Prólogo

“ Esta é a contagem regressiva para que a batalha final acontecesse novamente.”

A meio-século atrás um grupo de bravos guerreiros Digimons haviam sido solicitados por Omegamon para se unirem a batalha contra o poderoso Lorde Demônio que até este momento estava invicto contra as forças dos cavaleiros santos.

Omegamon solicitou a ajuda dos mais poderosos membro de seu conselho para que pudessem fazer um ataque surpresa a torre onde o demônio “residia” e dali demonstrava a todos os outros monstros digitais os seus poderes, aniquilando os mesmos com um piscar de olhos, o motivo era uma coisa arrogante e incrivelmente louca; diversão.

O líder dos cavaleiros reais esperava ansiosamente por aquela batalha, mesmo sabendo que não tinha o apoio de todos os seus leais guerreiros. Apenas dois da duzia de cavaleiros haviam aceitado o pedido da batalha contra a força maligna, os motivos dos outros não terem aceito era desconhecido até mesmo por Omegamon.

Magnamon, O brilho milagroso foi um dos que aceitaram o pedido para a batalha, entre todos os guerreiros ele era um dos treze cavaleiros reais que não estava no nível extremo, mas tinha a força que poderia se equiparar a um.

Gold Rapidmon, O destino brilhante era o segundo que havia aceitado o pedido de auxilio de seu líder, juntamente de Magnamon ele defenderia o Digimundo pela ultima vez. Era o Digimon do destino, ou seja... ele sabia qual era o seu, enfrentar o L. Demonio e destruí-lo para que a paz voltasse a reinar sobre o mundo digital.

Esta era a ultima esperança do Digimundo.

Omegamon sabia que a batalha não seria fácil, mas ele não podia desistir ou fraquejar, afinal, ele era o líder dos cavaleiros, se ele não tomasse a frente de batalha quem tomaria?.

A batalha final.

" A escuridão completa se adiou, mas para isso a morte pairou. "

Os três cavaleiros reais investiram com todas as suas forças contra a torre do maldito demônio, que até então os mesmos não sabiam de quem se tratava, apenas no momento da batalha tiveram essa informação: Barbamon, um dos sete grandes lordes demônios.

A batalha foi intensa, durando dois dias e três noites. Um dos três Digimons santos caiu sobre o poder imenso do lorde, que não estava severamente machucado após o primeiro dia, enquanto a luta para Rapidmon havia chegado ao fim. Magnamon e Omegamon foram os que restarão, lutaram o máximo que puderam até que conseguissem selar o poder de Barbamon com o digiovo do Destino, que havia sido deixado para trás perante a morte do cavaleiro santo. Com a fraqueza temporária de Barbamon causada pela luz do digiovo Magnamon usou o máximo de seu poder para que acabasse com o Demônio. Mas não havia sido o bastante, Barbamon não deveria ser subestimado tanto assim, mesmo enfraquecido ele ainda tinha poder o bastante para levar consigo parte do Brilho Milagroso que aos poucos se apagava no digicore de Magnamon, sua aura foi sendo levada aos poucos enquanto a luta chegava a seus momentos finais. Barbamon já estava em seu leito de morte, e Omegamon era o único ali que conseguia se aguentar em pé com todas as suas forças, levando para a briga todos os sentimentos que sentia ali... ele não estava a lutar mais pelo Digimundo, se o mesmo explodisse ele não se importaria, ele queria apenas a vingança contra o diabólico que levou seus leais guerreiros a morte.

Anunciado o fim da luta. Com a Grey Sword penetrada no fundo do coração de Barbamon, enquanto o mesmo tinha seus dados destruídos pelo líder dos cavaleiros, e amaldiçoava o demônio por todo o mal que ele havia causado e pelos Digimons inocentes que havia incinerado com seu poder. No fim de sua maligna vida ele deixou uma frase para Omegamon, que assombrou o guerreiro até os dias de hoje.

“ Dois mortos para aniquilar o mais fraco dos sete. Quantos serão os sacrifícios para o próximo?.”

Toda aquela guerra parecia ter chego ao fim, mas a frase incomodava Omegamon, até que o dia chegou, a profecia deixada pelo Demônio se concretizava. A próxima batalha se aproximava, e desta vez apenas os cavaleiros sabiam que não seriam capazes de lutar sozinhos, assim como os antigos haviam feito eles também deveriam fazer; “O chamado”.