Digimon Jornada de Fogo - Senhores das Trevas
40 Capítulo 40 - Laços quebrados
Em meio de um campo onde tinha acontecido uma feroz batalha um grupo de Digimon e humanos descaça dentro de uma tenda.
O sol começava a caminha para o seu descaço e logo algumas nuvens tomavam conta do céu e por causa dos raios solares elas tomavam uma cora alaranjada e com alguns pontos vermelhados.
De repente sai do meio daquela concentração um humano sendo acompanhado por um Digimon e ambos vão caminhado por um tempo e cada vez se afastando do local onde estavam anteriormente e assim que chega a uma distancia onde não se dava mais para ver o lugar anterior eles para.
— Strabimon o que você acha?
— Sobre a gente enfrenta esses imperadores?
— Sim.
— Mestre deste que você começou a andar com esses jovens sua forma de agir tem mudado muito.
— Você acha isso?
— Sim.
— Saber agora eu só penso em protegê-los, parece que algo que tinha enterrado está lutando para sair.
— Fico feliz de ouvir isso.
— Então que aqui que os dois estão.
Falava Marcus em cima de um morro e logo desce enquanto Paulo se levanta.
O olha deles era como se dois estranhos se encontravam e um clima pesado começava a surgi.
— O que está fazendo aqui?
— Eu que deveria pergunta isso.
— O que eu faço é problema meu e não seu.
— Continua a mesma criança de sempre.
— Criança? Olha quem fala do cara que viver se escondendo.
— Olha a língua maninho.
— Não me chame de maninho.
— Você é o meu irmão e então...
— Então o que? Para mim você não é o meu irmão...
Nesse momento um forte soco se faz soar e Paulo é jogando alguns metros para trás.
— O que você acha que está fazendo com o meu mestre...
— Não aponte essas garras para o Marcus.
— Isso que veremos.
— Vou te fazer engolir cada palavra.
Os dois digivice brilha e logo os dois Digimon chega à sua última forma, um ser draconiano com uma armadura dourada e com um forte escudo em sua costa, além de poderosas garras amostra e o outro era um ser parecido com um humano com várias características de um lobo, além de possui uma armadura branca com traços azuis e uma poderosa espada em uma das mãos.
— Vou acaba contigo.
— Se prepare para recebe a correção.
Um forte estrondo soar no local e poderosas rajadas de ventos surgia a cada vez que os golpes dos dois Digimon se chocava e ambos ia se afastando de perto dos domadores.
— Está na hora de a gente coloca tudo em dia.
— Esteja preparado Maninho para ter seus parafusos apertados novamente.
— Cala a boca.
Um forte soco se encontrava com o rosto do Marcus que viravam para o outro lado e logo fechando os punhos retribui o golpe no rosto do Paulo e ambos começaram a troca socos um no outro.
No local onde se encontrava Aline e Isaque junto com seus parceiros, algo apertava seus corações.
Um sentimento de que algo ruim estavam próximo de acontece com Marcus e Paulo e esse sentimento deixa todos ali apreensivos.
— Então alguma noticia deles?
— Nada, mas um dos Digimon do local viu ambos indo para a direção norte.
— Eu vou até lá.
— Espera eu vou contigo também, não aguento fica aqui esperado.
— Tudo bem vamos.
Enquanto isso Marcus e Paulo continuavam brigando, os rostos de ambos estavam bem inchados e gotas de sangues se multiplicavam pelo local.
— Você só tem isso Maninho?
— Eu vou acaba contigo, hoje vou fazer você paga tudo que me fez.
— Eu lhe fiz? Vou te mostra que aquilo que lhe fiz foi para o seu bem.
— Para o meu bem? Aquilo na época era importante para mim.
— Você tinha coisa mais importante do que aquilo.
— É por isso que te odeio, pois não saber da valor aquilo que realmente importa.
— Não sei da valor? Está muito enganando Maninho.
— Para de me chama de maninho, o meu irmão morreu para mim a muito tempo.
As duras palavras de Paulo era como fechas que passavam pelo coração de Marcus que naquele momento dividia um sentimento de tristeza e que fazia o seu coração desaba em choro e outro sentimento de raiva que queria descarrega tudo em seu irmão.
Naquele momento os dois olhares era algo mortal e ambos desejavam o fim para o outro.
O laço que poderia ainda existi entre eles desaparecia, assim como uma bela flor que surgem pela amanhã e que quando chega à tarde seca e acaba sendo levando pelo vento e desaparece como fumaça.
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