Disenchanted

84 Capítulo 84 - "Tortura"


Notas iniciais
Desculpem a demora, please??
-x-x-
Bem, Aline eu não sabia o nome da sua mãe, então coloquei um que me parecia legal.. kkkkkk'
-x-x-
Boa Leitura, esse cap é divertido... (66'

Layla’s P.O.V.

Abri meus olhos, sonolenta, senti um toque leve em minha pele.

Era Gerard, ele havia acariciado meu rosto levemente, dei um leve sorriso – não estava realmente acordada, apenas parte de meu cérebro pensava.

— Gee... – murmurei.

— Shhh – ele disse, acariciando minha bochecha.

Ele levantou minhas costas do sofá delicadamente e passou um de seus braços a minha volta, com o outro braço ele envolveu minhas pernas, pegando-me nos braços. Joguei meus braços levemente em volta de seus pescoços, como se me segurasse, mas sem colocar força nenhuma.

Gerard carregou-me lentamente até nosso quarto e me deitou em nossa cama, cobrindo-me com o edredom delicadamente.

Ouvi Gerard abrir a porta do guarda-roupa, devia estar trocando de roupa. Depois o vi sair pela porta do quarto, e voltar rapidamente – provavelmente havia ido até o quarto dos bebês.

Gerard deitou-se ao meu lado na cama, de frente para mim e me abraçou de leve, podia sentir sua respiração em meu rosto. Logo adormeci novamente.

*

Acordei com um choro leve vindo do quarto dos bebês, Gerard nem se moveu, devia estar exausto de mais para acordar com isso. Levantei-me e cambaleei até o quarto, pegando Arthur que chorava em seu berço.

— O que foi? – perguntei baixinho a ele. – Você nunca chora...

Ele devia estar com fome, afinal, já devia passar da hora de amamentá-los. Olhei no relógio, eram quase uma hora da tarde. De repente a campainha tocou.

Fui até lá com Arthur, abri a porta e dei de cara com Frank, encarando-me com um olhar psicopata. Ele estava com o cabelo bagunçado, usava uma calça jeans surrada, uma camiseta preta sem estampa e uma jaqueta de couro preta, que deixavam sua pele um tanto pálida, ele estava um pouco assustador. Frank tinha as mãos dentro dos bolsos da jaqueta, e me olhava meio que pelo canto dos olhos.

— O que aconteceu? – perguntei, assustada.

— Obrigado, Layla! – ele disse, fuzilando-me com os olhos. – Você meteu na cabeça da Diana que eu devia ir a um psicólogo.

Fui obrigada a rir, larguei a porta e deixei-o entrar.

— Senta – falei, gesticulando para o sofá, onde eu também me sentei.

Frank caminhou rapidamente até o sofá e sentou-se, virando-se de frente para mim.

— Ela agendou uma consulta em um psicólogo para mim, daqui uma hora! Ela nem se quer me consultou pra saber minha opinião, e se eu não for... pago uma multa por faltar há uma consulta sem avisar antes.

— Desculpa – falei, rindo um pouco.

— Não é engraçado! – ele disse, histérico. – Eu não sou um louco, não sei nem o porquê de ela achar que eu precise de um psicólogo!

— Okay, eu vou dizer tudo para você – falei, suspirando.

Expliquei toda a história para ele, sobre como Diana se sentia um pouco rejeitada por Frank depois do nascimento de Alice.

— Você está de brincadeira, não é? – ele me olhou, pasmo.

— Não – ri novamente.

— Só por que eu não queria... você sabe... fazer aquilo todos os dias, não quer dizer que eu estivesse rejeitando-a – ele disse, levantando as mãos para o alto, histérico.

— Desculpa, fomos eu, Diana e Michele quem demos a ideia do psicólogo – falei, sem-jeito.

— Tudo bem – ele se acalmou. – A Diana é que está ficando maluca!

— Então... Você vai ir? – perguntei.

— É o jeito – ele deu de ombros. – Não quero pagar a multa, então preciso ir...

Frank pôs-se de pé rapidamente.

— Boa sorte – falei, acompanhando-o até a porta.

— Obrigado – ele disse, respirando fundo. – Manda um beijo pro Gee... – ele falou, fazendo uma voz mais afeminada e colocando as mãos na cintura.

— Okay – acabei rindo.

Assim que Frank saiu, fui até o quarto dos bebês, amamentei Arthur e logo depois acordei Helena para fazer o mesmo. Troquei as fraldas dos dois e depois os coloquei nos carrinhos, levando-os até a sala e ligando a televisão.

— Vocês dormem de mais, vamos assistir um pouco de televisão – falei a ele, sentando-me no sofá.

Coloquei em um canal de desenho animado, mesmo sabendo que eles provavelmente não prestariam atenção na tela, já que eram apenas bebês de um pouco mais de um mês de vida. Eles estavam com os olhinhos fechados, mas eu sabia que estavam acordados.

— Hey, por que vocês não abrem os olhos? – reclamei. – É bom ver a luz do dia de vez em quando.

Para minha sorte, Arthur abriu brevemente os olhos, piscando algumas vezes, como se me olhasse, mas logo os fechou de novo.

— Obrigada, Arth – falei, acariciando sua bochechinha. – Helena, sua vez, abra os olhinhos – incitei.

Ela não abriu, como eu já esperava.

— Você não vai muito com a minha cara, não é, Helie? – comentei. – Eu sou sua mãe! A vida não se resume apenas ao seu pai!

Se eu estava com ciúmes por que Helena gostava mais de Gerard do que de mim? Imagina.

— Solitária ao ponto de conversar com bebês? – perguntou uma voz masculina atrás de mim, assustando-me.

Pulei, arfando. Gerard me encarava, rindo, encostado na parede próxima ao corredor que levava aos quartos.

— Ah, acho que sim – confessei.

— Mamãe é tão ciumenta, não é? – ele disse, aproximando-se de nós e pegando Helie do carrinho. – Não tenho culpa de gostar tanto do papai – ele disse, como se fosse Helena quem falasse.

— Tudo bem – dei de ombros. – Arthur gosta de mim, isso já basta.

Helena abriu os olhinhos rapidamente para olhar Gerard, deixando-me com raiva.

— Como o papai é bonito! – Gerard disse, ainda “imitando” Helie. – Eu até faço o enorme esforço pra poder ver ele!

— Nossa, obrigada por me chamar de feia – reclamei a Gerard.

— Ela não quis dizer isso – ele riu, fazendo sua voz normal novamente.

Nesse momento o celular de Gerard começou a tocar, estava sobre a mesa de centro da sala.

— Atende pra mim – ele pediu, ocupado com Helena.

Peguei o pequeno aparelho sobre a mesinha e atendi, estranhei o fato de o número ser desconhecido.

— Alô? – atendi.

— Oi, é o celular do Sr. Gerard? – uma voz feminina perguntou.

— Sim – respondi.

— Ah, aqui é Morgan, mãe de Aline, a menina que fora atropelada ontem – ela respondeu.

— Ah, olá – falei, agora mais simpática.

— Eu poderia falar com ele? Queria agradecer por ele ter se preocupado com Aline – ela pediu.

— Claro – falei. – Gerard, é a mãe da menina que você ajudou ontem – falei a Gerard.

— Ah, obrigado – ele disse, pegando o aparelho celular.

Gerard conversou com ela por alguns minutos.

— O que ela queria? – perguntei quando ele desligou.

— Queria agradecer pelo o que eu fiz e dizer que Aline quer me ver mais uma vez – ele sorriu.

— Hum – disse apenas. – Quantos anos ela tem?

— Quem? – ele ficou confuso.

— A Oprah... – ironizei. – É claro eu estou falando da menina!

— Aline tem dezessete anos – ele riu.

— Hum – repeti, dando de ombros. – E a mãe dela?

— Layla, como eu vou saber? – ele ficou pasmo.

— Sei lá, ela não estava no hospital ontem? – o encarei.

— Estava, mas vi ela muito rapidamente – ele explicou.

— Ela é bonita? – insisti.

Quem? – ele ficou desesperado.

— Sei lá, me fale das duas! – fiquei irritada. – Se a mãe é bonita a filha também é.

— Layla, eu não vou ficar falando sobre isso – ele deu de ombros. – Você é ciumenta de mais.

— O Frank veio aqui hoje – comentei.

— O que ele queria aqui? – ele perguntou, estranhando.

— Queria falar comigo – joguei na cara dele.

— O que ele queria falar com você? – ele ficou desconfiado.

— Não quero falar sobre isso. Você é ciumento de mais – falei, usando isso contra ele.

Ele revirou os olhos e foi até a cozinha, com Helie ainda em seus braços.

— Ele mandou um beijo para você! – falei, irônica.

— Ele é gay de mais – ele gritou da cozinha.

— Eu não acho – comentei, propositalmente para irritá-lo.

Gerard apareceu na sala novamente, encarando-me, perplexo.

— Não tenho culpa, ele é um Imã da Paixão – dei de ombros.

— E você se sente atraída por ele... – ele deduziu, aproximando-se de mim e colocando Helie em seu carrinho.

— É você quem está falando isso – respondi, levando Helie e Arth para o quarto deles.

Os coloquei nos berços, Gerard veio junto, ainda encarando-me.

— Já se sentiu atraída por Frank, não é? – ele perguntou.

— Não interessa – dei uma risada irônica, saindo do quarto.

Gerard veio novamente até atrás de mim, fechando a porta do quarto dos bebês.

— Antes ou depois de casarmos? – ele insistiu, segurando meu braço e fazendo-me virar para ele.

— Cale a boca, Gerard – fui obrigada a rir. – Você está sendo um idiota.

— Frank é um Imã da Paixão para você? – ele perguntou, olhando fundo em meus olhos.

— Okay, sim, eu já me senti atraída por aquele baixinho lindo – desisti.

Ele me olhou incrédulo.

— Podia ter continuado negando – ele disse.

— Você insistiu de mais – dei de ombros.

— Mas eu não queria que você confessasse – ele fez birra.

— Então por que insistiu? – fiquei pasma.

— Eu não sei! – ele disse, ainda mais histérico do que eu.

Revirei os olhos e voltei à sala, sentando no sofá. Logo depois Gerard sentou-se ao meu lado, envolvendo-me com um braço.

Assistimos por alguns instantes, tranquilamente.

— O quanto ele é atraente para você? – ele perguntou, quebrando o silêncio.

— Gerard... – o encarei, irritada.

— Okay, só responde isso que eu paro de perguntar – ele disse.

— Okay – suspirei. – Ele é atraente, e eu já me senti atraída por ele, mas não existe uma classificação de “o quanto ele é atraente”, apenas é – falei. – Não é uma coisa de “nossa, como ele é atraente!”, apenas é bonito aos meus olhos, e sabe conversar, essas coisas...

Gerard me olhou sem expressão.

— Entendeu? – perguntei.

— Não – ele ficou rabugento.

— Resumindo... Você é mais atraente para mim do que ele – disse por fim.

— Sério? – ele sorriu timidamente.

— Uhum – ri um pouco.

— Então... okay – ele deu de ombros.

— Só isso? – fiquei indignada. – Nem um obrigado? Nada?

— Não... – ele riu.

Bufei e me levantei rapidamente, antes que eu pudesse sair dali Gerard puxou-me novamente, fazendo com que eu caísse em seu colo.

— Eu estou brincando, chata – ele riu.

— Tanto faz – falei, sem mudar a expressão.

— Você é uma chata, sabia? – ele disse, rindo novamente.

Gerard afastou meu cabelo e deu um beijo em meu pescoço, dando outro em meu ombro.

— Está tentando me seduzir? – perguntei.

— Uhum – ele riu.

— Está conseguindo – admiti.

Gerard afastou a alça de minha blusa e deu outro beijo em meu ombro, indo novamente a meu pescoço e depois beijando minha bochecha.

Com certeza você está conseguindo – falei, ao sentir um arrepio.

— Eu também sei seduzir – ele disse, rindo, em meu ouvido.

— Eu estou vendo – ri também.

Gerard ergueu meus cabelos e beijou de leve minha nuca, beijando também o outro lado de meu pescoço e minha outra bochecha.

— Acabe com isso logo... – implorei, sentindo mais um arrepio.

Gerard deu uma leve risada, empurrando-me levemente para que eu caísse no sofá, deitando por cima de mim logo depois. Ele beijou a ponta de meu nariz e depois meu queixo.

— Eu pedi pra você acabar com isso – repeti.

— Mas está engraçado assim – ele disse. – Geralmente as mulheres gostam de “preliminares” – ele riu.

— Mas eu não – rosnei, empurrando-o.

Gerard caiu no chão, deitado. Provavelmente pensou que eu havia encerrado nosso “assunto”, pois estava se levantando.

— Onde pensa que vai? – perguntei, jogando-me sobre ele.

— Bem, pensei que você havia me afastado – ele riu.

— Eu apenas mostrei quem manda aqui – disse, sorrindo maliciosamente.

— Nossa – ele ironizou.

Tirei sua camiseta rapidamente e passei minhas mãos lentamente por seu peito.

— Quem é que não gostava de preliminares – ele riu, irônico.

Não respondi, dei um beijo em seu pescoço, outro em seu peito e outro do outro lado de seu pescoço.

— Isso é muito injusto – ele riu novamente, jogando a cabeça para trás.

— É ruim? – perguntei, irônica.

— Não – ele choramingou.

— Eu sei – sorri maliciosamente, selando nossos lábios rapidamente.

— Agora sou eu quem peço, acabe com isso logo – ele pediu, como se implorasse.

— Tem certeza? – fiz-me de inocente.

— Sim – ele insistiu, puxando meu rosto e selando nossos lábios novamente.

Dei uma leve risada, isso era legal, mas parei de “torturá-lo”.

Notas finais
(66' REVIEWS? ~kk
-x-x-
Bom, I'm Happy! Acho q vou fazer uma faculdade de "personagem de fic", pq descobri que vou ser personagem de duas fic's... A da Aline e a da Amanda ~rebola na argola ausuhs~ Não sei pq falei isso aqui, mas acho q é pq tinha que dividir minha felicidade kkkkk'
-x-x-
Adivinhem... Duas pessoas falaram no twitter que estavam me confundindo com a Lyn-Z por causa do meu avatar... O.o ~morre auhsuash~ Tipo, elas disseram q eu to bonita nele, então acho q foi um elogio.. kkkkk'
-x-x-
Beijos' ~e desculpem por ter falado tudo isso e feito vcs perderem tempo, já q ñ era interessante kkkkkk~