Dimensiontale

3 Horrortale: Horror Gaster


Notas iniciais
Oi! Voltei ♡ Obs: é meio pesado ( todos os caps de horrortale vão ser) então é aqui que entra a restrição de idade, mas acho que não tem nada muito forte ou algo do tipo, é por seu risco.( eu arriscaria de tão bom que está). Boa leitura!

Gaster acordou sem saber onde estava, pois só se via árvores à sua volta. Levantar um pouco tonto e com a mão na cabeça na tentativa falha de parar de fazer tudo girar.

Quando a visão voltou ao normal, viu que estava em meio a uma floresta de Pinheiros coberta de neve, praguejando, chutou uma das árvores o que fez um monte de neve cair em cima dele levando-o a xingar novamente.

Por ser formado por todos os sentimentos ruins que Gaster já teve, o novo monstro apenas ganhou um aparência não muito física, semelhante ao dono daquela índole.

Não sabia que lugar era, mas queria sair dali, no mínimo achar alguém para poder se divertir da maneira que gostava. Saiu andando em busca de algum monstro ou algum lugar onde tivesse alguma alma viva, mas só via as mesmas coisas, às vezes ele pensava estar andando em círculos. Depois de algum tempo, achou uma estrada entre as árvores e seguiu esta por alguns minutos, até achar uma ponte larga que conhecia bem.

Havia uma placa depois da ponte que outrora dizia “Bem Vindo a Snowdin”, mas por causa de um grafite, agora ela trazia os dizeres “Você não é Bem Vindo a Snowdin”. Ela estava velha, um pouco quebrada e caída para um dos lados, onde exibia uma marca que talvez fosse sangue. O esqueleto soltou um suspiro e observou o local que parecia abandonado e sem ninguém, tudo estava apagado e quebrado.

Parecia aquelas lugares vazios, abandonados e que só viam gente da máfia, enquanto resto da população teria saído com medo ou cansada dos típicos roubos. Gaster não ligou, achou melhor ainda, pois adorou o clima do lugar e caso encontrasse alguém, poderia fazer o que quisesse com ela sem medo de fazer barulho.

Andou um pouco pelo local, mas não encontrou ninguém, apenas casas abandonadas, árvores e neve. Quando estava ficando puto, finalmente achou.

Era uma monstra coelha com feições apressadas – para não dizer apavoradas – arrumando suas coisas, que pareciam ser de alguma loja, ao julgar pela vitrine quebrada.
Gaster fez sua melhor cara de bom moço e chegou perto da coelha, na intenção de saber o que estava acontecendo ali e porque não tinha ninguém na região.

— Oi – Ele disse tocando-a no ombro, a outra se assustou e deu um pulo, arregalando os olhos.

— Ah, Oi! Por que você ainda está aqui? Todos já foram embora!

— Eu estou percebendo, mas não consigo entender o motivo.

— Então você é um viajante?! — Gaster fez menção de responder, mas ela continuou. — Você deu sorte deles não terem te pegado, todos foram embora com medo.

— De quem? – Gaster conseguiu dizer dessa vez.

— Dos irmãos esqueletos, aqueles dois simplesmente apareceram em um dia qualquer, transformando a vida de todos um inferno. Bom, se eu fosse você, — Ela sugeriu pegando a malas — Também sairia daqui. Boa sorte!

— Boa sorte pra você, mocinha. – Ele disse como um típico vilão faria.

Antes da coelha dar dois passos, mesmo sendo rápida, Gaster a pegou pela a cabeça e e a mesma se encolheu de medo, vendo-o da maneira que ele realmente era.

— O-o que você vai fazer?

— Isso! – Ele Anunciou segurando a cabeça dela de um lado e o corpo de outro, dando menção de arrancar a cabeça da coelha do corpo.

— Não, por favor! Eu te imploro, o que eu fiz pra você?! – dizia em total desespero.

— Você me ajudou dando a informação que e precisava, porém, se ainda está viva sendo perigoso como diz, é um tesouro e tanto. Meu estômago merece um mérito também.

A pequena coelha gritava, chorava e implorava, tentando tirar as mãos dele de seu pequeno corpo, mas foi em vão, pois mesmo com o desespero da outra, Gaster puxou com tudo a cabeça da mesma, deliciando-se com o barulho do tecido do pescoço da menor se desfazendo.

¤¤¤

Depois de terminar seu banquete cru, Gaster voltou pela floresta, onde deveria achar pelo menos Sans, na barraquinha de sempre. Passou por onde deveria ser os puzzles de Papyrus estranhou ao não ver nada além de um simples jogo da velha no chão.

Continuou caminhando até encontrar uma barraquinha que não deveria estar ali, a ponte com barras muito largas parecia não existir. Curioso, Gaster pensou em se aproximar assim que ouviu o som de algo duro batendo contra madeira, mas achou melhor não encontrar ninguém por agora, portanto, se enfiou no meio da floresta, seguindo o som de uma voz familiar, mesmo que um tanto modificada.

Atrás de uma das árvores, conseguiu ver Papyrus e uma humana. Papyrus tinha os dentes afiados com sangue manchado-os, roupas rasgadas e parecia bastante bizarro. A Garota usava um vestido desgastado, tinha vários arranhados no corpo e os olhos pequenos.

Gaster sempre quis ter um humano, isso virou um desejo para ele quando viu algumas vezes um humano havia caído no Underground. Tinha vontade de saber mais sobre eles: se eram inteligentes, bons em algo que faziam, se a carne era boa...

Então, observou a garota que não aceitou um espaguete – que não parecia ser confiável – de Papyrus e seguia para a barraquinha que ele havia visto antes. Foi então que ele decidiu que a pegaria. Andou até ficar ao lado da barraca, onde a criatura que estivesse ali não pudesse vê-lo. O barulho ainda continuava e Gaster se inclinou um pouco, vendo uma mão ossuda bater na madeira revelando o ser que fazia o barulho poucos minutos atrás. Pela mão, só poderia ser Sans.

A garota logo se aproximou e teve um breve diálogo com o menor dos esqueletos, que a ofereceu um hot dog.
Em um movimento muito rápido, Sans a segurou pelo braço e quando estava prestes a cortar a cabeça dela, Gaster aproximou-se. Em vez de cortar o braço da menor, Sans jogou o machado que passou direto por Gaster – por ter ficado na sua forma totalmente não física, parecendo um fantasma – e fincou em uma árvore não muito distante.

—Hm, vejo que está tentando matar a minha humana. – Gaster disse voltando na sua forma normal.

— Sua humana? – Ele ironizou, aumentando o sorriso desafiador. Sans era horrível, uma parte do crânio estava quebrada, sua blusa tinha respingos de sangue e um corte no meio, além de uma de suas órbitas terem um tipo de olho vermelho. Realmente não era muito agradável de se ver.

— Sim, minha humana. – Ele olhou para Frisk que obtinha uma expressão confusa, mas entre Sans, que queria matá-la e alguém que até o momento não lhe fizera nada, ela resolveu dar um sorriso para Gaster em resposta.

[ A autora recomenda escutar a música echo da vocaloid Gumi, a partir daqui. Garantindo a vocês melhor emoção na luta]

— Ela não é sua, vocês mal se conhecem. – Sans advinhou espreitando os olhos, desafiando-o ainda mais. – Vocês vieram de locais diferentes, pensa que eu não te vi quando passou por aqui?!

— Eu não disse que nos conhecíamos, apenas que ela é minha. – Gaster disse calmamente.

— Ela é minha agora. Não está vendo?! – Sans chegou o braço da menor pra frente, mostrando para Gaster o seu domínio, chegou aperta-lo um pouco e garota grunhiu e resposta. – A propósito, quem é você?

— Isso não lhe interessa. – Gaster disse, mas na realidade nem ele sabia o que ou quem era. – Agora me dê a garota ou se arrependerá disso.

— Ora, então vamos resolver isso até você se arrepender. – Soltou a garota e deu a volta na barraca, ficando de frente para Gaster.

Nessa altura, Papyrus já tinha chegado lá com seu prato de spaguetti e observava tudo do lado da humana, prestando atenção na mesma em caso de fuga.
Sans ficou em posição assim como Gaster.

— Ok, eu não quero pegar pesado com um novato por aqui, então em vez da morte denominar o fracassado, vamos deixar apenas o mais fraco cair com a derrota. – Sans disse com certa indireta no tom de voz e aumentou seu sorriso ao ver Gaster concordar. – então, você vai ter uma hora ruim!
Sans começou a luta sem avisar, colocando um Gaster Blaster atrás de Gaster e o atacando, mas o maior ficou na sua forma não física e o ataque acertou o chão.

Então ele riu irônico e montou um Gaster Blaster na frente de Sans, o atacando na hora, porém ele se teletransportou e foi para atrás Gaster, o atacando com ossos que vieram de todos os lados.

Gaster apenas ficou não físico novamente, fazendo os ossos do adversário ir no chão. Se virou rapidamente, jogando um osso no menor, que tentou desviar, mas foi acertado de raspão.

Com isso, a Raiva de Sans parecia ter aumentado, fazendo seus ataques ficarem contínuos na tentativa de acertar o outro, porém todos os ossos e Gaster Blasters que ele lançava eram em vão, o deixando cada vez mais puto e aumentando os ataques conforme a raiva aumentava.
Gaster tentava acerta-lo também, porém, devido ao teletransporte continuo do outro para ataca-lo mais freneticamente, era quase impossível.

Então, ele percebeu que quanto mais o outro atacava – em vão – mais estava se cansando, o que poderia ser uma vantagem para ele, resolveu esperar o momento certo. Sans era do tipo impulsivo que agia sem pensar, só para ter razão ou ter o que quer, de certo modo Gaster achava ele muito fútil por isso.

Quando Sans estava suando de cansaço e o número de teletransportes foi diminuído consideravelmente, Gaster o atacou com alguns Gaster Blasters, porém o menor, mesmo casado, conseguiu desviar.

Porém Gaster o atacou novamente com ossos vindo de todas as partes e Sans finalmente caiu, perdendo a batalha.

— Ok, eu não queria pegar pesado com um novato por aqui, então vamos denominar o fracassado pelo que está caído no chão. – Gaster disse se aproximando do menor, que estava com uma expressão zangada, zombando da fala do outro de alguns momentos atrás. — Então, acho que eu tenho meu prêmio.

Com isso, Gaster agarrou a garota pelo pulso que o seguia de bom grado, pensando estar salva. Ela se virou para observar os irmãos esqueletos, onde Sans estava sendo acudido por Papyrus, e com isso ele gritou.

— Isso ainda não acabou, Gaster!

A menina achou confuso tudo aquilo e depois de um tempo caminhando tomou coragem para perguntar sobre.

— Como ele sabia seu nome se você não disse?

— Hm, digamos que a gente já se esbarrou em outros tempos.

Frisk não entendeu muito sobre, mas resolveu deixar pra lá. Depois de andarem até Snowdin, a menor se assustou com a placa e o clima do local, fora o fato de ter visto uma mancha de sangue gigantesca, com alguns ossos e uma pele rasgada, do lado de umas malas, na frente de uma vitrine quebrada.

Ela apertou a mão de Gaster mais forte olhando a cena, e Gaster apenas ignorou.

Eles andaram até encontrar um tipo de laboratório quebrado e despedaçando, mas nada que Gaster não pudesse dar uma arrumada.

— Escute. – Ele disse olhando-a, antes de entrar. – Aqui, é matar ou ser morto – Ele disse em um tom ameaçador – Porém, eu salvei sua vida, então você é inteiramente minha e terá que fazer tudo que eu mandar, entendeu?

A garota assentiu, era melhor isso do que ficar com alguém que queria te matar, então resolveu obedecer aquele que a salvou, mas ela não sabia o que estava por vir depois de aceitar aquilo.

— Por favor, entre.

Ele abriu a porta para ela passar e entrou em seguida.
Enquanto ela nem imaginava o que poderia vir, Gaster até salivava de ansiedade do que poderia fazer com ela. Com isso ele fechou a porta e a diversão para ele só começaria...

Notas finais
Oi, espero que vocês tenham gostado ♡ eu adoro os comentários de vocês e os favoritos também. Pra quem não entendeu sobre o Gaster desse capítulo, pode me perguntar nos coments que eu tiro as dúvidas. E bem, quero agradecer a maravilhosa Gaby que é minha beta nessa fanfic, sem ela, isso aqui não seria a mesma coisa ♡ Kissus de unicórnio.