Notas iniciais
Olááááa... Gente, MIL DESCULPAS! Sério mesmo! Acho que eu estou com energias muito negativas em cima de mim. Além da minha vida agitada, minha Internet resolveu brincar com minha cara e passar quase 5 dias sem funcionar. Isso mesmo, eu estava sem internet, e quase morrendo por que queria dar notícias a vocês. Bem, problemas a parte, aqui está mais um capítulo da Fic. Espero que gostem.

Theodore Grey POV

Fiquei ausente da minha sala por mais ou menos 4 horas e quando volto, me deparo com meu amigo Max no maior clima com Megan. E pior, ele já tinha a convidado pra sair.

Depois do almoço, eu e Max começamos nossa reunião. Eu o conhecia desde criança, e hoje, ele era meu parceiro nas empresas Grey Enterprices.

– Bom, se já acertamos tudo, podemos mudar de assunto? — Max diz impaciente.

– Claro, como anda a vida meu amigo? — pergunto, guardando os documentos espalhados pela mesa.

– Estou bem, mas, na verdade, queria falar sobre sua secretária. — Max diz e eu congelo.

Ele queria falar sobre Megan. Merda!

– O que quer falar sobre ela? — pergunto, em um tom mais sério.

– Ela é uma menina encantadora. — Max diz e eu concordo.

– Ela é. — digo, fazendo uma cara de poucos amigos.

– E muito determinada. — Max diz sorrindo maliciosamente.

– Onde você quer chegar com esse papo? — pergunto irritado e ele me olha assustado. Até eu me assustei. Por que eu estava tão incomodado?

– Ei, calma cara. Não precisa ficar na defensiva. — Max diz e eu bufo.

– Não estou na defensiva. — digo.

– Se não está na defensiva, você está com... ciúmes?! — Max diz gargalhando e aquilo me tira do sério.

– Não estou com ciúmes. Não fale besteiras. — digo.

– Então quer dizer que eu tenho carta branca para investir? — Max pergunta e eu sinto meu coração acelerar. O que diabos estava acontecendo comigo?

– Se você quiser... mas não sei se vai conseguir algo. Ela está focada no seu futuro. — digo tentando parecer convincente.

– Eu sei disso. — Max diz se levantando e me olhando determinado. — E eu pretendo fazer parte dele. — ele diz e saí da sala.

Merda, merda, merda! Ele iria atrás de Megan. E no fundo, eu tinha odiado essa ideia.

Megan Martin POV

Meu coração estava a mil. Max tinha me enviado um lindo buque de rosas vermelhas, e um singelo cartão que me fez derreter.

Sim, eu realmente estava interessada nessa homem.

– Bom... Será que agora você vai me dizer quem enviou essas flores? — Denise pergunta, roubando minha atenção e um sorriso sapeca.

– Hoje eu conheci um cara no escritório. Conversamos bastante e ele me levou para almoçar. — digo e Denise me olha espantada.

– Ai meu Deus. Como assim? Conta tudo. — ela diz e eu começo a rir.

– Okay, calma. O nome dele é Max Campbell. Ele é um grande colaborador da empresa e também amigo de Theodore. — digo.

– Se é amigo de Theodore Grey já sabemos que é um partidão. — Denise diz e eu concordo.

– Eu estou chocada. Sério. Eu não esperava receber flores depois de um almoço. — digo sorrindo boba.

– Esse cara ficou realmente interessado... Mas e você? — Denise pergunta e eu sinto minhas bochechas queimarem.

– Sim. Eu fiquei. Ele é... não consigo explicar, apenas me senti muito bem com sua companhia. Isso é um bom sinal não é? — pergunto confusa e Denise sorrir.

– Claro que é amiga. Isso é ótimo. Finalmente você conheceu uma pessoa que possa te fazer muito feliz. — ela diz e eu concordo.

– Mas não vou criar esperanças. Vou ficar na minha e ver o que vai rolar. — digo e Denise vai em direção a cozinha, pegando duas canecas de café quente.

– Concordo com você. Mas agora falando sério, como ele descobriu seu endereço? — ela pergunta sorrindo.

– Não tenho a mínima ideia. Deve ter sido na empresa, não sei. — digo, pegando uma das canecas.

Acordo sentindo a brisa entrar pela minha janela. Um sorriso bobo novamente aparece no meu rosto, sinal que eu tinha me lembrado de ontem.

Efeito Max Campbell. Minha consciência grita e dessa vez eu concordo com ela. Esse homem tinha mesmo mexido comigo.

Levanto e faço minha higiene. Estou saindo do meu quarto já pronta para mais um dia de trabalho, quando Denise abre a porta do seu quarto ainda de pijama.

– Toma. Não tô afim de sair de casa. — ela diz, me jogando as chaves de seu HB20.

– Obrigada. — digo, já saindo de casa.

As ruas de Seattle estavam agitadas mesmo com uma manhã fria. Entro na empresa rapidamente e vou para meu andar. Começo meu trabalho, e pouco tempo depois, Theodore me chama em sua sala.

– Olá, bom dia. — digo ao entrar.

Theodore estava como sempre. Lindo, charmoso e elegante. Um frio corre por minha espinha.

– Bom dia senhorita Megan. Como você está? — ele me pergunta em um tom divertido.

– Estou bem. — digo e me sinto incomodada de perguntar o mesmo para ele.

– E como foi o almoço com Max ontem? — Teddy pergunta e eu o encaro receosa.

Sério que ele queria falar disso? Que chefe fala com sua assistente sobre encontros?

– Foi bom. — digo mais séria, querendo cortar logo esse assunto.

– Fiquei triste por você ter me trocado. — Teddy diz e meu coração congela.

Ter lhe trocado? O que ele queria dizer com aquilo?

– Eu não entendi o que o senhor quis dizer. — digo timidamente.

Theodore levanta e vem em minha direção, ficando frente a frente comigo.

– Nosso almoço não foi agradável o suficiente? — ele pergunta e eu encaro seus lindos olhos azuis. Droga!

– Eu... não... não sei o que dizer. — minha voz falha e eu perco a respiração quando ele se aproxima ainda mais.

Seu nariz estava praticamente colado ao meu. Seu hálito quente batia contra meu rosto. Fecho os olhos devagar, totalmente entregue a aquele momento.

Ele iria me beijar. Ali e agora. Tudo se encaminhava para isso, quando alguém bate na porta.

Em um ato involuntário e culposo, o empurro para longe. Teddy me olha assustado e eu sinto todo o meu rosto queimar. Merda, merda, merda.

– Pode entrar. — Theodore diz e a porta é aberta por Max.

Perco meu fôlego novamente ao vê-lo ali. Será que ele tinha visto alguma coisa?

– Bom dia. — ele diz, dando um beijo leve na minha bochecha e apertando as mãos de Theodore.

– Bom... eu, eu preciso voltar para meu trabalho. Com licença. — digo, saindo da sala.

Minhas pernas estavam trêmulas, assim como minhas mãos. O que diabos eu tinha feito? O que diabos Theodore tinha feito? E se Max não tivesse aparecido? Perguntas que eu não queria descobrir a resposta.

Notas finais
E ai, gostaram? Queria saber o que vocês estão achando dessa fic. Da história, do enredo, dos personagens, etc. Beijão, e até o próximo. PS: Não, eu não vou abandonar essa fic, eu prometo. Apenas tenham paciência. Logo logo minha rotina vai estar estabilizada e eu vou voltar a postar todos os dias. Obrigada.