Notas iniciais
Espero que gostem, estamos fazendo para vocês.

- Lux POV –

20 Octuber 2012 – 10h45min PM

Bip... Bip... Bip... Bip...

Este barulho já estava me dando dor de cabeça, e deve ser o sinal que ainda estou viva, na verdade... Metade viva. Tudo meu estava a doer, não conseguia mover nenhuma parte do meu corpo, tudo estava uma zona em minha cabeça. Ouvia vozes ao redor, na maioria das vezes de um homem, uma voz um pouco rouca e grave, que deve ser do médico que esta cuidando de mim. E em outros casos, ouvia uma voz nada estranha, fina, que em algumas vezes entre soluços, mas não estava conseguindo identificar, só sabia que toda hora que estava acordada a voz estava lá, ao meu lado.

A cama estava me dando nos nervos, como não conseguia me movimentar, minhas costas, braços e bunda estavam assando, quando percebia vinha moças, que podem ser enfermeiras, vinham trocar os lençóis e passavam pomadas onde estava assado. Um dia, estava sentindo uma respiração muito fraca em minha cabeça e sentia que a pessoa estava me acariciando. Queria poder abrir os olhos e ver quem estava ali, só que não conseguia, até que com muito esforço consegui mexer meu dedo indicador e foi onde a pessoa viu e gritou:

— ELA SE MOVIMENTOU!

Não estava conseguindo entender mais nada que estava acontecendo naquele momento, pois na maioria das vezes que um paciente sofre um acidente, quando ele se movimenta é uma “glória” e todas as pessoas presentes ficam felizes em sabe que ele esta de alguma forma reagindo, mas comigo não foi assim, todos ficaram preocupados e foi quando o médico chegou perto de mim, colocando dois dedos em meu pulso e falando pra alguém:

— Pode colocar.

Eu não sabia o que eles estavam fazendo, só sabia que as dores estavam aliviando em todo meu corpo, e fiquei tentando me lembrar do que tinha acontecido para eu poder esta no hospital. Quando eu tentei lembrar, dormir e acho que foi pelo calmante que eles injetaram em mim. Dormindo, lembrei-me de uma noite horrível que tive no bar do Nick, meu ex-trabalho, aonde iam bêbados, drogados, vagabundos em geral se reunião para “conversar”, mas não acontecia nada disso e sim eles estavam lá pra um único propósito... Comer as meninas inocentes, que estavam lá para ganhar um dinheiro que no inicio parecia honesto e poder se sustentar, e naquela noite eu fui uma dessas meninas inocentes...

~ Flashback On ~

3° pessoa

17 Octuber 2012 – 03h24min AM

- GARÇONETE! – gritou um homem que aparentava ter 30 anos.

- O que o senhor deseja? – perguntou a garota.

- Uma cerveja.

- Ok Senhor. — disse a menina com um sorriso no rosto e indo ao balcão. – Aqui está. – falou a mesma com a cerveja na mão e colocando-a na mesa.

- Você é eficiente! Será que pra o que eu quero também? – o indagou a olhando maliciosamente e apertando sua bunda.

- SAI! SEU FILHO DA PUTA! – gritou a garota assustada batendo em sua mão.

- Agora você diz não? SUA VADIA! Deveria ter dito antes de ficar se mostrando pra mim com esses peitos pra fora. – disse se levantando e colocando a mão dentro do decote da menina.

- Tire suas mãos de mim, SEU VAGABUNDO! – disse ela se afastando.

- Ah! Não se faça de difícil, vem cá! – murmurou o homem puxando-a pelo braço.

- LUX! – ouviu a menina.

- Sai daqui! – disse ela se desvencilhando dos braços do homem e foi para a direção da voz.

- O que foi aquilo? – perguntou o chefe.

- O cara! ELE É MAIS UM BEBADO! PEGOU NA MINHA BUNDA E TUDO! – disse a garota assustada.

- LEMBRE-SE DO LEMA DO BAR! FAÇA-O. SIMPLES.

- Mas... – murmurou a menina.

- MAS? MAS É UMA PORRA. VA LÁ E FAÇA O QUE ELE QUISER! – gritou o chefe.

A mesma saiu de perto do chefe e foi em direção até a mesa onde o homem que a esperava impacientemente, quando a menina chegou perto do homem que já a esperava em pé, com o copo de cerveja em mãos, onde estava no final. Ela começava a chegar mais próximo do homem e foi quando ele deu a ultima golada, colocou o copo na mesa e disse:

- Agora você quer né? – falou o mesmo pegando-a pela bunda, enconchando-a e acariciando-a, levando-a ao único banheiro que havia ali. – É assim que se ganha dinheiro fácil, aprenda.

O homem asqueroso começou a beija-la e tirar sua blusa, apertando e chupando seus seios enquanto a menina chorava baixo. Ele começou a tirar sua bermuda, levanto-a e a colocou sobre a pia suja. Tirou sua calcinha e começou a chupar sofregamente a vagina da garota, ela tinha sentimentos misturados em sua mente, o de prazer e de dor não física e sim mental. Enquanto acontecia essa confusão em sua cabeça o homem se levantou e disse:

- Vamos lá amor, deixe de ser idiota e libere a vadia que você é!

Ela assentiu e fora de si começou a beijá-lo em seu pescoço e depois ele virou a mesma e começou a enfiar o seu pênis ao seu anus, no começo Lux sentiu dor, mas depois começou a gostar e ficou gemendo delicadamente, quando o homem percebeu que ela estava gostando foi enfiando cada fez mais rápido enquanto Lux gemia alto, ele começou a enfiar os dedos na vagina dela e a movimentar e depois colocando os dedos “melados” na boca da menina, apertava seus seios cada vez mais forte e enfiava o seu pênis cada vez mais forte. Ela a cada hora ficava com mais prazer, até que os dois chegaram ao famoso orgasmo. Ele tirou o pênis destro de Lux, se vestiu e jogou cem dólares em cima dela e saiu do banheiro, nesse mesmo momento ela começou a chorar desesperadamente, pegou seu celular na bermuda e botou na discagem rápida e ligou para um numero conhecido.

- Alô? – atenderam na outra linha.

- Ma... Maya... Sou eu. – Lux respondeu com a voz tremula.

- O que foi? – perguntou Maya começando a se assustar.

- Eu... – Lux não conseguiu completar frase, com um nó a garganta.

- FALA LOGO LUX! – Maya respondeu com um tom alto e com a voz apreensiva.

- Eu fui estuprada. – Lux falou chorando novamente.

- Você o que?! – perguntou Maya sem reação. – Me espere na frente do bar... TÔ INDO PRA IR AGORA!

- Ok. – falou à menina que estava aos prantos dentro daquele banheiro imundo.

~ Flashback Off ~

Não estava sentindo mais nada no meu corpo, quando sinto um choque no meu peito. Deveria estar quase morrendo, mas conseguiram-me por de volta ao “estado normal”. Depois de um tempo, senti o mesmo carinho, da mesma mulher, em minha cabeça. Não me movimentei, para não aconteceu o que tinha acontecido. Ouvi os sussurros dela:

- “É culpa minha” “É culpa minha”.

Não estava entendo e acabei pegando no sono.

Notas finais
AAAH, qualquer coisa mandem comentários!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.