedos o suficiente aquele dia? Sem falar que a roda gigante tinha mais de 100 metros! Fora de cogitação!

— Vamos embora? Não quero chegar muito tarde na cafeteria amanhã. – Hayato precisava ser firme. Não ia ceder! Não importava o quanto o namorado implorasse, ia ser forte! Não gostava de negar algo a ele, que sempre fazia de tudo para agradá-lo, mas aquela era uma situação especial.

— Está cedo ainda… – Takeo retirou o celular do bolso para conferir as horas, depois voltou o olhar para o namorado, virando também o visor do aparelho, esperando alguma confirmação – Tem certeza?

— Andamos muito, amor… meus pés estão doendo e eu queria tanto um banho longo antes de deitar. – Hayato sorriu insinuante, usando sua melhor cartada. O namorado não ia negar um banho a dois – Eu posso te fazer uma massagem…

— Tudo bem… vamos… – a resposta veio repleta de desânimo, junto com um suspiro frustrado.

Takeo sabia que estava pedindo muito, mas queria aproveitar o restante do dia. Estavam na rua e o parque estava bem ao lado! E daí que já haviam ido em muitas atrações? Não tinha um limite de quantas podia usufruir. Quando teriam outra oportunidade como aquela? Contudo, sabia também das limitações de Hayato. Ele odiava lugares altos. Não porque o desagradava, mas por ter medo. Takeo também tinha sua fobia e Hayato nunca usou aquilo para assustá-lo. Não que fosse sua intenção amedrontar o outro, mas era um lugar romântico, não era? Sempre via cenas assim nos filmes, que terminavam com um beijo no alto do brinquedo.

Ia convidar Mikaru para ir com ele, era o jeito. O amigo não tinha medo de lugares altos ou brinquedos radicais, apesar de odiar sair descabelado deles. Podia pedir para Katsuya fazer companhia para Hayato e levá-lo nas atrações mais tranquilas, enquanto aproveitaria os outros com Mikaru. Pegou mais uma vez o celular e começou a digitar uma mensagem com o convite, quando Hayato tomou o aparelho de sua mão, murmurando um simples ‘vamos’ e tomando o caminho contrário ao que seguiam anteriormente.

Hayato não gostava de ver Takeo de chateado, principalmente por sua causa. Às vezes era cansativo acompanhar seu ritmo, mas não podia negar que era divertido, um pouco assustador, claro, mas divertido. Precisou pesar todos os prós e contras antes de finalmente se decidir. Já haviam saído de casa, encarou aquela viagem para o centro da Terra, um musical, entre vários outros brinquedos, sem falar que o passeio era um bom meio de desestressar, de sair da rotina do café e também um encontro.

E, acima de tudo, o namorado merecia aquele esforço.

— Pra onde estamos indo? – Takeo questionou ao pegar o celular de volta, guardando-o no bolso e apressando o passo para acompanhar o namorado.

— Pra roda gigante. – Hayato resmungou, sem muita confiança. Não é como se estivesse indo para uma montanha russa, onde além de altitude também encararia velocidade. O brinquedo era calmo e seguro, só iam girar algumas vezes – Não me pergunta se eu tenho certeza, ok? – tinha medo de mudar de ideia caso Takeo desse uma segunda chance para pensar no caso. Era melhor ir de uma vez.

Enfrentaram uma pequena fila, onde Takeo não perguntou nada, em momento algum, apenas segurando-lhe a mão para passar um pouco de confiança, mas Hayato conseguia notar aquela pontinha de expectativa vinda dele. Takeo estava animado e era aquilo que queria ver.

Entregaram os tickets para a pessoa responsável pelo brinquedo, acomodando na cabine, não tão confortável quanto poderia ser, já que Hayato sentou no meio do banco, evitando as duas janelas laterais e puxando Takeo para sentar ao seu lado, de forma que cobrisse a vista. Takeo queria perguntar se estava tudo bem e se ele realmente tinha certeza, ainda podiam desistir, mas novamente preferiu não dizer nada. Hayato estava fazendo aquilo por ele.

Portas fechadas, o brinquedo se moveu um pouco, mais pessoas se acomodaram, mais uma pequena subida, mais pessoas e assim seguiu até estarem quase na metade da altura máxima, o que já era muito para Hayato, que grudou o rosto no ombro de Takeo, cobrindo a própria visão e se impedindo de ver qualquer coisa enquanto segurava seu braço com força.

Takeo olhava animado para fora, a vista da cidade se ampliando conforme subiam, luzes por todos os lados, até onde a vista alcançava, mas não conseguia ignorar o tremor ao seu lado. Levou a mão livre ao topo da cabeça de Hayato, acariciando-o. O gesto não ia acabar com o medo dele e talvez mal servisse de conforto, mas queria mostrar que estava ali.

— Sinto muito… eu não devia insistir tanto… – Takeo se atreveu a se desculpar, sabendo que a culpa de estarem ali era toda dele, que havia pedido e insistido sem remorso algum, ignorando o temor do namorado.

— Não devia… mas já estamos aqui, então aproveite. Você queria tanto. – Hayato ergueu um pouco o rosto, abrindo apenas um olho e confirmando que agora começaram a girar sem parar – A vista é bonita, a companhia é ótima, mas tem uma parte dentro de mim que está gritando desesperada.

Takeo soltou uma risada que apagou qualquer vestígio de arrependimento. Não tinha como não se divertir, mesmo às custas do namorado. Precisava compensá-lo depois e prometer que não voltariam em um daqueles tão cedo.

Hayato voltou a fechar os olhos e ficar quieto quando a cabine começou a descer, murmurando que estava com vertigem. Não estava fazendo nada, mas sua cabeça agia como se estivesse rodando sem parar. Apertou mais os olhos, rezando para que não colocasse o jantar para fora. Seria vergonhoso demais.

Decidido a deixar o namorado quieto, Takeo seguiu a sugestão de aproveitar o passeio. Era o suficiente ter a companhia dele ali, não ia exigir que compartilhasse a paisagem. Ver a cidade do alto era incrível, casas e prédios minúsculos, além de luzes para todos os lados e a brisa fresca que passava pela janelinha no alto. Fechou os olhos por um instante, sorrindo satisfeito, quando a cabine deu um solavanco, arrancando um guincho de Hayato.

— Acabou? Podemos sair? – Hayato começou a erguer o rosto, mas Takeo o segurou no lugar, negando com um resmungo.

— Ainda estamos no alto. Devem estar começando a descer. – o que era estranho… só deram uma volta, parando quase na metade da segunda…

Takeo se aproximou da outra ponta da cabine, grudando o rosto na janela e tentando ver algo lá embaixo. Não parecia ter gente saindo do brinquedo.

Outro solavanco e o brinquedo parecia querer girar novamente, mas parou instantes depois, arrancando outro chiado de Hayato.

— Eu acho… e espero estar errado… mas o brinquedo vai precisar de uma manutenção…

— Não fala isso nem brincando! – Hayato se atreveu a erguer o rosto, apenas para brigar com Takeo. Aquilo era hora de soltar aquele tipo de comentário?

— Foi mal, foi mal. – sorriu sem graça, tentando se desculpar – É que não vi ninguém descendo, mas estamos alto demais pra enxergar algo, não é?

— Acho que si- – outro solavanco e, estando de olhos abertos, Hayato sentiu mais o impacto, apertando o braço de Takeo em busca de apoio – Eu quero descer agora!

— Não posso fazer nada! – olhando para o próprio braço, Takeo tinha certeza que teria marcas de unha ali – Fique calmo, ok? Vamos descer daqui a pouco.

— Calmo?! Você quer que eu fique calmo? Aqui? Agora?

Péssima ideia pedir calma ao namorado, mas entrar em pânico não ia ajudar em nada. Takeo tentou olhar novamente pela janela, mas Hayato segurou-o no lugar, negando com um aceno.

— Não se mova! Eu não quero essa cabine balançando mais!

— Ela não est-

— Está sim! Não faça movimentos bruscos e nem fale alto!

Takeo abriu a boca pra responder que não estava fazendo nada daquilo, mas decidiu acatar o pedido. Hayato já estava em pânico e aquilo não era bom. Precisava acalmá-lo.

— Eles devem chamar algum técnico pra resolver isso. – Takeo comentou o mais baixo que pode, tirando uma das mãos de Hayato de seu braço e entrelaçando os dedos.

— E vão achar alguém essa hora?

— Sim, deve ter alguém a disposição do parque… Imagino que seja algum problema elétrico. As estruturas são resistentes, estamos seguros aqui em cima.

— Estar aqui em cima é o problema principal, Takeo!

— Eu sei, eu sei…

Takeo suspirou fundo, olhando ao redor em busca de algo que pudesse distrair o namorado. Estava se sentindo culpado. Se tivesse ficado quieto, se tivessem voltado para casa quando Hayato pediu, não estariam presos ali em cima, passando por aquele sufoco. Mas ele tinha que ser infantil, não é? Tinha que insistir até conseguir arrastar o namorado para um lugar que ele não gostava. Não ia ser novidade se Hayato ficasse chateado consigo por um bom tempo, seria totalmente aceitável. Precisava parar com aquele tipo de atitude e de tomar decisões precipitadas. Ele já havia se divertido o dia todo…

— Você está tremendo.

— Hm? – Takeo voltou o olhar para Hayato, notando que havia se distraído – O que disse?

— Você também está com medo. Está tremendo…

— Impressão sua. Não tenho medo de lugares altos. – o sorriso estava presente, como sempre, mas era forçado.

Takeo apertou a mão de Hayato na sua, tentando mostrar que estava bem, mas ele sabia que não era verdade. Realmente não tinha medo de altura, mas morrer ali não estava nos planos. Até conseguia ouvir as palavras nos noticiários com ‘ele era tão jovem’ e coisas do tipo. Sem falar que alguém precisava manter o controle. Com Hayato em pânico, ele precisava mostrar que podia ser responsável e confiável.

— Se acontecer alguma coisa, minhas guitarras ficam pra você e o Junai vai ficar aos cuidados do Katsuya. Mikaru vai repassar minha parte da cafeteria pra minha mã-

— Isso é hora pra pensar em testamento? – Hayato encarou-o incrédulo, sorrindo de nervoso – Eu estou aqui também, como vai deixar alguma coisa pra mim?

— Só pensei alto… – Takeo riu baixinho, decidido a guardar aqueles pensamentos para si. Não sabia porque havia verbalizado, mas foi uma ideia ruim. Não devia piorar a situação – Então, vamos chegar em casa, encher a banheira, abrir uma garrafa de vinho… o que acha?

— Parece bom… – Hayato voltou a se acomodar ao lado do namorado, abraçando-o pela cintura e escondendo o rosto em seu ombro. Era aquilo que precisava no momento: uma conversa calma, além de sair daquele inferno, claro – Será que ainda temos morangos?

— Eu posso sair pra comprar enquanto você prepara o banho.

— Cerveja também?

— Quantas você quiser! – o que podia fazer, além de mimá-lo? Hayato merecia após ter sido arrastado para onde não queria.

Outro solavanco e Hayato se encolheu no lugar, choramingando baixinho, mas Takeo notou que a roda voltou a girar, devagar e no sentido certo, parando pouco depois, mas de forma mais tranquila.

— Acho que arrumaram… – comentou num murmúrio, se inclinando para olhar pela janela, mas novamente foi impedido – Só quero confirmar se tem gente descendo.

— Eu não quero essa coisa balançando!

— Eu vou bem devagar, assim a cabine não vai se mover. O que acha? – nenhuma resposta, nenhum movimento vindo do outro – Você fica aqui e eu olho. Ok? – mas antes que Takeo pudesse se afastar, o brinquedo moveu novamente, com calma, parando da mesma forma que começou.

Por várias vezes, nos minutos seguintes, a roda gigante repetiu aquela mesma ação, girando um pouco, parando e então voltando a girar. Conforme se aproximavam do chão, foi possível ouvir as conversas animadas e aliviadas de quem pisava novamente em terra firme. Não eram os únicos que ficaram apavorados.

Sem perguntar se precisava de apoio, Takeo se levantou ainda abraçado a Hayato, ajudando-o a caminhar para fora quando a portinhola se abriu. O suspiro foi audível, vindo de ambos, que caminharam até um banco próximo, sem olhar para trás, ignorando o pessoal parado por perto que se desculpava pelo ocorrido.

A viagem de volta para casa foi bastante calma, com Takeo dirigindo excessivamente devagar para seus padrões, olhando para todos os lados nos cruzamentos e parando em todas as placas que assim exigiam. Não queria mais nenhuma aventura para aquela noite.

O plano de compensação foi cumprido em parte assim que chegaram, os dois dispensando as bebidas e a massagem, optando apenas por um longo banho relaxante, seguido de dois corpos jogados na cama, exaustos.

Havia uma suposta promessa de nunca mais fazerem aquilo, mas o casal sabia que não ia durar muito, só precisavam esquecer daquele pequeno incidente do dia.

Notas finais
Fim! =3
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!