Notas iniciais
Oi, povão, aqui é a tia Night, ou Black, ou BlackNight, ou como vocês preferirem me chamar. Eu tô postando porque nossa querida Writer tá dançando e cantando Trainwreck como uma doida e mandou a escrava aqui fazer o trabalho dela. Mas eu até que a entendo. Quero dizer, HOJE FAZEM SETE ANOS QUE DON'T FORGET FOI LANÇADO! Meu Deus, eu me sinto velha. Em um momento, eu tô assistindo o clipe de La La Land passando no Disney Channel e no outro estou super ansiosa aguardando o lançamento do QUINTO álbum da Demi. Por quanto tempo eu dormi?! Onde o tempo se escondeu?! Bom, espero que gostem do capítulo e boa leitura!

Alguns dias depois do retorno dos alunos após o feriado do Natal, Anna e seus amigos haviam se atirado em buscas em livros da biblioteca, mas, com as pouquíssimas informações que tinham, suas pesquisas estavam sendo bastante infrutíferas. Porém, naquele momento, todos estavam no Grande Salão na hora do jantar, pois os horários de aulas e refeições eram os únicos nos quais eles não se encontravam enfurnados na biblioteca.

Os alunos de Hogwarts devoravam suas refeições entre conversas animadas, o assunto do feriado ainda fresco o bastante para ser discutido com entusiasmo. No entanto, foram interrompidos pelo diretor, Mickey Mouse, que se levantou de onde estava sentado e contornou a mesa dos professores, encarando os alunos, que, ao perceberem, calaram-se e o fitaram. Ele sorriu.

– Alunos, hoje eu tenho o prazer de anunciar que temos uma visita ilustre. – Ele começou a falar, e alguns sussurros surgiram por parte de alguns estudantes, que se perguntavam de quem o diretor poderia estar falando. – Alguns de vocês já a conhecem de visitas passadas, enquanto outros a verão pela primeira vez. – Prosseguiu. Àquela altura, alguns alunos já tinham uma ideia de quem seria. – Por favor, recebam a chefe do Departamento de Mistérios do Ministério da Magia, Cora Mills. – Anunciou, e, no momento seguinte, as enormes portas do Grane Salão foram abertas, revelando a figura de uma mulher.

Ela era de estatura mediana e forma saudável. Os cabelos eram castanhos, algo que nenhuma das filhas havia herdado, e os olhos eram de mesma cor, algo compartilhado por todas as Mills exceto por Zelena, que havia herdado os olhos azuis do pai, e Anastásia, que era adotada, e, portanto, não compartilhava quaisquer semelhanças com ela. A pele clara levemente corada era um pouco envelhecida pelo tempo, embora ela não parecesse ter pouco mais de cinquenta anos. O sorriso de lábios vermelhos que exibia era gentil, mas não parecia haver realmente nenhuma emoção por trás dele. Ela estava usando um vestido azul-escuro e por cima uma capa de mesma cor, ambos arrastando no chão e escondendo os pés e o que quer que ela estivesse calçando. Carregava consigo um livro, firmemente seguro contra o peito pela mão direita. Era antigo e castanho, havia um coração feito de rubis na capa e detalhes dourados o adornavam.

Ela caminhou com elegância até onde Mickey a esperava, não desperdiçando muitos olhares aos alunos que não fossem suas filhas. Na mesa dos professores, Regina e Zelena se levantaram, mas nada disseram e tampouco se moveram, apenas aguardando a aproximação da mãe. Quando Cora finalmente alcançou o diretor Mouse, seu sorriso tornou-se um pouco mais largo, embora ainda fosse igualmente vazio.

– Olá, Mickey. – Ela cumprimentou, e, devido ao silêncio total instalado no Grande Salão, todos conseguiam ouvir a voz da mulher reverberar pelo ambiente. – É sempre bom vê-lo. – Finalizou, estendendo a mão livre para o homem, que rapidamente a segurou e levou aos lábios.

– Igualmente, Cora. – Disse após beijar a mão da mulher e soltá-la, sorrindo largamente para ela. – A que devo a agradável visita? – Perguntou de forma respeitosa, embora um pouco animada demais. Os dois pareciam ser bons amigos.

– Antes de ter esta conversa, que eu prefiro ser particular, com você, gostaria de ter uma palavra com minhas filhas. – Foi a resposta que ela deu, o sorriso ainda presente, mas a tentativa clara de dar fim àquele assunto se fazendo notável.

– Mas é claro. – Mickey concordou, e então olhou em volta pelo Grande Salão, tendo certeza de que todas as cinco filhas de Cora estavam ali. – Senhoritas Mills. Por favor, venham aqui. – Chamou, e todas se levantaram de seus lugares e começaram a caminhar na direção onde sua mãe e o diretor da escola estavam.

Zelena e Regina, por estarem mais próximas, foram as primeiras a chegar, cumprimentando a mãe com sorrisos incertos e abraços rápidos. Mirana, Anastásia e Iracebeth chegaram poucos minutos depois. Apenas então, Anna notou que jamais havia prestado muita atenção em Iracebeth. Os cabelos da menina eram de um vermelho vibrante, bastante semelhante ao de Ariel, e sua pele era tão clara quanto a de Mirana. Seus olhos eram castanhos e ela era magricela e baixinha, a mais baixa entre a família. Observando todas as cinco juntas, era possível perceber que os rumores de que Cora Mills fora casada mais de uma vez eram verdadeiros. Exceto pelos traços que compartilhavam com a mãe, as Mills tinham pouquíssimas semelhanças entre si. As únicas que eram um pouco mais parecidas eram Mirana e Iracebeth, que, segundo diziam, eram as únicas ali que eram filhas do mesmo pai.

– Sintam-se a vontade para demorar o quanto precisarem. – A voz de Mickey se fez presente, e todas as seis Mills o olharam e assentiram logo em seguida.

– Obrigada. – Cora agradeceu com um novo sorriso sem emoção. – Você nunca deixa de ser agradável, Mickey. – Declarou antes de fazer sinal para que suas filhas a seguissem e a família Mills deixar o Grande Salão.

De onde estava na mesa da Grifinória, Anna imediatamente se levantou. O sentimento de que algo importante poderia sair da conversa que se desenrolava do lado de fora sendo forte demais para ignorar. No entanto, antes que pudesse se distanciar, Theodora segurou seu braço, parando-a.

– Anna, onde está indo? – A mais jovem entre as irmãs Uplands questionou confusa, sem entender o porquê da súbita pressa que a Arendelle sentia em sair dali.

– Eu acabei de me lembrar de que esqueci uma coisa no dormitório. – A loira-morango abriu um sorriso amarelo, nervosa, não em razão do olhar de Theodora, mas do de Glinda, que estava sentada do outro lado da irmã.

– Que coisa? – A Uplands loira perguntou de forma suspeita, uma sobrancelha arqueada e os lábios juntos. Aparentemente, ela não comprara a desculpa de Anna. E, a Arendelle tinha quase certeza, as expressões de Malévola, Elsa e Gretel eram as mesmas enquanto a encaravam.

– Uma coisa. – A loira-morango disse rapidamente antes de se libertar de Theodora e correr para fora daquele lugar, temendo que não encontrasse a família Mills por causa de sua demora.

No entanto, teve a sorte de ouvir a vozes vindo das masmorras, então desceu as escadarias, parando em um dos últimos degraus, e observando da escuridão as cinco figuras iluminadas pelas tochas nas paredes. Felizmente, nenhuma delas havia notado Anna ali.

– ... Regina me disse que está ficando pior. – Cora dizia, seus olhos castanhos focados em Mirana, que abraçava o próprio corpo e fitava o chão com demasiado interesse, aparentemente sem conseguir retribuir o olhar da mãe.

– Ainda assim, não é um motivo forte o bastante para a senhora ter vindo aqui, mamãe. – A albina argumentou, movendo-se desconfortável em seu lugar, o cenho franzido e a boca fortemente cerrada ao terminar de falar sendo os únicos detalhes a denunciar seu real desagrado.

– Mirana, você é minha filha e eu me preocupo com você. – Cora argumentou, e, diferentemente de como estava no Grande Salão, ela parecia realmente preocupada, o vazio de antes sumido quando se tratava de sua família.

– Eu estou bem. – Mirana finalmente fitou sua mãe, a expressão decidida servindo para provar seu argumento.

– E por quanto tempo? – A voz irritante de Iracebeth se fez presente, chamando a atenção das outras cinco Mills, que, com a exceção de Mirana, a olharam de forma nada agradável. A ruiva, no entanto, sorriu com desdém, sem se importar com os olhares que as outras lhe lançavam.

– Iracebeth, eu agradeceria se suspendesse os comentários desagradáveis, pelo menos enquanto eu estou aqui. – Cora falou de forma severa, nada contente com a frase e o tom de voz de sua filha, que revirou os olhos em resposta.

– Como quiser, mamãe. – Iracebeth respondeu, o desdém ainda presente no sorriso estendendo-se para sua voz, mas, ao que parecia, Cora escolheu não dar atenção, voltando-se novamente para Mirana, cujo olhar centrava-se em qualquer lugar exceto as pessoas de sua família.

– Mirana, você deveria escutar a mamãe. – Regina tentou convencer a irmã mais jovem, colocando uma mão no ombro da albina, que a fitou com atenção. A morena sorriu, tentando encorajar sua irmãzinha. – Ela sabe o que é melhor para você. – Argumentou.

– Mas eu estou bem. – Mirana insistiu incomodada. – Aquele dia foi apenas um deslize. – Franziu o cenho. – Eu estava com tanta raiva... – Os olhos de Anna se arregalaram em choque assim que ela percebeu que aquela discussão era referente ao que havia acontecido na aula de duelos. Ela não imaginou que as mudanças de comportamento repentinas de Mirana Mills fossem algo tão grave a ponto de trazer a chefe do Departamento de Mistérios ali. A albina continuaria a falar, mas foi interrompida por Anastásia, que se pronunciara pela primeira vez desde que Anna começara a espionar as Mills.

– A culpa foi minha. – A loira defendeu sua irmã, chamando a atenção de todas as outras para si. – Ela estava irritada porque Drizella me machucou. – Explicou, pois, aparentemente, as mais velhas não sabiam a história completa.

– Aquela pirralha metida teve a coragem de lançar um feitiço contra você? – Zelena disse em meio a um grunhido raivoso, nada feliz com a ideia de que Drizella pudesse ter machucado Anastásia, principalmente por saber como a Tremaine encarava a mais jovem entre as Mills.

– Foi numa aula de Duelos. – Anastásia se apressou em dizer, como uma tentativa de acalmar sua irmã mais velha, pois sabia que ela poderia fazer algo que com certeza iria se arrepender. – O professor nos mandou duelar, e ela ganhou. – Deu de ombros como se não fosse realmente importante, mas a preocupação em seus olhos azuis sugeriam o contrário. – Eu me machuquei e Mirana não reagiu bem. Eu sinto muito. – Abaixou a cabeça, fitando o chão, aparentemente chateada consigo mesma.

– Não foi sua culpa, Ana. – Regina a reconfortou, recebendo um sorriso da menina assim que a mesma levantou a cabeça. A morena e a loira geralmente se davam muito bem, e, apesar de não serem irmãs de sangue, a mais velha tinha igual apreço pela menina quanto tinha pelas outras filhas de Cora.

– De qualquer forma, não continuaremos esta conversa agora. – A frase de Cora fez espinha de Anna gelar conforme a menina temeu que a mulher pudesse ter percebido sua presença ali. No entanto, a chefe do Departamento de Mistérios não deu nenhum indicativo disso, o que fez a postura da loira-morango relaxar ligeiramente. – Mais tarde, quando todos estiverem dormindo, falaremos sobre sua situação, Mirana. – A albina assentiu um pouco a contragosto, mas sabia que sua mãe estava certa. – A sua também, Iracebeth. – Adicionou, e, novamente, Anna foi pega de surpresa. Ao que parecia, Iracebeth tinha os mesmos problemas que Mirana, embora a loira-morango não pudesse dizer que já a havia visto manifestando quaisquer indícios disso.

– Mas, diferentemente de algumas pessoas, eu sei me controlar. – A ruiva disse com escárnio, o olhar venenoso diretamente sobre Mirana, que não pareceu abalada ao fita-la de volta. A albina parecia simplesmente inexpressiva, como se já estivesse acostumada com aquelas atitudes ou apenas não desse muita importância a elas.

– Iracebeth, já chega. – Regina repreendeu, os olhos semicerrados e os lábios pressionados juntos om um pouco mais de força que o necessário, desagradada pelo comportamento que sua irmã vinha exibindo desde que aquela discussão tivera início.

– Eu não recebo ordens de você, Regina. – Iracebeth rebateu com os dentes cerrados, raivosa por Regina pensar que tinha algum tipo de poder sobre ela. A ruiva fazia o que bem entendia, e a morena não deveria ter uma palavra a dizer quanto a isso.

Regina já havia aberto a boca para responder, mas a voz de Cora se fez presente antes da sua.

– Mas recebe de mim, e eu digo que é o bastante. – A mulher declarou, recebendo o olhar de suas filhas, que tremeram com a frieza presente nas íris castanhas da mãe. Em se tratando de sua família, Cora conseguia ser razoavelmente amorosa, gentil e preocupada, mas quando queria, poderia ser tão cruel quanto com qualquer um de seus funcionários no Ministério.

– Claro, proteja suas favoritas. – Iracebeth resmungou de mal humor. Incomodava-a que sua mãe sempre saísse em defesa de Regina e Mirana, não importava qual fosse o assunto. A morena e a albina sempre haviam sido as preferidas de Cora, que jamais havia realmente se importado em esconder isso.

– Iracebeth, agora não. – Zelena pediu um pouco calma demais, quase compreensiva. Em uma época de sua vida, havia passado pelo que Iracebeth sentia. Havia sentido muita inveja de Regina durante sua adolescência e foram precisos muitos anos para que a mais velha entre as irmãs Mills percebesse que aquilo não levaria a nada, não a faria feliz. O que a havia feito realmente contente era ter um bom relacionamento com sua família. E ela estava feliz em dizer que, quando Regina tinha um problema, correria para ela, e vice-versa. Apenas esperava que Iracebeth fosse capaz de fazer o mesmo com Mirana algum dia.

– Então, está decidido. – Cora deixou um longo e cansado suspiro escapar, passando o olhar por cada uma de suas filhas antes de falar novamente. – Iremos nos encontrar na Torre de Astronomia às onze em ponto. – Arqueou uma sobrancelha, esperando a confirmação de cada uma delas.

– Sim, mamãe. – Todas, com a exceção de Anastásia, falaram imediatamente. A loira, no entanto, remexeu-se desconfortável em seu lugar, sem saber se deveria responder ou não ao que Cora dissera. Sim, carregava o sobrenome da mulher, mas fazia relativamente pouco tempo desde que a chefe do Departamento de Mistérios se tornara sua mãe por lei, de modo que não se sentia tão à vontade em se envolver quando se tratava de assuntos de família como aqueles.

– Você também, Anastásia. – Cora declarou ao perceber a insegurança da menina, que olhou para ela com um misto de choque e alegria no rosto jovem e bonito, um sorriso começando a se formar nos lábios cheios. – Afinal, você é uma Mills agora. – A mulher sorriu, recebendo um sorriso da menina em resposta, o que a deixou feliz. Quando a adotara, percebeu um pouco de si mesma quando mais jovem em Anastásia, e não podia deixar de considerar a garota como parte da família, por mais que a loira ainda estivesse um pouco relutante com esse fato.

Anastásia assentiu, o que deixou Cora bastante satisfeita. Ela, então, se voltou para sua filha albina. As razões de Iracebeth em sentir ciúmes eram bastante válidas, pois a mãe das cinco Mills jamais fizera realmente muito esforço para esconder que Mirana era sua favorita. Regina e Zelena não se importavam, pois compartilhavam da opinião da mãe e sempre haviam tido um coração mole quando se tratava da quarta Mills. Anastásia também tinha um relacionamento excelente com a sonserina do segundo ano e era possível dizer que, dentre todas, sentia-se mais confortável com Mirana. Iracebeth, porém não conseguia aceitar isso, e desprezava sua irmã com todas as suas forças.

Cora caminhou lentamente até onde sua filha albina estava, chamando a atenção da mesma para si. Mirana parecia bastante tristonha, até um pouco decepcionada, embora fosse possível ver que aquilo era direcionado a ela própria. Sempre fora muito rígida consigo mesma. Sempre tinha que ser a filha perfeita para sua mãe, sempre quisera fazê-la orgulhosa. Mas, devido aos acontecimentos e sua condição bastante especial, não sabia se conseguiria fazer isso, o que, francamente, a frustrava. Detestava seu descontrole, e, sempre que podia, escondia-o por trás de uma máscara de gentileza e delicadeza. Mas o problema era que aquela máscara já não funcionava tão bem, e isso a assustava.

A chefe do Departamento de Mistérios colocou a mão no ombro da filha, que continuava a fita-la com atenção, sem desviar os olhos sequer uma vez.

– Cuide-se, querida. – Ela pediu, e realmente queria dizer cada palavra. Sempre havia se preocupado com todas as suas filhas, mas com Mirana, chegava a ser quase exagerado. A menina sempre tivera uma aparência e comportamento tão frágeis que parecia que a qualquer momento ela iria se desfazer em pedaços, e Cora não podia deixar isso acontecer.

– Sim, mamãe. – Mirana deixou um suspiro escapar e desviou o olhar para um ponto qualquer. Anna teve a ligeira impressão que os olhos castanhos da albina se demoraram no ponto da escuridão onde ela se escondia por tempo demais, mas decidiu deixar isso de lado quando os olhos da sonserina continuaram a vagar. Devia ter sido apenas impressão sua. – E, eu lamento desapontá-la. – Desculpou-se hesitante, abaixando a cabeça e fitando os próprios pés com um interesse exagerado que com certeza não existia.

Cora levou a mão ao queixo da menina e levantou sua cabeça, fazendo com que a albina a olhasse. Sorriu, tentando passar alguma segurança e conforto para sua filha. Não podia simplesmente deixa-la entregue a seus próprios medos e inseguranças. Não, ela protegeria sua menininha.

– Você nunca me desaponta, querida. – Garantiu, e um grunhido foi ouvido. A mulher notou que havia sido Iracebeth, mas não deu atenção. Mirana era mais importante naquele momento. – É apenas uma situação delicada. – Passou a mão livre pelos cabelos brancos da garota. Ela havia nascido com eles, herdado de uma parte distante da família do pai que continha traços de albinismo. Cora os adorava. Tornavam a menina tão única, e ainda assim pareciam fazê-la parecer tão frágil. – E nós iremos resolvê-la. – Assegurou com toda a confiança que era capaz de exibir, recebendo um aceno positivo de Mirana em resposta, embora a segundanista não parecesse acreditar que aquela situação realmente teria um final feliz.

Então, Anna saiu correndo dali antes que alguma das Mills pudesse perceber sua presença. Já havia escutado mais que o suficiente daquela conversa. No entanto, não retornou ao Grande Salão. Provavelmente teria que responder um número colossal de perguntas de suas amigas e, provavelmente de Glinda, que deveria ter juntado os pontos e percebido onde a loira-morango havia realmente ido. A Arendelle, então, preferiu retornar à paz e quietude do Salão Comunal da Grifinória, que estava vazio, uma vez que todos ainda estavam jantando. Sentou-se numa das poltronas vermelhas de frente para a lareira acesa e pensou um pouco. A única coisa que estava completamente certa em sua mente era que não podia perder a reunião da família Mills na Torre de Astronomia, e se isso significava quebrar as regras, então que fosse.

Notas finais
Eu não vou me demorar muito aqui porque também sou Lovatic e quero ir comemorar com minha maninha. Quanto aos comentários do capítulo anterior, nós duas responderemos juntas mais tarde, ok? Então... Espere aí, esse toque... Povo, eu tenho que ir dar uma de doida também, porque tá tocando La La Land! Até a próxima!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.