Die Motherfucker Die

41 Traição É A Palavra-Chave


Notas iniciais
Pow gerhardt, vc favorita a história mas nunca se manisfestou pke ce fas içu comigo? ;_;

Ficar deitada na cama olhando para o teto do quarto não iria trazer ideias para Cloe sair dessa situação. A madrugada tinha passado e a manha chegou lentamente. Ao ouvir os toques, Cloe se levantou e foi para a porta. Destrancou a porta e a abriu. . A empregada estava com um sorriso simpático e uma mala de couro roxo ao seu lado.

-Bom dia Srta. Scarlet. – Ela disse educada, mas Cloe não respondeu. – O Sr. Alex Wesker te mandou algumas roupas, maquiagens e um celular da Umbrella. E também pediu para Senhorita se arrumar para uma reunião daqui a meia hora no andar 12º.

-Está bem. – Cloe disse e a empregada entrou a mala. – Obrigada.

Cloe fechou a porta e foi para perto da cama com sua mala. Ela colocou a mala em cima da cama e a abriu. Dentro da mala havia uma sala estilo social, uma regata branca e um Blazer, do lado das roupas um par de saltos e uma pequena bolsa de maquiagem. Retirando todas as coisas, Cloe achou o celular da Umbrella. Logo pensou em ligar para a BSAA, mas achou que agora isso seria uma péssima ideia.

Ela retirou as roupas da mala e começou a se vestir. Primeiro a saia, seguido pela regata e o Blazer, por fim o salto. Cloe foi até o gigante espelho de seu quarto e se viu. A saia era curta, mas com o Blazer a combinação ficava bem elegante. Depois Cloe pegou a bolsa de maquiagem e tirou o delineador, o rímel e o batom vermelho. Ela voltou para o espelho e antes que começasse a se maquiar, ela teve uma ideia.

-É isso! – Ela disse animada e começou a se maquiar primeiramente com o delineador, com o traço dos anos 60. – Alex é um homem, e homens são fáceis de enganar. – Ela disse de maneira diabólica. – O esquema é colocar um contra o outro. – Cloe fechou o delineador e abriu o rímel e passando em seus cílios. – Traição. Traição é a palavra chave. E por mais que eu odeie isso......- Cloe pegou o batom e o passou perfeitamente. – A tática da sedução é a maneira mais fácil de criar uma discórdia entre homens.

Cloe arrumou o cabelo com um coque um pouco bagunçado e olhou no seu novo celular. ‘’Bem na hora’’ Cloe pensou e foi até a porta. Ela abriu e ao sair do quarto, Cloe fechou a porta e a trancou.

No corredor, Cloe viu a porta do quarto do Wesker se abrir. Quando o olhar deles se encontrou, Cloe abriu um sorriso simpático.

-Bom dia. – Cloe disse.

-..............- Bom dia. – Wesker respondeu sem animação.

Os dois foram para o elevador e Wesker apertou o botão para chamar o elevador. Depois de segundos a porta do elevador abriu e os dois entraram.

-Você também vai para a reunião? – Perguntou Wesker.

-Claro. – Respondeu Cloe animada.

Wesker inclinou a cabeça e apertou o numero 12.

-Você está linda hoje. – Wesker comentou.

-Obrigada. É bom saber que eu estou agradando alguém. – Cloe disse confiante.

-........-Wesker a olhou de canto. – Você está bem? – Ele estava estranhando o jeito que Cloe estava agindo.

-Eu? Melhor do que nunca.

A porta se abriu e Wesker avistou o grupo dos pesquisadores-chefe.

-Nós encontramos na reunião.

Ele disse e saiu de dentro do elevador com passos largos e rápidos. Cloe saiu em seguida e as portas se fecharam. Ela andava tranquila em direção à única porta que viu, que deduziu que ali iria ser a reunião. Cloe se aproximou da porta e viu que Lupo e Vector estavam de guarda na porta.

-Parece que mesmo acusada de traição, você ainda é importante. – Disse Lupo com a voz metálica. – Você é considerada importante na Umbrella. Nem mesmo eu consegui um cargo alto em tanto pouco tempo.

-...........-Cloe bufou e ergueu a sobrancelha. – Lupo, por acaso você está infeliz com seu cargo na USS?

-Não. – Lupo respondeu de maneira ríspida.

-Então porque você está reclamando?

As duas se encararam com um olhar fuzilante.

-Com licença. – Disse Cloe com um sorriso sínico e dando um passo para frente. – Eu tenho uma reunião na quais apenas pessoas importantes podem participar.

Cloe entrou na sala e viu a grande mesa de mármore com três cadeiras na porta, o resto era cadeiras azuis. Ela logo avistou Alex e foi até ele.

-Bom dia Cloe. – Ele disse educadamente. – Que bom que você chegou.

-Bom dia.

-Aqui está a cadeira. – Ele puxou a cadeira vermelha para Cloe.

-......-Cloe sorriu e se sentou. – Você é um verdadeiro cavaleiro.

Alex sorriu de lado e fez um sinal para todos entrarem. Os pesquisadores-chefe sentaram-se nas cadeiras azuis e Wesker se sentou na cadeira vermelha. Agora Cloe e Wesker estavam separados por Alex, já que ele sentou na cadeira vermelha do meio.

-Bom dia para todos vocês. – Alex começou a falar. – Estamos aqui novamente na nossa reunião que fazemos semanalmente para nos atualizamos sobre a Umbrella. Primeiramente, quero apresentar-lhes Cloe Scarlet, mas acho que vocês já a conhecem o suficiente pelas histórias. – Os pesquisadores fizeram um sim com a cabeça. – É muito bom ter você de volta Cloe. – Alex disse um pouco sarcástico.

-A honra é toda minha, por mais que tenha sido um convite de ultima hora. – Cloe respondeu com um sorriso malicioso.

-Bem, vamos começar. Como anda nossos projetos?

-O vírus T está nos estágios finais.

‘’Vírus T?’’ Pensou Cloe controlando sua reação de surpresa.

-Vocês conseguiram formular o T e G juntos? – Perguntou Wesker.

-Sim...e não. – Respondeu a pesquisadora. – Nós chamamos de vírus 13. – Ela fez uma pausa. – A junção desses vírus é muito forte, não é qualquer um que pode tomar posse desse vírus, só pessoas fortes fisicamente e mentalmente.

-Mas acha que o vírus 13 pode ser usado? – Perguntou Alex.

Naquele momento, Alex sentiu a perna de Cloe ficar em cima do mesmo, quase perto de seu membro. Ele olhou para ela de canto e sorriu de lado ao ver a cara de inocente da morena.

-Claro. – Respondeu a pesquisadora. – Só nos dê mais um tempo.

-É ótimo ouvir isso. – Disse Alex acariciando a perna da Cloe. – Pelo jeito é apenas isso. Estão dispensados.

Cloe tirou a perna de cima da perna de Alex e se levantou.

-Cloe. – Disse Alex. – Você fica.

Wesker olhou de canto para os dois.

Segundos depois apenas Alex e Cloe ficaram na sala.

-O que foi aquilo? – Ele perguntou com um sorriso malicioso.

-O que....-Cloe riu baixo. – Não gostou? – Ela viu Alex se sentar na mesma cadeira vermelha.

-Achei inesperado.

-Espero que esse ‘’inesperado’’ seja um ‘’sim, eu gostei’’. – Cloe se sentou no colo de Alex e cruzou as pernas.

Alex suspirou e sorriu lado. Ele desceu sua mão esquerda na cintura de Cloe a com a outra mão livre pegou nas pernas da morena.

-Não acha que seu amante iria ficar enciumado?

-Wesker? – Cloe fingiu demência e segurou o rosto de Alex bem de perto, quase encostando os lábios. – Não. E também não acho que ele mereça toda a sua confiança.

-E por acaso você merece?

-Por que não? Eu posso ser uma boa menina.

Com um sorriso malicioso, Cloe beijou Alex de maneira sensual.

-Não confie nele Alex, é apenas um conselho.

Cloe se levantou e foi até a porta.

-Quando quiser algo, é só me chamar. – Cloe abriu a porta. – Eu sempre estarei disponível para você.