Dimensional Warriors (Fic Interativa)

8 Problemas Familiares: a volta de um irmão.


Notas iniciais
Desculpe-me galera não sei direito como ficará para vocês, mas ao meu ver está razoavel xD.
Espero que me perdoem os erros e caso algo tenha ficado estranho. então boa leitura a todos ^^

— E então alguma idéia do próximo local? – Disse Dankan, provavelmente se dirigindo a Ryujin e Byakko, deixando eu me perder em meus pensamentos.

- De acordo com o nosso rastreamento, eles estão na mesma cidade, porém em locais residenciais. – Disse Byakko com um tom orgulhoso, provavelmente por ser útil.

- Áreas residenciais... Como estátuas podem parar em uma cidade? Ou melhor, como vocês vieram parar nesse mundo? – Eu disse tentando tirar aquelas duvidas da minha mente.

- Nós guardiões que vocês vêem somos apenas uma fração de nossa real essência que ficaram presas neste mundo em estado inanimado e então viramos essas estátuas. – Enquanto dizia isso Ryujin parecia estar mais distraído que eu.

- De qualquer forma deveríamos voltar mesmo para a cidade, está escurecendo e não estamos preparados para acampar por aqui. – Dankan dizia como se ficar ao ar livre novamente fosse incomodá-lo de um modo que ninguém gostaria de ver.

Enquanto o tempo passava, nós decidimos voltar para nossa cidade, onde aparentemente estavam as estátuas, e onde poderíamos nos preparar melhor. E então foi quando Renma, Red, Elize e nosso mais novo integrante Marcos, iam a nossa direção, e parecia que Marcos estava bem com a história que acabará de ouvir, o que fazia perguntar-me se as meninas haviam explicado direito para ele.

- Então está tudo bem com você Marcos? Mesmo após isso tudo? – Perguntei querendo saber o que exatamente ele havia escutado. – Acho que devo admitir que eu estou surpreso em saber que após saber que o mundo pode acabar dentro de uma semana.

- Após tudo que passei acho que isso não me abala mais. – Marcos atirou como se houvesse lembrado algo realmente doloroso. O que me preocupou e me assustou ao mesmo tempo. Mas aparentemente ele pensou melhor no que disse e completou. – Desculpe minha irritação. E apesar de que o mundo possa acabar só temos que impedir não é mesmo?

- Viu só? Ele é positivista e pensa nos outros, ao contrario de alguém que abandona os outros e corre atrás de alguém que nem conhece. – Disse Renma provavelmente ainda chateada por eu ter ido até o nosso “amigo de armadura negra” e quase ter morrido. – E a propósito, como está sua ferida?

- Já não dói tanto quanto antes, já devo conseguir caminhar sozinho e a propósito obrigado pelos cuidados e a paciência comigo, Elize. – E ao passo que disse isso, vi que ela ficará feliz, apesar de ainda não conseguir dizer se era um sorriso verdadeiro. – E já que estamos todos aqui, devo informar o próximo lugar para onde iremos.

- Para este lugar. – Interrompeu-me Dankan, e pelo que parece ele gostava de fazer isso. – Estes dois lugares são para onde devemos ir, os lugares onde a bussola aponta.

- Então devemos mesmo ir para a minha casa. – Marcos disse o que me fez encará-lo e pensar no quanto ele sabia antes mesmo de chegar a nós. – No momento em que Renma e Red me falaram sobre as estátuas, lembrei-me que havia uma estátua de uma Fenix no jardim de minha casa, e eu jurava que já havia escutado ela falar antes.

- Ótimo, aparentemente não teremos problemas com em chegar esse lugar, e como a Fenix está na casa do Marcos, podemos admitir que neste local esteja o basilisco? – Elize disse com um tom alegre. – Então vamos seguir direto para lá não é?

- Tudo bem, vamos. Quanto mais rápido conseguirmos despertar todos os guardiões melhores serão as nossas chances de impedir que o mundo acabe. – Decidiu Dankan, segurando seu DD e se dirigindo para a estrada mais próxima.

Como ninguém protestou decidimos ir diretamente para a casa de Marcos. Pegamos o ônibus de volta e fomos em direção a casa dele caminhando. Chegando lá vimos que era uma mansão grande. Uma das maiores casa que eu já vi. E me vi encarando Marcos e pensando que ele não era o tipo de pessoa que eu diria que era da “alta sociedade”. Pois ele usava uma bota estilo de exercito (camuflada), jeans escuros rasgados, o que aparentemente parecia uma moda, mas algo me dizia que ele não se importava. Também usava uma camisa com manga curta que mostrava sua cicatriz por cima de sua tatuagem.

Assim que entramos tive certeza de que ele morava naquela casa simplesmente pelo fato de que éramos bem tratados e até fomos chamados de “convidados especiais”. Até que encontramos com uma pessoa que parecia com o pai de Marcos.

- Vejo que está de volta meu filho. E também que trouxe amigos. – Ele disse, e algo me dizia que ele não estava muito acostumado com essas situações, pois ele disse a palavra “amigos” como se fosse uma palavra que não sabia direito como usar.

- Sim pai. Estamos indo ao jardim para ver a estátua da Fenix. – Falou Marcos com um pouco de insegurança, porque não olhava diretamente para os olhos do pai.

- Então está tudo bem, após isso venha para o salão para podermos jantar e insisto que seus amigos fiquem para passar a noite. – Disse seu pai como um verdadeiro anfitrião. E antes mesmo que alguém pudesse protestar ele desferiu. – E temo que não aceitarei um “Não” como resposta.

Ao passar por ele seguimos diretamente para o jardim e encontramos a estátua da Fenix ao meio todo majestoso e ao mesmo tempo sombria.

- Aqui está. E agora o que devo fazer? Como teremos que ficar, não adianta mais fazer isso com pressa. – Revelou Marcos.

- Porque não gosta de ficar na própria casa? Por acaso tem algum problema com seu pai?- Protestou Red que aparentava certa raiva para com a atitude de Marcos. – E a propósito, você deve apenas encostar seu dispositivo na estátua e caso ela for verdadeira se quebrara e libertará seu guardião.

- Não é que eu não goste de ficar aqui, mas atualmente não tenho boas lembranças deste local. – Falou Marcos com um pouco de nostalgia em sua voz.

- Não é querendo ser um cara estraga prazeres, mas acho que poderemos ficar para o jantar, mas passar a noite não sei ao certo. – Eu disse lembrando-me que ainda precisava ir atrás do ultimo guardião. – Pois como o Basilisco está por esta por perto devemos aproveitar e encontrá-lo.

- Infelizmente dessa vez terei que concordar com ele. – Afirmou Dankan, o que provavelmente o fez “sangrar por dentro” e pensar nisso me alegrou um pouco.

E no momento que ele disse isso, percebi que Renma estava novamente com aquele ar estranho em sua volta. Seus olhos começaram a ficar desfocados, e ela falava novamente com aquela voz estranha:

- O passado de todos voltará a atormentá-los, mas é a partir de suas vontades que saberão se têm ou não a força necessária para continuar.

- Aos que não sabem isso acontece às vezes, isso é meio que uma conseqüência de uma habilidade de Renma, a visão o futuro. – Avisou Dankan enquanto ele ia para próximo de Renma para caso dela perder o equilíbrio. – Não precisa se assustar ou se preocupar, ela não está perdendo a razão nem nada do tipo.

Após tudo isso Marcos decidiu ir para próximo a estátua e a tocou. E no mesmo momento a estátua se quebrou soltando chamas e uma Fenix saiu e voou em direção a ele, e se eu não soubesse diria que era para atacá-lo e ou domá-lo. E assim que entrou já falou:

- Olha jovens ignorantes, sou Siegfried, o guardião do fogo, irei queimá-los caso demonstrem fraquezas. – Disse o Guardião com uma voz estrondosa como se quisesse se impor aos demais.

- Não seja tão dramático passarinho, só porque saiu da gaiola já quer fazer o que quer? – Disse Nerissa, o que provavelmente não ajudou em nada.

- Nerissa não consegue ficar quieta quando precisa? Por favor, não piore ainda mais as coisas. – Repreendeu Red.

- Agora que isso já está resolvido vamos nos dirigir ao salão. – Disse Marcos um pouco decepcionado.

O Jantar em si teve uma atmosfera estranha, pelo menos para mim que nem ao menos tinha ido a um restaurante e ser servido não era um costume para mim, mas diferente de mim, todos estavam bem a vontade com aquilo, principalmente Renma que gostará da decoração.

Quando tudo terminou e já anoitecerá, nos encontramos no portão e fomos em direção ao próximo local que estava o ultimo guardião. E chegando lá vi que não teríamos tanta sorte quanto tivemos no ultimo, pois era em um museu e ele estava com o portão destroçado.

- Por favor, alguém me diga que isso não é obra dos diástatikós. – Disse Elize desanimada, como se alguém tivesse acertado o seu pior segredo.

- Algo me diz que não temos toda essa sorte, agora resta saber se o alarme já chegou a alertar os policiais, pois se este lugar ficar cercado de policiais já vejo as manchetes de amanhã: “delinqüentes juvenis vandalizam o museu”. – Eu disse em um tom brincalhão, mas não fui bem sucedido em minha tentativa, nunca fui.

- A única coisa que nos resta fazer é entrar no museu, impedir os diastá-seiláoque, e libertar o ultimo guardião. – Disse Red tentando nos animar.

- “Única coisa”, imagine se fossem várias. Me pergunto como seria. – Eu disse, estando agora eu desanimado.

Assim que entramos notei que aquele museu era o mesmo em que eu havia achado a bússola e onde tudo começara.

- Ryujin, se esse é o mesmo museu, como a bussola não reagiu antes? – Perguntei com um pouco de preocupação.

- Isso aconteceu porque naquele momento não havia o dispositivo para despertar o guardião por isso não emitia as ondas necessárias para a bussola reagir. – Explicou-me Ryujin, e isso meu deu uma idéia remota do que estaria acontecendo, mas decidi não compartilhar com os outros ainda.

- OOK, é aqui onde começamos a caçada, e algo me diz que devemos começar pela exposição do Dr. Martin. – Sugeriu Dankan, o que me fez pensar sobre o que ele sabia sobre meu avô.

E com esse palpite certeiro, fomos lá e vimos os diástatikós indo em direção a estátua do Basilisco, e dessa vez era um grupo de apenas cinco deles, porem algo me dizia que aqueles eram mais fortes que os outros que enfrentávamos, ele pareciam com os humanóides que enfrentamos antes,cinzas e altos, mas no lugar dos braços eles possuíam laminas.

E com consentimento de todos já chamamos nossos guardiões em forma de arma e antes de partir para a luta vi que a arma de Marcos era uma lamina dupla, uma espécie de lamina em forma de lua crescente com o um punho no meio, e era algo que parecia uma fênix abrindo as asas, todo vermelho.

E então partimos para a luta, um para cada um que já tinha seu próprio guardião. E foi uma luta realmente difícil, pois eles trocavam de posições o tempo todo e conseqüentemente acabávamos tendo que lutar contra todos os oponentes, eles se mexiam para todos os lados enquanto atacávamos, comigo e Dankan sem nenhuma sincronia entrando um na frente do outro enquanto lutávamos e isso acabava nos fazendo bringar.

- Por acaso você não enxerga seu inútil? Se continuar com isso acabarei matando você primeiro. – Disse Dankan com uma irritação visível. Mas dessa vez decidi não provocá-lo. E essa briga me deu uma idéia e então decidi compartilhar com os outros individualmente.

E assim que falei com todo, concordamos e atacamos de acordo com o plano. Eu e o Dankan encenando uma discussão e notando a aproximação dos inimigos, e no momento certo Red chegou com seu arco atirando simultaneamente em todos e aproveitando essa abertura, Dankan, Renma e Marcos conseguiram acabar com três dos cinco, porem um consegui desviar e o outro seguia em direção a Elize que finalmente chegara à estátua e a pressionara com o seu DD.

E antes que eu pudesse chegar para ajudar, a estátua se quebrou, Elize de distraiu, o diástatikó investira contra ela. Mas pouco tempo antes de qualquer coisa, uma rajada negra entrará no local e um golpe de katana fora desferido contra o diástatikó, algo que eu não acreditaria se não tivesse vendo. E quando forcei o olhar percebi que realmente era o cara de armadura negra que quase me matará.

Mas como não tive tempo para nada, minha frustração aumento, senti o ódio me dar adrenalina e investi com tudo para cima do ultimo monstro que faltava. E com apenas 2 golpes consegui detê-lo, o primeiro para afastar suas laminas e o segundo para cortar sua cabeça.

- O que você está fazendo aqui?! Veio terminar o que começou? – Falei perdendo a calma e apontando minhas espadas para ele. O que simplesmente arrancou risadas dele.

- Não me julgue mal, eu não deixaria uma linda mulher morrer tão pateticamente. – e então pulou para trás no momento em que o basilisco investirá contra ele e ia em direção a Elize. – E, por favor, eu não sou de todo mal, apenas que me divertir como qualquer outro aqui. Não é mesmo querido irmão Ryujin? – E ao dizer isso ele apenas riu e desapareceu.

Mas antes de sumir completamente ele deixou uma carta no chão próximo a mim que estava escrito: “se quiser saber toda a verdade me encontre em dois dias no teatro. Espero-te lá Pequena mascote de Ryujin”

E quase que perdi a calma, se não fosse todos os presentes que desta vez apontavam suas armas para eu não sair para encontrá-lo novamente.

- Acalme-se Emerson, desta vez pode ser que você não saia vivo. – Disse Elize que segurava duas bestar apontadas para minhas pernas. O que sugeria que era a melhor opção de me para. – Agora que Naga, a Guardiã da terra está conosco, devemos nos preparar para a invasão. Não podemos permitir que jogue sua vida fora por algo idiota, por isso aproveite esses dois dias que ele deu, para treinar. E Ryujin você terá que nos explicar a parte do “querido irmão”, por favor.

- A única coisa que posso adiantar é que ele é sim meu irmão, e seu nome é Kuro. – Disse Ryujin decepcionado, porem esperançoso.

Notas finais
Então galera, espero que tenham gostado e peço que me digam algumas coisas: estou mantendo as expectativas? Os personagens estão bons? eles estão do jeito que queriam ou estou pecando em alguma coisa?
Acho que só, e espero que estejam gostando, e até a proxima xD