Digimon Jornada de Fogo - Senhores das Trevas
22 Capítulo 22 - Um cavalheiro como Mestre
Notas iniciais
Gaulvi e seu parceiro seguia rumo ao local onde teria seu treinamento a fim de pode se junta aos seus amigos.
A viagem ia seguindo tranquilo até seu parceiro começa a resmunga.
– Gaulvi...
– O que foi Doru?
– To com fome.
– Doru essa é vigésima vez que você fala isso.
– Mas to com fome.
– Doru a gente está dentro desse trem e não tem como alguém aparece servido comida.
De repete a porta se abre e aparece um Digimon já bem conhecido que era o Meramon.
– hum tem gente aqui.
– Sim, tem.
– O que vocês estão fazendo nesse último vagão?
– A gente está indo encontra alguém que vai nós treina.
– Ah você são os domadores que o Guardião divino mandou.
– Sim...
Falava Doru animado.
– Nossa que alivio, mas bem por que você não foram come alguma coisa.
– Tem comida aqui?
– To com fome Gaulvi quero come.
– Tem sim, ver vou leva-los até o local.
Seguimos o Meramon até o vagão do meio e logo vimos que ele tinha mesas e cadeiras e logo eu e meu parceiro se sentamos em uma.
Não demorou para que trouxe-se comida para gente e para passa o tempo, Meramon contava para nós sobre suas histórias e locais onde já esteve.
Logo ouvimos ser anunciado o nome de um local onde o trem ia para e depois continuou.
– O Domador Gaulvi e seu parceiro, por favor, desembarcar nesse ponto anunciado. Repetindo o Domador Gaulvi e seu parceiro, por favor, desembarcar nesse ponto anunciado.
– É parece que chegou a hora de vocês.
– Obrigando por tudo Meramon.
– Obrigando Meramon.
Descemos no ponto no qual uma placa informava que ali se chamava Cidade das Estrelas.
Existia muitos Digimon naquele lugar e o lugar era bem movimentado.
– Gaulvi quem será o Digimon que vai treina a gente.
– Não sei Doru.
– Então são vocês a quem vou treina.
Quando viramos, vimos um cavaleiro com uma capa vermelha, segurando um escudo em uma das mãos e na outra uma grande lança, ele era revestindo por uma armadura branca com algumas partes vermelhas e alguns detalhes dourados.
Sua presença demostrava grande grandeza e um clima de lealdade misturado com poder e honra.
– Quem é você?
– Eu sou Dukemon, um dos trezes cavaleiros reais que protege esse mundo.
– Se você é um dos que protege o mundo digital então por que deixaram fica assim?
– Doru mais atenção nas suas palavras.
– No momento estamos impedido que os imperadores abre um portal para o mundo do seu domador e enquanto outros estão interceptado os enviados deles.
– Senhor Dukemon...
– Apenas Dukemon.
– Dukemon é você que vai nós treina?
– Sim, estarei fazendo o treinamento de vocês.
– Que tipo de treinamento vai ser?
– Será um que fara vocês enfrentarem a sua própria escuridão.
– Própria escuridão?
– Chega de conversa e pegue essas coisas e me siga.
Dukemon joga para cima de mim e do Doru duas mochilas grandes e pesadas e então começamos a segui-lo carregando um grande peso em nossas costas.
Depois de caminha por mais ou menos duas horas já dava para ver a cidade longe e quando chegamos em cima da colina vimos um lugar bem tranquilo e encantando que fazia todo aquele caminho vale a pena e ainda tinha uma caverna próxima.
– Assim que chega a hora vocês entraram na caverna e lá saberemos se estão aptos a ajuda contra os imperadores, mas até lá vamos realiza um treinamento bem puxado.
– Ok!!
Falava eu e Doru.
A gente começou a arruma as coisas e logo descobrimos que nas mochilas tinha alimentos e todo o equipamento necessário para um acampamento e sei perde tempo o Dukemon já começa a passa as primeiras tarefas para a gente.
– Hoje iremos ver o trabalho de equipe de vocês, então quero que ambos vão pega lenha e água.
– Tudo bem.
– Eu pego a água Gaulvi.
– Bem Doru não é melhor você pega a lenha?
– Quero pega a água.
– Não Doru você vai pega a lenha.
– Não.
– Sim.
– Nãooo.
– Siim.
– Vocês vão fica nisso o dia todo?
– Vamos fazer o seguinte, iremos usa a sorte para decidi.
– Ok.
Eu pego um dado e escolho três números e o Doru também e o jogo para o céu e assim que cai no chão vimos que o ganhado era o Doru que acaba indo pega água e eu acabo ficando com a lenha.
O meu caminho era tranquilo até o local para pega a lenha e eu facilmente pego bastante sei nenhum problemas, mas na hora de volta vejo que eu tinha que subir o morro novamente e que o mesmo demostravam grande dificuldade.
Na primeira tentativa acabo caído e a lenha acaba se espalhado, então a junto novamente e volto a subir, mais o resultado ia se repetindo por causa do peso da lenha e depois de vinte tentativas acabo em fim subindo, mas com pouca lenha.
Doru estavam com um atarefa fácil de pega água e o caminho não era nada complicando e logo ele pega a água e como estava cheia acaba derramando um pouco no chão revelado que aquele caminho era de pedra e que quando molhada ficava altamente escorregadia e que fez o meu parceiro leva vários tombos e depois de várias ele em fim consegue volta com um pouco de água no balde.
– Vocês acha que essa quantidade é o suficiente? Que trabalho de equipe é essa?
– Se não fosse à teimosia do Doru isso não teria acontecido.
– Você que não saber o que fazer, sempre tentando ser alguém que não é?
– Como é que é Doru?
– Isso mesmo.
– Basta, a culpa é de ambos.
– Nossa?
– Nossa?
Falava eu e o Doru.
– Sim! Primeiro usa a sorte? Vocês acha que em uma batalha tem que fica contando com a sorte para ver o que fazer? Segundo Gaulvi que atitude de líder é essa a sua? Por que você tem esse medo de mostra sua capacidade? E Doru até quando vai fica agindo como uma criança? Quero que ambos pensem nisso e vamos descaça que amanhã tem mais tarefa.
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