Notas iniciais
ÚLTIMOS CAPÍTULOS DA SAGA Antes de tudo eu queria agradecer pela paciência de Jó que vocês estão tendo com esta fanfic. Sério. Ela já se arrastou por muito tempo e Graças à minha criatividade estou quase no fim. Enfim, para a tristeza de vocês faltam apenas 3 capítulos para o final da saga e 11 para o final derradeiro. Boa Leitura.

CAPÍTULO 060

A dupla Mia e Jin se saiu bem combatendo os Keramons. Também os soldados do pesadelo caíam um por um.

— Temos que nos apressar. O Paulo vai precisar de ajuda na hora da luta contra a Lilithmon — falou a garota.

— Você se preocupa demais com ele. Será que está rolando algo entre vocês?

A pergunta de Jin deixou a menina com um rubor nas bochechas. Ela disse que não era nada oficial, mas que podia namorar com ele no futuro.

— O pouco tempo que conheci vocês já foi suficiente para fazer com que eu reconhecesse que os dois formam um par perfeito.

— Jin... falando assim até parece um fã shipper.

MegaSeadramon utilizou a sua eletricidade para abater alguns capangas. Jyureimon utilizou as frutas bombas.


O campo de batalha ficou mais acirrado quando Crusadermon e Zanbamon resolveram partir para uma sequência rápida e letal de golpes com espadas. O Holy Knight utilizava o escudo e a fita como espada, já o Shogun não poupava em suas investidas com o par de espadas.

— O que foi? Não me diga que está perdendo energia? Tremendo desse jeito — Zanbamon se referia a Crusadermon estar tremendo enquanto se defendia.

— Isso não é medo. É apenas a pressão da tua espada em meu escudo. Para de falar bobagens.

O cavaleiro achou uma brecha para dar um soco em Zanbamon, que ficou com o rosto machucado.

— Idiota — cuspiu sangue. — Assim apenas vai adiar a morte da digiescolhida da Luz. Lembra que você e o moleque tiveram um trabalhão para entregar o brasão a ela?

— E o que isso tem a ver com a nossa luta?

Zanbamon riu e deu um pulo bem alto. O shogun ficou parado no ar e preparou a sua espada maior. Fez um corte, criando uma lâmina de vento. O ataque atravessou toda a Floresta Negra e foi na direção do prédio.

— O que você fez? — perguntou Nashi.

— Apenas dei uma dificuldade a mais aos seus amigos. Talvez salvar a menina já não seja mais viável MUAHAHAHA!!!

O prédio foi cortado um pouco acima do meio. Era como se 30% dele tivesse sido cortado. De repente, o edifício tremeu todo. O andar em que a lâmina passou se dividiu. E a parte superior se separou um pouco da inferior num corte com ângulo de 10°.

— Que sorte a dos seus amigos. Era para ter caído.

— Zanbamon, você disse que não interferiria — reclamou Nashi.

— Eu falei isso? Não, não falei. Eu disse que iria atrás deles se vocês não me vencerem. Mas eu não disse nada de não atacar de vez em quando. Lembrem-se que ainda sou um subordinado da Lilithmon. Eu pretendo fazê-la a rainha deste mundo.

Zumi suava e não era pouco. A luta seria mais problemática.


Mugendramon usou suas garras de MetalGreymon para acertar HiAndromon. Este conseguiu desviar do golpe, mas não desviou da outra garra da máquina. O grande digimon tentava esmagar o androide com a garra do lado direito.

— Aguenta firme, HiAndromon — disse Ruan.

— Vai precisar mais do que isso para me destruir, Mugendramon — HiAndromon usou todas as forças que tinha para se soltar. Logo em seguida ele partiu para cima do outro e deu um soco na cara da máquina.

HiAndromon iniciou uma sequência de murros na cara do dragão metálico. Foram tantos que fez até a criatura ter que se defender com a garra furadeira da mão direita. O parceiro de Jin foi empurrado e arrastado por metros, porém em pé. Na sequência, Mugendramon utilizou o Fogo do Dragão, que era uma esfera vermelha que saiu da garra direita e atingiu o parceiro de Ruan.

— HiAndromon! — bradou o rapaz.

O HiAndromon se defendeu com as próprias mãos e foi arrastado.

Mugendramon reuniu bastante energia nos seus canhões e preparou um Giga Canhão muito mais forte. HiAndromon correu para pegar Ruan e tirá-lo dali antes do menino ser atingido. Os ataques foram múltiplos e causou uma grande destruição na região. Apenas uma fumaça densa tomou conta. Ruan e seu parceiro fugiram a tempo.

— Você está bem?

— Sim, HiAndromon, muito obrigado.

Mugendramon apareceu logo atrás deles e preparou a garra esquerda para um ataque. Esticou a garra e passou a seguir o androide e o digiescolhido.

— Me desculpe, Ruan.

— O quê? Por quê?

O androide jogou o menino para o alto e preparou um ataque.

— Poder Atômico!

A máquina se defendeu com uma onda de choque saída do seu corpo.

— Nunca mais faça isso.

— Sinto muito. Eu tinha que fazer ele parar de atacar com aquela garra.

Mugendramon pousou e observou HiAndromon e o parceiro no céu.


Enquanto isso, Rosemon travava uma revanche, que ela tanto sonhou, com Lotusmon. Nessa batalha de mulheres, sempre havia tabefes, puxões de cabelo, etc.

— Rosemon, você quer tanto assim uma revanche comigo? Hahahaha deve ter ficado muito constrangida da última surra que te dei.

— Lotusmon, pode vir. Estou pronta para te vencer. Hoje, eu que vencerei. — disse a parceira de Rose.

— Vai lá, Rosemon, arrebenta com a cara dela.

Lotusmon avançou na rival, mas Rosemon conseguiu usar um movimento rápido e sair dali.

— Droga, aonde ela foi?

— Tome isso — Rosemon usou seu chicote para golpear a digimau. Lotusmon foi golpeada em cheio. — Eu disse que as coisas seriam diferentes dessa vez.

— Ruína Serpente! — o ataque foi na direção da parceira de Rose, mas ela conseguiu desviar e partir pra cima da Lótus.

— Chicote de Espinhos.

— O quê? Ahhhhh esse choque novamente — o chicote de Rosemon atingiu Lotusmon e começou a dar descargas elétricas.

— Agora tome isso, sua desgraçada — Rosemon deu uma voadora na rival, fazendo-a cair entre as árvores.

— Isso, parceira, nós vencemos essa luta — dizia a menina.

— Acham mesmo que uns golpes simples iriam mesmo me ferir? Quanta ingenuidade da parte de vocês. Cura Serpente — ela disparou um raio branco do seu mastro. A energia a envolveu, curando-a de seus ferimentos.

— O que houve com você?

— Minha querida Rosemon. Eu estava apenas me aquecendo para a batalha final entre nós. Agora a verdadeira luta começará daqui em diante.


Mia e Jin também lutavam contra o exército das trevas. Com a ajuda dos dois digimons enviados por Gennai, eles tinham êxito em derrotar os inimigos. Enquanto lutavam, uma neblina começava a surgir repentinamente.

— Esse foi o último Keramon — falou Jin à colega. — Que neblina é essa que está se formando? — perguntou Jin.

— Não sei. Mas acho que daqui a pouco vai chover e muito. Já está começando a cair os primeiros pingos — disse a garota.

— Punho do Rei das Feras! — Leomon conseguiu atingir vários Bakemons com seu golpe.

— Bomba Digital — Picklemon fez uma bomba e lançou contra alguns Mechanorimons.

— Mega Explosão de Gelo — MegaSeadramon usou seu golpe para congelar os Monochromons e DarkTyranomons.

— Cerejas Explosivas — as cerejas em suas copas foram disparadas contra os Orgemons e explodiram neles.

Leomon deu joinha por Jyureimon ter nocauteado os Orgemons. Bastava o da Ilha Arquivo.

— Estamos vencendo, mas ainda há muitos digimons nos atrapalhando. Se por acaso a gente fosse ajudar o Paulo contra Lilithmon... Ah já sei. Leomon.

— Fale, Mia.

— Vá ajudar o Paulo, por favor. Não se preocupe conosco, daremos conta desse digimaus sozinhos. Agora quem precisa de ajuda mesmo é o Paulo.

— Tem certeza que ficará bem? — perguntou o leão.

— Sim, pode ir.

Leomon passou pelos inimigos e correu ao encontro de Paulo. Picklemon também quis ajudar na luta contra Lilithmon. Era muito importante ter um reforço para vencê-la.

A neblina aos poucos ficou mais espessa. Mia e Jin não sabiam da má notícia que era o fato deles estarem na Floresta da Ilusão.

...

Paulo deu de cara com Vegiemons na entrada do prédio. Eles colocaram os carros na passagem e fizeram barricadas para nenhum deles passarem.

— Que fofo. Eles acham que vão nos impedir de entrar — falou Impmon.

— Vamos indo. Impmon e Lucemon, por favor, abram caminho.

Ambos foram até a entrada do prédio. Eles bateram nos Vegiemons. Gottsumons surgiram juntos de Commandramons e atiraram neles.

— Fogo Yami!

— Cruz Grandiosa!

Não teve barreira que segurasse os dois. Logo, o grupo entrou no perímetro do prédio.

— Conseguimos! — Paulo bradou.

Conceição e os duques quase infartaram de tanto correr.

Márcia devolveu Lúcia para Lucemon.

Aiko achou estranho Lilithmon não os esperar.

Paulo gritou:

— Lilithmon desce aqui! Tá com medo ou o quê? Desce logo, sua bruxa!!

O líder dos digiescolhidos estava impossível.

...

À medida que o tempo passava, a luta entre Crusadermon e Zanbamon ficava cada vez mais brutal. Cortaram árvores, causaram impactos significativos no campo de batalha, rasgos no chão, e até mesmo um corte no prédio. Nashi via tudo com preocupação, pois a luta demorava mais do que o previsto, e havia um risco da energia de Crusadermon acabar.

— Zanbamon, que inimigo formidável. E olha que já enfrentamos vários outros e nenhum chegou aos seus pés. Já sei!!


Lotusmon agora lutava pra valer e era bem superior à Rosemon. A digimon do mal conseguiu acertar vários golpes na outra, até acertar um tapa na cara.

— Isso é pela sua insolência em ter me desafiado. Você agora vê que eu sempre serei superior à você, imbecil. Tome isso — ela usou o seu golpe Ruína Serpente para acerta Rosemon. Ela é atingida em cheio.

— Rosemon! Rosemon!

— Agora é a vez da pirralha. Escapou da outra vez, mas dessa vez não terá escapatória — Lotusmon segurou Rose e começou a voar para bem alto.

— Solte-me, sua bruxa...

— Rose! — bradou Rosemon.

— Do jeito que você está será impossível segurar e salvar a sua amiguinha. Dessa vez ela virará torta de sangue no chão. É como diz aquele velho ditado: do chão não passa.


A luta de Mugendramon e HiAndromon ainda era muito difícil de ser definida. Os dois robôs eram muito resistentes e não eram feridos facilmente. Mugendramon era muito resistente, pois seu corpo era 100% todo feito de metal e tinha várias peças de outros digimons, mas ele era lento. HiAndromon possuía muita força física e resistência a ataques físicos, além de ter o corpo revestido por Chrome-Digizoid.

— Muito cuidado, HiAndromon. Ele pode atacar a qualquer momento.

Mugendramon ficou parado na frente deles. O mais esquisito era que ele não se mexia, parecendo estar sendo carregado por alguma energia. Logo depois, ele "acordou" e recomeçou a atacar.

— Espera, HiAndromon. Há uma coisa que me chamou atenção naquele digimon máquina. Parecia que ele estava sendo carregado ou descansando. Se o que estou pensando estiver certo, podemos vencê-lo definitivamente.

— O que está pensando?

— Ele é uma máquina. E toda máquina deve ter uma fonte de energia, ou seja, o Mugendramon deve ter alguma bateria por dentro dele. Só precisamos destruir a fonte para acabarmos de vez com ele.

Mugendramon começou a carregar os seus canhões. O próximo Giga Canhão seria muito mais forte do que os anteriores.

— Já sei. HiAndromon, atinja com seu poder o interior de um canhão daquele. Ele pode dar uma pane por dentro e ser destruído.

— Ta bom. Poder Atômico — o ataque de HiAndromon foi primeiro. O raio atingiu um dos canhões de Mugendramon causando uma série de curto circuitos no digimau. Mugendramon começou a brilhar por dentro por causa da grande energia. O núcleo maligno dele foi destruído, fazendo Mugendramon virar apenas um objeto inanimado.

— Vencemos, que maravilha. Eu sabia que a minha teoria era verídica. Agora precisamos ajudar os outros — disse Ruan correndo. — Até mais, sucata velha.

Mugendramon ficou inerte. Como seu núcleo malicioso foi destruído, ele não podia mais agir em nada. Virou uma estátua metálica.


Enquanto isso, Crusadermon usou o seu escudo para atacar Zanbamon. Além disso, as lâminas da sua armadura atacavam o shogun.

— Crusadermon, depressa! A sua energia está acabando — Nashi só observava a energia do parceiro diminuindo no digivice.

— Não está sendo fácil, amigão.

— Eu sei. Dê tudo de si.

Zanbamon aproveitou o milissegundo que Crusadermon se distraiu para atingi-lo com a katana. O capacete do cavaleiro arranhou com o corte.

— Não devia se distrair tão facilmente — comentou o shogun.

— Eu tenho parceiro, sabia? Não que você precise saber disso, mas é que quando se há parceiro, a atenção fica dividida entre lutar e cuidar dele.

— Então é melhor acabarmos com isso de uma vez. Com um golpe só. Limpo e sem remorso.

— Estou pronto.


Na luta das duas rivais...

— E agora, Rosemon, o que vai fazer? Não consegue nem ficar em pé pelo ataque que fiz. Infelizmente, minha querida, você mexeu comigo, logo comigo que sou sádica para certas coisas. Hehe e agora a consequência pelo seu desrespeito será a morte da sua parceira entojada.

— Lotusmon, seu problema é comigo. Deixe a Rose em paz e continue a lutar comigo.

— Cale-se. Agora acabou. Tudo acaba agora. — Ela soltou Rose. A menina caiu em queda livre.

— Rose!

— AAAHHHH! SOCORRO, ROSEMON!

— Rose, eu vou te salvar! — o digivice de Rose, preso a bolsa, começou a brilhar mais intensamente e o brasão também.

Rosemon começou a brilhar e mudar de cor. Sua vestimenta, que era vermelha, agora ficou branca e a capa branca ficou rosa. Agora ela estava na sua forma verdadeiramente extrema. A Burst Mode. Como era de se esperar, a rapidez e força dela aumentou muito, conseguindo salvar sua parceira antes que esta caísse no chão.

— Te salvei, parceira.

— Rosemon você ficou na sua forma mais poderosa.

— Isso foi graças à você que me encoraja mais e mais a derrotar a Lotusmon — ela deixou Rose no solo e voltou pra luta. — Fique aí que já eu acabo com a raça dela.

— O que? Que besteira você está dizendo. Ninguém é melhor do que eu não! — Lotusmon foi pra cima de Rosemon, mas esta foi tão rápida que nem a poderosa Lótus conseguiu acompanhar.

— Agora tome isso, sua cretina — Rosemon começou a esbofetear várias vezes a cara da rival. Logo deu uma joelhada no estômago dela e por fim deu um golpe nas costas da digimau lançando com força para o chão. A parceira de Rose conseguiu pegar o mastro de Lotusmon e logo destruiu. — Agora eu quero ver como vai se recuperar.

— Desgraçada.

— É isso aí, Rosemon. Dá uma lição nela de uma vez por todas.

...

Lilithmon saboreava a sua última taça de vinho enquanto ficava ao lado da torre negra.

— Mestra, Mugendramon falhou e Lotusmon ainda não acabou com os digiescolhidos... Ainda tem o Zanbamon que cortou o prédio... — Insekimon se comunicava por um celular.

— Lotusmon com certeza vai perder essa luta. Apesar de ser muito inteligente e calculista ela às vezes não pensa duas vezes, mas vai logo atacando. Zanbamon só pensa em lutar. Bando de imbecis.

— E agora, mestra? Quem vai tentar destruir os digiescolhidos dessa vez?

— Eu. Sabe aquela neblina ali na floresta? Fui eu quem fiz. É um golpe especial chamado Dor Fantasma. Um golpe terrível que ilude quem tiver dentro da névoa.

— É assim que se fala, Mestra. Agora qual é o meu dever nisso tudo?

— Destrua o elevador que dá acesso à cobertura. E fique no décimo andar. Vigie a prisão.

— Sim, minha mestra. Eu ficarei de olho nas celas.

A imperatriz das trevas bebeu o ultimo golpe e jogou a taça fora.

...

MegaSeadramon e Cherrymon derrotavam um por um os soldados do exército das trevas. Até o último deles foi derrotado. Logo os dois digimons voltaram para as suas formas crianças.

— Conseguimos vencê-los finalmente, Jin. Agora vamos ajudar o Paulo e o outros a derrotar a Lilithmon. — disse Mia.

— É claro. Vamos logo. — disse Jin.

Apesar de terem derrotado os digimons, eles ficaram vulneráveis à neblina da Floresta da Ilusão.

Mia, Betamon, Jin e Mushmon corriam até o encontro de Paulo. No caminho, a garota começou a passar mal e ficar de joelhos, pois as pernas bambearam.

— Mia, o que aconteceu contigo? O que houve?

— Eu não sei, Betamon. De repente eu senti as minhas forças se esvaindo. Como se algo consumisse a minha energia.

— Mia, você deve tá fraca. — disse Jin.

— Não... Emma.

— Emma? Quem é Emma? — perguntou o garoto.

— A mamãe vai... voltar. A minha mãe vai voltar...

— Ela tá falando essas coisas sem sentido. Eu to com medo, ela tá doente — disse o anfíbio.

— Mia, aguenta firme. O que será que está acontecendo? — Jin começou a se preocupar com o estado da amiga.


Lotusmon não acreditava que seu mastro das serpentes foi destruído e não acreditava mais ainda que levou uma surra de Rosemon. Ela se levantou do chão e usou seu 2º mastro para atacar a rival.

— Você não vai vencer esta luta. Porque antes de te matar, eu vou matar a sua parceira. Dê adeus pra ela — Lotusmon apontou seu mastro em direção a Rose, mas foi impedida por Rosemon que conseguiu prender o braço da digimau com seu chicote de espinhos.

— Não se atreva a atacar a Rose, sua bandida.

— Me solta AAAHHHHH — ela leva um choque com o chicote enrolado em seu braço. Rosemon consegue pegar o objeto das mãos da inimiga e destruí-lo.

— Agora sim eu quero ver como vai me atacar sem nenhum poder especial. Acabou, Lotusmon, acabou.

— Isso não pode estar acontecendo. É impossível eu perder para uma digimon de nível inferior. E tudo isso por culpa daquela garota cretina, imbecil. Mas eu não vou me dar por vencida. Morra, sua garota estúpida! — Lotusmon quis atacar Rose num último ato de desespero.

— Lotusmon, eu não vou te perdoar. Tentação Proibida! — Rosemon dá o seu golpe mais poderoso. A flor na sua cabeça desabrocha e ela começa a liberar uma poderosa energia que foi direto contra a digimau.

— AAAAAHHHHHH — Lotusmon foi atingida em cheio pelo golpe de Rosemon e quase que instantaneamente ela vira dados, sendo destruída definitivamente.

— Eu não acredito, a Rosemon conseguiu. A Rosemon conseguiu! — comemorou a menina.

Rosemon voltou à sua forma de treinamento virando apenas uma Tanemon. As duas comemoraram a vitória sobre Lotusmon.

— Eu disse que venceria ela.

— É claro que sim, Tanemon. Eu sempre soube que você um dia venceria ela — Rose ficou abraçando a sua parceira.

— Rose, vamos atrás dos outros.

— É claro, Tanemon. Agora o próximo passo é vencer a Lilithmon e salvar a Lúcia.

Elas foram na direção dos demais a fim de ajudá-los na última batalha.


A tensão era alta. Crusadermon e Zanbamon estavam prestes a darem o último golpe. E então eles foram. Um para cima do outro. O corte aconteceu.

— O quê?

O espanto do Nashi era ver o seu parceiro virar Caprimon.

Mas a vitória foi garantida. As espadas de Zanbamon se partiram. O shogun caiu e foi se esvaindo em dados. Como ele ingeriu alguns digi-núcleos, o vilão não morreu totalmente.

— Uma digitama?

— Nashi, o que fazemos com isso?

Nashi segurou a digitama e partiu com Caprimon.

— Não me diga que vai criar isso. Melhor fazer um omelete.

— Tá com ciúme, Capri?

— Humph...

...

Paulo e os demais chegaram à entrada principal do Prédio das Trevas. Havia um grande portão que já estava aberto, logo dentro um grande pátio. Após o pátio estava a entrada propriamente dita, o térreo.

— É aqui a entrada principal do prédio, mas eu nunca vim aqui. Às vezes até que descia, mas nunca pro térreo — disse Aiko.

— Acho que precisamos passar por esse portão. — disse Márcia.

— Com certeza. Vamos indo. Conceição e os pais da Rose ficam aqui, pois é mais seguro — disse Paulo.

— Seu Paulinho cheio de moral. Se precisar, eu seguro a menina Lúcia enquanto vocês invadem — disse Conceição.

— Ah, obrigado, moça empregada. — disse Lucemon entregando Lucia para a Conceição — Cuide bem dela, viu? Senão vai ter que se ver comigo.

— É claro que eu cuidarei da menina. Boa luta para vocês.

Um bando de morcegos atacou todo mundo. Os pais de Rose corriam desesperados.

— Cheguei, digiescolhidos.

Os morcegos se uniram até formarem Lilithmon.

Notas finais
Gostei, gostei muito de fazer este capítulo. Para quem quis a revanche da Rosemon foi maravilhoso. Lilithmon, finalmente, vai lutar Ebaaa. Tava esperando por isso há muito tempo. Enfim até a próxima nessa reta final.^^