Discovering A New World
12 Capítulo 12 - Revenge, Sweet Revenge.
No salão principal da Mansão, o Lorde das Trevas se erguia imperioso sobre seu trono, aguardando a chegada de seus seguidores com impaciência, sua magia negra girando perigosamente a sua volta enquanto seus olhos vermelhos destelhavam com fúria apenas contida. Albus Dumbledore e sua Ordem do frango frito iriam se arrepender pelo que fizeram! E ele iria começar sua vingança com aqueles três pedaços inúteis de carne que se diziam seres humanos.
O som de aparições chamou a sua atenção, distraindo-o de seus pensamentos assassinos por alguns instantes e, quando as portas do salão foram abertas para permitir a entrada dos seus primeiros seguidores, ele não pode evitar erguer uma sobrancelha ante o estado dos dois homens Malfoy.
Lúcius vinha mais a frente, toda a sua postura arrogante esquecida para dar lugar ao cansaço e a preocupação. Suas vestes estavam ligeiramente amarrotadas e seus cabelos loiros geralmente impecáveis estavam em completo desalinho, como se ele tivesse acabado de voltar de uma guerra. Seu rosto apresentava alguns arranhões e pequenas olheiras se formavam abaixo de seus olhos, sinalizando sua fadiga.
O estado do seu herdeiro não parecia melhor.
Draco vinha logo atrás de seu pai, todo o seu corpo tenso. Suas vestes estavam em completo desalinho, assim como seus cabelos platinados. Duas gigantescas asas de penugem branca se debatiam nas suas costas e seus olhos brilhavam loucamente como prata fundida. Ele emitia rosnados a cada poucos segundos, deixando entrever dois afiados caninos, e parecia lutar contra correntes invisíveis.
- Lúcius? – o cumprimento de Tom saiu mais como uma indagação quando os dois loiros pararam em frente a ele.
- Mil perdões, meu Senhor. Nós tivemos um pequeno imprevisto na Mansão. Nós...
- Deixe-me ir! Ele precisa de mim. Eu tenho que encontrá-lo!! – o loiro mais jovem praticamente urrou, se debatendo contra aquilo que o prendia.
Ante o olhar indagador de seu Senhor, o Lorde Malfoy soltou um suspiro cansado e elaborou. – Parece que o companheiro de meu filho passou por algum tipo de sofrimento na noite passada, o que acabou despertando precocemente o vínculo que ambos estavam destinados a compartilhar quando o submisso entrasse em sua herança. Eu e Narcisa passamos toda a noite tentando acalmar os instintos protetores do seu lado veela, e estávamos prontos para começar a procura pelo companheiro do nosso filho quando o senhor nos chamou.
Ao final da explicação, ambas as sobrancelhas do Lorde das Trevas estavam erguidas em claro espanto. Se o que o loiro dizia era verdade, então... Com um suspiro o moreno se deixou desabar em seu trono, massageando levemente a ponte do nariz para aplacar a enxaqueca que começava a se desenvolver.
- O companheiro de seu filho está a salvo aqui na Mansão. Se você quiser vê-lo, basta ir para a ala principal e buscar por Severo. – disse por fim, encarando aos dois loiros e sorrindo ligeiramente divertido quando o jovem Malfoy literalmente voou para fora do salão, tendo se libertado de suas amarras.
Durante esse meio tempo, os Comensais da Morte haviam finalmente se reunido no salão, encarando ligeiramente confusos ao seu Senhor e ao Lorde Malfoy. Com um novo suspiro imperceptível, o Lorde das Trevas se ergueu, encarando aos seus seguidores um por um, enquanto sua magia voltava a serpentear ao seu redor. Ele ficou satisfeito ao ver que até mesmo seus aliados vampiros e lobisomens haviam respondido ao seu chamado, mantendo-se afastados da multidão, juntamente com os Lordes Youkais, que ainda tinham expressões de pura ira em seus rostos. Como uma só unidade, os Comensais se ajoelharam ante seu Senhor, aguardando suas palavras.
- Meus fiéis seguidores, eu os reuni aqui hoje para lhes informar sobre mais um ataque do velho tolo sobre nós, seres mágicos. E, desta vez, a injúria foi feita sobre uma criança... Um de nossos filhos teve sua magia vinculada e foi severamente brutalizado por esses três trouxas imundos! – ao final do discurso, Tom estava praticamente gritando para se fazer ouvir em meio aos rosnados e gritos de raiva de seus seguidores. Quando os três Dursley foram empurrados para frente, foi apenas a magia girando ao redor do Lorde das Trevas que os impediu de avançar.
- Vejam agora, meus Comensais, o que acontece com aqueles que agridem um dos nossos. – o Lorde das Trevas silvou perigosamente, erguendo a varinha em direção aos três trouxas, a magia negra o envolvendo.
- TOOOOMMM!!! – o grito feminino irado que ecoou por toda a Mansão Riddle interrompeu-o, e Voldemort não pode evitar um ligeiro estremecimento diante do tom colérico. Sua consorte estava além da fúria.
As portas do salão onde estava sendo realizada a reunião bateram abertas, quase sendo jogadas para fora das dobradiças por uma muito enfurecida Kittyara. Mais de um dos presentes engoliu em seco e recuou temeroso diante do brilho enlouquecido nos olhos dourados da mulher, enquanto essa abria caminho até o estrado onde seu companheiro se encontrava.
- Lilith, minha querida...
- Não me venha com suas palavras educadas, Tom Riddle, ou eu juro que farei você dormir nos estábulos por uma semana! — a Kittyara rosnou, submergindo a todos em um silêncio chocado.
- Quem você pensa que é para falar assim com nosso Senhor?! – a voz esganiçada de Bellatrix Lestrange ecoou pelo salão.
- EU sou a Senhora dele, assim como ele é MEU Senhor. – Lilith declarou friamente, enfatizando o tom possessivo. – E como eu falo ou deixo de falar não é de forma alguma de sua incumbência.
- Ora sua... Você não passa de uma vadia com delírios de grandeza! – novamente um silêncio chocado se estabeleceu. Vários Comensais empalideceram e olharam de soslaio para o seu senhor, esperando pela represália.
A temperatura da sala caiu drasticamente, enquanto um enfurecido Lorde das Trevas franziu o cenho, um rosnado gutural abrindo caminho em sua garganta. Ele estava prestes a lançar um de seus mais potentes Cruciatus na mulher impertinente, quando uma suave mão pousou em seu ombro, detendo-o. Erguendo o olhar, o moreno não conseguiu conter um gemido de puro prazer diante do sorriso diabólico que sua companheira ostentava. Ele deu graças a todos os deuses por suas roupas serem folgadas, pois de outra forma ele não conseguiria esconder a sua crescente excitação.
- Bella, Bella, Bella. – Lilith ronronou perigosamente, enquanto se aproximava da outra mulher com passos felinos.
A cada passo, os membros do Círculo Interno abriam caminho para ela, temerosos de chamarem a atenção daqueles horripilantes olhos dourados. Mesmo Lúcius se viu recuando receoso quando a poderosa magia dela o tocou, e ele fez uma promessa mental de nunca enfurecer aquela pequena mulher.
Parando diretamente a frente da fêmea Lestrange, a Kittyara deixou sua magia correr livremente, forçando-a sobre a mulher louca e a prendendo no local com eficácia. O sorriso predatório em seu rosto aumentou quando viu toda a cor desaparecer do rosto de Bellatrix.
- Diga-me Bella, você sabe o que é uma transfusão? – um risinho escapou pelos seus lábios quando tudo o que recebeu da outra mulher foi um olhar confuso. – Vejo que não... Deixe-me esclarecer então. Enquanto nós, seres mágicos, temos uma poção para repor o nosso sangue, os trouxas possuem um método bem mais complexo e interessante... Eles tiram sangue de uma pessoa e o introduzem em outra através de uma pequena agulha que é enfiada em uma veia de um dos braços...
Lilith não deu atenção aos suspiros horrorizados ou aos sons de nojo que aconteciam ao seu redor, preferindo se concentrar no brilho de pavor que apareceu nas esferas negras da mulher a sua frente. Ainda sorrindo, a Kittyara começou a circular a bruxa morena, como uma pantera pronta para dar o bote. As próximas palavras fizeram um arrepio coletivo de puro pavor passar pelo salão.
- Agora Bella, devo avisá-la que, enquanto eu estava escondida no mundo não mágico, acabei aprendendo várias coisas realmente úteis... – Lilith baixou sua voz para um sussurro ameaçador que ecoou por todo o salão agora silencioso. – Portanto, se não quiser ter todo esse seu “Sangue Puro” substituído por um trouxa, eu aconselho você a não se meter mais no meu caminho.
Afastando-se, a mulher de olhos dourados sorriu satisfeita ante o estado completamente aterrorizado da Sra. Lestrange.
- Muito bem! Se você se comportar e for uma boa menina eu posso até pensar em lhe ensinar alguns outros truques interessantes que aprendi. – Lilith ironizou, voltando-se para encarar seu divertido noivo. – Agora, poderia me explicar porque o senhor ia começar a tortura desses desperdícios de espaço sem a minha presença?
- Peço perdão, minha querida. Mas eu achei que você estaria ocupada com o pequeno. – Tom se desculpou, levemente divertido ante a pose indignada de sua companheira, que estava parada a sua frente com o cenho franzido e as mãos postas nos quadris, tentando parecer intimidante. Ele teve que reunir todo o seu controle para não saltar sobre ela e possuí-la ali mesmo no meio do salão.
- Ele está em boas mãos. Agora, eu exijo o direito de ser a primeira a torturar essa coisa. – ela rosnou, apontando para o homem gordo.
- Ele é todo seu, amor. Apenas deixe um pouco para mim. – o moreno praticamente ronronou, se ajeitando em seu trono para admirar ao espetáculo.
Com um sorriso feroz, Lilith acenou com a mão em direção ao sr. Dursley, efetivamente prendendo-o em uma cadeira de metal com algemas.
- Agora... o que devo fazer com você? – ela o encarava, pensativa, o sorriso psicopata nunca abandonando seu rosto, deixando entrever seus afiados caninos. – Ah, já sei! – e, com um novo aceno de sua mão, ela convocou uma das unhas do homem, que se desprenderam da carne esguichando sangue pelo chão do salão.
E assim começaram os gritos. Sons lamurientos e cheios de dor ecoavam pelo recinto, juntamente com o cheiro do medo e sangue, embriagando os sentidos da Kittyara morena, que não pode deixar de sorrir predatoriamente para a sua obra, enquanto, uma por uma, as unhas eram arrancadas das mãos gordurosas do ser asqueroso a sua frente.
- Pare! Pare, por favor! – a mulher com cara de cavalo implorou, as lágrimas caindo pelo seu rosto. Medo cintilou pelos seus olhos quando ela se viu vítima de duas intensas esferas douradas.
- Parar? — a Kittyara sibilou, puro ódio escorrendo de suas palavras como farpas afiadas. – Será que este monstro parou quando o pequeno pediu? Será que você parou quando escutou os gritos e os pedidos de ajuda? Você se importou?! Eu acho que não. – ela concluiu em um rosnado, silenciando ambos os Dursley restantes com um aceno de mão.
Com uma carranca, Lilith voltou a se concentrar no homem gordo a sua frente, voltando a sua tortura com anseio renovado. Foi quando havia terminado com as mãos e estava se dirigindo para começar com os pés que o cheiro acre de urina invadiu os sentidos dela. Sorrindo agora decididamente animada, ela se voltou para encarar aos Comensais da Morte, muitos dos quais possuíam as faces cinzentas e semblantes enjoados. Apenas aqueles do Círculo Íntimo e as criaturas mágicas tinham idênticos sorrisos predatórios em seus rostos. Tom, por outro lado, se retorcia em seu trono, tentando a todo custo esconder sua dolorosa ereção. Tudo o que ele queria naquele momento era sumir com sua companheira e fazer sexo selvagem por horas a fio, mas ele se viu obrigado a conter este desejo e a prestar atenção nas palavras de sua amada.
- Ora, ora. Parece que nosso convidado não teve tempo de perguntar onde era o banheiro. Que pena! – algumas risadas espaçadas ecoaram pelo salão, a maioria proveniente do grupo de vampiros e lobisomens. – Acho que eu terei de lhe ensinar o caminho.
E, com um estalar de seus dedos, um tanque de paredes transparentes e cheio de água apareceu ao seu lado. Muitos dos presentes a encararam sem entender, ao que Lilith apenas riu levemente. Caminhando com passos graciosos, ela encostou a mão na parede de vidro e encarou diretamente aos olhos ônix de Bellatrix, que emitiam um brilho ensandecido e esfomeado.
- Agora Bella. Como você foi uma boa menina e se comportou direitinho eu irei lhe ensinar algo muito legal que eu aprendi durante minha estadia com os trouxas. – Lilith ronronou enquanto os olhos da outra mulher brilhavam com antecipação. – Vejam bem, meus caros Comensais. Eu descobri, durante os meus anos de estudo como uma trouxa, que, nas águas doces de um rio da região amazônica do Brasil, existe um pequeno ser vivo quase imperceptível aos olhos humanos.
Com um novo estalar de seus dedos uma projeção surgiu a frente de todos mostrando o interior do tanque aumentado, onde pequenos e finos pontos negros de não mais que dezoito centímetros se movimentavam de um lado para o outro, parecendo inofensivos.
- Eles não são umas gracinhas?! – mais de uma face encarou a Kittyara como se ela fosse louca. – Enfim, como eu estava dizendo, esses pequenos peixinhos possuem uma habilidade única. – com um aceno de sua mão o corpo gorduroso do sr. Dursley ficou nu e foi suspenso acima do tanque. – Eles têm uma estranha atração para o cheiro da uréia. – ela abaixou a mão e o corpo flutuante submergiu na água até a metade. – E, uma vez que eles sentem o cheiro... – a explicação da morena foi cortada pelos gritos agonizantes do prisioneiro, que se retorcia com angústia excruciante. – Ora, eles são bem rápidos, não? – ela pediu alegremente.
- Como eu estava dizendo antes de ser rudemente interrompida. – Lilith continuou, ignorando os gritos cada vez mais altos do homem no tanque e as várias caras horrorizadas que a encaravam. – Quando estes pequenos seres sentem o cheiro da uréia eles marcham em direção a fonte e entram pelo canal uretral e ânus. Uma vez lá, eles encontram um cantinho quentinho e se fixam confortavelmente. – se possível, os gritos de dor haviam dobrado de volume, enquanto a imagem ampliada agora exibia um daqueles diminutos animais, cuja cabeça havia inchado e se expandido como se fosse um guarda-chuva. A água do tanque começou a se tingir de vermelho.
Lilith riu divertida ante as reações que sua explicação causou. A maioria dos homens haviam se encolhido, segurando suas partes baixas com visível desconforto. Outros estavam verdes e alguns sons de náuseas podiam ser ouvidos perto das pilastras do salão. O próprio Lorde das Trevas se encolheu levemente em seu trono, sua libido parcialmente esquecida. A única que parecia estar apreciando o espetáculo era Bellatrix, que ria loucamente e batia palmas, enquanto dava pequenos pulinhos de excitação. Em determinado momento ela se adiantou e se prostrou aos pés da Princesa Kittyara, encarando-a como um devoto encara a uma Deusa.
- Minha Senhora, perdoe esta minha boca pelas palavras insolentes que eu lhe dirigi mais cedo. A partir de hoje, diante de todas estas pessoas e sobre a minha magia, eu, Bellatrix Lestrange, juro ser eternamente fiel a Milady, protegendo-a mesmo que isso me custe a própria vida. Assim seja. – um ligeiro pulso dourado apareceu ao redor de ambas as mulheres, o sinal claro de um voto mágico.
- Assim seja. – Lilith finalizou, aceitando o contrato mágico que agora as vinculava. Ela então deu meia volta e se sentou no colo de Tom, se remexendo levemente até encontrar uma posição confortável e eficazmente atiçando a ereção dele no processo.
- Confortável? – o homem praticamente grunhiu, tentando evitar a indignidade de gemer na frente de todos os presentes. Aquela maldita mulher ainda seria a sua morte.
- Muito. – Lilith respondeu, sorrindo descaradamente para o desconforto de seu dominante e ronronando satisfeita quando as esferas rubis se fixaram nela cheias de luxúria, nenhum dos dois dando a mínima atenção para os gritos que ainda ecoavam pelo salão. – Eu terminei aqui, por enquanto. Você pode continuar com os seus planos. Irei checar o filhote para ver se tudo está bem. – ela fez menção de se levantar, mas um braço forte ao redor da sua cintura a impediu.
- Não pense que você vai escapar do seu castigo, minha Senhora. – o Lorde das Trevas sussurrou sensualmente em uma de suas orelhas.
- Eu mal posso esperar, meu Senhor. – Lilith sussurrou em resposta, depositando um leve beijo nos lábios convidativos de seu companheiro.
- Antes que eu me esqueça... – Tom continuou em uma voz normal, enquanto liberava a cintura dela. – Enviei ao jovem Malfoy aos nossos aposentos. Parece que ele sentiu o chamado de ajuda de seu companheiro na noite passada. – ele sorriu satisfeito quando realização floresceu no rosto belo de sua companheira.
- Então o vulto que passou por mim era isso... – assentindo distraidamente, a jovem Kittyara se ergueu do seu acento confortável e rumou para as portas do salão com uma expressão pensativa em seu rosto. Quando as portas se fecharam novamente atrás dela, Tom se voltou para seus seguidores, que haviam se aproveitado daquela pequena troca de palavras entre seus Senhores para se recomporem.
- O Círculo Externo está demitido. Mantenham os olhos abertos para qualquer movimento por parte do exército da Luz e continuem com o treinamento. Àqueles do Círculo Interno, nós estaremos realizando uma reunião logo depois do café da manhã.
Quando todo o seu Círculo Externo deixou o salão, Voldemort se voltou para os seus convidados, os dois Lordes Youkais incluídos, que se mantiveram afastados, observando tudo das sombras.
- Vocês são bem vindos a participarem da reunião. Sinto que nos beneficiaremos muito com o seu conhecimento. – um assentimento foi toda a resposta que ele recebeu.
- Meu Senhor. – Rabastan Lestrange se aproximou, fazendo uma pequena reverência ante o homem de olhos vermelhos. – O que devemos fazer com eles? – ele acenou para os três trouxas, o homem gordo ainda gritando e se debatendo dentro do tanque agora completamente vermelho.
- Leve-os para as masmorras e cuide para que eles permaneçam vivos. Ainda não terminei e eu sinto que não sou o único que vai querer o sangue deles. – e assim dizendo o Lorde das Trevas fez sinal para que seus convidados o seguissem para fora do salão.
Notas finais
Postando um pouco mais cedo do que o usual.
Só pra constar: o peixe pequeno citado nesse capítulo realmente existe. Ele é conhecido como Candiru ou peixe-vampiro (só o nome já diz tudo, né?).
Enfim, espero que vocês apreciem esse capítulo (não liguem para a veia psicótica da autora, por favor).
Infelizmente talvez eu demore um pouco mais para postar o próximo (semana de provas, projetos, trabalhos e tals)... Vida de faculdade é o Ó. -.-'
Bjus, bjus para todos!
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