Dipping in love

2 Capítulo 2- The day I met you


Notas iniciais
Oi!! Esse capitulo é maior que o primeiro, espero que gostem! eu mesma me superei com esse capitulo já feito.
Eu ia postar no final da semana mais resolvi postar logo!

Acordei cedo até mais cedo que o normal, dou uma olhada para o relógio ele marca cinco horas da manha, pelo que eu recebi em e-mail meu horário era só daqui duas horas então eu podia caminhar a vontade que não me atrasaria e conseguiria voltar a tempo. Em alguns segundos eu já tinha levantado da cama, fui fazer minha higiene e troquei de roupa, coloquei uma roupa de academia básica e também coloquei uma maquiagem básica. O clima estava frio mais naquele momento eu não ligava se estava frio ou não, Matt e Bonnie já haviam saído para trabalhar e provavelmente Caroline essa hora já estava batendo perna em algum shopping por ai. Fui até a cozinha e fiz um cappuccino para eu não ir caminhar com o estomago totalmente vazio. Eu ouço uma voz conhecida falando mais não consigo reconhecer na hora.

‘’-Mais... Klaus, por favor, me desculpa – Aquela voz era conhecida sim, era da Caroline. Não fui à sala só fiquei na cozinha ali ouvindo a conversa, eu sei que não devo ouvir conversa dos outros. Mais preciso saber se está tudo bem.

–Caroline, você é uma vagabunda. –Minha vontade era de ir lá falar poucas e boas para esse cara que tava ofendendo a Carol mais minhas pernas não obedeciam.

– Klaus, para com isso, eu te imploro para, eu não sou isso.–Olhei para o relógio e era cinco e meia da manha só podia significar que minha amiga trouxe um homem para dormir aqui sendo que mora mais gente nessa casa.

–Caroline, isso não importa, importa é o que eu descobri sobre você! –A voz do homem que falava era alta e intolerante, o clima tá muito pesado na sala. Você dormiu com outros?

–Klaus... –Minha amiga tinha uma voz de sono misturada com choro, pelo que eu lembro a Carol não namorava e nem estava saindo com alguém, por que ele tava falando dessa maneira com ela?

–Olha Caroline, nós transamos mais saber que você me traiu com outros... achei que você era mais que isso.

Peguei uma garrafinha na geladeira e passei pela sala sem nenhum esforço, não olhei para cara de ninguém e nem cheguei a encarar, eu não ia ficar ouvindo conversas dos outros. Caroline não era intima minha pra eu ter essa autoridade sobre ela, ela já tem 19 anos e responde pelos seus atos, tudo o que ela faz é problema dela, não vou me meter nem perguntar sobre o que aconteceu.

(...)

Eu estava um pouco longe de casa, devo admitir que dessa vez me superei e andei mais que o normal. Talvez seja pelo fato que eu esteja pensando de mais sobre o que aconteceu sobre mais cedo que eu nem havia percebido onde eu estava minha água que eu tinha trazido já havia acabado não tinha nenhum bar ou restaurante ali por perto pra eu tomar mais água pra me recompor para voltar para casa, me sentei no meio da calçada limpando o suor que escorria, coloquei minhas mãos na cabeça quando percebi que era hoje eu tinha que me apresentar na empresa, droga! Mil vezes droga, eu estou atrasada quer dizer não sei o quanto tempo que eu estou atrasada mais era uma oportunidade! Eu sou muito burra, esqueci totalmente que eu ainda não conhecia muito bem as ruas de Los Angeles, eu deveria ter trazido ao menos um celular ou minha bolsa com dinheiro, mais parece que quando eu saí pra caminhar eu esqueci absolutamente tudo por que andar faz bem parar minha mente é como se me reconfortasse de um jeito estranho.

Uma BMW preta parou na minha frente, me assustei com a proximidade do automóvel mais continuei ali sentada na calçada sem ao menos levantar a cabeça pra olhar quem era eu já tinha problemas de mais e esse emprego. Joguei no lixo assim de mão beijada. Sem ao menos tentar eu perdi assim, eu precisava tanto daquele emprego pra recomeçar minha vida de novo, sem depender dos outros. Eu tinha prometido pra o Matt que iria ficar tudo bem e eu quero que continue assim, Para Elena! É só um emprego, você pode arranjar outro bem melhor! Para de se lamentar! Às vezes eu acho que meu subconsciente tem vida própria. Mais é, é só um emprego que eu nem iria gostar por que eu odeio eventos, fazer coisas artísticas não era muito bem minha praia, agora ficar se lamentando por um emprego? Quantos anos eu tinha mesmo? Cinco anos? Levantei-me da calçada, olhando para os lados, reparei que a BMW continuava ali parada não sei da onde tirei coragem e fui até ela, bati na porta do motorista que logo abriu a janela do carro.

–Oi bom dia, eu queria saber aonde chega a rua principal? –Tentei forçar um sorriso para o homem moreno de terno que estava me fitando de cima em baixo.

–Não respondo informações Srta, desculpa. –Ele logo fechou o vidro de novo e eu fiquei fitando o vidro escuro.

Caminhei novamente para a calçada tentando encontrar algum nome de rua ou alguma pessoa viva ali, mais não tinha ninguém, nenhum sinal de vida, só tinha aquele cara moreno ali naquele carrão mais eu não ia até lá de novo, o cara dever ser maluco ou algo do tipo. Algo tocou no meu bolso da calça da academia, pelo que eu me lembre de não ter trazido nenhum aparelho celular.. Peguei o aparelho na mão e fite-o. Não era meu aquele aparelho, é da Caroline! No visor do aparelho estava marcado ‘’Meu bebê lindo fofo gostosinho’’ Confirmado. Era mesmo o celular da Carol. Rapidamente atendi.

–Caroline eu... –Isso me fez rapidamente revirar os olhos, ainda bem que eu estava sozinha ao não ser pelo moreno ali no carrão, mais não importava mais.

–KLAUS! É você? –Tudo bem, eu estava desesperada falando com alguém que eu nem conhecia mais isso não importava mais.

Sim, sou eu. Quem é? Caroline?

Não! KLAUS é esse seu nome né? É a Elena, Elena Gilbert. –Eu tava com certeza absoluta que ele ia desligar na mesma hora e eu ia continuar assim no meio do nada, eu não conseguia formar as palavras direito. –Eu preciso de ajuda, estou perdida!

Do nada eu olho para o lado e ouço um bang e eu estou no chão, não sei como ou não eu parei ali, eu nem tinha forças para levantar devido à caminhada que eu havia feito, eu estava exausta.

–Ah me desculpa, como sou desastrado. –Um homem moreno com cabelos negros estava me fitando, logo ele me ajudou a levantar do chão.

–Não, está tudo bem. Eu que não devia ficar me distraindo assim. –Nossos olhos por um momento se encontraram, puta merda os olhos dele são tão azuis.

–Então o que traz a senhorita a um parque abandonado as oito horas da manha? –Revirei os olhos, eu havia mesmo perdido o emprego, suspirei fundo.

–Eu vim caminhar, mais eu tava distraída com algo. –Rapidamente me lembrei da Caroline conversando com o Klaus na cozinha de novo, balancei a começa para tentar afastar o pensamento. –E acabei me perdendo e com isso perdi meu emprego numa empresa, sou um fracasso.

–Por um momento eu achava que você tinha sido assaltada. –Ele olhou minha expressão depois disse. –Você parecia desesperada falando ao telefone.

–Eu tava falando com o namo... Com o amigo da minha — As palavras ficaram confusas na minha mente, droga. Eu deveria ter comido o queijo branco, agora meu estomago reclamava por estar vazio. –minha colega de casa, ou de quarto tanto faz, mais acho que ele não me ajudaria.

–Ele seria idiota se não ajudaria uma bela dama igual você. –Logo nossos olhos se encontram novamente, revirei os olhos rapidamente.

Por um momento ele ficou em silencio sem dizer nada, eu devo estar aborrecendo ele ou algo do tipo, agora que eu pude observa-lo melhor, ele estava com uma camisa social e de shorts, e em uma das mãos estava um ipod de ultima geração, será que ele também seria um amante de caminhada que nem eu? Lembrei rapidamente que eu não havia me apresentando.

–Sou Elena. –Sentei um pouco na calçada novamente, não por causa do cansaço, mas por causa da tontura que eu estava sentindo, guardei o celular da Carol no bolso da calça.

–Eu sou Damon, prazer em conhecê-la. –Ele pegou minha mão suavemente e a beijou, revirei os olhos um pouco nervosa.

–Quer uma carona? –Ele estava me fitando um pouco serio agora. Dei um sorriso pra ele mais logo ele desfez, como ele ia me dar carona se não tinha um carro para isso? –Não aceito não como resposta.

–Desculpa senhor... –Tentei parecer um pouco radiante com a resposta dele, mais eu era realista e não iria cair no joguinho dele.

–Salvatore. –Eu engasguei um pouco, tentei procurar alguma reação nele que poderia condena-lo mais nada.

–Esperai. –Eu não conseguiria acreditar na sorte que eu estava tendo, Salvatore, da empresa Salvatores. –Você... Damon... Salva...

–Salvatore, foi isso que eu disse. –Ele repetiu! Eu estou mesmo tendo sorte.

–Eu estava mesmo na sua empresa hoje... Quer dizer, Estava indo para lá pelo emprego... –Eu não conseguia nem falar direito, eu não tava acreditando na minha sorte. –E... Esquece já estou despedida mesmo.

–Elena Gilbert? Claro que você — Era obvio que ele iria falar que eu estou despedida, mais uma vez minha sorte se afundou junto com minhas esperanças. –Não esta despedida. Venha que eu te levo pra casa.

No caminho Damon me disse que era normal se atrasar, ele me contara que nunca passou por ali naquela rua, mais por algum motivo estava lá por algo, e claro que a BWM que parou a minha frente na calçada era dele, não era surpresa ele ser podre de rico, ele podia caminhar o tempo que quisesse que quando ele terminara, tinha alguém para leva-lo até em casa, ou algo do tipo não sei como funciona essa riqueza, contei ao Damon que me mudei há muito pouco tempo para Los Angeles, por isso que eu não estava conseguindo encontrar alguma rua próxima a minha. Devo lembrar agora que toda a vez que eu for caminhar devo lembrar-me de levar um mapa e meu celular para emergências. O Motorista que foi rude comigo me pediu logo desculpas, falando que não pode dar a qualquer um informação, por Damon, muitas pessoas tentavam saquear e encontrar alguma brecha sobre o famoso e mais cobiçado Damon, eu não me importei muito com a reação que ele tivera comigo da primeira vez, já estava acostumada com esse tipo de gente que não quer nem saber da forma como trata você, o que eu não fui informada por e-mail é que oito horas da manha era pra eu estar me preparando e que no primeiro dia eu poderia chegar um pouco antes da uma, não era pra começar a trabalhar e sim para aprender o jeito que a empresa trabalha, pra no dia seguinte não haver nenhuma duvidas, no resto do caminho não falamos nada. Cheguei a minha casa e dei um sorriso para Damon, que se encontrava falando ao motorista o próximo destino que iria, ele me devolveu um sorriso e disse baixinho ‘’até mais tarde’’ entrei em casa e fui logo direto para meu quarto, tomei um banho rápido e me vesti socialmente, uma blusa decotada com uma saia media preta foi a primeira que eu achei no meu guarda roupa, chequei se havia alguém em casa e nada todos haviam saído, tratei de fechar todas as fechaduras de casa e segui para o meu novo emprego.

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado.
Até semana que vem.
XOXO