Digital Prophecy: New Days
5 Capítulo 3.5 - Interlúdio
Notas iniciais
Apenas uma coisa que eu escrevi durante um tédio e que não podia terminar o capítulo 4 na hora, podem pular isso, não faz muita diferença, mesmo. Mas ela entra um pouco na caracerização de Sacchi.
Mais tarde aquela noite...
“Sacchi...” vem a voz de Trisha, andando lentamente pela câmara do deus. “Você sabe que horas são?” ela pergunta.“Please, quem deveria estar reclamando de sono sou eu. Eu sou o único Deus da Noite, das Dimensões e da própria existência, você tem que dividir seu cargo com outras deusas.” Sacchi responde, ainda olhando o mundo abaixo.“Acho que estou apenas ficando mimada.” Responde Trisha. “Mas, me chamou por quê?”“Status da aposta?” pergunta Sacchi. Trisha faz um pequeno facepalm, ele teria chamado ela apenas para isso? Mas claro Sacchi sendo imprevisível como é, seria difícil isso ser verdade. “Bem, como eu disse antes Afrodite deu o ok.” Ela responde. “Eu tentei falar com Gaia, mas ela disse que prefere não dar uma resposta até que os incidentes estejam resolvidos.” Ela continua “Francamente Sacchi, eu acho que mesmo depois disso ela vai dizer não.”“Acredite, eu tenho meus métodos de convencer a deusa da vida.” Sacchi responde. “E como seria isso? Afinal, seu pequeno projeto é basicamente fuder com a natureza, e olha, ela é a Mãe Natureza.” Pergunta Trisha, com um olhar cético no rosto. “Não se preocupe com isso, ela vai dizer sim.”Trisha suspira. “Bem, eu não tenho acesso aos maiores deuses, isso é com você, apenas os membros do conselho podem falar uns com os outros, afinal.” Ela diz.“Não se preocupe, se isso for depender do conselho, a resposta será sim.” Sacchi responde. “Eu já tenho dois sims e um não.” Ele continua“Really? Posso perguntar de quem?” Trisha pergunta, ainda cética, ela tinha certeza de quem era o não, though. “Zeus tem o não, obviamente.” Sim, Zeus, o deus entre os deuses Gregos, Zeus não gostava de Sacchi nem um pouco, um humano que teria virado deus, e que abusava seus poderes para mudar o mundo? Essa era a filosofia dele, a verdade era que Sacchi já teria interferido na vida de muitos diretamente, ele apenas parou depois que percebeu que as vezes, sentar e esperar tem resultados melhores.“Os sims são de Odin e Ele.” Continua SacchiTrisha pasma. “Pêra, ELE disse sim?” ela pergunta “Não acho que estamos pensando no mesmo “Ele”, Sacchi.” Ela continua.“Sim, o Deus das crenças judaicas, cristãs, católicas, seja lá o que quiser chamar ele, sim, Ele disse sim.” Sacchi responde.“Mas como?!” ela pergunta, perdendo a calma. “Estamos criando um paradoxo! Como ele pode ter dito sim?” ela continua.“Por que ela acha tais limitações uma bobagem, simples assim.” Sacchi responde.Trisha não iria argumentar, ela não estava com vontade para isso, embora a explicação de Sacchi fizesse sentido, ela ainda não conseguia acreditar. “E Odin, eu presumo que seja por causa de Freya?” ela pergunta.“Exato, se Freya disser sim – o que ela vai – Odin dirá sim, entre os 5 votos, já temos a resposta de três” diz Sacchi.“E enquanto a Buda e o Dragon?” Trisha pergunta.“Honestamente? Eu não sei, nunca estudei muito o budismo, não sei se isso vai contra as crenças de Buda ou não, e eu francamente não estaria surpreso se o Dragon dissesse não.” Sacchi continua.Trisha agora estava curiosa, mas não disse nada, era algo comum entre os deuses saber que o Dragon e Sacchi já tiveram problemas um com o outro, mas que eles também eram amigos... Por que ele diria não, ela não sabia, mas claro, ela não fazia parte do conselho dos Grandes, diferentemente de Sacchi, ela não poderia responder essa pergunta, mesmo que quisesse.“Mas... Não foi por isso que eu te chamei aqui.” Diz Sacchi. O silêncio rompe o lugar, Sacchi não estaria brincando naquele momento. “Eu sei que nossa aposta dizia que se você perdesse você me ajudaria em um projeto... Mas se importa de me ajudar em outra coisa?” Sacchi diz.Trisha, ainda mais curiosa que antes, pergunta “Se estiver dentro dos meus poderes, claro por que não?” ela diz.“Queria que me ajudasse a tratar dos acontecimentos atuais.” Sacchi diz. “Pensei que não fosse fazer nada sobre isso?” ela pergunta.“E não vou, não diretamente, pelo menos, mas preciso da sua ajuda mesmo assim, se meu plano der certo, vamos perder alguns milhares de humanos...” ele diz “Por isso, vou precisar que você ajude Gaia a concertar a situação depois.” Ele continua“Esse é meu trabalho, não precisa gastar a aposta nisso.” Ela diz “Mas também quero que não concerte ela por inteiro.” Ele continua.“O mundo está superpopuloso, pessoas vivem mais de cem anos hoje em dia, e cada vez mais bebês continuam nascendo, fora que a migração de dezenas de milhões de digimons para o mundo real já está... Causando problemas.” Ele diz “Já tive que convencer Poseidon a diminuir os mares para mais lugares para moradias.”“Por que isso é um grande problema, mesmo?” pergunta Trisha.“Por que, se os humanos continuarem assim, eles não vão ter mais espaço para onde crescer, várias guerras vão quebrar pelo mundo, ou se continuarmos dando espaço para eles crescerem, eventualmente eles vão chegar do outro lado do mundo.” Ele responde “Finalmente, eles podem pegar a terceira e pior opção: trazer uma guerra ao digimundo.” Trisha sabia o por que tal guerra seria a pior opção, humanos não tem chance contra os digimons, milhões e milhões morreriam, ambos humanos e digimons, o mundo digital estaria corrompido novamente, até que alguma coisa acontecesse e tudo entrasse em colapso. “E, o que exatamente seria a grande conseqüência disso tudo?”
“Teríamos uma segunda Abyss.” Diz Sacchi, “Abyss”, era o nome da dimensão paralela a verdadeira, que era habitada apenas por digimons zumbis, até o exército cuidar disso, claro, mas o grande problema, seria que ter um segundo apocalipse na dimensão real, seria uma grande catástrofe, Sacchi sabia que isso ia acontecer, o destino do Digimundo previa isso.Trisha ri um pouco. “Muito bem, eu vou te ajudar nisso, mas eu não vou parar de seguir com seu projeto.” Ela diz “Afinal, você já tem a ajuda de tantos, seria uma pena não causar esse paradoxo depois de tanto caminho andado.”“Obrigado, Trisha.” Diz Sacchi, Trisha não responde, e simplesmente sai da câmara, tão lentamente quanto veio, Sacchi se deita no chão, ao lado de seu filho adotivo, Ryouji, e dorme ao lado do deus da morte já adormecido.
Fale com o autor