Digimon Origens
1 O Digimundo!
O ano é de 1995, o lugar Odaiba, Japão. Começaremos nossa aventura na casa de um garoto chamado Taik Matsu. O dia de hoje é seu aniversário.
- Aqui está garto.
- O que é, vovô?
- São óculos de aviador, eu usei-os quando voava pelos céus da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Então faça um bom uso deles.
- Woow! Obrigado, vovô. Pai, posso usar o computador? Preciso mandar uma mensagem para uma amiga.
- Claro filho.
- Obrigado.
Naquele momento, Taik estava usando uma camisa vermelha com uma lança atravessando-a na diagonal, jeans azul e os óculos de aviador na cabeça.
- Beleza... Ligando o pc... Uh? Uma mensagem? "Ler agora?". Sim. "Você quer entrar em uma aventura?". — Taik demorou dois minutos pensando na resposta até que... — Sim.
Taik desapareceu e reapareceu quase que instantaneamente em um lugar onde tudo o que ele via eram montanhas e pedras até o horizonte. Até que ele olhou para baixo e viu um ovo.
- "Para Taik." — Taik abriu o envelope e tirou de lá um cartão e algum tipo de aparelho. — "Esfregue-me" Esfregar quem? O ovo? Está bem. — Após fazer isso o ovo começou a rachar e saiu de lá algum tipo de monstro, embora ele seja pequeno. Ele era roxo, tinha um chifre amarelo saindo de sua cabeça e um na forma de diamante na testa. Sem mencionar o rabo. Taik virou o cartão e começou a ler — "Olá! Eu sou Ketomon. Eu estava te esperando!".
Ketomon começou a pular de alegria, porém Taik estava confuso:
- Como você sabe meu nome? Como você escreveu isso, se não tem mãos? E por que você não fala? — e foi aí que Taik continou a ler o cartão, dessa vez com um certo de tom de vergonha na voz.
- "Eu não posso falar agora.". Ahh, bem desculpe-me por falar desse jeito com você. Eu iria me apresentar, mas parece que você já me conhece, né? Você sabe como sair daqui? Não, nem eu.
Após dizer isso, Taik pegou Ketomon, botou-o no topo de sua cabeça e começou a andar para ninguém-sabe-onde. Após dois dias andando, os dois estavam morrendo de fome, sede e de tudo que você possa imaginar. Até que eles avistaram uma máquina de refrigerante.
- Ahhh! Uma máquina de refrigerante! Vamos ver... O que eu quero... Que tal uma coca-cola? Você quer um pouco Ketomon? Ei! Não beba tudo!
Ketomon pulou da cabeça de Taik e começou a brilhar. Após esse brilho, Ketomon mudou de forma e disse:
- Eu sou Hopmon!
- Hopmon?
Hopmon era maior e tinha o formato de uma bola oval, tinha duas pequenas asas, um chifre amarelo saindo da cabeça e dois roxos das costas.
- O que aconteceu com Ketomon?
- Eu sou a forma digievoluída de Ketomon.
- Digivoluída?
- Qundo nós ficamos mais fortes, digivoluímos e viramos alguém mais forte.
- Nós?
- Digimons.
- Digimons? O que é isso?
- EU n-não sei explicar...
- Está bem, mas onde estamos?
- No mundo digital.
- Se estamos no mundo digital, então "digimon" deve significar "monstro digital". Cara, eu sou um gênio!
Então os dois voltaram a andar, quando de repente aparece um DemiDevimon.
- Quem?
- DemiDevimon, ele é fraco comparado aos outros de mesmo nível.
- Mesmo nível? Você é do mesmo nível que ele?
- Não...
- Então fique!
- Não posso...
- Por que não?
- Porque não sou forte o suficiente...
Após essa pequena conversa, DemiDevimon ficou perto o suficiente para Taik poder ver como ele é. Tinha o formato de uma bola pequena, duas pernas com três garras cada, duas asas no lugar dos braços e parecia ter um manto sobre a cabeça que tinha uma caveira no meio.
- Olhe o que temos aqui... Um humano e um digimon fraco.
- Ele não é fraco!
- Alguém está de mau-humor hoje. Tome isso, Demi Darts!
Após falar isso, DemiDevimon jogou duas seringas na direção de Taik, porém Hopmon se jogou na frente e foi atingido.
- Hopmon! Você pagará por isso!
- É? Você e qual exército?
- Esse aqui! — dizendo isso, Taik deu um soco em DemiDevimon, levando-o ao chão
- Tome isso! Bat Flutter! — DemiDevimon começou a dar tapas em Taik com suas asas.
- Taik! — Hopmon começou a brilhar de novo, mudando de forma mais uma vez. — Monodramon! — Agora ele parecia ser um pequeno dragão com asas acopladas aos seus dois braços que tinhas três "dedos" cada, o mesmo para os pés. Tinha um chifre amarelo saindo de sua cabeça, assim como na testa no formato de um diamante.
- Ahhh! Você digievoluiu de novo!
- Hopmon, Monodramon, Tantofazmon, eu vou destrui-lo! Demi Darts!
- Ah, errou! Tome essa! Cracking Bite!
- Ah, me solte, deixe-me ir!
- Beat Knucle! — Monodramon jogou DemiDevimon no chão e ele desapareceu.
- O que aconteceu com ele?
- Quando os digimons morrem eles desaparecem assim.
- Para onde eles vão?
- Ninguem sabe.
-Vamos continuar andando, temos que achar um jeito de voltar para casa.
- Casa?
- Sim, minha casa. Eu não sei como cheguei aqui, mas eu quero ir para casa.
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