No dia seguinte levanto às seis da manhã e me arrumo para o trabalho, vou para a cozinha e faço o café e algumas toradas.

Dorumon acorda ainda sonolento, pelo visto ele não estava acostumando a se levanta naquela hora.

Depois de tomar o café, vou até a sala e pego minha mochila que estavam no sofá com minhas coisas para o trabalho e antes de sair olho para meu parceiro e falo.

– Dorumon estou saindo para o trabalho.

– Eu quero ir também.

– Dorumon não posso leva você.

– Mas eu quero ir..., e se algum inimigo aparece?

– Calma Dorumon, antes não vai aparece nenhum inimigo e outra preciso que você faça algo bastante importante.

– Pode deixa comigo que eu faço.

– Muito bem, preciso que você proteja a casa e não deixe ninguém te ver, posso confia isso a você?

– Claro.

Saio de casa e deixo o Dorumon protegendo, a fim de o deixa ocupando e assim evita que ele faça alguma de errado.

No trabalho tudo acontece normalmente como qualquer outro dia.

– Eaw Gaulvi.

– Oi Isaque.

– Como foi sua folga ontem?

– Foi muito boa, eu até gostei batente.

– Espera ai você não ficou o dia inteiro dentro de casa só estudado não.

– Claro que eu fui à praia como te falei e vou-te conta que gostei muito e vou começa a sai mais vezes a fim de relaxa um pouco.

– Vai chove Gaulvi o menino que só saber estuda dizendo essas coisas.

– Tá bom, vamos para que termos serviço a fazer.

– Tá ok, mas antes você está sabendo do que aconteceu ontem?

Assim que o Isaque falou isso, eu comecei a transpira frio e algumas gotas de suor saia da minha testa.

– Ontem a noite um grupo de jovens vira duas bolas de fogo na estrada que vai para a Lagoa do Portinho.

– Como é que é?

Falava eu já aliviado.

– Isso mesmo que eu te falei.

– Me conta isso direito.

– Bem eu não vou saber explica direito, então pega aqui o jornal e depois me devolver.

Assim que pego o jornal, vejo na capa uma foto meio borrada e no fundo duas bolas de fogo.

– Fantasmas ardentes no caminho para a Lagoa do Portinho.

Era o que falavam na matéria, e então passei as folhas até chega à matéria e comecei a ler o que estavam escrito.

No final da matéria demostravam que aquilo não passavam de uma brincadeira e de uma montagem bem feita, mas algo em mim me falava que aquilo era obras dos inimigos que o e-mail falavam.

Assim que terminou o trabalho, segui em direção a minha casa a fim de conta para o Dorumon sobre a reportagem.

– Ei Gaulvi...

– O que foi Isaque?

– Que tal a gente ir lá ao local da matéria e ver se é verdade.

– Isaque você não é mais criança e ainda por cima acredita nisso? Meu amigo eu pensei que você fosse mais esperto.

– Não tira uma comigo, pois bem a gente se ver amanhã.

– Até amanhã.

Assim que chego em casa enquanto tudo tranquilo e até demais, começo a procura o Dorumon por todo lado de foram, mais nada.

– Dorumon..., Dorumon...

Começo a fica preocupado por ele não responde e então entro em casa e começo a procura e acabo achando ele no meu quarto em cima da cama tirando uma bela soneca bem profunda.

Chego perto dele e dou um leve peteleco em sua testa que faz ele acorda.

Assim que ele me ver se levanta de uma vez e pula em cima de mim.

– Dorumon agora não é hora de a gente brinca e outra você dormiu a tarde toda?

– Não.

Falavam Dorumon desviando o olha.

– Dorumon..., vamos deixa isso de lado e deixa-me lhe mostra essa imagem.

Mostro a ele a imagem do jornal de mais cedo, ele olha e depois de um tempo acaba falando.

– A foto está bem mal tirada.

– Dorumon não é isso presta atenção no fundo, essas duas bolas de fogo..., estou com a sensação que seja obra daqueles caras que o e-mail estava falando.

– O que vamos fazer?

– Vamos até no local hoje à noite e descobri tudo.