Digimon - A Nova Geração

1 Capítulo 1: Prólogo - Lembranças de um mundo novo


Notas iniciais
Olá! Espero que gostem dessa fic, ainda estou meio enferrujado pois tem um tempo que não escrevo, então me perdoem se tiver alguma parte mal escrita ou algum erro. Nota: O capítulo foi revisado e acrescentei algumas informações que percebi que havia esquecido como a data em que se passa esse prólogo, o digimon da personagem Júlia e alteração no tom de pele do personagem Felipe.

18 Dezembro de 20002 – Digimundo

Era uma tarde do que parecia ser de verão, o céu estava limpo e fazia uma temperatura bem agradável, quente na medida certa. Duas crianças estavam deitadas à beira da margem de um lago, outras três estavam nadando nele junto com seus digimons e um pouco mais dentro da floresta estavam um menino e um digimon laranja pareciam estar procurando algo.

— Patamon, ali! – O menino de rebeldes cabelos loiro-escuros apontava para um cacho do que pareciam ser bananas em uma árvore, exceto que a casca era rosa claro em vez do amarelo normal. – Elas são comestíveis?

— Claro Bruno! São deliciosas! – Tiro de Ar! — o digimon laranja que estava olhando em direção as frutas estranhas inflou as bochechas e disparou uma rajada de ar fazendo-as despencarem no chão.

O menino pegou uma das frutas, descascou e a observou:

— Nossa, é rosa por dentro também – aproximou a fruta do nariz – Hmm, tem cheiro de chiclete de tutti-frutti – por fim abocanhou um pedaço – O gosto também é de chiclete. – Patamon vamos levar mais algumas pros outros!

Os dois pegaram mais dois cachos que estavam em árvores próximas e levaram para a margem do lago.

— Pessoal, conseguimos arrumar comida! – o menino gritou correndo para a margem enquanto o digimon o acompanhava voando.

Os três meninos que estavam andando saíram do lago acompanhados dos digimons e se sentaram num tronco de árvore onde o sol batia.

Uma menina de cabelos castanhos claros que agora estava sentada na sua toalha, perguntou:

— Bruno, tem certeza de que isso é bom? Aliás, que tipo de fruta é essa? – a menina olhava a fruta com uma cara de dúvida.

— São gostosas sim Júlia, têm gosto de chiclete, agora que tipo de fruta é eu não sei. – Bruno respondeu.

— O que você acha Lalamon? – Júlia perguntou mostrando a fruta para sua digimon.

— São deliciosas Júlia, uma das melhores que já comi! – disse a digimon que parecia uma flor prestes a desabrochar.

— Gabumon, você sabe que fruta é essa? – um menino negro de pele clara com cabelos pretos e lisos que aparentava ser o mais velho do grupo perguntou.

— Não sei Felipe, existem muitos tipos de fruta no digimundo. – respondeu o digimon.

— Bom, espero que não faça mal. – o menino disse por fim mordendo um pedaço da fruta.

— Yolanda o que você está fazendo? – perguntou uma digimon raposa que estava sentada em um galho de uma árvore.

— Tentando ver se consigo alguma informação desse trem. – uma menina negra de pele clara e cabelos lisos e castanhos até os ombros mexia em um dispositivo que parecia um tamagotchi, só que esse era oval, tinha uma pequena tela retangular e tinha dois botões em formato de seta um em cada lado menor do retângulo. O de Yolanda em específico era todo roxo e os botões eram cinza.

Um menino magro com cabelos pretos se aproximava lentamente por traz de Yolanda, estava com um sorriso maroto no rosto. Foi chegando mais perto até que...

— Buh! – gritou alto

— Ai Vitor! Que susto seu ridículo! – Yolanda se virou pronta pra bater nele, mas foi interrompida pelo digimon dele.

— Não bate nele não! – O Agumon do Vitor disse. – Ele só estava querendo te chamar pra comer umas frutas que o Bruno achou.

— Isso mana, só queria chamar sua atenção. – Vitor parecia aliviado com a intervenção de Yolanda.

— Hum. – Yolanda simplesmente deu de ombros e foi se juntar aos outros, enquanto Renamon lançou um olhar gelado para Agumon que fez o digimon ficar paralisado por uma fração de segundo e sair de fininho.

— Precisamos ter um plano, não podemos simplesmente andar até cansar, precisamos saber porque viemos parar aqui – Felipe disse, claramente ele era uma espécie de líder daquele grupo.

— Sim, eu estava tentando ver se esse digivice nos ajudava em algo, mas não consegui nada. – Yolanda completou.

— Eu só queria minha cama, ouvir minhas músicas no meu quarto. – Ouviu-se a voz de Júlia.

— Eu só queria comer algo que não fosse fruta pra variar. – Vitor lamentou.

— Em pensar que viemos parar aqui porque estávamos jogando no computador. – Bruno falou pensando alto.

Essas crianças continuaram conversando por mais um tempo, mal imaginavam que esse era apenas o primeiro dia do que foi uma grande aventura nesse mundo que é chamado de Digimundo.

Notas finais
Espero que tenha gostado, não se esqueça de deixar sua crítica construtiva e/ou elogios! Me incentiva ai vai! rs