Dime que me crees!

2 Cap 2 Conhecendo uma nova pessoa


Notas iniciais
Oi gente, desculpa a demora mas o cap está aqui ;) Boa Leitura

German Pov ~ 10:18 ~ Sabádo ~

Ja falei que tenho uma reunião hoje Angeles! — Falei me levantando já estressado por discutir o mesmo assunto novamente, com minha mulher.

–German, é só trocar o dia. A mulher vai entender, até o Ramalho falou que poderia ser trocado o dia. –Eu bufei.

–Já te expliquei que quero acabar com esses planejamentos dos projetos e pra isso preciso ir nessa reunião, eu já havia adiado–a uma vez, não seria cortes remarcar para outro dia. — Expliquei pela Milésima vez.

–Mas isso é uma coisa importante pra mim! — Ela falou elevando sua vós de ‘coitadinha’ e ‘oprimida’. Como sempre se achando a Dona da Razão.

–É só mais uma apresentação de mais uma das suas músicas. Essa reunião é única e importante para meus negócios. — Falei também elevando a vós e sabendo que era eu quem tinha a razão.

–Então o que eu faço não é tão importante quanto seus negócios, essa é a sua opinião?! — Falou com lágrimas de vítimaem seus olhos.

–Angeles não faz essa seninha não, parece uma adolescente agindo assim – Falei com cara de enojado e nem um pouco comovido – Preciso trabalhar para sustentar essa família e não vou nessa apresentação, esse é o meu último veredito! – Enquanto falava, Angeles me olhava bem no fundo de meus olhos e deixava uma única lágrima escorrer sobre seu rosto, disfarcei e nem olhei direito para ela. Mi virei e continuei falando – Depois peço pra Olga filmar já que ela levará a Clara. — Caminhei até a porta do meu escritório, fiquei encarando a porta esperando que minha esposa se manifestasse novamente contra mim.

Esperei, porém não ouvi nada. Achei estranho então por impulso, olhei para trás e ela não estava mais lá. Será que ganhei essa discussão? Angeles não é muito de desistir de suas causas. Percebi que ela estava diferente esses dias porém nem liguei, mas agora me assustei por ela não ter tido a última palavra, como sempre.

Decidi esquecer isso e ir me arrumar para a reunião. Será em um restaurante fino, eu terei que explicar uma papelada de projetos para a Sra. Carla Pandolfi, uma mulher que nunca vi, e que avalia -rá junto a mim os projetos para ter uma visão mais ampla dos tais.

~18:30~

Estou já sentado esperando a Sra. Pandolfi chegar. Marcamos ás 19:00 horas. Só cheguei sedo porque não queria ter que correr o risco de esbarrar em Angie lá na mansão, se bem que não a vi desde a nossa discussão de hoje de manhã. Ainda estou com uma grande raiva dela, será que é tão difícil entender que eu não posso ficar faltando em reuniões por coisas bobas como uma apresentação ou show (Que seja!), que acontece sempre quando acabam de compor um número exato de músicas, só para lançá-las no mercado de álbuns musicais. Quando ela vai entender que o mundo não gira somente em volta dela!

–German Castillo?! — Fui despertado por uma vós suave de mulher. Quando olhei para ela, não pude deixar de perceber seu belo corpo desenhado pelo vestido preto social que a dama usava.

–Sra. Pandolfi?! — Perguntei mi levantando e cumprimentando-a. Ela deu uma leve risadinha que me fez dar um sorriso involuntário.

–Me chame de Carla, não sou tão velha e muito menos casada para ser chamada de Senhora. — Ela disse bem-humorada. Puxei sua cadeira para que se sentasse.

Foi uma longa janta. Trabalhamos longas horas até terminar. Carla era bem inteligente e sempre tinha uma boa opinião porém jamais contrariava as minhas. Acabamos ás 22:00 então começamos a conversar como fazem amigos normais de trabalho, porem eu já estava com um pouco menos de sanidade, pelos vários drinkes que eu tomara durante todo aquele tempo.

–Então German, você é casado? — Pergunta ela um pouco inclinada sobre a mesa, fazendo-me reparar em seu decote com seios avantajados e logo após tomando sensualmente uma taça de champanhe. Vê-la fazendo aquilo me estremeceu por completo e por um milésimo de segundos pensei em dizer que não era casado. -Sei que é uma pergunta idiota pois você está com uma aliança em seu dedo – Eu ri com um certo remorso por ter pensado em dizer que era solteiro. E logo fiquei serio ao lembrar de como estava infeliz com meu casamento já a anos. — O que houve? Por que ficou sério de repente?

–Nada, só lembrei de algumas coisas. — Falei tentando disfarçar. Então ela se inclinou mais em sua cadeira e pegou minha mão que estava em cima da mesa. Suas mão eram macias e delicadas seu sorriso era irresistível.

–Vamos! Conte German, sou sua amiga agora! Pode me contar o que aconteceu. È sobre sua falecida mulher, Maria Saramego?

–Como você sabe sobre Maria?

–Eu já tinha ouvido falar sobre você e o acidente de sua mulher. Então... é isso? Você está assim por ela?

–Não, eu já superei em partes, a morte dela. Sabe eu tenho Violetta, que é minha filha com ela.

–Ah Sim, também já ouvi falar nela, a grande Violetta Castillo!

–Pois é, agora ela está viajando em mais uma de suas turnês pelo mundo com o seu noivo Leon. — Falei sorrindo ao perceber como ela cresceu rápido.

–Deve estar orgulhoso da sua filha!

–Você não imagina o quanto!

–E sua esposa, qual seu nome?

–Angeles Carrara. — Falei meio desinteressado e acho que ela notou isso.

–E o que ela faz? -Perguntou.

–É professora de música e compositora. -Respondi.

–Sua família é bem música, né?! — Ela disse e eu ri com o comentário

–É que Angeles e Violetta puxaram o talento da Maria. — Falei e Carla ficou com uma cara de confusa

–Como assim? Angeles não é sua esposa? Como ela puxaria sua falecida esposa?! -Eu ri de suas perguntas.

–Não é complicado, é que Angeles é a irmã da Maria. — Ela fez uma cara de surpresa e eu ri pois já está acostumado as pessoas terem essa reação. — É uma longa história.

–Só imagino! — rimos juntos e até que paramos e a mulher olhou bem em meus olhos e eu nos dela. — Sei que tem ago além disso German, algo mais... — Bufei derrotado

–Ok, existe... -Respirei fundo e comecei a acariciar suas mãos, que todo este tempo estiveram sobre as minhas – Não sou mais feliz com minha esposa. -Falei extremamente triste e realmente acreditando em minhas próprias palavras.

–Por que? -Ela perguntou

–Já faz um tempo que não consigo vê-la direito porque sempre estamos atarefados e durante as únicas horas do dia que nos vemos grande maioria agente briga. Já não aguento mais isso.

–Já pensou em... se separar – Com essas palavras meu coração palpitou ao pensar na possibilidade.

–Carla, eu tenho uma filha pequena e … não posso, não sei se seria capaz. — Falei confuso por não entender o que eu próprio queria

–Mas o que valê ficar com uma pessoa se você não ama mais ela?

–É que eu não sei se... Deixei de amar a Angie, só sei que não estou feliz.

–German a infelicidade acaba com o amor. Vai por mim, se você se separar, estará livre para procurar alguém que realmente lhe fará feliz. — A linda mulher falou se aproximou mais de mim, fazendo com que seus lábios vermelhos ficassem centímetros da minha boca.

Tudo parou, suei frio. Para mim aquilo era um Crime e acho que isso fazia a vontade de beijá-la maior ainda. Mau seu lábio superior encostou no meu e logo me afastei pois escutei atrás de mim uma vós conhecida:

–Papai!!? — Olhei rapidamente para onde vinha a vós e la estava Violetta irada e de boca aberta, do seu lado estava Leon que também nos olhava espantado.

–Violetta, o que faz aqui? — Logo me levantei e lhe perguntei.

–Quem é essa Vagabunda? — Violetta ignorou minha pergunta e perguntou apontando para Carla que estava sentada ao meu lado, somente observando sem demonstrar alguma emoção.

–Não chame ela assim Violetta! — A defendi sem perceber o que acabara de fazer. Vilu me olhou incrédula.

–Não pensei que você fosse assim ''Pai''! — Ela falou com os olhos marejados. — Sempre achei que fosse um Homem de verdade e não um... um... um... Cafajeste!

–Não fale assim comigo, eu sou o seu Pai, você me deve respeito! — Já estávamos alterados

–Respeito?! Logo VOCÊ quer falar de respeito, Seu Traidor Desgraçado! — Suas lagrimas escorrias livremente de seus olhos e meu coração se rasgava por dentro pois sabia que ela tinha razão, porém não ia admitir, tinha que fazer algo para que ela não contasse nada a Angie. Leon só nos encarava também, ouvindo a discussão.

–Por favor Violetta, acredita em mim, eu e ela não fizemos nada só estávamos em uma reunião.-Abaixei meu tom de vós

–Pai eu e o Leon vimos você e ela se beijando! Vai negar?!

–Não, eu não vou negar. Mas... Agente nem se beijou, vocês chegaram na hora... -Fui interrompido pela Violetta

–Aff, Agora devo me desculpar!!! … -Eu a interrompido

–Me ouve Violetta! Eu jamais trai realmente a Angie, foi só uma recaída boba. Você não pode contar para ela! Sei que sabe que não estou mentindo! Nunca trai ela, errei mas mi dá uma chance para eu reparar. Não vou mais mi levar por isso. — Falei pondo toda fé que ela mi acobertaria e acreditaria que era “inocente”.

Ela mi olhou bem em meus olhos e eu juntei minhas mãos implorando mentalmente que ela não contasse para Angeles. De repente ela bufou desanimada e limpou com as mãos o rosto cheio de lágrimas.

–Ta German, não quero ver minha Tia triste, só por isso não contarei para ela – Fiquei muito aliviado porém a culpa estava pesando em meu subconsciente. -MAS se você ousar fazer algo parecido com o que ocorreu hoje, eu vou contar e farei questão de nunca mais olhar na tua cara! A Angie te ama pai — Falou indo para a saída sem dizer nem mesmo um Tchau.

Me virei para a mesa e Carla já havia ido embora. Só havia minhas papeladas e um bilhete o qual dizia:

Quando perceber que não ama mais sua esposa e ela também não lhe ama, mi ligue e poderei por a felicidade em sua vida. Fone:81******

Saborosos Beijos

de

Carla P.

Notas finais
Detalhe: Quase vomitei enquanto digitava esse cap, mas ele é necessário nessa fic (infelismente). Comentem o que acham que o German vai fazer... quero saber suas opiniões. Beijos :* e boa noite Prox Cap: Estou pensando em botar um pov da Angie mais estou em duvida o que acham?