Dipping in love

17 Capítulo 12- Presos no Elevador.


Notas iniciais
Oi para vocês, desta vez eu to começando mesmo a postar mais rápido, daqui a pouco o outro mês está ai.
To vendo Ratatouille, amo demais esse desenho, é quase impossível se enjoar dele.
(no momento a coisa mais fofinha é o rato, nada mais.)
Vocês viram a foto que sairam? Vídeo da Nina, ai meu deus! Ainda estou pirando.
Vamos conferir o capitulo?

Podia ser bem estranho o que estava acontecendo, o elevador quebrar bem agora quando eu resolvi que nunca mais iria ver Damon? Argh! Se ele não tivesse entrado naquele elevador, eu ia ficar presa sozinha, acho que preferia bem isso do que a companhia dele. Depois que eu conheci Damon minha vida virou um inferno, acho que seria menos doloroso se eu não tivesse o conhecido, eu estaria bem com isso e também, provavelmente estava na mesma e nem precisava me preocupar com isso, mais agora eu estava começando a duvidar dos meus próprios sentimentos por ele, uma hora eu desejava ele a cada momento e tinha outras horas que eu queria afastado da minha vida para sempre. Mais eu sinto que por ele eu faria tudo pra conseguir chamar a atenção dele, poderia até fazer loucuras de amor por ele.

O Elevador começou a descer e a subir, depois parou em algum andar me fazendo cambalear até a parede e depois apagou todas as luzes, por mais que soasse estranho, eu tinha um pavor de escuro, eu odiava ficar no escuro.

-Damon, onde você está? –Chamei-o, eu ia acabar enlouquecendo ali dentro. Damon não respondeu ao que eu disse, ele só podia estar brincando comigo! –Damon!

-O que foi Lena? –Não consegui saber de onde vinha a voz, em que parte do elevador ele estava para ficar perto o possível dele.

-Damon! Eu... Tenho medo de escuro. –Falei chorosa, eu realmente estava começando a ficar com medo. –Pode vim aqui perto de mim?

-Não Elena, só se você me perdoar. –Fechei os olhos negativamente, por que ele estava fazendo isso?

-Ótimo, mais uma coisa pra estragar minha vida! –Sentei no chão frio, colocando a cabeça na parede.

-Então eu também não vou para ai. –Ele tava se fazendo de difícil só por causa de uma desculpa? Eu não tava a fim de perdoá-lo.

-Está certo Damon... Eu perdoou você. –Eu iria me culpar a vida por isso. –Damon é serio! Vem aqui, por favor?

-Pede de novo. –Ele estava sendo ridiculo, comecei a chorar de pavor, ficar presa e no escuro não era muito minha praia. –Ei, calma eu estou aqui, está tudo bem ok?

Senti suas mãos encostarem-se ao meu rosto, passando até chegar em meus lábios, ele me puxou para sentar ao seu colo e eu afundei meu rosto em seu peitoral.

-Então me diga, por que você me disse aquelas coisas? –Parei um pouco para me recuperar disso tudo, suspirando. –Sendo que você não sente aquilo por mim?

-Elena, o que você viu hoje foi só para me distrair. –Ele colocou sua mão em meu colo, fazendo um carinho.

-Ah claro, você estava se distraindo com as cinco também? –Dei de ombros, estava irritada com ele. –Idiota!

-Quem te disse isso? –Segurei a Mão de Damon com firmeza em meu colo, eu sabia que isso iria acontecer e me deixei levar, por que eu não disse não?

-O porteiro músculo e gato. –As palavras simplesmente saíram da minha boca, fechei os olhos lentamente.

-Ah... Você o acha gato? –Ele começou a rir do que eu disse. –E Musculoso?

-Olha Damon, não quero passar horas aqui falando com você, então cala a boca! –Passei minhas mãos delicadamente na dele, por mais que eu tentava algo me puxava para perto dele, e eu acabava cedendo.

-Leninha... Não seja tão malvada comigo. –Ele falou com uma voz irritante e depois começou a rir. –Eu não mereço isso.

-Ah não merece? Damon eu nunca imaginei que você teria essa capacidade de fazer isso comigo, eu acreditei em você, não consegue entender? Mais eu fui só mais uma para sua listinha.

-Listinha? Boa idéia, eu poderia fazer uma listinha de — Ele parou percebendo a besteira que estava dizendo. –Todas as vezes que você ficou brava comigo.

-Isso daria uma lista infinita acho que você não deveria perder tempo. –Eu me esforcei para não rir, fiz uma careta.

Levantei-me, recostando-se na parede perto da porta do elevador, Damon continuo no chão me encarando.

-Ah... Não vou perder mesmo. –Ele se levantou me agarrando, segurando bem firme a minha cintura.

Ele colou nossos beijos, percorrendo sua mão por todo meu corpo, por um tempo eu comecei a empurrá-lo para sair dali, mais ele não saia, então cedi. Ele me pegou nos braços me fazendo abraçá-lo com as pernas, nossas línguas disputavam por passagem, finalmente eu caio em si e o empurrei, saindo do colo dele e colando nossas testas.

-Damon... Eu não posso. –Arfei, esse homem conseguia me fazer perder o juízo. –Eu estou brava com você.

-Leninha não diga isso. –O fuzilei com o olhar, por que ele fazia essas coisas bem quando eu estava brava com ele? Por quê? –Eu sei que você quer.

-Você sabe o que eu quero? –Repeti o que ele disse, o encarando. –Eu estou brava com você é vai continuar assim.

-Vamos esquecer que você ficou com ciúmes de mim com aquela... –Sabia muito bem o que ele ia dizer. –Com a Ashley.

-Com a vagabunda, biscate? –Revirei os olhos. –Claro leão, vai até sua amada leoa e me deixa em paz.

-Não precisa ficar com ciúmes Leninha. –Ele se aproximou de mim e eu fui para trás. –Você sabe que eu sou só seu.

-Ah claro Damon, dispenso. –Ele foi se aproximando até eu sentir a parede do elevador contra mim.

-Por que você faz isso comigo? –Colocou a mão entre a parede, me cercando. –Toda vez que estou perto de você perco o controle.

Ele falou bem perto do meu ouvido, fazendo uma corrente elétrica percorrer meu corpo inteiro.

-Você diz essas coisas para toda vagabunda que você sai? –Com certeza ele só queria fazer isso pra me testar. –Você faz.

-Você se considera vagabunda? –Encarei-o percebendo a besteira que eu havia dito. –Pois eu não acho que você seja.

-Então você diz! –Sai de perto dele colocando as mãos na cabeça, era obvio que ele falava isso pras biscates que saia, o que eu estava pensando? –Eu sou uma trouxa isso sim!

Estar ali com Damon me sufocava mais que o normal, nossos corpos estavam quase próximos e isso me excitava de alguma forma, eu podia sentir o hálito dele em meu rosto.

-Damon, para de fazer essas coisas. –Minhas pernas já estavam tremulas e acho que ele notara isso.

-Fazer o que? –Ele colou nossas testas, colocando suas mãos em minha cintura. –Elena...

-Eu não quero fazer isso, Damon. –Eu o empurrei para o lado mais ele não se mexeu.

-Por quê? –Ele voltou a me encarar, colocando seu corpo contra o meu. –Eu já pedi desculpas.

-Suas desculpas não vão me fazer esquecer, Damon você não deveria nem estar pedindo desculpas, a gente não tem um relacionamento.

-Então por que você ficou com ciúmes? –Ele riu mais logo ficou serio. –Não tinha necessidade.

-Eu não estava com ciúmes! –Eu estava com tanta raiva dele, ele sempre voltava no mesmo assunto.

-Claro que não. –Disse sarcástico. –Você estava apenas discutindo.

-Exatamente, Damon. –Fechei a cara para ele, mesmo sabendo que ele tava sendo irônico. –Quer saber? Não quero mais ouvir você.

-Elena, eu preciso do seu perdão. –Ele pegou meu rosto nas mãos, fazendo um carinho com os dedos na minha bochecha.

-Eu não quero mais saber Damon, não me importa se você precisa do meu perdão ou não.

Damon encostou nossos lábios novamente, puxando meu lábio para si. Quando o porteiro abriu a porta do elevador, se afastamos brevemente insaciados com aquilo.

-Desculpa senhor Salvatore perceberam o problema só agora. –Sai do elevador mais que depressa, e Damon permaneceu ali ainda me encarando, até que a porta se fechou.

Dei tchau para o porteiro e sai mais que depressa dali, pode ter sido ignorância minha mais não queria mais encontrá-lo, por mais cruel e tentador seria da minha parte querer ver esse homem, querer ele me tocando a cada segundo que se passara junto a mim, com certeza havia algo nele que me interessava, eu estava... Amando ele. Eu estava mentindo para mim mesma dizendo que não amava ele, por que amava, essa é a realidade, é tão irreal saber que estou apaixonada por um cara que não quer absolutamente nada comigo.

Cheguei em casa com aquela cara de que tinha passado da hora e que estava arrependida por isso, Caroline me esperava ansiosa no sofá da sala, roendo as unhas como se fosse arranca-las, coloquei minha bolsa no meu quarto, fui até a sala alegremente mostrando que Damon não ia afetar em nada na minha vida, me sentei delicadamente do lado da minha amiga.

-Daqui a pouco não vai sobrar nenhuma unha para contar a historia. –Ela olhou pra mim e me abraçou. –Cadê o Tyler?

-Ele disse que passa aqui a amanha. –Me soltou do abraço, ainda preocupada com alguma coisa, provavelmente era o Tyler.

-E o que aconteceu para você está assim? –Fechei os olhos, mesmo eu tentando prestar atenção em Caroline, minha mente automaticamente pensava em Damon.

-Faz um bom tempo que eu não falo com o Klaus. –Ela começou a fitar o chão, nervosa. –Eu disse pra ele que nunca mais veria ele, mais não consigo parar de pensar nele.

Somos duas.

-Olha Caroline, quer saber o que eu acho sobre isso? –Ela balançou a cabeça positivamente. –Se envolve nesse relacionamento de cabeça aos pés sem arrependimento, se é sexo que ele quer você aceite, por que não?

-Elena, você está doida? –Ela arregalou os olhos mais logo riu. –Só acho engraçado você dizer isso, jurava que você ia dizer ‘’Caroline, esquecê-lo é o remédio mais correto de se fazer. ’’

-Eu até poderia dizer isso Caroline, de verdade. –Eu não posso cegar a verdade, a única verdade era fazer o que era errado, e o certo é o errado, por que no final ela não vai conseguir esquecê-lo mesmo se eu dissesse que esquecer seria mais fácil para ela.

-Mais essa é a realidade. –Sorri para minha amiga, eu não era muito aconselhável em dar conselhos, se nem para mim eu conseguia dar que dirá para alguém. –Vou dormir.

-Elena? –Quando eu tava quase abrindo a porta do meu quarto, Caroline me chamara à atenção, vire-me em direção á ela. –Obrigada.

Entrei no meu quarto, ainda sorrindo por ter conseguido ajudar minha amiga com a realidade, essa seria a única saída, a não ser que ela estaria disposta a enfrentar o arrependimento pelo longo da vida, a camiseta do Damon ainda estava jogada na minha cama, me dentei á cama abraçando a camiseta que ainda continha o cheiro dele... O cheiro dele me embriagava, ele era como se fosse uma droga para mim, uma droga que eu não estava disposta a abrir mão.

Notas finais
O que acharam? Damon mancou feio com a Elena no capitulo anterior, ele devia ser um pouco mais sincero sobre o relacionamento.
Eu sempre quis fazer o presos no elevador! Então, é isso.
Vocês tão gostando mesmo da minha fic?
Até mais.