Notas iniciais
Xente... COMO ASSIM DLS RECEBEU MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES? *---------* PQP VOCÊS SÃO OS MELHORES LEITORES DO MUNDO, JURO ♥ Thatagleek e K2Phoenix muuuuuuuuuuito obrigada pelas lindas recomendações! De verdade, adorei le-las e me inspiraram a escrever a tentar caprichar nesse capítulo.
Demorei novamente, mas não tem jeito minha gente: não tenho tempo mesmo. E eu demorei mais ainda porque passei por uma super crise de inspiração. Comecei até a escrever outra história, mas pra DLS não me vinha nada na cabeça. Aí ontem toda a inspiração voltou e eu escrevi esse capítulo inteirinho. Infelizmente só tive tempo de postar agora, então...
Espero que vocês aproveitem a leitura, e obrigada por serem sempre tão pacientes! *-* ♥

Rachel chegou ao colégio mais avoada do que o normal. Se alguém perguntasse, ela diria que era porque finalmente a sexta-feira havia chego. Porque estava um frio de rachar os ossos. Porque o Baile de Inverno se aproximava e ela ainda não tinha um par. Mas só ela sabia a verdadeira razão por trás de seus olhos desfocados e a sua mente nas nuvens: Faltavam cinco dias para Finn estar de volta e ela ainda não sabia dizer ao certo como se sentia em relação a ele.

Sentia sua falta, é verdade, mas também sentiria a falta de Quinn, Tina ou Santana se elas se ausentassem por tanto tempo. A presença constante de Finn havia se tornado parte de seu cotidiano e o último episódio na cabana havia colocado uma cortina de névoa em sua mente: Se antes Rachel Berry sempre tivera certeza absoluta de cada passo que dava, agora ela estava desorientada. O que isso significava ela não saberia dizer, mas tinha certeza que quando Finn voltasse, voltaria exigindo um posicionamento. E como ela própria odiava a sensação de suas emoções a deixarem tão perdida e vulnerável, era bom que ela se decidisse. E rápido. Naquele momento, tudo o que Rachel queria era algum sinal que indicasse qual caminho seguir.

Franziu as sobrancelhas ao perceber um alvoroço mais à frente, no portão que levava ao prédio de tijolos expostos onde se encontravam as salas de aula. Algumas garotas se acotovelavam nas janelas das salas de aula, outras trocavam risinhos com as amigas, e, um pouco mais a frente, no seu ponto de encontro de todas as manhãs, Quinn, Tina e Santana pareciam um pouco embasbacadas. Ela apertou o passo, tentando chegar o mais rápido possível ao aglomeramento de pessoas que formavam um círculo em frente ao portão. Conforme se aproximava, o círculo foi se abrindo, dando passagem à ela. Rachel sentiu o coração disparar, sabendo que todo o alvoroço estava diretamente ligado à ela. Recebeu das garotas todo o tipo de olhares: Do incentivo à inveja, passando pela admiração e reconhecimento. Ela entendeu todos os olhares assim que avistou o motivo do burburinho: No centro da roda, seu nome estava escrito com um cordão de pérolas. Pétalas de rosa da cor roxa adornavam cada letra, que deveriam ter aproximadamente um metro de comprimento. Rachel parou em frente à elas, olhando embasbacada para o feito. Após alguns segundos, ouviu um barulho do alto de um dos prédios alaranjados e levantou seu olhar.

Lá, no alto do prédio, ouviu uma voz cantar as primeiras notas de My Girl, do The. Não era necessário ver o rosto para saber quem era o dono daquela voz aveludada; ainda assim ela não pode evitar que seu coração saltasse em resposta à visão do rosto dele. Então o garoto saltou da cobertura do prédio direto para o batente de uma das janelas, fazendo algumas garotas ao seu redor soltarem gritinhos assustados. Ele fez isso mais uma vez, sem deixar de cantar, fazendo parecer tão fácil quanto andar de bicicleta. Quando a música chegou ao seu refrão, outros garotos do Carmel foram surgindo de diversas direções, acompanhando o colega em sua canção. As garotas gritavam, como se aquela serenata perigosa fosse destinada à elas e não à Rachel que, por sua vez, ainda não havia se movido nem um milímetro. O garoto continuou cantando as últimas palavras, pulando de um dos batentes para um chão com um baque surdo, aproximando-se dela com um sorriso que poderia tirar o ar de uma garota desavisada. E foi somente quando a música acabou, os garotos da Carmel se dispersaram, e aquele garoto em especial tomou sua mão nas dele, que Rachel reparou que estivera segurando o ar durante toda a apresentação. Permitiu-se finalmente soltar todo o ar em uma lufada só, fazendo ele rir aquela risada rouca que poderia facilmente estar em um comercial de pasta de dente. E então ela disse a única palavra que veio à sua mente no momento.

- Jesse...

- Oi Rach. – Ele alargou o sorriso, sem soltar as mãos dela. Rachel dirigiu o olhar para Quinn, que parecia tão surpresa quanto ela própria. Ver Jesse depois de todo esse tempo era quase irreal, como ver um fantasma. E como se pudesse ler seus pensamentos, ele continuou, mantendo o tom de voz baixo para preservar a conversa de ouvidos alheios. – Eu sei que faz um tempo meu amor... Sei que sumi e sei que não te dei noticia nenhuma. E só o Senhor sabe o quanto foi agonizante passar esse tempo longe de você. Mas eu precisei me preparar para as provas do fim de ano. Você sabe que eu preciso de notas brilhantes pra conseguir entrar em alguma das universidades da Ivy League. Mas você é minha namorada e eu...

- Desculpe... Como¿ — perguntou a garota, certa de que havia ouvido errado. Namorada¿

- E-eu sei que o meu silêncio poderia facilmente ter sido interpretado de forma errada. Como um término, por exemplo. Eu te perdoo, Rachel, te perdoo caso você o tenha entendido dessa forma. Mas eu nunca terminei com você. Durante todo esse tempo que estive me dedicando ao meu futuro, ao nosso futuro, eu estive pensando em você como minha namorada. Estive pensando em voltar pra você. Porque... Rachel... Você é a minha princesa, se lembra¿

- Jesse... – Rachel tentou dizer algo, qualquer coisa que criasse tempo para a sua cabeça se organizar um pouco, mas Jesse selou os lábios dela com os seus. Algumas garotas suspiraram ao seu redor, e Rachel não pode evitar sentir um pequeno calor dentro do peito. Um calor familiar. Deus, ela não percebia o quanto estivera acostumada a ter isso nos últimos tempos. O quanto sentira falta da sensação de pertencer a alguém.

- Rachel... – ele disse, após afastar seus lábios dos dela. – Eu sei que eu errei ao não te avisar sobre o tempo que precisaria para mim, mas eu tive medo de não conseguir me afastar caso eu lhe procurasse mais uma vez.

“Então porque foi embora justo quando brigamos¿ No dia em que completamos um ano juntos¿ No dia em que não me senti preparada pra você¿” ela sentiu vontade de berrar, mas não o fez, pois no momento seguinte Jesse havia se ajoelhado em frente a ela. Tirou do bolso uma caixinha de plástico que ela sabia exatamente o que continha. Sua suspeita se revelou verdadeira no momento em que ele tirou a tampa prateada da caixa, revelando um bouquet com rosas roxas.

- Pedido de Baile! – gritou uma das garotas que se encontravam mais perto de Rachel e Jesse, fazendo as outras se alvoroçarem e um muxoxo explodir entre as garotas.

- Rachel Berry, — continuou Jesse, abandonando o tom de voz plácido e praticamente gritando para que todas as colegas de Rachel pudessem ouvi-lo. – Sei que rosas são as suas flores prediletas e que roxo é sua cor preferida, por isso eu pintei essas rosas, pétala por pétala, para criar algo tão belo e único quanto você. Por favor, você aceitaria ir ao baile comigo¿

O peso da resposta de Rachel continuava ecoando em sua mente mesmo após o término do último período de aulas. “Eu não sei Jesse. Eu não sei”. Rachel lembrava-se de ter corrido para longe dele, em direção ás amigas que a ampararam até a sala de aula e o resto do dia havia passado como um borrão. Se antes já estava confusa sobre que direção seguir, agora a situação estava completamente fora de controle. Sua mente estava tomada por Finn, Jesse, o Baile, a Cabana... coisas tão opostas e que de alguma forma haviam se tornado parte da vida dela com igual importância.

- Você sabe que não pode aceitar. Isso é absurdo! – bradou Santana, batendo com força a porta do armário do vestiário onde as garotas se vestiam após a aula de Ed. Física. Rachel a ignorou, continuando a vestir a blusa por cima do sutiã preto. – Rachel, o cara simplesmente sumiu por mais de um mês e agora mele volta querendo encontrar exatamente o que deixou¿

- Ele disse que andava muito ocupado com os estudos. – pontuou Tina, penteando os longos cabelos negros.

- E quem fica muito ocupado para a própria namorada¿ E, se ele realmente sabia que ficaria tão ocupado, por que não avisa-la¿ A história toda soa como farsa. Ele deve ter se estressado por causa do que aconteceu no aniversário de namoro de vocês e resolveu tirar um tempinho pra ele, mas sem te avisar, assim ele poderia continuar te enrolando futuramente. Você é realmente tão inocente, Tina¿

- Você é amarga e cética, e eu me recuso a não ver o lado bom das pessoas, como você. – respondeu, nervosa. Depois, suavizando a expressão, virou-se para Rachel. – Amiga, o que ele fez foi realmente lindo. Nenhuma de nós ganhou um pedido de baile tão romântico e cinematográfico. Ele parecia saído de uma comédia romântica, cantando para você enquanto escalava o prédio da escola. Além disso, ele tem sido o seu namorado por mais de um ano.

- É, exceto por esse mês que ele resolveu nem ao menos dar as caras e sabe-se lá onde é que a cara dele estava enfiada. – Zombou Santana. Tina a ignorou, o rosto pálido ficando corado pelo esforço de conter a irritação.

- Ele pintou aquelas rosas de roxo, pétala por pétala...

- Ah meu Deus, Pollyana moça, roxo nem ao menos é a cor predileta da Rachel. É azul. O cara nem sabe de que cor ela gosta! – disse Santana, pegando sua bolsa e saindo do vestiário.

- São cores muito parecidas! – explodiu Tina, a seguindo.

Rachel sentou-se no banco do vestiário, segurando a cabeça entre as mãos. Após alguns segundos, sentiu o braço de Quinn ao seu redor e levantou o rosto, sorrindo um sorriso exausto para a amiga.

- Tê-las é como ter o anjinho e o diabinho que ficam nos ombros dos personagens de desenhos. O único problema é que eu não sei quem é quem. – disse Rachel, e Quinn sorriu para ela.

- Eu entendo como deve ser difícil. O que você vai fazer, Rach¿

Rachel deu de ombros, suspirando.

- Eu não faço a mínima ideia. – admitiu, mordendo os cantos da bochecha. – Por um lado tem o Jesse. Tina está certa, ele foi meu namorado por mais de um ano e foi um ótimo namorado. Nós dois nunca havíamos brigado até aquela noite e eu não tenho motivos para duvidar de qualquer coisa que ele diga. Quando ele me beijou hoje, eu senti uma sensação familiar, acolhedora. Mas por outro lado tem o Finn. Eu não faço a mínima ideia do que nós temos e eu realmente sei do quanto seria difícil tornar isso público. Além disso, ele não é o tipo de cara que procura por algo sério. Eu seria tola em me iludir com o pensamento de que um dia Finn fosse me pedir para ser a sua namorada. Apesar disso, quando ele me beija eu... Derreto. Viro manteiga. Me sinto mais viva, como se eu só estivesse esperando por um toque dele pra desabrochar. A chama acolhedora que o Jesse me proporciona não é nada perto do incêndio que o Finn é capaz de causar. Eles são completamente opostos, Quinn, e eu me vejo tão envolvida com os dois... Eu não sei o que fazer.

Quinn abraçou mais apertado a amiga, sorrindo para si mesma ao constatar a quem o coração de Rachel pertencia. Ela já sabia, mas também sabia que a amiga tinha que descobrir por si própria. Traçar o eu próprio caminho. Para julga-la, já bastavam Tina e Santana.

- O meu papel é te apoiar Rach, em qualquer decisão que você tomar. Mas é importante que você se decida. A Rachel Berry que eu conheço por toda a minha vida nunca se deixa abalar dessa forma. Nunca deixa nada interferir nas suas certezas, por mais complicado que seja. Além disso, essa história não envolve só você. Você tem dois caminhos. É inevitável que o seu caminho se separe, eventualmente, de algum deles e se junte a outro. Mas que essa decisão seja rápida, pois a única a se machucar aqui é você.

Rachel assentiu, mordendo a bochecha novamente. Quinn estava certa: Rachel Berry não deixava nada bagunçar os seus planos. E estava na hora de colocar a sua vida nos trilhos novamente.

A decisão parecera tão certa há cinco dias atrás, quando ela ainda estava distante de tudo o que a cabana representava. Mas ali, dentro dela, esperando pela chegada de Finn, a mente de Rachel voltou à bagunça habitual dos últimos dias. Rachel sentira tanta falta daquele lugar: onde ela havia deixado seus pudores de lado pela primeira vez. Onde ela e Finn trocavam confidencias. Onde ela quase havia se entregado completamente a ele. Mordeu os lábios, sentindo as lembranças mais vividas do que nunca. Seu coração batia forte dentro do peito. E quando ouviu o barulho de passos esmagando as folhas secas da floresta, suas pernas começaram a tremer um pouco. Cinco segundos depois, a porta da cabana foi aberta por um Finn Hudson parecendo nervoso. Tão nervoso quanto ela. A expressão nos olhos dele se suavizou quando eles caíram sobre os olhos dela, sendo substituída por algo caloroso. Carinhoso. O sorriso no rosto se alargou e ela não pode evitar sorrir um pouco também, mesmo sabendo porque havia dirigido com tanta relutância até ali. E, mesmo com o aperto no peito crescendo a cada segundo, ela também não pode evitar dizer o nome dele e correr até os seus braços, mal dando tempo pra que ele fechasse a porta. Rachel fechou as pernas em torno das costelas de Finn, o abraçando o mais forte que conseguia e sendo correspondida.

- Como eu senti a sua falta, Berry... Senti tanto a sua falta que quase me esqueci de como você é dramática.

Rachel riu um pouco, sentindo-se ser colocada no chão mas se negando a solta-lo. Encostou o rosto na curva do pescoço dele, sentindo o seu cheiro de roupa limpa, aproveitando cada segundo sabendo que seriam os últimos. Finn apoiou o queixo no topo da cabeça dela, aspirando seu aroma de shampoo de morango, o coração falhando uma batida por minuto. Colocou uma das mãos no bolso, sentindo o papel que parecia pesar uma tonelada.

- Finn... – ela começou, se afastando dele. Foi só naquele momento que Finn reparou como o olhar dela tinha uma sombra de agonia. Mas ele a calou, colando seus lábios nos dela levemente, certo de que aquela sombra sumiria assim que ele lesse as palavras no papel.

- Se senta, por favor. – ele pediu. – Eu tenho... tenho que te falar algo.

- Eu também tenho, Finn.

- Me deixa falar primeiro. Por favor.

Rachel assentiu, relutante, e sentou-se no velho sofá. Viu Finn caminhar até o canto da cabana e só então reparou em um violão encostado na parede pichada. Sentiu-se ainda mais nervosa quando ele pegou o violão nos braços, parando em frente a ela e começando a dedilha-lo enquanto cantava, simultaneamente.

Eu nunca fui bom nisso, não levo jeito pra dizer
Que vai dar tudo certo e nenhum desastre vai acontecer

Eu tenho os meus problemas e a certeza que você tem os seus.
Quem sabe a gente aceita todos eles, juntos, só dessa vez?”

Não há nada em nossa frente
Não há nada que seja prejudicial

Eu sei que só vejo números no total
Mas se quiser alguém pra te fazer sorrir
É só olhar pro lado que estou aqui”

“Se for pra tudo dar errado
Quero que seja com você

O que podia ser, sempre vai ser melhor que é.
As possibilidades vão perseguir o que a gente escolher

Vamos perder a calma pra encontrar 3 dias depois
No meio da saudade de nunca ser menos que nós
dois“

“Se eu tiver sua mão
Eu vou retirar meu coração
Daquele leilão na cidade
E eu vou me dedicar
Pra que nunca aconteça nenhum azar;
E a partir dali estará valendo”

Finn terminou a música, observando a reação de Rachel. Ela parecia atônita, as mãos sobre a boca.

- Eu... Eu acho que te surpreendi né? – ele riu, nervoso, e soltou o violão. Se aproximou do sofá, abaixando-se na altura dela até que o seu rosto estivesse no mesmo nível que o da garota. – Rachel... essa música... foi algo que eu escrevi. Escrevi enquanto estávamos longe um do outro. Cada dia que eu passei sem te ver foi uma tortura e aí eu reparei o quanto eu te amava. E eu tentei fugir, meu Deus, como eu tentei. Eu me sentava toda noite pra escrever, debaixo daquelas estrelas que me lembram absurdamente você, e tentava escrever sobre alguma coisa, qualquer coisa que não fosse essa garota prepotente que virou todas as minhas certezas ao avesso. Mas não importava, Rachel... Não importava se eu escrevesse uma palavra, um texto, uma música, uma frase, porque tudo sempre terminava em você... (N/A: Meu namorado me falou isso um dia, me marcou pra caramba, então ta aí créditos pro mozão HAUAHUHA) Eu cansei de fingir. Eu sei que é rápido, mas eu sempre achei que essas coisas de amor fossem assim mesmo... E eu te amo, Berry. Pra caralho.

Finn terminou seu monólogo e olhou ansioso para Rachel, a espera de alguma resposta. Observou os olhos da garota marejados e a ouviu soluçar antes que as lágrimas começassem a cair sem parada. Abraçou a garota, tentando não demonstrar o quanto não esperava uma reação como aquela. O quanto estava amedrontado de ter colocado tudo a perder.

- Eu espero que essas lágrimas sejam de felicidade. – disse Finn, assim que ela se acalmou, dando um riso fraco para Rachel.

Ela retorceu os lábios, os olhos voltando a se marejarem.

- Finn... Eu estou namorando.

Notas finais
Migs, óbvio que eu não escrevi essa maravilha de música. Ela é a junção de duas músicas fofissimas: O Calcuista - Supercombo (banda desconhecida e eu NUNCA vou entender porque); e Se For Pra Tudo Dar Errado - Tópaz (vejam o clipe e chorem eternamente comigo). Reviews? Recomendações? O Evan Peters de presente? hihihihi
Beijos ♥
Ah é, e antes que me esqueça... DLS está acabando minha gente. Tenho mais 2 capítulos e provavelmente um capítulo bônus. Mas não se esqueçam que vai ter DLS II (Quick como casal principal, porque a Waal merece ♥) e eu realmente to escrevendo outra fic Finchel. Vou dar uma dica: ela já esteve por aqui antes... Tchananananan.