Digimon Jornada de Fogo - Senhores das Trevas
4 Capítulo 4 - A noticia
No dia seguinte levanto às seis da manhã e me arrumo para o trabalho, vou para a cozinha e faço o café e algumas toradas.
Dorumon acorda ainda sonolento, pelo visto ele não estava acostumando a se levanta naquela hora.
Depois de tomar o café, vou até a sala e pego minha mochila que estavam no sofá com minhas coisas para o trabalho e antes de sair olho para meu parceiro e falo.
– Dorumon estou saindo para o trabalho.
– Eu quero ir também.
– Dorumon não posso leva você.
– Mas eu quero ir..., e se algum inimigo aparece?
– Calma Dorumon, antes não vai aparece nenhum inimigo e outra preciso que você faça algo bastante importante.
– Pode deixa comigo que eu faço.
– Muito bem, preciso que você proteja a casa e não deixe ninguém te ver, posso confia isso a você?
– Claro.
Saio de casa e deixo o Dorumon protegendo, a fim de o deixa ocupando e assim evita que ele faça alguma de errado.
No trabalho tudo acontece normalmente como qualquer outro dia.
– Eaw Gaulvi.
– Oi Isaque.
– Como foi sua folga ontem?
– Foi muito boa, eu até gostei batente.
– Espera ai você não ficou o dia inteiro dentro de casa só estudado não.
– Claro que eu fui à praia como te falei e vou-te conta que gostei muito e vou começa a sai mais vezes a fim de relaxa um pouco.
– Vai chove Gaulvi o menino que só saber estuda dizendo essas coisas.
– Tá bom, vamos para que termos serviço a fazer.
– Tá ok, mas antes você está sabendo do que aconteceu ontem?
Assim que o Isaque falou isso, eu comecei a transpira frio e algumas gotas de suor saia da minha testa.
– Ontem a noite um grupo de jovens vira duas bolas de fogo na estrada que vai para a Lagoa do Portinho.
– Como é que é?
Falava eu já aliviado.
– Isso mesmo que eu te falei.
– Me conta isso direito.
– Bem eu não vou saber explica direito, então pega aqui o jornal e depois me devolver.
Assim que pego o jornal, vejo na capa uma foto meio borrada e no fundo duas bolas de fogo.
– Fantasmas ardentes no caminho para a Lagoa do Portinho.
Era o que falavam na matéria, e então passei as folhas até chega à matéria e comecei a ler o que estavam escrito.
No final da matéria demostravam que aquilo não passavam de uma brincadeira e de uma montagem bem feita, mas algo em mim me falava que aquilo era obras dos inimigos que o e-mail falavam.
Assim que terminou o trabalho, segui em direção a minha casa a fim de conta para o Dorumon sobre a reportagem.
– Ei Gaulvi...
– O que foi Isaque?
– Que tal a gente ir lá ao local da matéria e ver se é verdade.
– Isaque você não é mais criança e ainda por cima acredita nisso? Meu amigo eu pensei que você fosse mais esperto.
– Não tira uma comigo, pois bem a gente se ver amanhã.
– Até amanhã.
Assim que chego em casa enquanto tudo tranquilo e até demais, começo a procura o Dorumon por todo lado de foram, mais nada.
– Dorumon..., Dorumon...
Começo a fica preocupado por ele não responde e então entro em casa e começo a procura e acabo achando ele no meu quarto em cima da cama tirando uma bela soneca bem profunda.
Chego perto dele e dou um leve peteleco em sua testa que faz ele acorda.
Assim que ele me ver se levanta de uma vez e pula em cima de mim.
– Dorumon agora não é hora de a gente brinca e outra você dormiu a tarde toda?
– Não.
Falavam Dorumon desviando o olha.
– Dorumon..., vamos deixa isso de lado e deixa-me lhe mostra essa imagem.
Mostro a ele a imagem do jornal de mais cedo, ele olha e depois de um tempo acaba falando.
– A foto está bem mal tirada.
– Dorumon não é isso presta atenção no fundo, essas duas bolas de fogo..., estou com a sensação que seja obra daqueles caras que o e-mail estava falando.
– O que vamos fazer?
– Vamos até no local hoje à noite e descobri tudo.
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