Digimon Nex Dimension!

1 Capitulo 1: O encontro! DIGIMONS!?


Notas iniciais
Como eu já mencionei na minha biografia, eu normalmente, gosto de criar histórias com personagens baseados em pessoas reais, então nada de parzinhos. Se bem que esse é o primeiro cap então não apareceu muito desses chars ainda.

Capitulo 1: O Encontro predestinado?

???: Rotina... Computador, escola, casa, animes, jogos e dormir. Como sempre a monotonia volta ao ciclo e Isso é um verdadeiro... Tédio.

Pensava um garoto abrindo seus olhos lentamente com sua mão direita sobre sua face que logo ia revelando um rapaz de pele parda, olhos de peixe morto e é claro, um cabelo negro e espetado que naquele momento estava bagunçado. –

Logo, o mesmo começava a ouvir um som estranho que chamava sua atenção.

???: Hora de levantar seu idiota! Se não fizer isso eu vou te chutar! HIYA!

Então o garoto movimentava sua cabeça um pouco, ainda sonolento. O rapaz inclinou-se olhando sobre o criado ao lado direito de sua cama que tinha, um abajur junto de uma gaveta e abaixo do abajur havia um estranho despertador com o desenho de uma garota de cabelos castanhos e um uniforme marrom junto de um vestidinho curto e ela aparentava estar um pouco irritada e corada olhando para o mesmo. E esse mesmo desenho se movimentava como uma pequena animação.

???: Ainda me pergunto por que sexta eu tenho que acordar cedo. Ainda mais levando em conta que estamos em plenas férias de verão mesmo que o clima no planeta ande estranho... Principalmente aqui em Shizuoka.

Comentava o rapaz desanimado e abatido por tédio e sono que então observava o horário no seu despertador. Era em torno de 10h30min AM. Então o garoto logo se levantava um pouco e olhando para o chão, ele acabou vendo uma espécie de Catálogo que estava escrito “Promoção exclusiva por tempo Limitado. Tama no Game.“ E no catálogo também tinha a foto de um estranho aparelho semelhante a um bichinho virtual, porém era maior e tinha muito mais botões e funções. Incluindo entradas para fones de ouvidos, função MP3, Mini TV, Função 3D´S e entrada USB. Provavelmente existiam muito mais funções no objeto, mas essas eram as que mais se destacavam na foto do mesmo. O garoto em silencio checou a foto no catálogo por alguns minutos com uma expressão de boboca.

???:... ESPERA UM POUCO AGORA ME LEMBREI!

Dizia ele, saltando da cama e começando a mexer no seu guarda roupas rapidamente procurando várias peças de roupas junto de sua carteira e seus fones de ouvidos. Logo pegando um casaco negro com uma camiseta branca e simples de manga então colocando o casaco sobre seu corpo com o mesmo aberto deixando a amostra sua camiseta branca por baixo da blusa enquanto a blusa era toda negra com bordas em forma de listras brancas na frente com botões da mesma cor e também uma calça negra simples com uma corrente saindo de seu bolso direito, mas ao mesmo tempo se ligando ao tecido da roupa novamente. E assim que termino de se vestir, o garoto sentou-se sobre sua cama inclinando sua coluna um pouco e colocando um par de meias de coloração branca e em seguida um tênis preto com cardaços e detalhes em laranja e um circulo branco na parte da frente e ao lado do mesmo. O garoto estava pronto. E pra finalizar como, um ritual o mesmo ia até o espelho que havia no seu quarto e mexia em seu cabelo pra ver se estava tudo certo, afinal o rapaz repetira aquele corte por anos o que tornava o uso de gel completamente desnecessário.

???: He. Tudo pronto. Hora de correr pra loja.

Comentou o jovem, animado que descia as escadas correndo. E então uma mulher observava o garoto, abismada e surpresa.

???: Mãe! Já estou indo. Logo eu volto.

Mãe: Tudo bem filho só não me traga Netos antes da hora.

???: HEI que tipo de mãe fala isso pra um filho de 16 anos!? — Retruco ele, irritado e surpreso após ouvir o comentário da mulher.

???: Bá que seja.

Falou o protagonista abrindo a porta de sua casa e logo saindo correndo enquanto a mulher começava a se perder um pouco em seus pensamentos, um tanto receosa.

Mãe: Já começou não é querido... — Então a mulher voltava a preparar as coisas, apreensiva e preocupada.

E enquanto isso. Um vulto em meio a uma escuridão profunda emergia. Só era possível ver seus olhos vermelhos observando um pequeno globo que parecia a terra.

???: Hoje alguns dos nossos brinquedos já despertaram graças às sementes das trevas implantadas em seus corpos, então que o caos se inicie... Só temos que tomar cuidado com pequenos incômodos como o DATS... Mas já temos outro de nossos peões que vai começar a agir, então por hora apenas observaremos enquanto prepararemos as coisas... - Logo outra voz podia ser ouvida, porém dessa vez parecia uma feminina.

???: Mestre... Devo começar a agir?

???: Ainda não é preciso minha cara serva... Apenas observaremos o garoto e seus preciosos “Amigos” que ele encontrará pela frente... Huhu.

Enquanto isso no espaço, algo incomum acontecia... Alguns astronautas cada um com um número sobre seu uniforme que iam de 1 a 4 já que também estavam quatro astronautas presentes no local. E em seus uniformes também havia um logotipo bem destacado que estava escrito NASA. Eles mexiam em um satélite que parecia danificado sem se preocupar com nada, mas algo naquela situação estava errado. Os danos que havia no satélite eram danos bem “Incomuns” que os mesmos nunca haviam visto na vida, porém os homens apenas continuaram cumprindo suas funções de astronautas que era reparar o aparelho. Mas logo eles começaram a ouvir pequenos barulhos e ruídos através de seus comunicadores junto de algumas vozes e também um barulho que parecia vir da terra. Então ambos voltaram seus olhares para o pequeno planeta que parecia estranho. Aquilo era algo que incomodaria qualquer humano comum mesmo que tivesse anos de experiência na vida.

Uma espécie de camada digital aparecia no mesmo encobrindo-o por completo. Em seguida junto de um pequeno barulho como se algo digital estivesse tendo falhas de comunicação fazia o mesmo desaparecer, o que assustava os astronautas que trabalhavam naquele exato momento ainda mais levando em conta que aquilo se repetira por alguns minutos e os mesmos só puderam observar.

Astronauta 1: Roger! Acho que temos um problema aqui.

Astronauta 2: Afirmativo. A terra mudou derrepente. Parece ter sido pega em um tipo de barreira ou camada digital.

Lucycleison: MEU Nome não é Roger, PORRA! É Lucycleison! Agora explica essa porra ae! – Esbravejou o homem através do comunicador, e aparentava estar um pouco rabugento e irritado.

Astronauta 1: Foi mal...

Astronauta 3: Voltando à conversa. Parece que a terra esta sofrendo um tipo de colapso.

Astronauta 4: É UMA INVASÃO ALIEN, PORRA! — Gritou o astronauta animado e ao mesmo tempo alarmado.

Astronauta 2: Calem a boca seus idiotas! Não são aliens, são extraterrestres.

Lucycleison: Que porra é que ta acontecendo ai Caceti!? – Pergunto o funcionário, irritado, mas logo todos eram interrompidos por estranhos ruídos que iam desde uivos até rosnados e afetava todos comunicadores. E aparelhos digitais incluindo o próprio satélite.

Astronauta 1: VIXI 2012 CHEGO!

Astronauta 2: A GENTE TA FUDIDO, PORRA!

Astronauta 3: A GENTE VAI MORRE!

Astronauta 4: CACILDA!

Gritava os astronautas começando se desesperar com tais sons. E então na tela de todos os computadores de monitoramento global incluindo os que eram usados pra se comunicar e observar os astronautas começaram a aparecer várias silhuetas estranhas de todas as formas e tamanhos e também havia ocorrido um pequeno blackout de nível mundial espantando toda a população e junto disso começou a aparecer uma mensagem de erro com várias informações estranhas incluindo linguagem de sistemas e dados em vários aparelhos eletrônicos e digitais do mundo incluindo uma mensagem escrita. Vocês estão prontos para morrer?

Lucycleison: Vixi Agora Fudeu essa porra toda.

Então várias vozes estranhas puderam ser ouvidas, porém todos só conseguiram entender uma única frase que se repetiu várias vezes em diversas vozes e línguas.

Vozes: Humanos...

Ao ouvir isso todos em vários locais do mundo ficaram paralisados diante de tanto horror através de uma simples frase e uma mensagem de erro, junto de uma pergunta que apesar de parecer de mau gosto era algo que deixava todos que leram bem aflitos. Afinal a mensagem passava a sensação como se os mesmos estivessem sendo observados por algo anormal sem falar do fato de ouvirem várias vozes repetindo a mesma palavra. “Humanos.” O acontecimento que ficaria marcado na história da humanidade para sempre. Durou cerca de 30 minutos o que foi tempo o suficiente pra espalhar tal ocorrido para todo o mundo já que eram literalmente todos os aparelhos tecnológicos que estavam sendo afetados por tal evento. Desde celulares até televisões, mesmo que estivessem desligados. E assim que os eventos cessaram a população entrou em pânico o que era óbvio. Afinal por mais cético que alguém fosse não teria como ignorar um acontecimento daquelas proporções. E na tentativa de acalmar a população o governo deu a desculpa de terem sido ondas de rádio perdidas no espaço na tentativa de achar vida em outros planetas, mas claro quase ninguém acreditou nisso, porém naquela situação o mais sábio a fazer era apenas tentar recuperar sua rotina normal e se preparar para o que viria pela frente... Claro, eu continuei minha busca e objetivo anterior que era ir à loja de jogos e animes. Mesmo estando incomodado e ao mesmo tempo curioso com toda a situação. Apropósito eu esqueci de me apresentar, mas me chamo. Hikari Kusanagi. E não eu não sou parente do KYO do KOF apesar de gostar dele. E podem me chamar apenas de Hikari afinal eu prefiro meu nome ou apelido com os amigos e sufixo com as garotas. Mas de qualquer maneira voltando às apresentações, eu atualmente estou terminando os estudos e tenho 16 anos, mas não pretendo ter um emprego tão cedo. Ainda mais que estou fazendo alguns cursos para trabalhos em casa que me deem a capacidade de ter uma vida financeira estável no futuro e que eu possa manter meus vícios, de qualquer maneira voltaremos com a história original.

Hikari: Hikari-Chan. Você finalmente vai ter seu tama no game depois de esperar anos por isso. Você irá causar inveja aos colecionadores e seus amigos de classe.

Comentou consigo mesmo e sua cara de desinteressado. Então logo o mesmo suspirava enquanto caminhava.

Hikari: Era pra eu estar mais animado, mas por alguma razão me sinto incomodado. Vai ver é por causa de todos terem tomado rumos diferentes, é vida você me odeia.

– Proferia o garoto em tom de desinteresse e receio enquanto um pequeno flash de várias crianças sorrindo juntas passava pela sua mente. E logo o mesmo olhava para o céu sorrindo um pouco. Ao notar que mesmo com o tempo nublado daquele dia, os pássaros ainda voavam tranquilamente e a manhã estava calma mesmo com o que havia ocorrido apesar do garoto nem fazer ideia que sua vida dali em diante mudaria por completo e aquele simples objetivo seria o ponta pé inicial para seu futuro...

Hikari: Só mais um pouco e logo eu chegarei lá. Talvez ter deixado venderem minha bicicleta não tenha sido muito inteligente. Hikari-chan Você é um idiota.- Comentou consigo mesmo enquanto suspirava. Desanimado. Então o mesmo começava a ouvir alguns passos atrás de si, porém preferindo ignorar até que...

???: Ora Ora o que temos aqui? Não é o pobre otakinhu de merda?

Debochava uma voz masculina em tom de provocação fazendo que na mesma hora o garoto Hikari se virasse para trás suspirando enquanto coçava a cabeça.

Hikari: Você denovo Tukuko?

Tokiko: É TOKIKO, PORRA!

berrava o denlinquente com um nervo na testa e um olhar berrante fixado em Hikari. E ao seu lado era possível ver outros dois garotos. O rapaz chamado Tokiko trajava uma jaqueta preta com detalhes vermelhos e por baixo ele trajava uma camiseta preta, porém em uma tonalidade mais fraca e com detalhes igualmente vermelhos. E pra finalizar sua aparência, o delinquente também trajava uma calça preta meio acinzentada de couro com detalhes em branco junto de uma bota grossa de cor preta. Enquanto os dois garotos que lhe acompanhavam tinham um visual meio punk e estavam trajando um uniforme simples de escola.

Garoto 1: Hihi Chefi o garotinho assustado ta perdido e sozinho.

Garoto 2: Hehe vamos ser amiguinhos dele chefe?

Perguntava um dos garotos em tom de deboche enquanto o outro zombava do garoto de cabelos espetados ainda desinteressado.

Tokiko: Hehe. Ai depende se ele vai nos presentear sabe? Amigos dão presentes um pros outros. E o que você tem ai? Heim!?

Quando o garoto de cabelo punk se deu conta nesse pequeno tempo de distração o garoto Hikari já havia fugido deixando os três ali. E assim que o rapaz punk havia percebido o jovem de cabelos negros espetados já tinha escapado pulando um dos muros daquela rua se escondendo dentre os quintais das residências locais.

Hikari: (Hikari-Chan você realmente é um azarado zero a esquerda.)

Pensava consigo mesmo o garoto ainda com sua expressão desinteressada. -

Tokiko: QUE DESGRAÇADO ELE NOS ENGANO!

Garoto 1: O que vamos fazer chefi?

Garoto 2: Vamos atrás dele heim heim?

Tokiko: Bah. Vamos deixar passar essa. Mas na próxima a gente pega ele de jeito e iremos cerca-lo.

Comentava o punk dando um sorriso malicioso, porém na verdade ele estava um pouco receoso. E enquanto isso na loja de animes e jogos algo acontecia... A loja naquele horário não tinha muito movimento ainda mais depois do que havia acontecido naquele dia, porém o vendedor e dono do local estava trabalhando como sempre tentando recuperar a rotina até que um estranho homem de meia idade chegava na humilde residência que também funcionava como uma loja. E o mesmo estava com um tipo de bengala velha sobre sua mão. Ele sorria com uma expressão estranha. -

???: Hehe... Com licença... Você é um dos senhores que está vendendo um desses?

Perguntou o senhor mostrando a foto do mesmo aparelho que Hikari queria, porém a diferença era que esse tinha alguns detalhes a mais e era de uma cor completamente branca que parecia vazia.

Vendedor: Ahn? Um tama no game desse tipo o senhor estaria interessado?

???: Claro. E então o senhor teria algum?

Questionava o senhor sorrindo ainda. Olhando pro vendedor que parecia pensativo. Com uma das mãos sobre seu queixo.

Vendedor: Sim... Acho que temos um desse, mas me desculpe senhor eu não poderia vender por que ele já foi reservado pra um dos meus melhores clientes.

???: Hãn? Se o problema for dinheiro eu posso dar o quanto quiser.

Falou o velho ficando um pouco sério e impaciente com a bengala na mão e logo batendo a mesma no chão.

Vendedor: Não é questão de dinheiro senhor. Aqui nos atendemos nossos clientes com lealdade e compromisso. E, além disso, é um presente muito especial dado pelo pai dele. Eu sinto muito mais realmente não posso aceitar sua proposta.

Comentou o vendedor, e então, logo um barulho podia ser ouvido e era da porta se abrindo. Era o nosso protagonista idiota que havia chegado, ele parecia um pouco cansado, mas não deixo isso impedi-lo de alcançar seu objetivo o mesmo estava com seus típicos olhos de peixe morto que já havia se tornado marca registrada, e ele olhava um pouco confuso pra situação do velho e do vendedor.

Hikari: JII-SAN! Eu cheguei.

Vendedor: Oh Hikari-san! Que bom que chegou. Esse senhor simpático estava querendo o aparelho que reservei pra você mesmo ele sendo o único então você já pode imaginar o problema que daria não é?

Comentava o senhor um pouco preocupado ao pensar na situação enquanto o garoto se aproximava do balcão. E então o otaku de cabelo espetado observava o senhor curioso. –

Hikari: É mesmo? Desculpa ai tio, mas se não fosse um tama no game especial eu até pediria pro Thompson-san te vender. Por acaso você é um daqueles velhinhos maneiros e atualizados que gostam de tecnologia?

Perguntava o garoto curioso em forma de chibi com um ponto de interrogação na cabeça. E então o velhinho que usava um chapéu puxava um pouco o mesmo como se tentasse esconder o rosto. –

???: Não se preocupe quanto a isso garoto. Hehe. E não. Ele era para meu netinho querido, mas não se preocupe voltarei outra hora ou outro dia.

–Falava o velho se retirando de forma um pouco misteriosa enquanto o vendedor e o garoto observavam confusos e um pouco surpresos com o misterioso homem. Logo garoto voltava olhar pro vendedor.

Hikari: E então Jii-san. Eu vim buscar o meu Tama no game.

Falou o garoto começando a se animar um pouco.

Vendedor: Claro só um minuto eu irei busca-lo.

Falou o dono do local indo até uma porta que havia atrás dele que provavelmente levava até o armazém do local, mas Hikari não podia dar certeza já que mesmo indo no local há anos o garoto nunca havia vasculhado ele por completo. E enquanto Hikari esperava pacientemente o vendedor voltar em algum outro local da cidade de Shizuoka algo incomum acontecia... Em cima de uma estatua de tamanho gigante e real de um dos robôs de Gundam Wing uma silhueta pairava observando a cidade enquanto muitos dos pedestres não haviam notado nada de errado alguns olhavam pra cima estranhando algo incomum no topo da estatua enquanto alguns pássaros defecavam sobre suas cabeças o que fazia eles se irritarem e continuarem seu caminho, porém a silhueta continuava a apenas observando ignorando as redondezas e eventos presentes. -

???: Sim sem dúvidas... Logo aquele Digimon vai aparecer... Se absorvermos os dados dele talvez consiga evoluir pra um nível bem maior...

A voz aparentava ser feminina e era bem fria e séria. E logo outra silhueta aparecia por alguns segundos ao lado da primeira e também começava a observar a cidade. -

??? 2: Lady, você tem certeza disso?

???: Claro que sim... Afinal em um mundo vazio e frio, ter poder e confiar apenas em nós mesmos é a coisa mais sensata a se fazer...

??? 2: Entendo...

E a segunda voz também era feminina. Então logo a segunda silhueta desaparecia... –

Onde Hikari estava o jovem continuava a esperar enquanto observava a porta da loja que era de vidro. Pelo lado de fora o garoto via um pequeno beco e junto dele uma estranha silhueta que parecia ter a cabeça meio achatada e um longo nariz e parecia ter um braço curtinho e era um pouco maior que uma criança e apesar de não ser possível ver muito bem ele parecia bater quase no ombro do garoto que apesar de tudo era bem alto. O protagonista não conseguia ver muito bem, mas ele notou olhos vermelhos brilhando na escuridão do beco. O que lhe deixava um pouco assustado, mas ao mesmo tempo curioso e sem o rapaz perceber, seus olhos refletiam uma estranha luz de cor prata. Enquanto o garoto observara aquilo assustado.

Hikari: O que é aquilo? Que coisa estranha... E sinistra...

Comentava o mesmo assustado, mas sem perceber ele estava se movendo um pouco indo pra fora da loja, mas antes de chegar até a porta o garoto era interrompido olhando pra trás surpreso.

Vendedor: Ah aqui está.

Hikari: AHN O QUE!?

Gritou o garoto ainda assustado com algumas gotas de suor na testa, vendo o vendedor com o aparelho na mão ainda embalado e novo. E o pequeno espanto havia surpreendido o vendedor que olhava pra ele confuso e curioso.

Vendedor: O que foi aconteceu alguma coisa Hikari-san? Você pareceu um pouco perturbado... Esta passando bem?

Hikari: Jii-san é que...

Comentava o garoto olhando novamente para o beco e não vendo mais nada além do local vazio e escuro, ficando ainda mais assustado, porém dando um suspiro pra se acalmar e então chacoalhando a cabeça. E olhando pro vendedor novamente se acalmando um pouco e indo até o mesmo pegar seu aparelho. -

Hikari: Não... Não é nada. De qualquer maneira obrigado pelo aparelho Jii-san.

Comentava o rapaz dando o dinheiro e guardando o aparelho e começando a sair da loja. –

Hikari: (Acho que é falta de dormir direito.) Hikari-chan você devia maneirar nos filmes, jogos e animes de terror ou suspense.

Suspirava o garoto pela rua coçando a cabeça desinteressado, logo olhando pro seu novo aparelho e lendo algumas coisas e informações do rotulo ficando um pouco confuso.-

Hikari: Que coisa estranha... Apesar de ele ser um jogo de tamagochi importado ele está em japonês... E também tem em português, mas até o que me lembro ele era estrangeiro e não existia em país como o japão... Então como ele ta em japonês? Ele parece ter tradução pra todas as línguas... Ou boa parte delas... Que coisa estranha...

Nesse dia eu havia comentado comigo mesmo... Eu poderia acabar entrando em algo extremamente além da minha imaginação... Algo tão arriscado, mas ao mesmo tempo, tão surpreendente e incrível. Enquanto andava por aquelas ruas, olhando para o rotulo daquele estranho aparelho e vendo suas instruções em todas aquelas línguas... Foi quando eu realmente comecei a sentir certo medo ao pensar no que poderia acontecer dali pra frente, pois aquele dia apesar de tudo de ruim que aconteceu eu ainda duvidava muito que fosse algo fora do nosso mundo. Por mais que admitisse que aquele dia fosse estranho, no final das contas eu duvidava que aquilo tivesse sido algo que iria me envolver tanto... Pelo menos é o que eu pensava naquela época... -

O garoto esboçava um sorriso um pouco sem jeito e forçado.

Hikari: Hikari-Chan você esta apenas cansado e preocupado por ter tido uma alucinação sinistra. (Como será que está aquele lugar? Talvez devesse dar uma passada lá... Até por que logo, pode acabar chovendo...)

O garoto suspirava desanimado ainda caminhando pela rua e perdido em seus pensamentos. E assim que a tarde ia chegando, alguns barulhos de trovão podiam ser ouvidos. Apesar de não estarem tão fortes já serviram pra alarmar o garoto fazendo o mesmo se apressar pra ir a algum local protegido. E então o rapaz corria até um pequeno terreno baldio com uma grande árvore que parecia ser uma casinha de madeira tipo um antigo clubinho em seu topo. E era bem grande apesar de tudo. O garoto correu para dentro enquanto a chuva começou a cair. E ele ficou lá dentro esperando que a mesma acabasse ou no mínimo diminuísse um pouco para não estragar seu novo aparelho e nem seus fones de ouvidos. Mas a verdadeira intenção do garoto era pensar um pouco sobre sua vida. Afinal de contas aquele local era um lugar bem especial para o mesmo, onde ele passara boa parte da sua infância. Enquanto alguns flashs de crianças e uma estranha silhueta passavam sobre sua mente e sem que o garoto percebesse, ele havia colocando a mão sobre a sua face virado para o teto onde ele acabava por derrubar uma lagrima. Algum tempo havia passado, mas ele ainda estava lá esperando a chuva passar ou diminuir... Logo, ele ouvira um estrondo próximo e naturalmente ele havia pensado que era um simples trovão, mas...


Hikari: (ótimo além da chuva vai ter trovão e a chuva talvez se intensifique... É pelo visto hoje talvez eu durma fora de casa e pra piorar estou sem celular pra ligar em casa. Fukouda. Minha mãe ou a Oni-chan vão me matar)...

–Pensava o garoto suspirando desanimado começando a ler o rotulo da embalagem onde estava seu aparelho, novamente. -

–Enquanto isso no mesmo terreno baldio onde o otaku se encontrava, porém alguns metros longe da casinha na arvore, enquanto a chuva fria caia molhando todo o local na entrada do terreno estava uma silhueta humanoide. E ao seu lado estava uma estranha criatura semelhante a uma raposa de pelos amarelados, com três garras negras em cada pata e uma luva roxa sobre seus punhos e na parte superior dos mesmos havia o símbolo Ying Yang representando. E sobre seus joelhos o símbolo se repetia, porém apenas negros, e eram maiores que os de seus punhos. E sobre seu rosto um pouco abaixo de seus olhos havia uma pequena linha roxa em cada apesar de ser algo anormal era também uma criatura muito bonita e que sabia se manter em pé com duas de suas patas, parecendo um humano. -

???: Renamon. Espero que não esteja tendo problemas com ele...

Falava uma voz feminina se revelando enquanto um pequeno clarão de luz criado pelos trovões iluminava o local por alguns segundos, mostrando ser uma garota de cabelos negros, trajando uma blusa de cor preta com uma camiseta rosa por baixo e um cinto branco que dava junto de sua calça de moletom cinza. Ela também possuía olhos azuis e um sapato marrom com um símbolo rosado destacado aos lados. E ela manteve em sua face uma expressão fria e séria. Olhando para outra criatura semelhante a um pequeno lagarto, na verdade um dinossauro, um verdadeiro reptil antigo, mas ele não era apenas como as histórias descreviam. Ele era bem diferente disso. Ele possuía munhequeiras vermelhas em seus braços onde haviam três garras tão afiadas quanto presas de um predador. E em seu braço esquerdo um pouco abaixo da sua munhequeira canhota havia um grande cristal rubro encrostado em seu braço como se fosse parte do seu próprio corpo. E pra finalizar sua aparência a criatura possuía o tamanho de uma criança um pouco próximo de 1 metro e 68 centímetros. E também tinha um pequeno par de orelhas aos dois lados de sua cabeça bem acima de sua boca cheia de presas, porém na mesma medida de seus grandes olhos verdes esmeralda e na frente de sua face reptil, havia duas narinas como pequenos buracos para seu olfato. -

http://www.youtube.com/watch?v=CxEHyYyNcEM

Renamon: Não se preocupe Heiko-sama. Ele não é tão forte assim...

???: CALE A BOCA SUA RAPOSA DESGRAÇADA!!! BABY BURNER!!

Gritou o pequeno Dinossaurinho irritado como se tivesse um grande ódio do mundo e tudo que lhe cercava... Ainda mais que ela aparentava estar fugindo por dias daquela mesma criatura... O dinossauro então acabou por concentrar uma grande quantidade de chamas em sua boca, acumulando a mesma e liberando tudo em seguida, diretamente na direção da raposa. E em um pequeno momento de desespero, porém por conta da chuva as chamas eram quase que totalmente enfraquecidas o que assustava ainda mais o dinossaurinho que olhava desesperado para a raposa, com algumas gotas de suor misturado às gotas de chuva sobre sua face. -

???: Droga nessas condições...

–A criaturinha reptil se virou de costas e começou a correr ainda mais pra dentro do terreno baldio na tentativa desesperada de fugir ou se esconder, com os olhos fechados e se sentido mal, lamentou-se um pouco por causa de sua fraqueza naquele momento.

???: (Droga... Será que eu vou ser sempre tão fraco assim? Por que eu tinha que ser assim? Faz tanto tempo... Mesmo depois de tudo aquilo eu ainda continuo fraco?).

A criatura pensava consigo mesmo, ainda correndo de olhos fechados enquanto derrubava algumas lagrimas. Ainda perdido em seus pensamentos. -

Heiko: Renamon... Acabe com isso...

Renamon: Como desejar Heiko-sama...

A raposa saltava sobre os céus ignorando a chuva ao seu redor e então começava a juntar seus braços próximos ao seu corpo que brilhava no meio da claridão causada pelos trovões, como se carregasse ou acumulasse algo próximo de seu peito, apertando-o com força. E então ela ficava sobrevoando a frente da criatura reptil por uma fração de segundos... E então... A raposa liberava vários cristais pontiagudos de seu corpo, de coloração verde esmeralda. Que iam à direção do pequeno dino que olhava com um pouco de lagrima sobre os olhos, porém com um olhar feroz enquanto pingos da chuva escorriam sobre sua face junto de suas lagrimas.

Renamon: MORTE GELIDA!

Berrou a raposa ao liberar os cristais. -

???: ACHA MESMO QUE VOU DEIXAR ISSO ASSIM? BABY FLAME!

A criaturinha Dino lançava uma pequena bola de fogo enfraquecida por conta da forte chuva, porem a mesma ainda havia conseguido ser forte o bastante pra colidir com os cristais afiados lançados pela raposa, causando uma pequena explosão e cortina de fumaça com um impacto que jogou o reptil um pouco mais longe, porem o mesmo logo se recuperava continuando a correr ao notar uma pequena arvore em sua frente e indo na direção da mesma.

Renamon: Droga... Milady acha que deveríamos fazer aquilo?

Perguntava a raposa um pouco séria e curiosa sobre a situação.

???:Não, não. Seria muito fácil e sem graça. Por hora vamos apenas continuar a perseguir o rato, afinal logo ele vai ficar sem alternativas. Esse Local não é tão grande assim e, além disso...

– Comentou a voz feminina, receosa como se quisesse evitar algo.

???: (Droga eu não posso morrer... Ele me disse pra viver por ele...)

– Pensava o pequeno dinossaurinho correndo e sem notar o mesmo estava bem próximo da árvore, porem logo o mesmo era surpreendido ao notar que o local era sem saída, ele ficou confuso, procurando algum local pra se esconder, mas... Logo sentiu uma forte pancada em suas costas antes mesmo de se quer ter chances de reagir, seja para desviar, defender ou procurar outra rota de fuga. E assim acabou por voar para frente batendo na arvore com seu estomago, sentindo uma pequena queimação em suas costas e ficando com algumas feridas pelo corpo... E então o mesmo se virava olhando para trás vendo a raposa se aproximar junto da estranha garota enquanto o reptil só conseguiu gritar de agonia e dor ao sentir o golpe e a colisão com a arvore.

Agumon: Gaaa! (Droga... E pensar que eu acabaria assim... É tão constrangedor)...

^{Música acaba aqui}^

"Onde Hikari estava.”

http://www.youtube.com/watch?v=-A1EQibzLUc

O mesmo já havia lido tudo do estranho rotulo e estava a refletir sobre uma pequena frase que não saia de sua cabeça. Naquele momento em que o garoto estava esticado olhando para o teto de sua casinha em silêncio. –

[ Apartir de agora devera achar seu Parceiro, aquele que não te abandonará independente das circunstâncias, aquele que se ligará com sua alma e lhe ajudará a mudar o mundo e recuperar seus sonhos. Procure seu parceiro e espere por mais respostas se conseguir sobreviver...]

Junto dessa estranha frase eu me mantive em silêncio refletindo sobre tal assunto e esperando simplesmente que algo acontecesse, afinal de contas eu não fazia a mínima ideia de como prosseguir dali em diante. Até que logo ouvi um estranho chamado. Algo que veio diretamente em minha mente e me dizia olhe para fora agora e salve seu futuro... Que irônico não é? Um dia estranho, mas ao mesmo tempo monótono... Um dia em que consegui uma coisa muito especial para mim...

Hikari: ...!

Ao ouvir a voz estranha em sua cabeça seguido de um grande tremor sobre aquela arvore, como se algo grande e bem duro tivesse batido com força ali sendo capaz de talvez até derrubar aquela arvore se continuasse a repetir tal evento. Aquela frase continuava a martelar na cabeça do garoto de cabelo espetado. Ele então colocou a mão sobre sua testa sentindo uma estranha dor como se fosse algo como um sexto sentido talvez? E ao mesmo tempo em que o garoto sentia dor, ele também sentia uma escuridão tomando seu coração. Era como se algo de grande valor estivesse pra sumir de sua vida. E então, temendo o pior, o garoto apenas se dirigiu junto do seu aparelho que estava em seu bolso direito. Ele então olhou pela janela e se deparou com a cena ao pé da mesma, onde ele acabou vendo a raposa se aproximar junto da garota estranha que apenas observava friamente. E o pequeno Dino estava caído, tentando se levantar. E aquela cena só assustou o garoto ainda mais. Levando em conta que a raposa parecia estar se preparando pra dar o golpe final no reptiliano.

Renamon: Recio que esse seja seu fim...

Comentava a raposa que se aproximava do Dino ferido. Enquanto o garoto apenas olhava aquilo assustado, ainda com a mão sobre sua cabeça. –

???: Eu ainda NÃO POSSO MORRER POR QUE FIZ UMA PROMESSA!

– Gritava o reptil se esforçando pra levantar enquanto tentava carregar uma última bola de chamas com determinação sobre seus olhos

???: BABY FLAME!

Gritava a criatura liberando uma pequena bola de fogo de sua boca que estava completamente enfraquecida tanto pelo efeito da chuva quanto os danos que a criatura tinha pelo seu corpo, sem falar da sua exaustão, afinal ele aparentava já estar sendo perseguido e até mesmo morrendo de fome ou lutando há dias. Parecia estar perdido por ai sem saber pra onde ir ou como voltar para casa... Então a raposa que carregava algum tipo de energia azulada em seu pulso direito, simplesmente desviou o ataque do Dino para o lado direito com uma de suas mãos. E algo parecia brilhar no bolso da estranha garota de uma coloração azul, mas a mesma não havia percebido ainda... E naquele mesmo minuto, a chuva se intensificou um pouco, junto dos trovões que iluminavam todos ali presentes por conta do clareado de seus raios.

{Fim da música}

Renamon: Esse é o fim...

http://www.youtube.com/watch?v=EoiYIloeAHQ

Neste exato momento uma imagem passava por minha mente. Era um pequeno garoto gritando aos céus. Que havia prometido viver enquanto estava cercado por vários garotos e parecia estar em uma briga. E neste momento... Eu vi nos olhos daquela estranha criatura e alma... A sua vontade de viver... E antes mesmo que eu percebesse, eu já estava andando por um dos galhos da arvore em frente à Janela onde ficava a pequena casinha... Eu Observei aquilo determinado, ouvindo a conversa, mesmo que ninguém soubesse o que eu faria apartir dali. –


???: Eu prometi que seria forte! Não posso deixar que isso acabe assim!!

Dizia o reptiliano correndo na direção da raposa e se preparando. Tentando soca-la sem sucesso... Pois a raposa humanoide apenas ficava desviando dos golpes do reptil fazendo evasivas como virar o corpo para os lados com extrema facilidade. Enquanto a criatura Dino apenas tentava acertar a raposa, desesperadamente.

Renamon: Eu não entendo... Por que insiste tanto em lutar mesmo sabendo que vai perder?

???: Eu já disse que é por que fiz uma promessa!

Falava o dinossauro ficando ofegante e então aproveitando à brecha, a raposa apenas dava um chute giratório na face do Dino jogando o mesmo longe e fazendo com que ele colidisse com a arvore novamente. –

Heiko: Promessas nem sempre podem ser cumpridas... E você já devia ter percebido isso antes...

Dizia à garota que observava friamente enquanto a raposa ficava em silêncio e então olhava para a humana fazendo um sinal positivo com sua cabeça e em seguida recebendo outro sinal da Humana... Então a raposa voltou seu olhar pro Dino que estava tentando se levantar novamente, porém com ainda mais dificuldades que antes. Afinal o mesmo já estava muito cansado e isso ainda sem mencionar todos os danos que havia sofrido em seu corpo, afinal a criatura fugira de vários perseguidores há dias e claro. Julgando pela sua condição ele também não parecia ter comido nada por pelo menos dois dias.

Renamon: Muito bem... Acabarei com seu sofrimento aqui...

???: Eu não posso desistir assim... Arf... arf.. arf... Merda... (Eu vou morrer? Mas eu prometi que iria viver... Mas eu não consigo fazer nada...)

Uma pequena lagrima escorria dos olhos do reptil enquanto a raposa saltava em um salto mortal e ao chegar no ar, com seus olhos fixados em sua presa, enquanto a chuva caia, molhando seus pelos e novamente os trovões iluminavam o lugar. A raposa juntou seus braços entre seu corpo, como se apertasse algo com toda força que tinha e então... Começava acumular uma estranha energia que ia tomando forma de vários cristais de cor verdeada e com pontas bem afiadas... –

{Fim da música}

Renamon: MORTE GELI... Uuuh!

http://www.youtube.com/watch?v=HT4InkqP1rQ

A criatura reptiliana fechava seus olhos esperando tragicamente o seu fim... — Pobre criatura solitária... Estaria ela próxima da morte? Ela não tinha mais esperanças em viver apartir dali, mas em meio a tanto desespero uma luz surgiu e um grito da raposa foi ouvido surpreendendo sua parceira humana. Então ao abrir seus olhos, o reptil se deparou com um vulto emergente de um garoto Humano de cabelos espetados socando a face da raposa após um salto do meio das folhas da arvore naquela noite onde o brilho dos raios demonstrou a face do rapaz. Era ele, Hikari o garoto preguiçoso que havia pulado por impulso interferindo na luta, mas graças aos céus, o rapaz conseguia derrubar a raposa e interromper seu ataque, salvando o pequeno Dino de sua morte certa. –

Heiko: Que... Quem... É você!?

Hikari: Eu? He eu sou apenas um estudante do ensino médio que estava ouvindo a conversa desde quando vocês se aproximaram daqui. Sabe como é né? Garotos na minha faixa etária pensam em viver curtindo suas vidas, mas eu não tenho muito o que fazer então vivo andando por ai.

Repentinamente, eu havia me empolgado, mas ao mesmo tempo estava completamente confuso e assustado com tudo que acontecia naquele pequeno espaço de tempo. A única coisa que ainda me movia e mantinha de pé ali, fora o meu impulso era simplesmente a vontade que eu estava sentindo de proteger aquela criatura mesmo sem saber sua origem, motivos, promessas ou sua raça. Eu apenas... Quis protege-la. Era como se algo dentro de mim gritasse na minha cabeça que se eu não agisse ali, iria me arrepender profundamente pelo resto da minha vida. Afinal eu sou do tipo de pessoa que detesta monotonia e ali eu vi minha chance de mudar a rotina e também me aventurar por um mundo completamente desconhecido.- Então a raposa começou a se levantar e olhar para o humano, surpresa e confusa. -

Renamon: E... Esse humano me bateu? Mas como conseguiu me atingir e causar dano?

questionava-se a raposa assustada, e então a mesma olhava para a garota que estava se pondo séria, mas ao mesmo tempo estava surpresa com o que acabara de acontecer.

Heiko: Pode Ir falando quem é você de verdade!? Como um simples humano conseguiu ferir um Digimon!?

Perguntava a garota séria enquanto os trovões começavam a diminuir. E a criatura Dino ficava calada apenas observando pensativa.

???: (Esse cara... Quem é ele!? E por que ta me ajudando? Droga... Estou me sentindo fraco.)

Aos poucos minha visão começava a embaçar enquanto junto com ela eu só conseguia ver o vulto daquele humano estranho e random que veio me ajudar. E da humana com aquela maldita Renamon. Eu já não tinha forças pra continuar... Droga... Que vergonhoso, eu o grande Agumon-sama não conseguir mais lutar mesmo depois daquela promessa... Hehe... — Então a criatura simplesmente acabou por desmaiar ao sorrir e dizer sua última frase, enquanto a garota e o humano apenas continuaram conversando e dando explicações um ao outro. –

{Música end}

Hikari: Eu não sei bem o que esta acontecendo aqui, mas eu não vou simplesmente deixar você matar esse cara na minha frente. Eu não sei que merda é essa de Digimons ou sei lá o que, mas uma vida continua sendo uma vida.

Dizia o garoto ao apontar seu polegar direito para a criatura caída, sem desviar o olhar da raposa e da humana. – Sério e determinado o rapaz estava. — Sonhos, Esperanças, Medos, Confiança? Eram combinações mesclando todas essas emoções como um ciclo em seu interior, mas o mais importante é que fora isso . O garoto se sentiu empolgado. — Aquele garoto sonhador que tanto acreditou no dia que se tornaria um herói como aqueles que tanto admirou. — Antes mesmo que ele se desse conta, já havia colocado seus fones de ouvido em seu novo aparelho. Enquanto a raposa junto da garota puderam apenas observar. –

Renamon: Milady o que vamos fazer? Eu não posso simplesmente atacar um Humano...

Heiko: Não se preocupe com isso afinal devemos ensinar o lugar dele. Humano ou não, ele não deixa de estar interferindo em nosso caminho...

Renamon: MAS...

Heiko: Mas nada. Você é minha parceira, Renamon e deve me obedecer...

Renamon: Tudo bem...

Concordava a raposa receosa ao ouvir as frases frias e sérias da humana, enquanto o garoto ouvirá aquilo atento e recuado.


Hikari: Nos humanos não somos tão fracos quanto parecemos. Posso não ser muita coisa nesse novo mundo, mas decidi mergulhar de cabeça. E se for pra morrer aqui por que não fazer isso tentando salvar alguém, ou alguma coisa?

Eu sorri animado, porém ao mesmo tempo eu estava completamente assustado por dentro. Afinal não seria uma simples briga contra outro humano pra sobreviver, seria algo bem acima disso. Uma verdadeira batalha de sobrevivência contra o desconhecido. Em meio ao terror, encarei o perigo de frente esperando que o melhor acontecesse. E ao colocar meus fones de ouvido seguido de uma bela melodia, eu apenas comecei a juntar força em minhas pernas e correr na direção da raposa, enquanto a mesma apenas posicionou seu corpo olhando para mim.

{Fim da música}

http://www.youtube.com/watch?v=EuL0E-JJA7k

Hikari:Haaa!

Eu tentei acertar um soco em sua face, porém a criatura conseguiu defender os meus punhos ao cruzar seus braços como se já soubesse o que eu faria apartir dali. Apenas o estrondo do golpe foi ouvido em meio a tanta chuva enquanto os trovões começavam a cessar. O meu soco apesar de ter sido facilmente evitado sua força havia sido forte o bastante para empurrar a raposa para trás que se manteve em pé no chão ao jogar a força de seu corpo nos músculos de suas pernas, o que resulto em um chão esburacado como uma pequena trilha.

Renamon: (Não pode ser... Um humano tendo essa força?)

Heiko: Cuidado Renamon!

Antes que a raposa percebesse o rapaz já havia dado outro soco em sua face com seu punho esquerdo jogando a raposa um pouco para trás, porém a mesma evitou de cair no chão, pois em meio ao ar ela havia conseguido se recompor virando um mortal e se apoiando novamente ao solo usando sua mão esquerda junto de seu joelho e novamente volto a encarar o humano.

Renamon: ...! (Esse humano...)

Heiko: O que esta fazendo Renamon! Pare de brincar e vá com tudo pra cima dele...

Hikari: Tch... He sabia que não ia vencer só com isso...

Renamon: Tem razão... Um Digimon jamais perderia para um humano sozinho...

A raposa começou a correr na minha direção em uma velocidade incrível na qual mal consegui ver, mas graças à minha experiência com brigas e conhecimentos que tinha de alguns esportes e artes marciais sem falar de ser mentalmente mais preparado pra combates físicos do que pessoas normais, eu consegui por pouco acompanhar sua velocidade quando ela esteve próxima de mim. E nisso consegui defender seu chute com sucesso. E apenas olhei na face da raposa, seu olhar surpreso enquanto as gotas de chuva escorriam pela minha face, aproveitando aquilo, eu segurei seu chute com minha mão e tentei um golpe de rasteira, mas antes de conseguir concretizar tal ato a raposa apenas tirou sua outra perna do solo e forço um pouco seu corpo aproveitando o impulso para saltar para trás e ainda no ar a raposa cruzo seus braços olhando para mim... E novamente eles começaram a brilhar em um tom verde esmeralda e ao ver os movimentos labiais de sua boca eu fiquei em alerta máximo.

Renamon: MORTE GÉLIDA!

Ao ver tal ato eu já sabia o que me esperava, pois estive observando tudo antes mesmo dessa luta começar quando a presa ainda era o pequeno reptil. Ao ver o ataque da raposa, notei que seus olhos haviam se fechado um pouco. Como se ela estivesse evitando olhar minha trágica morte... Apesar de estar confuso sobre os objetivos da criatura eu apenas me preparei correndo dali tentando evitar um dano fatal ao rolar para o lado, mas assim que os cristais bateram em algumas partes do solo eu fiquei com visão um pouco branca e embaçada. – Meu fim havia chegado ali!? Era o que eu pensava... – Uma explosão ocorreu no lugar próximo de meu corpo e me jogo a alguns metros de distancia por conta do impacto da colisão dos cristais criados pela raposa de pelos dourados. Eu me forcei a levantar e em seguida, ainda ferido, eu apenas podia rir... Nunca estive tão empolgado e assustado ao mesmo tempo em toda minha vida.

Hikari: ... (Então é isso que vou ter que aguentar?)

Renamon: Ele esta rindo!?

Heiko: Ele é louco...

Comentaram a raposa e a Garota, mas eu apenas ignorei suas opiniões, pois não podia simplesmente desistir ali e dizer que temo pela minha vida... Por mais medo que eu tenha, uma coisa que aprendi ao longo dos anos é que nunca se deve deixar o medo dominar nossas mentes... Apartir desse mesmo pensamento eu criei novamente coragem e corri na direção da raposa em toda velocidade que podia alcançar ao ver a mesma apoiada no solo novamente eu fui a sua direção enquanto ela novamente se preparava para seu próximo ataque ao cruzar seus braços. –

Renamon: Apesar de você ser rápido eu posso ver através da sua velocidade... MORTE GÉLIDA!

A raposa mandou uma rajada de cristais na direção do garoto, mas antes mesmo que a raposa conseguisse Acerta-lo ele havia virado para o lado evitando o primeiro golpe, porém quase se desequilibrando com o impacto, mas se apoiando ao solo antes de cair usando sua mão direita e em seguida voltando a correr.

Hikari: HAAAAA!

Renamon: Não pode ser!

Heiko: Não acredito! Ela errou...

O Humano continuou seu trajeto até a raposa que começo soltar mais rajadas de cristais na direção do mesmo que ia apenas desviando.

Renamon: Não pode ser...

Heiko: RENAMON O QUE ESTA FAZENDO!?
Renamon: My lady...

Falava a raposa séria ao notar que sua parceira estava começando a se incomodar com a situação. E a mesma continuou a carregar um novo ataque, mas logo à mesma começou a notar a proximidade do humano começando a se preocupar com algumas gotas em sua testa e seus pelos dourados molhados.

Renamon:...! (Droga ele esta quase me alcançando...)

Hikari: Eu percebi uma coisa...

Renamon: Hã?

Heiko:...

Hikari: Ironicamente você consegue acompanhar minha velocidade e tudo mais de um jeito bem fácil até... Mas pra usar esse seu ataque você precisa de um pequeno tempo pra acumular e carregar sua energia. É como um delay de um mago em um jogo online.

Renamon: Não pode ser...

Heiko: (Merda ele percebeu...)

Logo a raposa carregava mais um ataque tentando ignorar os argumentos do garoto que sem notar o seu punho direito havia começado a brilhar um pouco em uma coloração prateada.

Renamon: MORTE GÉLIDA! (Nessa distancia mesmo que ele consiga esquivar ele ainda vai ser atingido... É o fim dele...).

Eu apenas senti uma sensação quente em meu corpo e dessa vez eu já estava a uns três metros de distancia da raposa e mesmo que tentasse me esquivar ali, eu seria atingido e talvez pudesse até mesmo sofrer algum dano fatal, então eu não tive opções a não ser usar uma das técnicas que sempre usei na minha vida em situações extremas... A famosa arte do improviso. Enquanto a música continuava a tocar senti como se minha alma dependesse desse golpe. Ao notar o ataque da raposa vindo em minha direção, eu simplesmente dei um pequeno pulo para frente sendo um pouco atingido. Naquele momento a sensação que passou em minha mente era de poderosas pancadas e alfinetadas em áreas bem dolorosas como juntas de minhas pernas, joelhos, parte do tórax e até mesmo algumas sobre meus pulsos que apesar de não perfurarem meu corpo a sensação e força dos danos eram quase a mesma. Eu notei que junto disso algumas fumaças começaram a sair dos locais no qual os cristais me atingiram, mas acima disso grande parte deles havia atingido o solo próximo de mim. Bem na parte onde eu estava antes do meu pequeno salto. O que gerou um grande impulso com o impacto e me arremessou para a frente como se eu tivesse sido jogado pela força de algum ser com força monstruosa ou o impacto de uma bomba caseira que não fosse tão letal. Esse impulso me levou na direção da raposa enquanto com meu punho direito que brilhou ainda mais intensamente, eu preparei um poderoso soco.

Renamon: Ele uso o impulso do meu ataque para ganhar velocidade e se aproximar assim!?

Disse a raposa completamente assustada e em choque com tamanha astucia e estratégia suicida do rapaz. Enquanto a garota olhou na mão do mesmo notando o brilho estranho de coloração prata que parecia ter dados no meio, como uma espécie de aura humana com informações dentro.

Heiko: Aquilo é... Digisoul... Renamon CUIDADO!

Berrou a menina, mas já era tarde... Hikari já havia chegado perto o bastante da raposa que tentou defender, mas sem sucesso. Hikari com seu punho, segurou o braço da raposa ao aproximar e então a raposa começou a sentir uma pequena queimação em seu braço junto de algo que parecia ter começado a bagunçar com seus dados.

Renamon: Uuuh!

Gritou à raposa, então o garoto humano se apoiou e lhe deu um chute em sua face. E pra finalizar o mesmo deu um soco de esquerda na raposa e soltou a mesma que havia voado um pouco pra direita. Ficando torta no chão e inconsciente, enquanto o rapaz caía sobre o solo, se apoiando ofegante.

Heiko: Re... Renamon...

{Fim da música de batalha}

Eu nunca havia me sentido tão cansado na vida eu apenas olhei sério para aquela garota... E me levantei com um pouco de dificuldades... Enquanto a chuva começava há cessar um pouco, eu notei a menina pegando um estranho aparelho em seu bolso semelhante ao meu só que em outra cor.

Hikari: Isso é... Um Tama no Game?

Heiko: Tch... Como uma pessoa como você que mal sabe das coisas conseguiu derrotar um Digimon...

Falou ela, apertando um botão no aparelho fazendo uma espécie de luz encobrir a raposa caída e fazer a mesma desaparecer.

Hikari: Hei como você fez isso!? O que fez com ela!?

Eu perguntei confuso ao ver tal cena e avaliar tais feitos e então me senti ainda mais atordoado e curioso com tudo aquilo. Ela apenas olhou pra mim, com seu olhar que já não aparentava ser tão frio apesar de ainda passar uma sensação de desconforto e arrogância da parte dela. Pelo menos pude dar uma olhada melhor em sua aparência e perceber que apesar de tudo a garota era bem bonita. –

???: Não é algo que te interesse... Mas como você provavelmente não vai conseguir chegar tão longe com aquela coisa eu irei dizer algumas coisas básicas pra você...

Hikari:... (Aquela coisa? Ta falando dele?)

Ao ouvir a frase da garota eu dei uma pequena olhada no dinossauro caído e então voltei meu olhar para ela. Afinal, apesar de eu odiar monotonia sempre fui muito curioso com vários assuntos diferentes ainda mais se envolvessem coisas incomuns como tudo que eu havia visto e ouvido naquele dia.

Heiko: Essas criaturas que você viu hoje se chamam Digimons e eles não são do nosso mundo, eles vêm de um mundo alternativo ligado ao nosso e Isso é tudo que você precisa saber...

Comentou a garota, se virando e tomando seu caminho... Eu apenas observei curioso com tudo aquilo tentando ajustar minha mente processando tantas informações que vieram de uma vez só assim como a chuva daquele dia estranho e confuso que talvez deixaria qualquer cético paranoico a ponto de reformular toda sua visão do mundo... –

Hikari: Digimons... (Por alguma razão me sinto muito aliviado e animado... Então era isso que você era não é? Velho amigo, Doru...)

Eu senti como se um grande peso tivesse saído das minhas costas. E então eu só consegui esboçar um grande sorriso sereno e animado e então olhei pra garota tirando os fones do meu ouvido que só me permitiram ouvir suas palavras, pois, assim que a luta acabou, eu já havia desligado a música .

Hikari: He... Obrigado Heiko, é ironico, mas você me fez conhecer um mundo novo e aliviar uma duvida que sempre me incomodou por algumas coisas que me aconteceram no passado.

Eu agradeci a garota gentilmente enquanto continuei a sorrir e ela olhou para mim. Espantada como se algo tivesse tocado bem lá no fundo de sua alma. E então ela apenas se virou de costas ainda surpresa e continuo seu caminho até o que parecia ser um carro que acabara de chegar ali como se já tivesse previsto o local da batalha e como se também já conhecesse a garota. Então depois disso, eu só a vi desaparecer na entrada daquele terreno baldio ao entrar no carro, eu não tive certeza de qual carro era apenas notei que parecia ser bem maior que um carro normal.

Heiko: ... (Ele é... Diferente...).

Pensou a jovem ao ver o garoto ainda no local e logo o carro partiu com a mesma dentro que estava pensativa.

Eu então olhei para o céu que parecia se abrir aos poucos e ali eu refleti por alguns minutos e então decidi que iria mergulhar nesse novo mundo, então eu fui até o corpo do Dinossauro caído e toquei sobre o mesmo,curioso, vendo o estado da criatura que parecia bem debilitada. –

Hikari: Por alguma razão... Sinto uma sensação de como se já tivéssemos nos visto antes...

Eu senti uma estranha corrente de energia pelo meu corpo, junto de uma sensação de saudades de algo e ao mesmo tempo como se eu tivesse encontrado algo que a muito me fazia falta... Nunca estive tão centrado, curioso e confuso como nesse dia... — Sem que o garoto percebesse o mesmo brilho tomou conta de seu corpo e da criatura, mas logo sumiu. -

Hikari: E agora como vou carregar esse cara... Se ao menos tivesse alguma maneira de diminuir o tamanho dele... Será que...

Eu levei minha mão direita até o bolso da minha calça, onde eu havia guardado o aparelho e então peguei o mesmo apontando pro Dino e apertando todos os botões do objeto na tentativa de repetir o que a garota havia feito com a raposa esperando algum resultado, mas sem sucesso. –

Merda:... Se ao menos eu pudesse carrega-lo de um jeito mais fácil...

– Logo um pequeno clarão pode ser visto onde eu fechei meus olhos e coloquei a mão na frente da face para proteger da luminosidade por alguns segundos até a luz sumir. Assim que a mesma cessou eu vi que o reptil não estava mais no local. Ao invés disso quem estava lá agora era uma Criaturinha redonda e rosada com alguns dentinhos bem afiados saindo juntos de sua boca. Ele também tinha uma espécie de cristal vermelho em sua testa como um pequeno rubi e um par de orelhas longas que eram meio curvadas, porem também lembravam bastantes as de um coelho. A criaturinha tinha grandes olhos, porém estavam fechados e ela também era bem menor que o Dino. — Eu olhei aquilo assustado e confuso me perguntando estava acontecendo, porém eu sabia que aquilo já facilitaria bastante a minha vida.

Hikari: O... O que aconteceu? Tch... Deixa pra lá. Depois pensarei sobre isso... Por hora, preciso descansar... E agora que a chuva enfraqueceu eu posso ir pra casa... E vou levar essa coisinha comigo...

Eu então peguei a criaturinha nos braços e comecei a carrega-la correndo pelas ruas e saindo do terreno após guardar meu novo aparelho no bolso eu então rumei para minha casa para refletir e avaliar toda a situação sem falar de organizar meus pensamentos após tanta coisa acontecendo em um único dia.

???:...

Um vulto observará o Garoto correr pelas ruas através de um estranho aparelho dentro de um carro completamente preto tanto em sua cor quanto em seus vidros. Não dava pra saber quem era, mas parecia querer algo com o rapaz sem que o mesmo percebesse enquanto o garoto apenas continuou seu caminho até sua casa o carro começou a segui-lo lentamente...

_________________ The End________________

No próximo episódio!

Hikari: Uma pessoa estranha foi até minha casa alegando ser de algum tipo de organização secreta que cuida de incidentes digitais. Me oferecendo cargo como Tamer! ela alega que está trabalhando pro governo pra conter todos tipos de incidentes considerados anormais e ultra secretos. Será que devo acreditar nela?


FIQUEM ligados!



Notas finais
Eu ia colocar mais osts em algumas outras cenas, mas meu PC começou de cuzice com uns bugs bizarros no navegador, então broxei, mas depois talvez eu corrija. E antes que venham me atacar nos coments, a variação entre narração em primeira e terceira pessoa, foram propositais. D= Eu acho bem mais conveniente trabalhar em primeira pessoa na questão de sentimentos, emoções e sensações dos chars enquanto em terceira pessoa, acho mais pratico pra criar eventos em torno dos chars, fora em meio a coisas como lutas. D=
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.