Different Worlds
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Pov. Thaís
Cheguei do trabalho e fui me arrumar para ir a casa dos meninos. Tomei um banho e quando saí, Vitória entrou. Coloquei uma calça jeans preta, uma blusa branca escrito cool com um bigode embaixo e uma sapatilha. Passei um pouco de maquiagem e coloquei uma pulseira com um pingente de coração. Por fim, peguei meu celular e liguei para Day.
- Vas Happenin’? — fui cumprimentada pela Day.
- Ei, nós vamos encontrar os meninos onde a Vi trabalha, sabe onde é?
- Yep.
- Então nos vemos lá as oito.
- One direction kisses!
- Hã?
- Ah, é uma banda que eu sou fã.
- Se morre.
- Nops. – imaginei ela sorrindo e desliguei o telefone.
- Vitória ta pronta?
- To! – ela apareceu do meu lado usando uma calça jeans, uma blusa dos Beatles e um all star. – Põe em mim? – ela pediu segurando um colar que logo coloquei no seu pescoço. – E pode por na sua bolsa? – falou mostrando seu telefone celular.
- A senhorita está muito folgada!
- Eu sou assim naturalmente. – ela sorriu guardando o celular na minha bolsa. – Vamos?
- Sim, mas antes um casaco!
- Não está frio...
- Certeza?
- Absoluta absolutada.
- Nossa, absoluta absolutada?! Se mata. – bati a mão na minha testa ri.
Ela me puxou pela mão e descemos para a rua. Vitória estava certa, fazia um pouco de frio, mas nada insuportável.
Nos dirigimos ao lugar marcado.
Pov. Harry
Já estávamos esperando as meninas no café/biblioteca quando vimos uma menina morena de vestido florido correndo até nós.
- Ah meu deus! Vocês são a One Direction! Tipo, eu amo v...
- Dayane! – interrompeu Thaís acenando na esquina.
- Ei Thaís, não ac... – Tapei sua boca e disse rápido e o mais baixo possível em seu ouvido:
- Elas não sabem quem somos, não queremos que saibam ainda então, por favor, não conte.
Ela assentiu levemente e soltei sua boca.
- Por que estava tapando a boca da Day? – perguntou Vitória
- Porque ele é mau. – disse a Dayane, suponho que era esse o nome dela... e me deu língua respondi com o mesmo gesto.
- Bebezão! – disseram os meninos.
- Retardados! — retruquei.
- Que você ama! – disse Vitória sorrindo.
- Amo mesmo, venham cá meus amores! – disse pulando nos meninos, que somente riam da situação.
- Ah meu deus! Como sou idiota! – disse Thaís, que foi prontamente interrompida por Vitória.
- Jura?
- Nossa, que amor, heim! Mas voltando ao assunto, Dayane, esse são Harry, Liam, Louis, Niall e Zayn, meninos essa é a Dayane. Agora socializem! – ela disse empurrando a menina para cima da gente. A pobre só não levou um tombo porque Zayn consegui segurá-la no ultimo minuto, o que a deixou extremamente corada.
- Olha quem ta coradinha! – disse super discreta Vitória, o que lhe rendeu vários tapas da outra.
- Ô pessoas, bom, meus queridos ese dois, eu to com fome, podemos ir jantar? – disse o Niall, leia-se implorou.
- Claro, meu irlandesinho! – disse o Liam
- Ai meu deus! Você é da Irlanda? Lá é bonito? – perguntou a Thaís e os dois começaram a conversar sobre o país de origem do loiro.
- Discreta você, heim, Vitória.
- Mas que você, Harold.
- Como você sabe meu nome todo?
- Chute. – ela respondeu sorrindo e sem me dar tempo de pensar em algo já foi acrescentando. – É por que eu lembrei dos quadrinhos Calvin e Haroldo, mas como aqui deveria ser Calvin e Harold, te chamei de Harold.
-Nossa, esperta!
- Sou mesmo! – ela jogou o cabelo e riu.
- Então... Qual é meu nome do meio então? — continuei
- Joaquim Godofredo da Silva.
- Nossa, com certeza, acertou em cheio. – disse sarcástico e ri. – É Edward.
- Que nem o vampirinho de crepúsculo?
- Bem... É...
- Então, você brilha? Você é uma fada!
- Cala a boca.
- Então senhor fada, onde vamos jantar?
- Sei lá, mas eu acho que é perto, por que o Liam nos está levando a pé.
- To me sentindo como uma criança, tendo alguém que ficar do nosso lado tipo: Olhe para os dois lados, não corra...
- Ele é assim mesmo, é como se fosse nosso papai.
- Hum... Liam! – ela gritou, chamando a atenção de Liam e de todos os outros. – Nem ta casado e já tem filhos?! – completou arrancando risadas de todos.
- Mas já to meio caminho andado, tenho namorada!
- Verdade? Como se chama?
- Danielle.
- Hum, que chique! Aposto que mais alguém aqui tem namorado. Falem agora ou calem-se para sempre!
- Eu! – exclamou o Louis.
- O nome da pobre coitada?
- Eleanor e ela não é pobre coitada.
- Querido Louis, ela deve ser uma divindade para poder te aguentar, aceite. – disse saindo do meu lado para dar tapinhas amigaveis nas costas do Louis.
- Vai se ferrar!
- No! – ela voltou para o meu lado e começamos a rir.
- Chegamos. Aleluia! – exclamou Niall.
- Depois você reclama de eu não ser discreta.
- Mas você não é. – comecei a rir.
Pov. Dayane
O jantar tinha acabado e eu ainda não entendia o por que de eles não contarem para elas que eram famosos. Quando a conta chegou, aconteceu uma pequena discução sobre quem pagaria a conta, que no final foi dividida por nós sete.
- Zayn, vem cá! – puxei ele pelo braço assim que saímos do restaurante.
- Ai! Diga-me o motivo de me puxar com tanta violência, senhorita Dayane.
- Não gosto muito do meu nome, me chame de Day.
- Por que você é tão alegre quanto o dia?
- Horrível. – começamos a rir, mas me lembrei o verdadeiro motivo de ter chamado ele para conversar. – Zayn, por que vocês não contam para as mina que você são famosos?
- Para as mina? Nossa, coisa linda. – ele bateu palmas ironicamente, sim isso é possível.
- Fala logo, topetudo.
- É que não queremos que elas sejam nossas amigas por interesse. Nós vamos contar para elas quando for melhor, mas me prometa que não vai falar nada, por favor Dayzinha!
- Dayzinha? Pior. Mas ok.
- Sério, tão fácil assim?
- Claro, quero ver vocês se ferrarem depois quando tudo isso acabar.
- Nossa, você deve nos amar.
- Demais Zaza. Sou directioner, lembra?
- Ah é?! E você tem favorito?
- Todos. – respondi sorrindo.
- Eu sei, mas sempre tem aquele de quem você gosta mais.
- Eu não vou te contar.
- Vai sim!
- Não vou e ponto, você não pode me obrigar.
- Eu te faço cosquinha.
- Você não se atreveria!
- Duvida?
- Não, Zayn, fica longe de mim!
- Me conta! – ele disse me fazendo cosquinha, me causando um ataque de riso no meio da rua e chamando a atenção de todos.
- Para – disse entre risadas.
- Me conta!
- Eu te conto! – disse, leia-se: gritei
- Ótimo, fala.
- Promete não contar para ele?
- Prometo!
- De dedinho?
- De dedinho. – apertamos os mindinhos e cheguei ao seu ouvido.
- É você. – cochichei e saí correndo para a minha casa, que não era muito longe dalí.
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