Digimon: Fighters

12 O Portal para o Digimundo


Notas iniciais
Oi, pessoal! Desculpa desaparecer, a vida tem estado bem corrida. Eu sei que eu não sou a melhor pessoa do mundo pra acompanhar, mas prometo que vou tentar ser mais responsável com essa história. Outra coisa. Eu tenho começado a reassistir Naruto ultimamente, então algumas lutas vão ressoar bastante o estilo de luta de Naruto, mas sem perder a essência de Digimon. Espero que gostem! Vão ter bastante capítulos nesses próximos dias porque eu já tenho alguns prontos!

A mente de Pedro não estava naquela busca estúpida. Não estava nem no próprio Digimundo. Tudo o que se passava na cabeça do menino enquanto ele estava montado na cabeça de Vickemon era o quanto ele queria lutar e acabar com os humanos naquele instante. Nada mais importava, nem mesmo aquela busca pelo humano Paulo que estava perdido no Digimundo.

― Precisa ter paciência, Pedro ― a voz profunda de seu parceiro Vickemon arrancou Pedro de seus pensamentos. Naquele momento, ele estava sentado na grande cabeça negra do grande digimon inseto enquanto eles sobreavam uma das florestas do Digimundo procurando por qualquer sinal do humano perdido. Pelo menos, era isso que deviam estar fazendo ― Royalmon sabe o que está fazendo.

― Os humanos mataram os meus pais, Vickemon ― Pedro respondeu, sua voz mais amarga do que ele pretendia soar ― Sair em um grupo de busca é a última coisa que eu queria. Quero invadir o mundo humano e acabar com todos eles de uma só vez.

― Pedro... ― Vickemon começou a falar, mas Pedro o interrompeu.

― Eu sei, eu sei. Paciência ― Pedro ouviu Vickemon suspirar ― Mas eu não entendo, Vickemon. Onyxmon foi ao mundo humano, Encatemon está enfrentando os digiescolhidos, eu mesmo já enfrentei um deles no mundo dos humanos. Qual é o problema de eu lutar agora? Por que não posso?

― Eu acredito que Royalmon tenha seus motivos ― Vickemon falou. A brisa fresca se tornou mais forte nos cabelos de Pedro quando Vickemon começou a voar mais depressa ― Eu confio que Royalmon está fazendo o que é certo para a conquista do mundo humano. Ele é um estrategista, Pedro. Não confia nele?

Pedro não respondeu de imediato. Ultimamente, sua mente tinha estado tão tomada pelos pensamentos de vingança e destruição que Royalmon tinha se tornado um alvo para seu ódio. Ódio por não permitir que ele fosse ao mundo humano, ódio por lhe dar essa tarefa banal, ódio por achar que Royalmon não acreditava nele o suficiente.

― Pedro? ― Vickemon indagou, trazendo Pedro de volta a realidade.

― Claro que confio nele, Vickemon ― Pedro respondeu, por fim ― Royalmon praticamente me criou. Me ensinou tudo o que eu sei hoje. Me fez quem eu sou. Claro que confio nele. É só que...

― Você precisa ter paciência ― Vickemon completou, fazendo Pedro soltar uma leve risada. Mesmo assim, não conseguia tirar a ansiedade e o ódio de sua mente. Queria pôr um fim nos humanos e queria fazê-lo agora.

― E se eu disser que posso fazer seu desejo se tornar realidade neste exato momento? ― uma voz brincalhona e anasalada fez com que Vickemon parasse de voar, pegando ambos de surpresa. Pedro se voltou para encarar um digimon que se parecia muito com um palhaço se equilibrando no topo de uma das árvores e encarando-o de volta. Seu olhar era enigmátio e seu sorriso quase diabólico.

― Do que você está falando? ― Pedro questionou.

― Estou falando da sua vontade de lutar, é claro ― o digimon palhaço respondeu ― Afinal, não é isso que você quer? Se provar útil aos olhos de Royalmon? Se vingar dos humanos que estragaram sua vida?

Pedro sentiu seus dentes trincarem um contra o outro enquanto o palhaço continuava a falar. Por algum motivo, aquele cara lhe causava um tremendo arrepio na espinha.

― Eu posso lhe dar uma missão que vai satisfazer não somente você, como vai mostrar a Royalmon o quão forte e importante você é ― o digimon palhaço concluiu.

― E quem é você, afinal? ― foi Vickemon quem perguntou ― E por que nunca te vimos por aqui antes?

O digimon palhaço soltou uma leve risada.

― O meu nome é Jokermon, um servo fiel de seu mestre, Royalmon ― Jokermon novamente dirigiu seu olhar diretamente para Pedro. Aquele mesmo olhar enigmático que agora se tornava quase convidativo ― E então? Quer ouvir a minha proposta?

+ + +

Depois que a batalha contra o fantasma digital foi encerrada, Daniel e os outros foram até Vitor para checar Tanmon, que tinha sido ferido no meio daquela luta. Dr. Joel falou que o digimon só precisava descansar um pouco, mas que ele não parecia extremamente machucado, aliviando completamente Vitor.

Vitor tinha observado toda a luta de longe, se agarrando a Tanmon e esperando que ele acordasse. Ele assistiu quando os parceiros de Daniel, Lucas e Letícia se jogaram na batalha, como trabalharam juntos como um verdadeiro time e derrotaram o inimigo. Assistiu quando Letícia encontrou sua coragem para fazer Toramon digivolver. Assistiu tudo e não tinha ajudado em nada. Na verdade, tinha sido como se os três nem precisassem dele no time. Podiam muito bem se virarem sozinhos.

Vitor sentiu o peso dessa afirmação em seu peito enquanto os outros conversavam entre si sobre o ataque recente e a digievolução de Toramon.

― Vitor? ― a voz de Tanmon tirou Vitor de seus pensamentos. Ele voltou seu olhar para o pássaro digimon que ainda estava deitado em seus braços enquanto ele abria seus grandes olhos, recobrando a consciência ― Tá tudo bem?

Vitor hesitou por um segundo antes de responder.

― Sim, Tanmon ― a voz do menino não pareceu muito animadora nem mesmo para seus próprios ouvidos ― Tá tudo bem.

Vitor não sabia se Tanmon estava convencido da resposta de seu parceiro ou não, mas não teve tempo de rebater e insistir em uma conversa pois logo Susana e Cristina se juntaram ao restante do grupo, ambas vindo do laboratório que, agora, estava quase completamente destruído.

― Temos um grande problema, pessoal ― foi a cientista Susana quem falou, parando ao se aproximar do grupo ― O portal para o Digimundo foi severamente prejudicado pelo ataque daquele fantasma negro.

― Vamos precisar de algum tempo para realizar os reparos necessários na máquina ― Cristina continuou ― Pode levar horas ou até mesmo um dia para fazer o portal voltar a funcionar.

― Um dia? ― foi Daniel quem indagou.

― Então não podemos ir para o Digimundo hoje? ― Letícia questionou. Por algum motivo, Vitor sentiu um calor atingir seu peito ao ouvir aquela pergunta em voz alta, quase como um certo conforto o atingindo depois de uma bruta tempestade.

― Não acredito que vai ser possível ― Susana respondeu ― No estado em que o portal se encontra, uma viagem não monitorada seria um extremo risco para todos nós.

― Mas nós precisamos mandá-los o mais rápido possível para o Digimundo, meninas ― o Dr. Joel interviu na conversa ― O caos está se instaurando naquele lugar e Paulo precisa dos salvadores de Halomon ao seu lado. Não podemos perder mais tempo no nosso mundo.

― E também não podemos simplesmente voltar pras nossas casas ― Lucas declarou ― Fizemos nossas despedidas, se voltarmos agora nossos pais nunca nos deixariam sair de casa novamente. Seria impossível irmos para o Digimundo nesse cenário.

‪― Lucas tem razão ― Daniel concordou ― Não existe uma opção para que possamos seguir viagem para o Digimundo hoje?

― Não podemos dizer sem um diagnóstico completo dos circuitos ― foi Cristina quem respondeu ― Pode demorar um pouco para que tudo funcione da devida maneira. Vamos precisar da sua ajuda também, dr. Joel.

Dr. Joel apenas concordou com um movimento de cabeça e o silêncio chegou enquanto o cientista parecia pensar em o que seria a melhor coisa a se fazer. Vitor conseguia ouvir as batidas do próprio coração, pulsando contra seus ouvidos. Não sabia porque se sentia tão nervoso, só sabia que tal sentimento estava ali.

― Então...? ― foi Dinomon quem começou a falar, apressando o Dr. Joel.

― Muito bem ― o velho homem falou, por fim ― Não precisam voltar para suas casas hoje. Eu tenho um lugar onde vocês podem ficar enquanto ajudo Cristina e Susana nos reparos do portal.

― Então não iremos para o Digimundo hoje? ― Guepmon perguntou.

― Ainda é cedo para afirmar com certeza, mas parece que não ― Dr. Joel respondeu ― Sinto muito.

― Que droga ― Dinomon indagou ― Estaremos dando mais um dia para Royalmon continuar com seu reinado de terror.

― Não adianta xingar ― Toramon falou ― Não podemos fazer nada agora. Só podemos esperar o portal ficar pronto.

― Toramon está certa ― Dr. Joel concordou ― Enquanto isso, eu tenho um lugar onde vocês podem passar a noite hoje. Não fica muito longe daqui e tem espaço para todos, podemos ir com a minha van até lá.

Vitor sentiu sua respiração normalizar um pouco. Teriam mais um dia no mundo dos humanos, então. Não sabia o que tinha acontecido com toda aquela ansiedade e emoção que estava sentindo algumas horas antes sobre partir para o Digimundo, mas o que tomava conta dele agora era um sentimento bem diferente com relação àquela história toda. Um fardo que ele não conseguia explicar tinha caído sobre seus ombros.

― Na verdade, ― Letícia começou a falar, chamando a atenção do grupo e tirando Vitor de seus pensamentos ― eu acho que preciso ir pra casa primeiro. Não trouxe nada comigo pra levar pro Digimundo. Bom... Eu não pensei que iria para o Digimundo, então...

― Muito bem, então ― Dr. Joel voltou a falar ― Vamos na van até o local para os meninos passarem o restante do dia e talvez a noite e, logo depois, eu te leve até sua casa, Letícia. Susana e Cristina, ― Joel se virou para as duas cientistas ― enquanto isso, façam o que puderem para consertar o portal. Com o portal quebrado, não somente não poderemos ir até lá, mas se Paulo precisar voltar, será também impossível. Precisamos desse portal funcionando.

― Sim, senhor ― Cristina e Susana responderam em uníssono.

Vitor respirou fundo. As duas cientistas retornaram até as ruínas do laboratório e Joel os chamou para acompanhá-lo até a van, e assim todos o fizeram. Mais um dia no mundo humano e Vitor não conseguia entender porque não estava nem decepcionado e nem ansioso. Na verdade, não sabia o que estava sentindo.

― Não se preocupa, Vitor ― Tanmon falou, atraindo a atenção de seu parceiro. Nenhum dos outros pareceu ouvir enquanto eles andavam, Vitor e Tanmon estavam um pouco afastados de todos ― Vai dar tudo certo. Eu estou aqui pra te proteger.

Tanmon sorriu para Vitor e ele se pegou surpreso por tal gesto. Será que seu rosto transparecia algum tipo de preocupação? Mas ele estava tão ansioso? O que tinha acontecido? O que naquela luta tinha mudado tudo naquela situação?

Vitor, então, forçou um sorriso.

― Que é isso, Tanmon?! Não tem nada com que se preocupar! Só mais um dia e entramos de novo na ação e eu estou mais do que pronto! ― Vitor realmente queria que tudo o que disse fosse a mais pura verdade. Que droga.

+ + +

Fracasso. Era tudo o que Royalmon enxergava quando olhava para Onyxmon e Encantemon curvados em frente ao seu trono. Mais um fracasso, mais uma digievolução e um passo a mais para os digiescolhidos ficarem mais próximos da força que Halomon queria para derrotá-lo.

Mas Royalmon não culpava somente seus subordinados, culpava a si mesmo em certo grau. Havia confiado naqueles dois para realizar um trabalho e agora estava coletando os resultados. Deveria ter feito isso ele mesmo, mas agora era tarde. Precisava pensar em um plano.

― Sinto muito pela minha falha, mestre Royalmon ― Encantemon falou com sua cabeça baixa ― Eu verdadeiramente acreditei que meu feitiço iria destruir os digiescolhidos de uma vez por todas. Peço-lhe perdão.

Royalmon suspirou.

― Não foi uma falha completa ― a voz soberana do digimon cruzou o recinto ― O portal deles foi danificado. Demorará até que eles possam vir atrás de mim. Considero isso uma pequena vitória.

― Obrigada, mestre ― Encantemon agradeceu.

― Ainda assim não deixa de ser uma falha, mestre Royalmon ― Onyxmon entrou na conversa ― Os digiescolhidos continuam vivos e com planos de vir ao Digimundo.

― Como se você fosse alguém para falar, Onyxmon ― Encantemon rebateu ― Não vejo sua taxa de sucesso ser muito maior que a minha.

― Por isso peço ao mestre essa próxima oportunidade ― Onyxmon voltou a se dirigir ao grande digimon em sua frente. Royalmon às vezes chegava a se cansar com as briguinas de Onyxmon e Encantemon, mesmo que ambos fossem incrivelmente leais não deixava de ser irritante a necessidade deles de impressionar seu mestre, especialmente a que vinha de Onyxmon ― Eu acredito ter o digimon perfeito para derrotar os digiescolhidos. Acredite, mestre, eu posso seguir com o ataque agora mesmo.

Royalmon não respondeu. Já tinha um plano para esse próximo ataque e não envolvia Onyxmon. Ambos Onyxmon e Encantemon tiveram suas oportunidades, agora ele tinha um plano e um digimon que acreditava ser mais do que capaz de realizar o serviço. Royalmon, na verdade, queria ir ele mesmo atrás dos seus inimigos, mas abandonar o Digimundo desse modo seria um problema. Ainda havia inimigos naquele mundo e terras para conquistar, era necessário que ficasse ali.

Royalmon, então, sentiu uma presença em sua sala do trono e um leve sorriso se formou em seu rosto.

― Não será necessário, Onyxmon ― ele falou, recebendo um olhar surpreso de Onyxmon e Encantemon ― Eu já possuo um plano para o próximo ataque aos digiescolhidos.

― Mas, mestre... ― Onyxmon começou a falar, mas Royalmon o interrompeu.

― Não estou aberto a discussão. Ambos tiveram sua chance e falharam, agora eu tomarei o controle da situação com o digimon que eu julgo apropriado e forte ― Royalmon viu que Onyxmon e Encantemon estavam prestes a dizer mais alguma coisa então ele apenas continuou a falar antes de ser interrompido ― Onyxmon, quero que você se junte aos outros esquadrões na procura do humano e na conquista das terras ainda não tomadas. Encatemon, encontre Pedro para mim e diga que preciso de um relatório de seu progresso, ele já devia ter retornado de sua patrulha. Mantenha uma alta vigilância nele e em Cornmon, preciso garantir sua lealdade nesse tempo complicado.

― Sim, senhor ― Encantemon respondeu.

― Senhor, por favor... ― Onyxmon iria iniciar uma nova discussão, mas Royalmon, novamente, não permitiu.

― Isso é tudo para vocês. Possuem suas tarefas, agora podem se retirar.

E assim eles o fizeram, mesmo que com suas opiniões e reclamações, Onyxmon e Encantemon deixaram a sala do trono. Quando Royalmon foi o único que havia restado no enorme cômodo do palácio de cristal foi quando ele falou suas próximas palavras.

― Estamos sozinhos agora. Pode sair de onde quer que você esteja.

Foi então que a presença que ele havia sentido minutos antes se revelou para Royalmon. A sombra do digimon saiu do oculto e entrou no campo de visão do mestre digimon daquele castelo. Royalmon reconheceu seu subordinado de imediato. Um digimon humanoide com o corpo de um roxo enegrecido e garras afiadas no final de seus dedos, chifres roxos completavam o fim de sua cabeça com um queixo pontudo e, finalmente, uma capa negra como a própria noite agarrada aos seus ombros.

― Muito bom que está aqui, Vampirimon ― Royalmon o cumprimentou.

― Assim que recebi seu chamado, vim o mais rápido que pude, mestre Royalmon ― o digimon respondeu, sua voz arrastada quase como uma serpente passando por suas presas ― Que missão o senhor tem para mim?

+ + +

― O que você acabou de dizer? ― Pedro indagou para o digimon palhaço em sua frente, os olhos arregalados e um espanto crescente surgindo dentro de si.

― Ora, ora, problemas para ouvir? Precisa que eu repite ― Jokermon brincou ― O que é tão difícil de entender nessa minha proposta, hein?

― Royalmon não quer que eu vá até o mundo dos humanos ― Pedro rebateu, ainda sem acreditar no que aquele cara tinha acabado de dizer a ele. O que Jokermon estava pedindo a ele era... Loucura, pra dizer o mínimo.

― Pedro, eu não gosto nada dessa ideia... ― Vickemon falou, combinando com os pensamentos de seu parceiro. Pedro sentiu seu estômago embrulhar, pensando nas palavras de Jokermon quando ele explicou o que queria que Pedro fizesse alguns instantes atrás.

― Você queria provar seu valou para Royalmon, não é? ― Jokermon continuou a falar ― Pois bem, estou lhe entregando uma excelente opção.

― Mas... Essa opção... ― Pedro não conseguiu terminar a frase. Sentia todo o calafrio percorrer sua pele e seus poros se arrepiarem.

Por alguns instantes, o silêncio reinou entre eles. Os pensamentos de Pedro estavam a mil. Nunca tinha se sentido assim, nunca as palavras de alguém haviam pesado tanto em seu coração como agora. Não sabia o que fazer. Se seguisse com o que Jokermon havia lhe proposto, talvez Royalmon o puniria, mas se não seguisse continuaria sem fazer nada para ajudar. O dilema continuava indo para lá e para cá em sua mente, como ping-pong.

Jokermon suspirou.

― Bom, você não precisa me dar uma resposta agora. Vou lhe dar 24 horas para pensar nisso e no que a aprovação de Royalmon significa para você ― Jokermon então fez uma carta de baralho se materializar em sua mão direita. Um coringa ― Se estiver pronto pra me dar a resposta antes das 24 horas, use essa carta e eu aparecerei. Claro, aparecerei quando as 24 horas acabarem também para confirmar que não quer mesmo seguir em frente se eu não ouvir de você. Mas, de verdade, espero que siga com a minha ideia.

Então Jokermon lhe jogou a carta e Pedro a agarrou antes de atingi-lo. Quando o garoto voltou a olhar para a árvore onde o digimon palhaço estava instantes atrás, ele havia desaparecido, deixando Pedro e Vickemon sozinhos novamente.

― Pedro, ― Vickemon começou a falar ― o que quer fazer?

Pedro baixou seu olhar para a carta em sua mão.

― Realmente, ― Pedro suspirou ― eu não sei.

Notas finais
É isso, pessoal! Essa semana vai ter mais, prometo! Espero que estejam gostando e eu sinto muito por fazer vocês esperarem tanto por capítulos novos! Até a próxima!