Die Rauber

3 Capítulo 3: Quando Tudo Der Errado, Desista!


Uma senhora vinha andando pelo corredor e quando viu Luce com a arma, simplesmente gritou. Luce atirou três vezes e não errou nenhuma.

Eles dispararam pelo corredor e voaram escada abaixo, mas o caminha foi barrado por um senhor que provavelmente fora ver o motivo dos gritos.

Luce deu dois tiros, um no coração e outro na cabeça.

Eles saíram pela porta dos fundos e Luce ajudou Bill a colocar Amália na moto, mas antes eu conseguisse subir na sua, uma mão segurou seu braço e arrancou seu capuz, desamarrando seu cabelo.

Era um rapaz jovem de mais ou menos 20, 25 anos, ele usava tranças e estava com uma calça de moletom preta.

Tom.

Luce arranhou seu peito nu e lhe acertou um gancho de direita, que fez o rapaz cair, dando tempo para Luce correr para sua moto disparar dali antes ele pudesse se levantar.

Já na estrada, Luce permitiu-se relaxar, ufa, tinha sido por pouco.

Será que Bill estava bem?

Correu mais rápido, quase atingindo o limite de velocidade. Sorte que ainda não havia nevado, o que aconteceria em breve pelo jeito que estava esfriando.

Luce adorava neve, ela se identificava com ela, fria, branca e inflexível.

Uma comparação meio cômica, não? Mas não deixava de ser verdade.

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Luce passou pelos enormes portões que guardava sua casa e estacionou a moto em frente à mansão. Bill estava parado na porta esperando por ela, assim que Luce desceu da moto ele correu para ela, com os olhos cheios de preocupação.

−Você ta bem? Fiquei tão preocupado quando vi aquele brutamontes te agarrar, quase abandonei tudo e fui te ajudar.

−Ainda bem que não foi, iria por todo o plano mais abaixo ainda, eu sei me virar.

−To sabendo, foi por isso que nem liguei e fui embora−disse Bill rindo.

Claro que era uma grande mentira.

Luce não sabia que ele havia voltado e procurado ela por horas, mas como eles se desencontraram e Bill resolveu ir pra casa.

−Ele te machucou?—perguntou Bill.

−Não, cadê ela?

Eles entraram na casa.

−Ta lá no S4¹.

−Ok, vou tomar um banho.

−Tudo bem, depois você pode vigiar ela enquanto eu tomo o meu?

−Claro, vamos fazer assim, eu vigio de dia e você a noite.

−Fechado. E, Luce?... −Luce se virou. −Obrigado, por tudo.

−Um ajuda o outro, não é assim?

−É, meu amor.

Luce se virou e sorriu, gostava quando Bill a chamava de meu amor, ela subiu para seu quarto e foi para o banheiro tomar banho.

Eles não sabiam o que fazer agora, Amália havia conseguido sua vingança, matou os pais que tanto a maltrataram quando criança, e Bill já tinha o que queria, a garota que ele amara desde a adolescência.

Mas o que fazer agora? Ir embora? Ou ficar e viver uma vida normal? E Luce? Deveria arrumar um namorado e deixar Bill? Ou eles voltariam a sua vida criminosa? Mas Tom viu o rosto de Luce, eles não poderiam voltar. E agora?

Tantas perguntas e nenhuma tinha uma resposta, mas isso não tinha importância agora.

Notas finais
¹ S4=Subterrâneo 4.
Ta, bom, o Tom apareceu, é, eu sei, meio inútil, mas essa fic se baseia no Bill, na Luce e na Amália, mas o tommy vai aparecer mais. Aqui vocês ficaram sabendo um pouco sobre a infância de Luce, mas no próximo vocês vão saber muito mais e vão entender o por que dela ser assim e por que matou os pais. Como vocês viram existe algo meio oculto entre Luce e Bill, o que vocês acham que vai dar enhi? Ahsuasuah não posso dizer, mas vou dar ênfase a uma coisa que eu disse no começo da fic, ela não tem um final feliz.
Rewies? Por favorzinho, pra fazer uma escritora feliz e continuar postando.