Dipping in love

15 Bônus Klaroline: Nothing lasts forever.


Notas iniciais
Ficou bem curto mais melhor do que o passado né?
Tá chegando dia cinco e eu tenho que postar super rápido. É isso pessoal, espero que vocês gostam, fiz com carinho.
Vocês viram as fotos que sairam da festinha do paul? Meu deus, to pirando com o vídeo! Nina pulando em cima do Paul, ele sorrindo, ela sorrindo.
Chega de blabla e vamos conferir o capitulo.

Caroline Forbes Narrando

O enorme relógio do hospital marcava exatamente cinco e meia da manha, estava de pé esperando Bonnie e Alaric sair da sala de espera, eu estava me sentindo preocupada devido o que eu disse a Elena algumas horas atrás, mais não queria preocupá-la de jeito nenhum, ela precisava de um tempo sozinha com ela mesmo.

’Alaric havia dito que ia passar a noite com Bonnie no quarto, já havia ligado para Lexi dizendo para ela não se preocupar em nada relacionado à Bonnie que estava tudo bem.

-Alô? –Elena atendera no primeiro toque, me surpreendendo por que achava que essas horas ela já estaria dormindo.

-Elena, é a Carol. –Balancei a cabeça quando Alaric pediu para eu passar o telefone á ele, ele iria preocupá-la mais eu sabia disso. –Não podemos voltar para casa hoje.

-Por que Caroline? –Fiz uma careta para o celular sabendo que ela não veria.

- A Bonnie vai ter que ficar aqui no hospital, internada. -Suspirei, não podia contar tudo pra ela agora. –Depois vamos dormir na casa do Klaus.

Menti de novo.

-E Ric? Com certeza ele não concordou com isso. –Ela estava certa, de novo. Mais o que eu poderia fazer? Contar a minha amiga que Bonnie provavelmente teria algo grave? Não. Não posso conta-la, Aliás, nem eu sei ao certo o que ela tem no momento Ric não me veio dar nenhuma noticias, eu não queria mentir para Elena, do mesmo jeito que ela nunca mentiria para mim. Mais é preciso inventar umas mentirinhas de vez em quando, desde que os pais da Elena sofreram o acidente e morreram, ela vive com medo de entrar em hospital, por isso que estou afastando ela disso.

-Ele que deu a idéia de fazer isso. –Sorri vitoriosa, consegui mentir sem demonstrar que estava mentindo, uau.

-Eu vou para o hospital agora — Arregalei os olhos, ela não podia vim, pelo menos não agora. –Encontrar vocês...

Puta merda.

-Não, Por favor, Elena. –Segurei firme o aparelho nas mãos. –Esta tudo bem com a gente, vai ser melhor assim.

Desliguei o telefone na cara dela. ’’

Os raios solares já batiam na porta de entrada do hospital, me recostei na porta fechando os olhos.

-Pode ficar com Bonnie? –Alaric cutucou meu ombro, abri meus olhos imediatamente. –Vou à lanchonete, vai querer alguma coisa?

-Não Alaric, obrigado. –Dei um sorrisinho para ele, que entrou na lanchonete num piscar de olhos.

Segui com passos lentos até a porta do quarto que provavelmente seria onde Bonnie estava, mordi os lábios e abri a porta, eu estava tensa não sabia ao certo qual seria seu estado, levei a mão na boca quando vi que Bonnie estava segurando a mão de Elena, e ela estava ali, ao lado de Bonnie sem nenhum medo nem nada. Essa era a Elena que eu conhecia? Ela tinha medo de entrar em hospital tinha fobia só de ver uma ambulância, estava ali com centrada em ajudar Bonnie. Quando ela havia chegado? Eu estava tão cansada que provavelmente não tinha visto ela entrar. Elena fez um gesto para eu poder me aproximar do leito que Bonnie estava deitada.

-Vai ficar tudo bem. –Elena me olhou por cima do ombro de Bonnie, sorrindo. –Não é mesmo, Caroline?

-Sim vai, com certeza! –Fiquei um pouco tensa em relação o que ela disse, por que eu não tinha certeza absoluta disso, algo me dizia que iria acontecer algo grave. –Afinal, você é madrinha do casamento de Lexi, não vai faltar em?

-Obrigado por me lembrar isso, Carol. –Disse com ironia seguida de outra. –Estou felicíssima por ir acompanhada de Tyler.

-Não seja boba, vocês não vão ter que se beijar ou algo assim. –Lena riu, logo Bonnie também estava dando gargalhada animada. –Como que é o beijo de Tyler?

-É nojento, incrivelmente nojento e... –Bonnie ainda ria, era impressionante como elas se davam tão bem como amigas. –Melado!

-Desculpa por ser grossa com você ontem. –Cortei a conversa das duas, não queria relembrar das coisas que Ty fizera a mim. –no telefone...

-Magina Carol, até que foi bom ficar sozinha. –Ela revirou os olhos. –Pude relaxar um pouco.

Alguma coisa me dizia que ela continuava chateada.

Antes que eu pudesse abrir a boca para dizer algo, um medico velho de cabelo grisalhos entrou no quarto com um sorriso no rosto, lavou as mãos e caminhou até o leito de Bonnie á examinando.

-Parabéns mamãe, seu bebê está ótimo. –Ele passou a mão no ventre da Bonnie espontaneamente. -Está tudo certo, está de alta hoje mesmo.

Elena abriu a boca e fechou varias vezes ela parecia que não sabia o que dizer estava tão perplexa quanto eu. O medico pediu licença e saiu da sala.

-Eu? Gravida? –Ela levou a mão no ventre animada, esse era meu sonho desde sempre, ser mãe. –Um filho do...

Tyler.

-do Klaus? –Engasguei com a saliva, isso só podia ser carma do destino, ela estava ficando com Klaus também? Aquele imbecil! Eu mato ele.

-É brincadeira! –Ela deu uma gargalhada animada, não pude deixar de rir também.

-Você devia ter visto sua cara! –Elena imitou a minha reação.

-É deve ter sido assim mesmo. –Fazia muito tempo que eu não conversava com ela sem discutir, era bom estar assim.

-Fico feliz pelo seu bebê, Bonnie. –Elena se levantou, logo eu também me levantei. –Mais sabemos que...

-Lena, não hoje. –Bonnie falou, fechando a cara. Eu meio que sabia do que elas estavam falando, mais preferi ficar quieta.

-Vou ter que ir embora. –Elena deu um beijo na testa de Bonnie, ela acenou para nós duas e saiu. –Até mais tarde.

-O pai é o Tyler, não é? –Quando tive certeza que Elena tava longe, falei. Eu sabia que a Elena já sabia que era o Ty, ela o odiava tanto que era assustador.

-Sim, é ele. Não queria que fosse. –Ela passou a mão no ventre, eu sabia que ela não queria isso. –Estou com vontade de tirar...

-Bonnie você ficou maluca? –Joguei minha bolsa no sofá, colocando as mãos na cintura. –Isso foi ato de vocês dois, cresce! O Bebê não tem culpa dos pais que tem.

-Caroline, eu queria ter o filho de verdade. –Ela abaixou os olhos timidamente. –Mais eu...

-Como vai minha delicia? –Tyler colocou a cabeça pela porta, fazendo um gesto se poderia entrar.

Invés de um ‘’minha princesa’’ era ‘’minha delicia’’. Ele continuava o mesmo cafajeste de sempre.

-Tyler! –Bonnie se animou ao vê-lo mais depois encolheu os ombros. –Entra.

-Quando recebi a noticia de Ric vim logo vê-la. –Ele segurou as mãos de Bonnie. –Você ta bem?

-Estou Ty. –Ela colocou a mão direita em seu rosto, mais logo se afastou. –Por que está aqui?

-Seus seios aumentaram. –Ele apontou para os seios de Bonnie o que me fez revirar os olhos, ele só estava interessado nisso.

-E mesmo? –Bonnie disse indiferente, não se importando. –Tyler, por que veio?

-Por você, claro. –Dei uma risada forçada o que fez ele se virar para mim. –Caroline.

Ah, agora ele notou minha presença, ótimo.

-Tyler. –Imitei o gesto dele, estava com tanta raiva dele que não conseguia não demonstrar, ele estava sendo o mesmo cafajeste de sempre.

-Desculpa por aquele dia. –Falou, voltando sua atenção para Bonnie. –Eu não queria ter feito aquilo me alterei a toa.

-Claro Tyler, por um ano foi à toa! –Disse ironicamente, logo percebia a besteira que fiz e fechei a cara, não devia ter falado isso.

-Caroline...Acho que você não superou não é? –Falou em um tom agressivo, mordendo os lábios. –Agora eu estou com a Bonnie.

Sínico.

-E quem disse que eu quero saber? –Cuspi as palavras, ele realmente me estressava. –Estou com Klaus agora, você não importa.

-Com licença. –Uma voz conhecida me fez virar, era Klaus, o que ele faria ali tão cedo?

-Klaus? –Fui até ele depositando um beijo. –Que bom te ver aqui!

-Ah o casalzinho.... –Tyler riu sarcasticamente. –Pena que sua relação não seja verdadeira, só é verdadeira quando estão na cama.

-Cala boca! –Eu estava cansada dele, não precisava que ele jogasse a verdade na minha cara, eu já estava careca de saber.

-Vim te ver, Caroline. –Sussurrou em meu ouvido, me fazendo sorrir automaticamente. –Podemos conversar?

-Claro Klaus, vamos falar lá embaixo? –Não queria que Tyler ouvisse nenhuma palavra.

Caminhei até o elevador do hospital esperando Klaus entrou, quando ele entrou apertei a letra ‘’T’’ e logo as portas do elevador se fecharam. Estava me sufocando com a distancia dos nossos corpos, Klaus ficou calado até chegarmos ao estacionamento, me recostei ao carro dele o encarando.

-Fala Klaus. –Incentivei, queria que acabasse logo com isso, já não estávamos bem? O que mais ele queria?

-Caroline, eu quero me certificar que — Ele parou de falar, analisando minha expressão. –Você está de bem com nossa situação?

-Por que você quer saber isso Klaus? –Estava confusa, por que ele queria saber disso? Estava mal, era só sexo. O que ele esperava?

-Por que eu quero acabar qualquer vinculo entre nós. –Arregalei os olhos para ele, ele estava terminando comigo, ou melhor, acabando com a relação sexual.

-Klaus?! Por quê? –Eu estava com tanta raiva, justo agora em que estávamos se dando tão bem.

-Caroline o que você esperava? –Ele segurou meus braços. –Que eu pedisse você em namoro?

-... Ou em casamento? –Ele me olhou com uma tristeza no olhar. –Não sou esse tipo de homem.

-Deveria ser. –Falei secamente, por que ele estava fazendo isso comigo? –Mais você não pode, não é mesmo?

-Você não pode fazer uma mulher feliz. –Ele pareceu afetado com o que eu disse, mais não importava mais. –Sem ser à base do sexo!

-Caroline, eu sei que você esperava mais. –Ele me soltou, suspirando. –Essa é a realidade.

-Realidade do que Klaus? –Não pude evitar as lagrimas que se derramaram sobre meu rosto. –A realidade que você vai trocar de brinquedinho?

-Não precisa ser assim Caroline. –Disse secamente, tentando se aproximar de mim. –Eu te disse desde o inicio que seria assim.

-Klaus, não me importa mais. –Eu não quero mais vê-lo, eu estava disposta a esquecê-lo para sempre, mesmo se custasse minha vida. –Não quero mais ver você.

-Eu vou sumir da sua vida Caroline, de uma vez por todas. –Ouvir isso foi como se uma faca tivesse entrando em meu coração destruindo-o em mil pedaços. –Mais você vai ter que me confirmar que irá esquecer-se de tudo que viveu comigo.

-Como é que é? –Coloquei a mão na cintura, como eu podia esquecer-se dele? As coisas que vivemos juntos? Como? –Está certo.

-Mais ainda vou te acompanhar no casamento. –Olhei-o, eu não quero mais, vou esquecer. -Porém vai ser só profissional.

-Por mim tudo bem. –Dei de ombros, então estava acabado, tudo. –Desde que seja só fingimento e depois nunca mais quero te ver.

Corri para fora do hospital, não queria mais vê-lo a partir de agora eu estava ciente que iria me magoar, mais era para meu próprio bem.

Notas finais
Então, como posso dizer... E incrível como eles conseguem brigar, mais vindo deles é imprevisível, então não me matem por isso ok?
Até mais, xoxo