Notas iniciais
Oi pessoal ^-^
Ahhhhhhhhhhhhhhh Meu livro A Esperança (Terceiro livro da serie Jogos Vorazes) chegou. Estou tão feliz, já li e recomendo para quem gosta de ação e aventura...
Bom, vocês devem é estar querendo ler é o capitulo, então... Enjoy...

Depois que TK disse para Patamon o que era um hamster ele ligou para Matt e contou tudo o que Patamon e Tailmon haviam lhe contado. Sendo assim os dois irmãos marcaram de mais tarde todos se encontrarem na casa de TK para discutirem sobre isso.

Seria melhor todos se encontrarem pessoalmente do que por mensagens ou telefonemas. Assim cada um poderia esclarecer suas duvidas, se as tivessem, e dar sugestões.

Cody avisou para Joe sobre o encontro e Davis avisou Ken, que como mora em outro lugar vai dormir na casa de Davis pelo horário da reunião.

No final das aulas TK, Kari e Davis e os outros Digimons estavam esperando Cody e Yolei no portão da escola. Assim que avistaram eles TK e Kari perceberam que Yolei estava nervosa, mas nada comentaram sobre isso assim como Hawkmon estava fazendo ao perceber esse nervosismo de sua parceira humana.

– Vejo vocês mais tarde então. – disse Davis caminhando para o lado opostos dos outros Digiescolhidos e seus Digimons com V-mon o seguindo.

– Porque não vai com a gente? – pergunta Cody curioso. – Não é mais fácil?

“O fácil se torna difícil quando seus sentimentos entram em jogo” pensa Davis não querendo proferir isso em voz alta.

– Ken vai em casa e de lá a gente vai para a casa do TK. – gritou Davis que já estava a uma boa distancia de seus amigos.

Isso não era mentira. Davis pedira a Ken que fosse até a sua casa. Ele tinha pensado nisso quando TK lhe contou sobre a reunião e como não queria se “machucar” propôs isso a Ken.

– Acho que tudo bem. – disse Yolei dando de ombros e começou a caminhar em direção ao prédio a onde ela, Cody e TK moravam.

Durante o caminho eles conversaram sobre o que Patamon e Tailmon haviam visto e conversaram principalmente sobre a sensação que tiveram antes de encontrar aquela imagem holográfica.

O elevador para no andar de TK, mas somente ele e Kari desceram. Durante o caminho Tailmon pediu para Patamon que deixasse TK e Kari sozinhos hoje e eles iam para o apartamento de Yolei com os outros, ele não se opôs a isso.

Desde que tudo aconteceu TK e Kari tiveram pouco tempo para ficarem juntos, sozinhos, com toda a vigilância sobre eles param mantê-los seguros caso aconteça algum ataque.

– Vocês não veem? – pergunta Kari desconfiada e Patamon olha para Tailmon curioso.

– Vamos ficar com os outros, vocês dois tem que fazer o dever da escola e por TK ter entrado agora creio eu que ele vai precisar de ajuda em algumas coisas. Se qualquer coisa acontecer não vamos estar muito longe mesmo. – disse Tailmon calmamente.

– Verdade. – disse Yolei que havia ouvido a curta conversa de Tailmon e Patamon e sorriu maliciosa para TK e para Kari. – Aproveitem bem o tempo.

Antes que TK e Kari pudessem falar qualquer coisa à porta do elevador se fechou deixando os dois olhando se entender para a porta fechada.

– Ela não perde uma. – disse Kari depois de um tempo em silencio.

– E eu não vou perder essa oportunidade. – disse TK puxando Kari em direção ao seu apartamento.

– Que oportunidade? – perguntou Kari entrando no apartamento tentando não sorrir com a situação.

– De ficar a sós com você. – disse TK trancando a porta atrás de si.

– Isso quer dizer que vamos seguir o que Tailmon disse? – pergunta ela indo para a sala tirando sua blusa e colocando sua mochila encostada no chão ao lado do sofá e a blusa em cima dela.

– Está mais para o que Yolei disse. – respondeu TK colocando a mochila dele encostada na parede e depois tira sua blusa de frio e coloca em cima da mesa encostada na parede.

TK não deu tempo de Kari falar mais nada e a puxou para um beijo. Imediatamente Kari entre abriu os lábios para corresponder com avidez o beijo do namorado. Kari leva suas mãos até a nuca de TK e entrelaça seus dedos no cabelo de TK que enlaça sua cintura colando o corpo da namorada no seu.

– Queria fazer isso a manhã inteira. – disse TK quando se afastaram.

– Queria muito que você tivesse feito isso. Assim as meninas parariam de olhar para você “daquele jeito”. – disse Kari seria o que fez TK sorrir e abaixar a cabeça repousando-a em seu ombro.

– Talvez eu deveria mesmo ter feito isso. Tem muitos meninos que não tiram os olhos de você. – disse TK beijando o pescoço de Kari que tremeu levemente com o contato dos lábios de TK em seu pescoço.

– Ciúmes? – pergunta Kari afastando um pouco o rosto de TK de seu ombro e olhando nos olhos dele.

– Sempre sinto ciúmes do que amo. – disse TK beijando levemente os lábios de Kari. – E eu te amo muito então tenho muito ciúmes de você. – disse com seus lábios roçando nós dela.

Kari abri um sorriso e voltou a beijar TK. O beijo começa calmo, os dois aproveitando esse momento. Com movimentos leves TK acaricia a cintura de Kari fazendo ela sentir um leve arrepio pelo corpo com esse contato.

Quando TK termina o beijo e começa a beijar o pescoço de Kari ela solta pequenos gemidos que não consegue conter. Lentamente TK caminha em direção ao sofá levando Kari junto consigo.

TK abre os olhos somente para ver a que distancia estavam do sofá e quando vê que esta chegando delicadamente coloca Kari em cima dele e volta a beija-la na boca deitando em cima dela usando seus braços para não fazer peso no corpo de sua namorada.

Sem pensar Kari desce suas mãos até a barra da camisa de TK e começa a subir suas mãos levando junto a camisa. TK se afasta um pouco dela para ela terminar de tirar sua camisa que assim que é tirada é jogada ao chão.

– Foi exatamente nessa hora que fomos interrompidos. – disse Kari tocando o abdômen de TK com as pontas dos dedos subindo até chegar ao seu rosto.

– Sorte nossa que Tai só vai aparecer aqui daqui a algumas horas. – disse TK sorrindo maliciosamente para Kari e voltando a beija-la.

Kari inclina o corpo um pouco para frente fazendo ela e TK ficarem sentados no sofá e TK aproveita para faze-la sentar em seu colo para ficar mais perto um do outro.

TK coloca suas mãos por debaixo da camisa de Kari e sob as mãos pelas costas de Kari sem tirar a camisa e quando chega ao fecho do sutiã ele volta suas mãos para a cintura de Kari.

– Tira. – sussurra Kari roucamente no ouvido de TK que faz exatamente o que ela lhe pediu e tira a camisa dela jogando junto com a sua.

– Não acha que estamos indo longe demais? – pergunta TK beijando o pescoço de Kari e subindo até sua boca ficar rente ao ouvido dela. – Até agora ninguém apareceu para nos interromper.

– Eu acho que esse sofá é pequeno demais para o que a gente pretende fazer. – disse Kari levantando o colo de TK e puxando ele junto consigo para que se levante com ela.

– Tem certe...

Kari não deixou TK terminar de falar voltando a beija-lo. Ela sabia o que ele ia dizer e como ela já sabia não queria perder tempo conversando.

– A certeza que eu tenho agora é que eu quero seguir o que Yolei me disse e terminar o que começamos. – disse ela descendo suas mãos até o cós da calça de TK a desabotoando e tirando o cinto da calça.

– Se é o que quer quem sou eu para negar. – disse TK se rendendo e deixando as coisas acontecerem.

Em poucos segundos os dois somente estão com suas roupas intimas e em momento algum deixaram de trocar caricias um com o outro.

– Vamos para o meu quarto. – disse TK.

– Não quero perder mais tempo falando. – fala Kari roucamente abraçando TK fortemente beijando e dando leves mordidas no pescoço do namorado.

– Muito menos eu. Mas é melhor irmos para um quarto pelo menos. – disse TK pegando Kari no colo e a levando até seu quarto.


Alguns minutos antes no elevador...

– Alguém pode me explicar o que aconteceu, porque eu não caio nessa de estudar. – disse Hawkmon. – Principalmente depois do seu sorriso, Yolei.

– A gente, os dois precisão de um tempo a sós, só isso. – disse Yolei sorrindo. “Vou fazer ela me contar tudo depois. Esses dois não vão ficar só nos beijinhos não. Ah não vão mesmo” pensa.

– Mais eles sempre ficam sozinhos. – falou Armadillomon não entendendo bem o que Yolei queria dizer.

– Sim, mas sempre com Patamon e Tailmon os vigiando. – disse Yolei e Cody entendeu o que ela queria dizer com isso e instantaneamente ficou com as bochechas rosadas.

– Mais isso não é perigoso? Deixar os dois sozinhos lá em baixo. – pergunta inocentemente Armadillomon.

– Quem são os dois que estão sozinhos? – pergunta alguém a frente deles.

Os ocupantes do elevador nem reparam que a porta do elevador estava aberta e um senhor de idade estava esperando para entrar. Quando o viram lavaram um pequeno susto que fez o senhor rir.

– Ah, oi senhor Hiroshi, boa tarde. – disse Yolei sorrindo sem graça.

– Boa tarde senhor Hiroshi. – disse Cody fazendo uma pequena mesura para o senhor.

– Boa tarde senhor Hiroshi. – disseram os quatro Digimons juntos fazendo o senhor rir mais ainda.

– Boa tarde crianças, boa tarde Digimons. – disse o senhor educadamente ainda rindo.

– Ah mais isso é muito lindo. – disse uma senhora chegando perto deles e passando um braço sob o braço que o senhor Hiroshi lhe estendeu. – Crianças e Digimons agindo cordialmente e educadamente com nós velhinhos.

– Boa tarde senhora Hiroshi. – disseram todos juntos incluindo o senhor Hiroshi. Isso fez todos rirem por um tempo.

– Melhor a gente ir, eles devem estar querendo usar o elevador. – disse Cody saindo do elevador e os outros foram atrás dele.

– Vocês não me responderam quem está sozinho. – comentou o senhor Hiroshi quando ele e sua esposa estavam dentro do elevador.

– Não tem com o que se preocupar senhor Hiroshi. Eles estão sozinhos e estão bem. – disse Cody antes da porta do elevador se fechar e recebendo como resposta um pequeno aceno de cabeça do velho senhor.

– Aposto que eles estão muito mais do que bem. – sussurra Yolei baixinho.

– O que você disse, Yolei? – pergunta Patamon olhando interrogativamente para ela.

– Nada não. – disse ela e se virou para Cody. – Cody, você e Armadillomon vão ficar com a gente?

– Por mim tudo bem, posso? – devolveu Cody com outa pergunta.

– Claro. – disse ela sorrindo e indo para a porta do seu apartamento.

– O que tem para comer? – pergunta Hawkmon e Armadillomon assenti.

– Eu estou com uma fominha. – disse Armadillomon fechando os olhos sonhando com uma porção de comida e sorri.

– Sinceramente eu ainda não seu como Digimons não engordam. – comenta Yolei abrindo a porta. – Tudo bem que quando lutam gastam energia, mas faz dois meses que vocês não lutam e vocês não param de comer.

– É estoque. – disse Armadillomon e todos olham para ele sem entender. – Ora, quando formos lutar de novo vamos usar esse estoque e vamos estar bem dispostos.

– O que será que ele quis dizer com isso? – pergunta Cody olhando para seu Digimon.

– Prefiro nem tentar entender. – disse Yolei abrindo a porta do apartamento. – Todos para dentro.

Notas finais
No próximo capitulo terá a primeira vez de TK e Kari. Eu ia escrever nesse capitulo, mas estou tão ligada em A Esperança (Que diga-se de passagem não tem muito romance e sim bastante ação) que não consigo pensar em como escrever essa cena...
Bom, espero que tenham gostado e se quiserem mandem reviews, vou amar...
Obrigada a todos que leram esse capitulo... Bjs ^.^