Notas iniciais
Genteeeeee, eu fiquei tão animada com o número de reviews que recebi que já vim aqui postar o outro capítulo hihi Muito obrigada, me divirto muito lendo o que vocês escrevem! HAUAHAUAHUAHAUAH
SpiderGirl, pf me apresente seus amigos gays! HAUAHAUHA e gercisales muito obrigada por ter deixado uma review em cada capítulo apesar de ter começado a acompanhar quando a história já estavam em andamento!
Agora, dona Wal... porque te gosto baxtante eu resolvi não colocar Quick aqui. Nanão. Quick vai ser um spin-off de Dirty Little Secret, ou seja, dedicarei uma mini fic para Quick porque tu foi muito boazinha postando Blessed pra mim hihi ♥
Agora, boa leitura amores!

O limpador de piscinas esforçava-se muito para manter os olhos no seu bastão (N/A: Gente, sem pensar besteiras, ISSO É UMA FIC DE FAMÍLIA!!!) e nas águas claras da piscina dos Berry. Era uma tarefa árdua quando a filha mais velha... Como era o nome dela mesmo? Raquel? Gabrielle? Enfim, não importava... O que importava era que a garota havia resolvido aproveitar aquele que seria, provavelmente, o último dia de calor do ano e chamado suas amigas para dar um mergulho (era como os ricos chamavam as longas tardes que passavam sob o sol, refrescando-se ocasionalmente na piscina). Provavelmente havia se esquecido que hoje era o dia em que ele limpava as piscinas. Enfim, Jake Puckerman não se importava por ter sido esquecido. Não quando as quatro garotas estavam usando biquínis e tomando sucos em canudinhos logo à frente dele, parecendo bastante entretidas numa conversa. A garota loira o olhou e sorriu, com o canudinho entre os lábios. Ele sorriu de volta, deixando que seu olhar percorresse o longo corpo de tez leitosa, que parecia ser realmente macio. Imaginou como seria tocá-la, e gostou muito da idéia. Aquela seria uma tarde bastante proveitosa.

- Quinn? – disse Tina, observando a amiga sorrir como uma idiota para o garoto musculoso que limpava a piscina. Quinn pareceu despertar de seu jogo de sedução vespertino e piscou os olhos claros, como se tentasse focalizar o mundo ao seu redor além dos bíceps do garoto, olhando para a amiga logo em seguida. – O que você está fazendo? – inquiriu, em uma voz esganiçada. A loira deu de ombros, sorrindo para o limpador de piscinas mais uma vez e depois focando-se no relato de Santana.

-... E então nós dois vamos ao Baile de Inverno e eu realmente pretendo pegar esse garoto de uma vez por todas. O Sam é um pouco devagar e pode ter uma boca meio grande demais, mas acreditem... aquela boca é o paraíso molhado que toda garota precisa. E Santana Lopez a quer só pra si.

Quinn pareceu se esquecer completamente do limpador de piscinas ao ouvir a palavra “baile” sendo mencionada. Dando um gritinho excitado, começou a bater palmas.

- Eu tenho quase certeza que o Artie vai me convidar para ir ao baile com ele!

Tina e Santana trocaram olhares assustados.

- O Artie não é tipo... seu primo?

Quinn deu de ombros.

- O que importa é comparecer ao baile. E não precisamos ir ao baile como um casal. Podemos ir como amigos.

Rachel fez um ruído ao sugar seu suco, batendo com força o copo na mesa de madeira do jardim, atraindo a atenção das três amigas para si. Santana, Tina e Quinn pareceram arrependidas de terem tocado no assunto do Baile de Inverno perto dela.

- Desculpa, Smurfette. Tinha me esquecido... – disse Tina, abraçando Rachel. Rachel deixou que a cabeça caísse no ombro da amiga, um pouco triste.

Quinn fez um biquinho, acariciando o braço de Rachel.

- Eu achei que você estava bem agora. Com o Finn e tudo mais.

Rachel sentiu-se agitada ao ouvir o nome de Finn sendo mencionado, mas tratou de ignorar a sensação – sensação que havia aparecido muito no último mês.

- Eu e Finn temos um acordo, só isso. Nada mais.

A verdade é que desde a primeira noite na cabana as coisas haviam mudado um pouco entre os dois. Rachel e Finn haviam ficado mais próximos. A implicância entre ambos ainda estava ali, mas Rachel ousava dizer que agora as criticas haviam assumido um tom mais leve. De brincadeira. Além disso, eles costumavam passar horas conversando após as lições. Às vezes abraçados, ou encostados um ao outro. Sempre se tocando. Finn tinha razão sobre a cabana: eles podiam ser eles mesmos ali. Podiam se esquecer da diferença entre seus mundos – suas personalidades, criações, o fato de não terem amigos em comum. Estar tão longe de tudo era libertador. Terapêutico. Os dois haviam partilhado sonhos, desejos, medos e músicas ali como se fossem iguais.

Rachel havia descoberto que o pai de Finn tinha morrido na Guerra, e que a mãe o criara sozinha. Ele tocava baixo e compunha músicas. Podia dizer as constelações sem se confundir nem um pouquinho. E, acima de tudo, amava História.

- Quando eu era menor, queria ser professor. – havia dito ele, numa noite, apoiando Rachel em seu peito nu.

- E porque não quer mais? – sussurrou ela, passando os dedos pela barriga lisa de Finn.

- Ser um professor... Ser bom em História... Não é uma coisa que combine comigo, Rachel. Isso acabaria com a minha reputação.

Rachel sorriu. Era tão estranho falar em reputação ali na cabana, onde isso importava tão pouco.

- Você sabe Finn, um dia o que fomos no colégio não importará mais.

Finn pareceu mais quieto e pensativo depois disso, mas Rachel não tinha certeza se o tinha afetado de alguma forma. Era difícil ter certeza com Finn.

Além de terem se tornado mais próximos, quase amigos, ir à cabana para as lições havia se tornado um ritual. As lições nunca mais haviam mudado de lugar. A cabana havia se tornado, de uma forma estranha e nada romântica, o lugar deles.

- Você sabe, o baile nem importa tanto assim. – disse Tina, prestativa, tirando a amiga de seus devaneios. Rachel sorriu para a amiga, concordando, mas ela sabia que isso era uma mentira.

O Baile de Inverno era uma tradição do Colégio Carmel e a festa mais aguardada todos os anos pelos veteranos de Lima – sendo eles de Carmel ou não. No círculo de Rachel, era praticamente um rito de passagem obrigatório. Não ir ao Baile de Inverno era o mesmo que se excluir socialmente pelo resto do ano.

Rachel não havia se preocupado muito com isso até então. Antes, por ser namorada de Jesse, tinha o convite praticamente garantido. Mas agora que ela e Jesse haviam terminado e o baile estava cada vez mais próximo, ela começava a se exaltar um pouco. No começo, o lado autoconfiante de Rachel mantinha acesa a chama da esperança de que Jesse ainda a convidaria para o baile. Afinal, já fazia um tempo que os dois haviam terminado e ela não ouvira falar sobre Jesse seguindo em frente com nenhuma outra garota. Ela era a escolha óbvia como acompanhante. Mas conforme o tempo foi passando e Jesse não deu noticia alguma, o lado esperançoso dela foi se esvaindo e agora era praticamente inexistente.

Encheu novamente seu copo com suco, enquanto Santana e Tina engatavam em uma conversa sobre a lentidão dos garotos em tomar qualquer iniciativa. Quinn enrolava uma mecha do cabelo nos dedos e sorria com um biquinho nos lábios. Rachel a olhou, franzindo a sobrancelha. Estranha.

__________ x ______________x__________x__________x__________x__________________

Finn sorriu ao sentir Rachel tremer levemente sobre seus dedos. Ela estava praticamente nua, embaixo dele, enquanto suas mãos brincavam com o mamilo já excitado da garota. Ele havia aprendido a forma como Rachel gostava de ser tocada: com delicadeza. Subiu seu olhar até o rosto dela, observando sua feição de deleite. Sua boca estava entreaberta, os olhos fechados, e as bochechas ruborizadas com força. Ele posicionou-se melhor entre as pernas dela, de modo que sua ereção causasse certa pressão no clitóris de Rachel, e posou a boca em um de seus seios. Com a língua, voltou a brincar com o mamilo entusmecido e empurrou seu quadril em direção a ela quando ouviu seu nome escapar dos lábios de Rachel.

Finn subiu os lábios até os dela e a beijou, sedento. Ela correspondeu ao beijo na mesma intensidade, rodeando as pernas em seu quadril e arrepiando-o ao arranhar sua nuca. Ele deixou que as mãos passeassem livremente pelo seu corpo, sentindo as coxas torneadas que tanto o provocavam. Quando seus dedos agarram as nádegas de Rachel, ela arfou, incentivando-o a continuar as carícias. Finn tirou seus lábios dos dela, descendo para o pescoço de cisne. Ela cheirava algo como jasmin, e ele havia se habituado ao cheiro dela, por mais que odiasse admitir. De vez em quando, se pegava comparando os cheiros de outras garotas ao cheiro de Rachel. As outras garotas não cheiravam tão bem quanto ela.

- Você está me deixando louco, Rachel. Perdido.

Inebriada pelos toques de Finn, Rachel mal sentiu quando as mãos dele, ousadas, se moveram para a sua calcinha. Foi só quando um dos dedos dele tocou sua intimidade, que ela percebeu suas intenções. A sensação do dedo de Finn pressionando seu clitóris era boa, deixando a respiração de Rachel suspensa no ar. Uma parte dela queria mais. Mas, como das últimas vezes, o seu medo ganhou.

- Finn. – chamou ela. Finn levantou o rosto em direção ao dela que, nervosa, sugou o canto das bochechas. – Não.

Ele assentiu com um movimento leve de cabeça, retirando os seus dedos do meio das pernas dela e acariciando o seu rosto. Ele e Rachel estavam mais próximos agora, mas ela ainda deixava que alguns medos tomassem conta de suas atitudes. Há algum tempo Finn vinha tentando avançar um pouco mais as coisas com ela, mas Rachel sempre dizia não. O velho Finn, do começo do acordo, talvez tivesse se imposto um pouco mais sobre ela. Mas a verdade é que desde a primeira noite na cabana sua atitude em relação à Rachel havia mudado. Finn só não sabia explicar se isso se devia à repentina aproximação entre ambos ou ao fato de ela fazê-lo sentir-se mais em casa do que qualquer outra pessoa.

Finn foi tirado bruscamente de seus pensamentos quando sentiu as mãos de Rachel passearem por suas costas nuas. Fechou os olhos, sentindo o corpo se arrepiar ao toque suave. Ela sabia seus pontos fracos, sabia como instigá-lo. Abaixou a cabeça em direção à orelha dela, passando sua língua de leve no lóbulo macio e a ouvindo soltar um suspiro pesado embaixo de si.

- Você gosta quando eu faço isso? – perguntou, os lábios ainda grudados em sua orelha.

- Gosto. – Rachel tinha a voz baixa, um pouco rouca. Finn causava esse tipo de reação nela. – Você me deixa perdida. – disse, imitando o que ele havia dito alguns minutos atrás. Os dois riram, e Finn voltou a selar seus lábios em um beijo calmo, sensual. Os primeiros acordes de Black, Pearl Jam, começaram a soar.

Finn girou o corpo, puxando Rachel para cima de si. Os cabelos dela tocavam seu rosto, causando uma sensação estranha, um misto de cócegas e arrepio que o fez sorrir por entre o beijo. Os lábios dela exploravam os seus sem pressa ou segundas intenções e ele podia sentir o coração dela batendo contra o seu peito, os torsos nus se tocando e uma sensação de intimidade crescendo entre ambos.

Rachel separou os seus lábios dos dele e sentou-se sobre as suas pernas. Suas mãos tracejaram um caminho até o botão da calça surrada de Finn e quando lá chegaram, apressaram-se em abri-lo. Finn, abaixo dela, não podia negar que estava surpreso.

- Eu acho... – começou ela, tentando abaixar sua calça – Que o fato de você já ter me visto nua e eu não, é algo muito injusto. – Rachel sorriu, marota. Finn não pode evitar sorrir também, achando graça do papel inocente e simultaneamente ousado que ela interpretava tão bem.

- Então a gente pode dar um jeito nisso. – Finn respondeu, levantando o quadril de modo que facilitasse a retirada de seus jeans. Quando Rachel conseguiu livrar-se da peça, não pode evitar enrubescer ao contemplar o corpo dele.

Finn tinha braços grandes e bonitos e pernas musculosas. Seus bíceps não eram algo como os de Brad Pitt, mas eram ótimos ao olhar e ao toque. Ele usava uma cueca branca e apertada que evidenciava a sua excitação crescente. Finn era realmente lindo e de repente Rachel entendeu porque tantas garotas perdiam o sono e o apetite por um garoto como ele.

Sob o olhar atento dele, que observava cada uma de suas reações, Rachel passou a investigar seu corpo. Com os lábios, mordiscou a orelha de Finn. Ele tinha um cheiro bom de banho e limpeza, ao contrário de Jesse que sempre usava alguma fragrância cara e forte. Ela achava que gostava daquele tipo de cheiro antes, mas era só porque não sabia que alguns homens podiam ter o cheiro de Finn: limpo, masculino, forte.

Finn mordeu seus lábios ao sentir Rachel beijá-lo em um ponto sensível entre a orelha e a nuca. Ela seguiu com os beijos, ora ansiosos, ora calmos, por toda a extensão de seu pescoço e seu tórax. Desceu os beijos para os seus bíceps e sentiu como a respiração de Finn estava acelerada e irregular. Com as unhas, traçou um caminho de fogo de seu pescoço até sua virilha, por cima da cueca. Finn recebia grato as investidas mais ousadas de Rachel, surpreso e excitado por ela ter tomado a atitude de dizer que queria mais do que ele havia lhe dado.

Tendo os beijos chego à cueca branca de Finn, Rachel pareceu um pouco acanhada. Sem saber o que fazer. Mordeu os lábios e olhou para Finn.

- Me ensina. – pediu, com a voz baixa. – Me ensina a te tocar como você gosta.

Finn sentiu a respiração mais densa, enquanto pegava a mão dela e a guiava em direção ao seu pênis. Rachel mordeu os lábios quando sua mão o tocou, sentindo-o duro sob seus dedos.

- Mexa sua mão. – explicou Finn, com a voz rouca. Direcionou a mão de Rachel para cima e para baixo, exemplificando seu pedido. Tirou sua mão de cima da dela e deixou-a realizar o movimento sozinha. A sua excitação crescia conforme o toque dela se desenvolvia, tornado-se mais rápido. Rachel olhava seu membro inchado enquanto passava as mãos sobre ele. Ouviu Finn suspirar mais alto quando aperto-o sobre a cueca. – Isso.

Tomada pela curiosidade, Rachel enroscou os dedos na borda da cueca. Olhou para Finn, como se pedisse permissão para livrá-lo daquele empecilho também. Ele assentiu, então ela abaixou o pedaço de pano, liberando sua excitação. Ela segurou a base de seu pênis, sentido que estava mais inchado e duro do que parecia a principio. Ao segura-lo, ouviu Finn soltar um gemido. Ele colocou uma de suas mãos sobre a dela, dando ao aperto a intensidade perfeita, e passou a mover a mão de Rachel para cima e para baixo. Após alguns movimentos, ele retirou sua mão e a deixou masturbá-lo sozinha. Fechou os olhos e soltou mais um gemido ao senti-la acariciar a cabeça molhada de seu pênis com o dedão.

- Eu estou fazendo direito? – perguntou Rachel. Finn assentiu, como se não fosse capaz de falar, e a fez sentir-se vitoriosa. Nunca havia imaginado que dar prazer a alguém poderia fazê-la sentir tanto prazer também. Ela sentia um formigamento intenso entre as pernas, que crescia conforme a excitação de Finn mostrava-se maior. A vontade de vê-lo ainda mais excitado fazia Rachel pensar em fazer algo que nunca considerou. Nem mesmo para Jesse. Santana havia falado sobre isso uma vez, e Rachel havia descartado a possibilidade de fazer isso para alguém no mesmo momento em que ela havia dito no que consistia. Mas agora era diferente. Agora ela sentia vontade de surpreender Finn. De mostrar que não era tão inocente quanto parecia.

Munida de coragem, Rachel abaixou-se em direção ao membro dele. Primeiro limitou-se a acariciar a cabeça com sua língua. Satisfeita, ouviu Finn soltar um palavrão e um gemido. E então, timidamente, colocou-o na boca. Ela não sabia exatamente o que fazer e resolveu seguir seu instinto. Sugava o pênis de Finn, fazendo com a boca os movimentos que antes fazia com a mão. Finn parecia extasiado, gemendo e agarrando seu cabelo.

- Caramba, Rachel. – exclamou, quando ela passou a movimentar mão e boca em conjunto. Após alguns minutos, ela ouviu Finn gemer seu nome e derramar-se em sua boca. Um pouco perdida, Rachel engoliu o liquido, sendo puxada por Finn logo em seguida. Ela descansou a cabeça sobre o peito ainda agitado do garoto, o sentindo depositar um beijo em seus cabelos.

- Uou. – disse. – Eu não estava esperando por isso, Rachel Berry. – ele deu um riso rouco, fazendo Rachel rir também.

- Eu sou uma caixinha de surpresas, Finn Hudson.

- É, posso ver.

Amos riram novamente, e Rachel passou a desenhar círculos no peito de Finn. Ao fundo, podiam ouvir a voz de Bryan Adams cantar os versos bonitos de Heaven. Finn cantarolava a música junto, e Rachel se permitiu fechar os olhos um pouco e ser absorvida pelo momento. “Uma vez na vida você vai achar alguém que vai virar seu mundo de cabeça para baixo”*. Naquele momento, Rachel não poderia concordar mais.

- Você estuda no Carmel, certo? – perguntou, após alguns momentos de silêncio. Finn murmurou uma concordância. – Vai ao Baile de Inverno?

Finn riu.

- Eu pareço alguém que usar fraque e gasta uma fortuna que não tenho com limusine e buque pra alguma garota?

Uma pontada de decepção surgiu no peito de Rachel, apesar dela não saber explicar o porque. Tratou de ignorá-la.

- Você parece meio desapontada. – disse Finn, zombando dela. Rachel tratou de recompor-se.

- É claro que não! Por que eu ficaria desapontada? Você é mais o tipo ogro de homem, que pega as garotas pelos cabelos e as leva para lavar as suas cuecas.

Finn gargalhou, e Rachel sorriu. Ela gostava daquele som, por mais estranho e desengonçado que fosse.

- Eu acho que você está desapontada porque quer ir ao Baile de Inverno comigo.

- Nunca! – disse Rachel, empinando o nariz. Finn sorriu ao se lembrar do dia em que a conheceu, de seu pedido, e das primeiras impressões.

- Mentirosa. – sussurrou, jocoso.

- Iludido.

- Garotinha prepotente.

- Homem das cavernas.

- Garoto... você realmente quer jogar esse jogo? – perguntou Rachel, erguendo uma das sobrancelhas.

- Eu posso fazer isso a noite toda.

E baby você é tudo que eu quero, quando está deitada nos meus braços, eu estou achando difícil de acreditar... Nós estamos no paraíso”.*

Notas finais
*trechos da música Heaven - Bryan Adams. Quem quiser ouvir, super recomendo, música maravilhosa!

Reviews? hihi