Digimon Jornada de Fogo - Senhores das Trevas
41 Capítulo 41 - Renascimento de um laço: O poder de um verdadeiro amor entre irmãos
Notas iniciais
Em um local totalmente distante, existia um castelo e no pátio do mesmo se encontravam vários Digimon.
Existia de todos os tipos e tamanhos e todos demostravam realizar ataques de longa alcance e todos aguardavam as ordens de três pessoas que estavam em cima de uma torre.
— Então o chefe que quer a gente faça isso?
— Parece que ele quer acaba logo com isso.
— Vamos fazer o que o Mestre que e coloca um fim nisso.
— Que pena que acabou a brincadeira.
— Mas saber já estava ficando chata.
— É verdade.
— Muito bem..., Todos que estão aqui em nome dos imperadores, vão para o campo e traga destruição e desespero e honre os nomes de seus líderes e faça os nossos inimigos perecerem e não deixe nenhum escapa.
Um forte grito se faz ouvi e logo todos eles partem.
Era um exercito numeroso e poderoso, sua quantidade sumia da vista e ninguém poderia escapa do seu poder.
Enquanto isso dois Digimon lutavam com tudo que tinha.
— Você acha que saber tudo sobre o meu mestre...
— Não sei tudo sobre ele, mas uma coisa eu digo ele não saber o quanto o Marcus anda sofrendo.
— E você acha saber o quanto o Paulo sofre por causa dele?
— Não seja uma criança, acha que entende tudo?
— Posso não entender tudo, mas sei muito bem a vontade do Paulo..., Licht Angriff.
Vários misseis são disparado em direção ao wargremon e que se aproxima de forma rápida.
— Grande Tornado...
Um forte tornado de fogo toma todo o corpo do draconiano e que vai para cima do ataque ser com características de lobo.
Os ataques se choca formando uma forte explosão, mas logo o tornado sair de dentro da nuvens de fumaça e segue rumo ao BEOWOLFMON.
— trinitat.
Beowolfmon usa o seu ataque no solo e escapa por pouco do golpe de fogo e aproveitando o impulso parte para cima do seu oponente.
No local surgia cada vez, mas marcas de cortes, destruição e de cena de angustia e dor.
— Agora tudo acaba aqui.
— É o que veremos.
— Força Gaia.
— Zweihander.
Uma gigantesca esfera de fogo é lançada e no encontro um lobo de luz que viravam uma barra que passavam de forma muito rápida se choca criando uma forte explosão e uma luz surge cortando as nuvens que tomavam uma cora mais vermelhada trazendo para aquele lugar uma cena difícil de descreve.
Enquanto isso os domadores ainda continuavam brigando, mas desta vez Marcus estavam em ciam do Paulo e socavam o seu rosto sem da tempo para ele se recupera.
— Você acha que não sofro esse tempo todo por causa daquilo?
Nesse momento Paulo pega pelo pescoço dele usado suas pernas e o derruba no chão e então lança um forte soco que atingi o solo, pois Marcus consegue descia no último momento.
— Não me vem com essas desculpa, você sabia muito bem.
— E você acha que não sem disso?
— Parecia que não, eu te odeio por ser uma pessoa que não liga para aquilo que os outros se importa.
— Para de fala besteira.
Ambos se socam e caem no chão, ofegante, suados e muito sujos.
A terra no local começava a toma uma cor vermelhada e ambos respiravam com dificuldade.
Nesse momento Isaque e Aline ver de longe os dois caídos no chão e percebe que ambos estavam brigado.
Assim que eles dão inicio a caminhada até onde os dois estão, nota uma grande massa de Digimon se aproximando e um medo toma conta deles, mas mesmo assim usado todas as força começa a corre em direção dos irmãos.
— Olha Marcus se arrepende até hoje do que fez.
— Se arrepende mesmo? Duvido muito...
— Olha aqui acha que é fácil passa esses anos todos sabendo que seu irmão querido o odeia por um erro que ele cometeu? Saber quantas noites ele chora quando lembra de seu laço com o Paulo?
— Não sei...
— Ele só que o melhor para o seu irmão e até estavam preparado tudo para ele assumi a presidência da empresa.
— O que?
— Marcus estava disposto à deixa tudo para que seu irmão pode-se ser feliz.
— Isso não é felicidade.
— Eu sei e por isso que eu virei uma coluna de sustento dele.
Nesse momento os dois Digimon ver a forte massa de Digimon se aproximando do local onde os domadores estavam.
— Eu preciso e até lá.
— Você fique aqui, o que um Digimon em forma de criança pode fazer? Eu como ainda estou na forma mega posso fazer algo.
— Você pode morre.
— Se eu pode trazer aquele sorriso de volta..., se cuida.
— Wargremon...
Wargremon sai em disparada correndo e levantando uma forte poeira que vai marcando o caminho que passa.
Então Marcus e Paulo se levanta e ver aquela forte massa de Digimon que em um pisca dispara várias vezes misseis, Balas e bombas em direção dos domadores.
Nesse momento Marcus se joga na frente de Paulo como forma de protege-lo, mas um ser Draconiano o pega junto com o Paulo e o arremessa para longe do local onde haveria o impacto.
— Escudo bravo.
Todos os ataques caem em cima do Wargremon que usavam apenas seu escudo como proteção e nesse momento um forte grito se faz ouvi.
— Wargremon...
Assim que toda a fumaça some da ara ver o Wargremon de joelhos, com o escudo do lado em pedaços e desaparecendo e com várias partes de sal armadura faltando.
Em todo seu corpo os dados ia saindo e aos poucos desaparecendo.
— Wargremon...
Marcus tenta ia até o seu amigo, mas era impedido por Paulo que não conseguia libera nenhuma palavra, apenas balançavam a cabeça negativamente.
Aline e Isaque ver a cena e não acredita no que via e uma forte tristeza tomava conta de todos e os inimigos sorriam por ter destruindo um oponente, então o líder daquele esquadrão fala.
Todos destruam aqueles domadores e seus parceiros.
— Wargremon...
— Ele nós protegeu...
— Por quê? Por que... Eu não queria que mais ninguém se machuca-se.
— Marcus calma.
— Saber naquele dia não queria joga fora sua escova preferida, mas enquanto eu arrumavam o banheiro acidentalmente acabei derrubando ela no vaso e tive joga fora.
— Por que não me contou isso antes?
— Por que ela era algo precioso para você, saber deste aquele dia que você parou de fala comigo eu venho chorando as noites.
— Chorando?
— Você é o meu irmão querido, não queria perde sua amizade, seu amor e carrinho..., eu posso ser diretor da empresa de nossa família, mas do que adianta isso ser a amizade como o meu querido irmão não tem mais?
— Nunca imaginei você nessa situação.
— Assim que acaba-se tudo isso eu tentaria refazer o nosso laço, mas naqueles momentos em que falou que eu tinha morrido para você, foi doloroso demais.
— Me desculpa irmão...
Lagrimas escorria pelo rosto de ambos e ia se misturado com o sague que ainda estavam presente na face de cada um.
— Paulo para mim você ainda e sempre será meu irmão, não importa o que aconteça, mesmo que palavras feria meu coração, mesmo que diga que não sou mais seu irmão, eu vou te ama, vou cuida de você, não posso simplesmente nega você...
— Me desculpa irmão, fui idiota por joga fora a nossa amizade, eu sempre sube que estavam cuidado de mim, mas eu só fugi para não aceita e ver o seu amor e mesmo eu tendo falando palavras dolorosas, você ainda mostra esse amor.
— Eu sempre vou mostra.
Os dois começam a chora, enquanto os ataques se aproximam de forma feroz, mas uma voz se faz soar.
— esse amor..., esse carinho..., esse abraço..., esse laço...
Wargremon começa a se movimenta e os ferimentos vão se abrindo ainda mais, mas então algo parecia fazer o tempo congela.
O digivice do Marcus começava a emana uma forte luz que ia ganhado força e começavam a cria fortes rajadas de ventos para todos os lados.
Os sentimentos dos dois irmãos criavam uma energia muito poderosa que fazia o digivice absorve tudo e o mais inesperado acontece.
Uma gigantesca torre de luz dourada se forma em volta do Wargremon.
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