Die Rauber

6 Capítulo 6: Uma Visita Inesperada


Notas iniciais
uau, devo admitir que essa fic esta se saindo melhor do que eu esperava, ja tenho quatro leitoras kkkk obrigada pelos rewies, tai mais uma cap. espero que gostem

Luce correu para o tão conhecido endereço que anteriormente ia para espionar, a enorme casa com um estilo meio anos XIX, ela estacionou em frente a grande porta de madeira envernizada. Desceu da moto e tirou o capacete, sacudindo os cabelos para desgrudá-los da cabeça.

Ela andou ate a porta e tocou a campainha. Não sabia como seria recebida, mas com certeza ele não traria leite com biscoitos.

Luce ouviu os barulhos da fechadura sendo aberta e então apareceu um rosto pela brecha da porta.

−VOCÊ? − Tom agarrou o colarinho da jaqueta de Luce e a puxou pra dentro, jogando-a na parede. −O QUE FAZ AQUI?

−Calma, não vou te machucar−repondeu Luce ainda caída no chão, enquanto Tom pegava uma arma e apontava pra ela.

−É, não vai mesmo, não dessa vez−Tom engatilhou a arma e apontou pra cabeça de Luce.

−Calma, eu vim te ajudar−Luce levantou-se com as mãos na cabeça.

−Encosta na parede.

Luce o fez e Tom se aproximou para revista-lá.

−Antes de falar com você, tenho que garantir minha segurança.

Tom começou passando as mãos nos ombros de Luce, sempre apertando, desceu pelos braços, onde achou duas facas, e depois subiu pela cintura, lentamente, passando os dedos em todo lugar a que tinha alcance. Ele achou uma arma.

Correu seus dedos pelas nádegas dela, apertando-as bem, e depois desceu para os pés, procurando ate dentro dos coturnos dela. Fez bem, lá havia mais três facas.

−Vira−disse Tom.

Luce virou e levantou os braços.

Tom começou do pescoço e desceu para os seios, abriu a jaqueta e tirou uma arma. Continuou pela cintura e desceu ate o intimo de Luce, onde pediu pra ela abrir as pernas e revistou detalhadamente.

−Terminou de se aproveitar de mim?—zombou Luce quando Tom se ergueu e a encarou.

−Tratando-se de você, temos que verificar em cada pedacinho.

−É, eu percebi.

−Diz logo o que veio fazer aqui.

−Vim lhe entregar isto−ela tirou o mapa mal feito do bolso da calça e entregou para ele.

Tom pegou o papel e deu uma olhada.

−O que é isso?

−Nossa, você é tão burro assim? Não ta vendo que é um mapa?

−Mapa pra onde?

−Um mapa ate Amália.

Tom olhou o mapa como se fosse um tesouro.

Hum, idiotas.

−Por que está fazendo isso?

−Eu tenho meus motivos.

Tom olhou o mapa por uns segundos, suspirou e voltou a apontar a arma para Luce.

−Muito obrigada, acho que não preciso mais de você.

−Na verdade, você precisa sim, ela ainda não está lá.

−O que?

−Você acha mesmo que eu seria tão idiota assim?—disse Luce dando uma risada gutural. −você me conhece o bastante pra saber que não.

−Quando ela vai estar lá?

−Na sexta, eu vou dar um jeito de tirar o Bill de lá e você pega sua querida Amália.

−Mas eu quero assassinar Bill, quero ver a vida deixando os olhos dele, assim como ele fez com meus pais.

Luce riu novamente, porem mais alto e mais cruel.

−Gato, não foi Bill quem matou seus pais, fui eu.

−O que?

−É isso ai.

Luce não teve tempo de se defender, apenas sentiu quando a mão de Tom a atingiu na face, jogando-lhe no chão.

Aquele golpe a deixou sem reação, não conseguia levantar do chão. Não queria.

Nunca se sentira tão humilhada na vida e só então percebeu o por que.

Bill nunca havia deixado ninguém a tocar, sempre a protegera de tudo e de todos, ele já levara tiros e facadas por ela, nunca deixara nada lhe machucar.

Luce olhou para Tom com os marejados de lagrimas.

Tom olhou-a de volta com nojo. A garota que havia matado seus pais, estava ali aos seus pés chorando por causa de um tapa.

Isso poderia ser triste, mas não era,

Era enojante.

Tom chutou a barriga dela toda a força que pode, desferindo toda sua raiva nisso.

O chute jogou Luce na parece, onde ela se encolheu e chorou mais.

Tom foi ate ela, agarrou seus cabelos e puxou, deixando seu rosto em frente ao dele.

−Eu não posso te matar, mas posso te machucar um pouquinho.

Tom se levantou e continuou e chutar todo o corpo de Luce, com a intenção de deixa marcas, como um aviso para Bill.

Luce não reagia, não fazia nada pra pará-lo. Apenas rezava pra acabar logo.

Quando Luce começou a engasgar com o próprio sangue, Tom agarrou os cabelos dela de novo e disse:

−Esteja lá sexta−e depois a arrastou pra fora, onde deixou Luce sangrando na neve.

Notas finais
Hehe, cá estou eu, bom, eu falei que Tom não iria agradar, mas deixem-me explicar, ele não era assim, mas o seqüestro de sua amada e o assassinato de seus pais é o bastante pra deixar qualquer um puto da vida não? Ele comprou uma arma, aprendeu a lutar e contratou ate uma gangue, éééé, vocês a verão em breve.
Mereço rewies? Alguma coisa? Digam me o que acharam do Tom bandidão, o que acham que vai acontecer.