Notas iniciais
Prólogo inteiramente voltado ao personagem principal; Ishimoto Haru; que conta sobre como ele conheceu seus Digimons e como ele se tornou um tamer. Espero que gostem e boa leitura!

Eram tempos difíceis para ambos os mundos. O Digimundo estava a mercê de um tirano, que se auto-intitulava "Deus" e exigia que todos os Digimons o adorassem. Muitos não o aceitaram de bom grado e alguns até lutaram contra Deus. Foi o caso de Sleipmon, um dos Cavaleiros Reais, que lutou contra Deus até esgotar todo o seu poder e regrediu para a sua forma Child. Após a batalha, ele foi banido para "O Nada" que separava os dois mundos; Terra e Digimundo.

Ele flutuava desacordado com muitos ferimentos, quando pressentiu a chegada de um ser altamente poderoso. Era uma criança envolvida num manto branco de seda, com uma auréola amarela reluzente no topo de sua cabeça e tinha o corpo envolvido por luz. Era Deus. Mas por que ele não havia acabado de vez com Sleipmon, como fez com todos que o desafiou? Havia algo de importante em Sleipmon acerca de sua criação. A criança se aproxima do Digimon, que ainda estava meio desacordado.

— Por que veio até mim? — perguntou o ser ainda de olhos fechados — Já não me humilhou o suficiente? Até me baniu do meu mundo...

— Meu mundo!! — Deus interrompe, zangado — Ah, Kudamon... Se soubesse como és importante para mim, não me trataria com desprezo! Por que não consegue me adorar, Kudamon? Por quê?!

— Eu não lhe adoraria mesmo que você fosse o único ser sagrado de todo o cosmos, nem se me oferecesse o Mundo Digital inteiro! — Ele se levantava e voava na direção da criança, numa tentativa de ataque, mas esta, com um simples olhar, libera uma onda de energia que atira Kudamon para longe e Deus o segue.

— Eu te criei como um ser perfeito e poderoso e é assim que me retribui?! — A criança se enfurecia e levantava Kudamon com a força de seu pensamento, até ficar cara-a-cara com o Digimon — Basta uma reverência, um gesto de respeito, e eu lhe devolvo todo o seu poder e até mais...

— Não tenho nem nunca terei respeito nenhum por quem não respeita a liberdade! Fique com o meu poder, faça bom uso, mas não vou me curvar!

Nisso, aquele que se dizia ser Deus atira Kudamon para a Rede Internacional de Comunicação (Internet), onde ele vagaria por dias, até encontrar a saída mais próxima, que era o Mundo Humano.

Algumas semanas depois...

Mundo Humano — Arquipélago do Japão, cidade de Tóquio

Em algum lugar de Odaiba, em seu quarto, um garoto era acordado pela mãe. Era o primeiro dia de aula e ela não queria que seu filho atrasasse. Ela vai até a cama e o chama com aquela delicadeza que uma mãe tem ao acordar um filho.

— Levanta que você já está atrasado!! — Ela estava com pressa, puxava a coberta e já ia dobrando-a.

Ishimoto Naomi ⇨Cabelo longo e negro, sem nenhum adorno; as vezes, quando ia trabalhar, prendia um rabo de cavalo; olhos azuis e pele branca. Naomi é uma mãe compreensível, amorosa e carinhosa com seus dois filhos. Ela trabalha numa empresa imobiliária vendendo imóveis por toda Tóquio. Há seis anos seu marido morreu num acidente de carro e, desde então, ela cuida de seus dois filhos sozinha.

— Mãe! Está frio! — Reclamava o menino, enquanto se encolhia.

Ishimoto Haru ⇨ Cabelo cinza, com um corte que estava na moda entre os adolescentes da época; olhos azuis e pele branca. Um adolescente normal, alegre e amigável. É estratégico e detesta ver um amigo com problemas, de modo que ele fará o que for possível para ajudar sempre. Ele mora com a mãe e o irmão em Odaiba. Seu pai morreu num acidente de carro quando ele ainda era uma criança de sete anos. Hoje, ele tem treze anos e estuda numa escola que fica a duas quadras de sua casa.

— Anda menino, levanta e vai se arrumar! — Naomi ordenava, enquanto ia até a janela e abria a cortina. No mesmo instante que ela abre a cortina, um raio corta o céu, seguido de um clarão e um barulho ensurdecedor.

— Esse é o seu dia lindo? Não quero nem ver o feio... — Haru estava meio desanimado e cobria a cabeça com o travesseiro, na esperança de que suas responsabilidades sumissem, mas ele já não era mais uma criança e tinha que se mostrar responsável — Quer mesmo que eu vá pra escola nesse tempo?

— É o seu primeiro dia de aula, anime-se! Vou levar você e o seu irmão de carro hoje. Se apronte, que estamos te esperando lá embaixo...

Enquanto sua mãe saía do quarto, Haru se levantava e ia até o banheiro. Meia hora depois, já de banho tomado, roupa trocada e cabelos e dentes escovados, ele vai até a mesinha ao lado da cama, onde ficava um acessório muito importante para ele: um óculos de aviador, de cor preta com detalhes em laranja, que ele sempre usava como adorno em sua cabeça. Enquanto ele colocava o óculos, descia as escadas, seu irmão estava no sofá esperando com uma mochila na mão e Naomi falava com alguém pelo telefone. Haru pega a sua mochila e senta ao lado do irmão.

— Já não era pra você estar na escola? — Haru perguntava tentando implicar com o seu irmão do modo que sempre fazia.

— Cancelaram as minhas aulas por causa do mau tempo! — O mais novo responde de cara fechada.

Ishimoto Niko ⇨ Cabelo negro e liso, que era cortado ao pé da orelha; olhos azuis e pele branca. Diferente das crianças da mesma idade (nove anos) ele adorava a escola e, para ele, ficar em casa num dia de aula era fora de cogitação. Como as demais crianças, ele adora brincar, mas não tinha muitos amigos graças ao seu "jeito nerd de ser".

— Niko, você é a única criança que eu conheço que não gosta de matar aula...

— Qual é o seu problema?! — Niko se irrita — A escola é o lugar mais legal do mundo!

— É sim, claro que é... — Ele concordava, pois não queria começar uma discussão boba com o irmão.

A mãe deles encerra a ligação, pega sua pasta, veste um casaco azul-marinho e vai até eles. No telefone, era um supervisor da escola de Haru, ele ligara para avisar que também cancelariam as aulas devido à tempestade. O garoto gostou da notícia, ele pulava no sofá e jogava a mochila pra cima. Mas sua mãe ainda teria que trabalhar.

— Nada de pular no sofá! — Ela ordenou a Haru — Tenha um pouco mais de responsabilidade, você já tem treze anos!!

Niko achou engraçado a bronca que seu irmão acabara de receber. Sorrindo disfarçadamente, ele sobe pro quarto para guardar o material escolar. Naomi os deixa sob a custódia de Cho, uma adolescente de dezesseis anos que morava ao lado, até que chegasse do trabalho. Ela seria a babá dos dois. Haru e Niko apelidaram Cho de "Babá Mala", porque ela não se importava muito com eles, só queria deitar o dia todo no sofá e quando não estava vendo tevê, ela estava aos roncos ouvindo músicas pelo fone de ouvido.

— Haru, cuida bem do teu irmão e vê se não aprontam, ou vão se ver comigo!! — Avisava a babá, enquanto colocava o fone e deitava no sofá. Logo ela adormeceu e Haru foi pro quarto usar o computador.

Yiuun Cho ⇨ Cabelo longo e negro com algumas mechas cor-de-rosa e dois rabos de cavalo que partiam do topo da cabeça até a cintura, olhos castanho-escuro e de pele branca. Cho era uma adolescente que se importava com quase nada, só queria saber de moda e de garotos. Ela trabalha como babá nas horas vagas e tem pavor de Digimons, graças a um acontecimento no seu passado.

Enquanto isso, há algumas centenas metros do chão, o jatinho particular da família Suetsugu se aproximava do Japão. Dentro dele, estava Mariana, que vinha do Brasil para terminar seus estudos em Tóquio. Descendente de japoneses, ela tinha o cabelo longo e liso de cor castanho-claro, pele branca e olhos da mesma cor que o cabelo. Ela tinha dezesseis anos e iria morar com os tios, em Odaiba. Mari tinha um Digital Pet, que havia ganho dos pais há três anos. Era uma Plotmon, que dormia no assento ao lado dela. A jovem estava ansiosa. Não via a hora de chegar para que pudesse, finalmente, conhecer a terra dos seus antepassados.

A tempestade havia esmaecido um pouco, mas ainda chovia muito. Haru conversava com os amigos pelo computador, conversava com os que conhecia pessoalmente e com alguns que ele não conhecia, mas o vínculo de amizade era o mesmo. Até que faltou energia e não havia mais nada para ele fazer. Entediado, ele vai até o corredor, onde chutava os brinquedos de Niko, que foram esquecidos ali.

— Niko, vem catar essa bagunça!

— Não amola, eu tô estudando!! — o menino grita do quarto, onde ele estava sentado na cama rodeado por livros e ele lia um deles — Pede pra Cho catar, aquela mosca morta não tá fazendo nada mesmo!

Haru até discordaria do irmão, mas ele estava certo. A babá era uma mosca morta. No sentido figurado, claro. Enquanto ele voltava pro quarto, ouve um barulho estranho que vinha do sótão da casa. Muitas possibilidades vinham em sua cabeça. Poderia ser um ladrão, algo que havia caído com uma brisa, o que era improvável pela falta de janelas no local. Mas também, poderia ser um pequeno roedor e, até mesmo, pensava na hipótese de ser um fantasma. Por isso, teve receio em checar, mas a curiosidade era maior que o medo e o impulsionou a continuar. O barulho que fez ao baixar a escada, chamou a atenção de Niko, que foi ver o que estava acontecendo.

— O que está fazendo? A mãe disse que não podíamos entrar aí! — Niko alertava seu irmão, que não estava nem aí pra ele.

— Ah, chatonildo! O que faz aqui? Vai ler teus livros e me deixe em paz! Só quero checar o barulho que ouvi.

— B-Barulho? — Niko gaguejava.

— Sim, barulho. Muito estranho... Pelo que se sabe, pode ser o fantasma dos dias de chuva... Ele se manifesta nesses dias chuvosos, entediado, ele atrai crianças chatas para levar as suas almas para o além!! — Haru tentava assustar o mais novo.

— Ah! Quanta bobagem! Francamente, Haru, acha mesmo que vai me assustar com essa história ridícula?!

— Bom, eu tentei...

Nesse momento, um barulho pulsante como o de um coração vinha do sótão, o que assustou e muito Niko, que já estava ao pé da escada, como precaução. Se algo acontecesse, ele correria para a sala e de lá pra rua.

— Covarde!! — Haru subia as escadas do sótão, agora com um pouco mais de receio e entra. Lá dentro, estava tudo muito escuro e não se podia ver nada, até que Haru acende a luz. Estava tudo empoeirado e coberto por teias de aranhas. Mas o que lhe chamou mais atenção era uma máquina coberta por um pano velho e mofado, que ele retira num único puxão. Havia controles como os de um computador, monitor e uma parte cilíndrica de vidro onde, dentro, estava um ovo maior que o de um avestruz e pintado de cinza e vermelho. Pelo visto, a máquina havia começado a funcionar do nada e servia como uma incubadora para aquele ovo. Havia uma prancheta ao lado com algumas anotações. O garoto a pega e começa a lê-la. "Primeiras anotações acerca do Digital Pets — Prof. Hirokazu".

— Quem é Hirokazu e por que ele tem o mesmo sobrenome que o nosso? — Niko interrompe a leitura do irmão, surgindo do nada.

— Eu não sei... Talvez, um parente. — Haru tentava lembrar daquele nome — Hirokazu... Já ouvi esse nome em algum lugar, mas onde...?

— Que máquina estranha é essa, Haru? E esse ovo? O que você está aprontando?!

— Nada, isso já estava aqui! É um... um... — Ele procurava algum nome na prancheta para dar ao ovo e à máquina — Ah, sim! Um "Sistema de Incubação de Dados Digitais". Um Digi-Digi-Digit-tama, é isso! O ovo é um Digitama! Seja lá o que isso for...

— Me deixe ver a prancheta! — Niko tentava puxar a mesma das mãos do irmão, mas Haru era mais forte e, quando Niko desistiu, o impulso fez com que a prancheta voasse e acertasse em cheio o teclado da máquina, apertando o botão de confirmação. Então, vários códigos de numeração binária de cor verde surgem na tela e começam a subir rapidamente. De repente, uma frase surge na tela: Iniciando Projeto "Digital Gênesis"... Preparando Digitama para o nascimento de DORUmon e Ryudamon... Tempo estimado para o nascimento: 03 minutos.

O cilindro, onde estava o Digitama, começa a girar no sentido horário e o ovo começava a brilhar. Todos os equipamentos elétricos da cidade começam a falhar, aquele evento era provavelmente causado pela máquina.

— Olha o que você fez!! — Haru tentava culpar o irmão pelo acontecido e Niko se encolhia de medo, quase chorando, num canto ao lado de algumas caixas.

O cilindro pára de girar, porém o ovo continuava brilhando, até que o clarão toma conta do cômodo e então o Digitama se abre, dando origem a duas criaturas estranhas com triângulos vermelhos na cabeça. Uma delas tinha uma armadura antiga que cobria quase todo o seu corpo peludo amarelo e a outra não tinha nada cobrindo o seu corpo peludo lilás, mas tinha um par de asas negras nas costas.

Niko havia tampado os olhos com as mãos e não abria por nada, enquanto Haru encarava aquelas criaturas com um pouco de medo, mas não demonstrava. Até que as criaturas correram em sua direção e ele tentou fugir, mas caiu de costas.

— Haru! Haru! — Gritavam aqueles dois, enquanto iam para junto do garoto.

— V-Vocês falam! E como sabem meu nome?!

— Sempre soubemos. — Respondeu o amarelo de armadura.

— Como sabem? Eu não os conheço! O que são vocês? Como vieram parar no sótão da minha casa? — Haru tinha muitas perguntas, estava assustado com tudo aquilo. Niko, ouvindo a conversa, criava coragem para abrir os olhos, e quando os viu, ficou maravilhado.

— São Digital Pets!! Ah, cara! Eu sempre quis ter um...

— O que? Não somos isso aí que você falou não! Somos Digimons e meu nome é DORUmon!

— O meu é Ryudamon, nós somos irmãos! É só o que sabemos, como viemos parar aqui? Isso nós não sabemos... — Ele começa a farejar algo — Hum... Que cheiro bom... Só pode ser comida!!

Ryudamon sai correndo do sótão seguido por DORUmon e Niko, que parou no seu quarto para pegar uma coleira.

— Voltem aqui! — Haru também desce correndo atrás deles e vê seu irmão, que pegava uma coleira — Niko, não viaja... Eles não são animais comuns!

Os Digimons vão até a cozinha, onde Cho cozinhava algo. Quando ela os vê, grita e desmaia de susto. O sanduíche, que estava na mão da garota, voa e Ryudamon salta para pegá-lo com a boca e, com uma só mordida, engole todo o lanche. DORUmon se zanga com ele e os dois começam a brigar, destruindo todo o local. Haru e Niko descem as escadas e chegam na cozinha, quando vêem a zona, o mais velho quase desmaia também.

— Essa não, parem com isso!! — Haru ordenava.

— Você comeu tudo e não me deixou nenhum pedaço, eu estava com fome!! Metal Cannon!!!— DORUmon dispara uma esfera de ferro de sua boca, que acerta Ryudamon. Com o impacto, o Digimon é lançado para fora e quebra a parede da cozinha. DORUmon o segue e Haru vai logo atrás. Niko tentava ligar pra sua mãe para pedir socorro.

— Minha mãe vai me matar! — Haru corria atrás dos Digimons que brigavam pelo gramado. Não podia nem olhar para trás e ver o estrago que os dois causaram. Cho acordava devagar e, ao ver o estado da cozinha, ela torna a desmaiar.

— Os dois... parem com isso... AGORA!!! — Ao ouvirem o grito desesperado de Haru, os Digimons cessam a luta, se aproximam dele e pedem desculpa — Está tudo bem... Vão pro meu quarto e se escondam, minha mãe já deve estar chegando e não vão querer estar por perto quando ela ver o estrago que fizeram na cozinha!

"É bom esse tal de Hirokazu ser muito rico, porque eu é que não vou assumir a culpa disso!" Haru pensava enquanto levava os Digimons para o seu quarto e os trancava lá. Agora, era esperar a chegada da mãe e rezar para que ela estivesse de bom humor. Quando Naomi chegou, Haru explicou tudo o que havia acontecido e mostrou os Digimons para sua mãe. Ela não deu muita importância aos estragos, mas quando ouviu o nome Hirokazu, quase teve um "treco".

— Onde ouviu esse nome? — Ela se recuperava aos poucos.

— Estava na prancheta em cima da máquina que estava no sótão! Mãe, eu sei que é da nossa família, não pelo sobrenome, mas porque eu já ouvi muito esse nome, só não lembro de onde!

— Pois muito bem... — Naomi suspirava, tentando procurar um modo de contar — O nome do pai de vocês não era Hiroshi, ele se chamava Hirokazu. Prof. Ishimoto Hirokazu, conhecido por participar dos primeiros experimentos na descoberta dos Digimons. Ele era um gênio! Mas ele ficou sabendo dos planos do Sr. Aron e não gostou. Na noite que ele pediu demissão, sofreu um acidente de carro e morreu, como já havia dito antes — Ela se sentia aliviada por não precisar mais mentir para seus filhos.

— Meu pai criou os D-Pets e também Ryudamon e DORUmon? Que demais! — Niko era o único mais entusiasmado com aquilo tudo.

À noite, enquanto arrumava a cama para dormir, Haru pensou ter visto um vulto branco que o observava pela janela, mas não deu muita atenção para isso. Eram DigiGnomos: criaturinhas brancas e reluzentes que rondavam a casa. Estavam à procura do evento digital mais sagrado; o nascimento de um Digimon. Tinham sido atraídos no momento que o Digitama de DORUmon e Ryudamon se chocou e estavam ali até o momento. Os DigiGnomos se reuniram no teto da casa, em cima do quarto de Haru e começavam a girar liberando muita luz. Lá dentro, um aparelho estranho surge em cima da cama do garoto, que estava ocupado arrumando um local no chão pros dois Digimons e só viu o objeto quando se virou para ir dormir.

— O que é isso? — Ele pegava o aparelho e começava a examiná-lo, tentando descobrir o que era e de onde tinha vindo — Será um Tamagotchi? Também pode ser um chaveiro... Mas com essa tela... Deve ser um modelo novo de celular, mas de onde veio?

Haru coloca o aparelho na mesinha ao lado da cama junto com o óculos de aviador e se deita para dormir. O dia realmente foi cheio de surpresas e muito cansativo. O garoto logo pegou no sono e dormia profundamente, enquanto, lá fora, os DigiGnomos voavam por todo lado. Era certo que algo novo estava para acontecer...

Notas finais
Somente uma pequena observação: o Deus citado no início do capítulo, por mais que pareça, não é o Lucemon.