Digimon Jornada de Fogo - Senhores das Trevas
45 Capítulo 45 - Carlos O imperador das marcas
Notas iniciais
Paulo e seu parceiro corria pelos corredores do castelo e depois de um tempo eles chega em frente a uma enorme porta que com um pouco de força se abre e no centro daquela sala revela uma cadeira e nela sentada o Imperador Carlos e do seu lado o seu parceiro.
— Olá o que temos aqui.
— Então um ratinho conseguiu passa.
— A gente né precisa se preocupa com ele, parece que aqueles dois irmão já fizeram muita coisa contra ele.
Paulo começa a rir junto com seu parceiro e isso trás a raiva de Carlos.
— Por que ri?
— Por que eu né precisei enfrenta-los e ainda mais ele né podia fazer o que aquele cara fez.
— Para de mentir olha o seu estado...
— Isso aqui que fez foi o meu irmão Marcus, ele se é digno de chama de homem, e você né chega na sombra dele.
— Como ousa.
— Então você é o irmão do Marcus parece que ele está se borrado de medo e resolveu manda o seu maninho...
— Oh seu sem noção, se ele me mandou é porque está transformando o seu exercito em patê e isso demostra que você né pode ser chamando de oponente para ele.
— Seu maluco, você vai paga caro...
Algum tempo atrás...
Em meio de várias ruas se escuta passos rápidos e logo atrás outros em uma quantidade ainda maior e todos seguia em uma velocidade e algumas vezes o som abafado demostravam que alguns estavam pulado e em alguns momentos se escutavam coisas sedo derrubadas e jogadas, como se tenta-se atrasa alguém.
— Vamos ter pega garoto.
— Isso que veremos.
— Hoje você não escapa.
— Ah cuidado onde pisa.
Logo um som de algo rachado se faz presente e quando um grupo de pessoas percebe eles estavam em cima de um telhado que cede pelo peso e todos cair.
Nesse momento um jovem foge do local e some da vista de todos que demostravam um sentimento de fúria contra ele.
Depois de um tempo um som de porta se abrindo e assim que um passo se da para dentro algo atingi a cabeço do jovem.
— O que foi que você apontou dessa vez?
— Eu nada.
— Como nada? O que são essas coisas?
— Eu consegui.
— Conseguiu como?
— Consegui ué.
— Você estavam roubado de novo?
— Não estava roubado.
— Como eu posso acredita que você não roubou? Coisa que pega das pessoas, sem ganha é roubo.
— E você que quer a gente fique nessa situação?
— Prefiro muito sem justo e honesto do que ser chamando de ladrão.
— Muito bem, olha só o que essa coisa de honestidade e justo trás para gente.
— Olha aqui garoto.
— O que? Olha a nossa situação? Olha como o mundo está e ainda acha isso justo?
— Filho...
— Hoje o mundo só da valor para os que tem dinheiro e nós somos varridos todos os dias da sociedade e eles né liga para a gente.
— Se o mundo está desse jeito é culpa nossa.
— Nossa? A culpa são deles.
— Não, são nossa por deixa desse jeito, nossa por sempre joga os problemas nos outros, nossa por não se esforça, nossa por sempre procura o meio mais fácil, nossa por sempre não valorisa aqui quer realmente é importante.
Falavam um senhor que demostravam uns 60 anos de idade e parecia que sua força sumia a cada momento.
— Não deixe de da valor para aquilo só quando perde, dê valor agora enquanto você tem ela.
— Obrigado pelo conselho, mas a minha opinião é muito melhor.
Nesse momento a porta é batida com violência e uma jovem sair a toda a velocidade para a rua e dentro um senhor derramavam lágrimas.
Já se passavam mais da dez da noite e um senhor caminhava pela rua, ele parecia procura por algo e paravam algumas pessoas.
Ele parecia bastante preocupado e continuavam procurado até que um grupo de homens o cerca e algo tenebroso acontece, depois de alguns minutos um grupo de jovens vinha caminhado e conversado e assim que vira a rua um deles ver o Senhor e corre até ele gritando.
— Paiii
Aquele era o jovem que outrora tinha desprezado algo.
Nesse momento os outros jovens conseguem chama uns bombeiros que passavam pelo local.
Depois de um tempo o jovem descobre que um grupo de homens tinha feito aquilo e que agora o seu pai precisavam de um coração novo e o hospital possuía um, mas ele já tinha sido separado para outro paciente.
Em casa o jovem olhavam para a tela do seu celular a fim de pensa em algo para ajuda o seu pai e a única coisa que vem na mente era roubo e então uma mensagem surge.
Ela perguntavam se poderia cede sua força para salva um mundo e naquele momento ele percebe que aquilo era uma oportunidade de salva o seu pai e de munda todo o mundo e então não tarda em aperta a tecla sim.
Logo ele é sugando para dentro de um vortix que surge do nada no chão da sua sala e acaba parado no digimundo, junto com outros jovens.
Eles descobrem que ganharam parceiros Digimon e então juntos ele lutar contra certos Digimon que queria domina o digimundo e assim que consegue vence acaba descobrindo que não teria força necessária para munda o seu mundo e né salva o seu pai.
Nesse momento o Líder do grupo trás a tona algo bem surpreendente, domina o digimundo e assim conquista o mundo deles e deixa-lo do jeito que todos queria.
Aquilo era algo que trazia as mesmas coisas que os Digimon malignos estava fazendo.
— Mas como podemos fazer isso se a gente não tem o poder necessário?
— Agora temos.
— Não entendi.
— Nessa caixa...
O líder mostravam uma caixa de madeira e que possuía uma tranca e então volta a fala.
— Nessa caixa está o poder que precisamos para domina o mundo digital e o nosso mundo.
— E os guardiões?
— Para eles eu estava pensado em usa em nosso exercito.
— Mas eles não vão quere se junta a gente.
— Minha irmã está certa.
— A gente vai controla-los e fazer eles agir do jeito que queremos.
— Como vamos fazer isso?
— Só confie em mim.
Depois de algum tempo Carlos recebe uma missão de destruir um local onde ficavam vários ovos de Digimon.
Assim que ele começa a destruí é impedido por um novo domador que no fim da batalha acaba adquirindo a forma mega e assim impedido que o plano fosse adiante.
— Olha sou eu.
— Tenho novidades, parece que aquele pássaro de fogo trouxe um domador novo e pelo visto vai se opor a nós.
— Entendo, então vamos fazer isso.
— Ok, estou indo para a base agora espera novas ordens.
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