Die Motherfucker Die
49 Purgatório Da Mente
Notas iniciais
Hoje a fic tem 49 capítulos, já passamas por bastante coisa, e como assim minha fic te vez chorar? Nossa pke?
Os dois ficaram surpresos ao ver que o elevador ainda funcionava. Jake olhou para os números dos andares e depois olhou para Cloe.
-O que foi? – Ela perguntou.
-É que tudo parece mais diferente, as salas não estão no mesmo lugar.
-É o sistema de proteção da Umbrella, ele muda a posição das salas. – Disse Cloe se lembrando da explicação de Alex.
-Então eu realmente estou perdido.
-Tenta o nono andar. – Sugeriu Cloe.
-E por que o nono andar?
-Sei lá, eu gosto do número nove. – Cloe deu de ombros.
Jake inclinou a cabeça e apertou o número sugerido por Cloe. Eles sentiram o elevador se mover e segundos depois a porta se abriu.
-Ei...-Cloe saiu primeiro olhando em volta. – Eu reconheço esse lugar....- Jake começou a segui-la. – É a sala de reuniões do Alex!
Cloe correu até a porta e a abriu. Ao ver a criatura réptil com veias grossas vermelhas, Cloe se segurou para não se chocar com o próprio susto. Jake olhou intrigado para a criatura que ainda não tinha notado a presença deles. Depois a pupila dos dois viram os corpos dos agentes da USS mortos banhados no próprio sangue. Passos lentos foram ouvidos e Cloe engoliu um seco. De repente Vector ficou a vista dos dois e caiu no corpo de Cloe, a mesma o segurou.
-Vector? – Ela disse baixo.
Ele não respondeu. Ele estava pesado. O corpo de Vector caiu no chão fazendo um som que chamou a atenção do réptil. O réptil gritou e pulou em cima da mesa e correu até Cloe e Jake. O réptil levantou o braço, pronto para atacar. Ele pulou, mas antes que atingisse os dois, Cloe e Jake pularam para o chão, fazendo a criatura atacar a parede, que ficou um pouco destruída. Foi a chance de Jake e Cloe atirarem, mas a criatura tinha um corpo muito forte por causa da sua pele escamosa. A criatura se virou e primeiramente viu Cloe, a mesma ainda dava tiros e se arrastava para trás até que ficou debaixo da mesa. Jake também atirava.
-Droga....-Ela sussurrou ao ver a espingarda tinha que ser carregada.
O réptil pulou em cima da mesa e antes que Cloe agisse, a criatura quebrou a mesa com suas garras. A mesa se partiu e Cloe sentiu as garras da criatura passando em seu busto levemente. Logo seu busto ficou avermelhado e quatro linhas de sangue apareceram e começaram a arder.
Jake olhou para o corpo de Vector rapidamente e viu a pistola ao lado da pistola. Alcançou-a e a pegou.
-Cloe! – Ele chamou a atenção de Cloe e a mesma olhou para ele. – Pegue!
Ele jogou a pistola para Cloe e continuou a atirar no réptil. Cloe pegou a pistola e mirou no olho esquerdo da criatura. Como Cloe estava perto o bastante dele, o tiro foi certeiro, e o grito de dor ecoou pela sala. Algumas gotas de sangue caíram na barriga de Cloe. Ela se levantou e continuou atirando, até que o réptil caiu no chão e morreu.
Preocupado, Jake foi até Cloe.
-Você está bem? – Ele disse olhando para o arranhão.
-Foi só um arranhão Jake. – Cloe recarregou a espingarda.
A risada de Alex foi ouvida pela sala, mas ele não estava lá.
-Você de novo? O que quer dessa vez? – Jake gritou.
-Você viveu mais que dez minutos, mas sua vida está para acabar. – Nenhuns dos dois tiveram a ousadia de falar. – Você matou o Sweeper, a única arma-biológica que pegamos no arquivo da ilha Rockfort. Ele ainda estava num projeto de desenvolvimento mas acabei soltando ele também. Ele parece um Hunter, a diferença é que Sweeper tem uma adição de veneno nas garras.
Cloe passou a mão em cima dos arranhões e viu o sangue entre seus dedos. Um arranhão normal iria parar logo de sangrar.
-Você está seriamente envenenada. – Continuou Alex. – O veneno age lentamente no sangue. O veneno parte o glóbulo vermelho em dois, fazendo o seu próprio sangue excessivo ser sua morte. Cloe, você vai finalmente morrer. – Ele riu de maneira maliciosa.
Cloe estava um pouco em choque, e percebendo isso, Jake pegou nos ombros da morena.
-Se ficarmos parados não acharemos um antidoto.
-E o que te faz pensar que tem um antidoto? – Cloe soou pessimista.
-Tem que ter! – Ele disse confiante e se distanciou de Cloe.- Vamos.
Os dois foram para o elevador e apertaram o botão. A luz do elevador estava vermelha.
-Droga! – Jake deu um soco na porta do elevador. – Algum idiota tá usando o elevador. – Jake olhou o espaço e viu uma porta vermelha. – Deve ser as escadas, venha.
***
A porta se abriu para Chris no 14º andar, antigamente o refeitório, agora o laboratório. Chris andava atento no laboratório, mas ele mesmo se deu o luxo de abaixar sua arma com a confiança que ninguém estava lá. O laboratório estava bem diferente, havia sangue, alguns corpos de cientistas e vidros quebrados, mas o vidro quebrado que mais chamou a atenção de Chris foi o azulado que tinha uma faixa vermelha escrita ‘’Vírus 13’’, e o vidro foi quebrado de proposito.
Chris parou de analisar o vidro quebrado ao ouvir o barulho da porta da escadaria se abrindo. Chirs mirou sua pistola na porta com o dedo no gatilho, mas abaixou segundos depois ao ver que era Jake e Cloe. Jake ajudando Cloe a andar, o braço direito de Cloe estava entrelaçando o ombro de Jake
-Jake! – Chris gritou chamando a atenção dos dois. Ele foi até eles.
-Chris.....
Chris guardou a arma e abraçou Cloe. Ela não reagiu por estar muito fraca. Chris parou de abraça-la e a fitou.
-Cloe...o que aconteceu? – Ele olhou para Jake.
-Ela foi envenenada Chris.
Chris olhou preocupado com Cloe. Ele a pegou como uma noiva e levou numa mesa mais próxima. A mesa estava cheio de vidros quebrados, mas antes que Chris pedisse, Jake tirou todos os vidros e assim Chris pode colocar o corpo de Cloe em cima da mesa.
-Droga, sabe onde está o antidoto? – Perguntou Chris.
-Tenho quase certeza que está aqui.
-Certo, então vamos procurar.
Os sinais de sangramento pelo nariz e pelo ouvido estavam começando. A mente de Cloe se distanciava do mundo e os sons de caixas se abrindo sumiam aos poucos. Agora o sangue começa a sair lentamente pela boca de Cloe, as pequenas veias dos olhos começam a ficar inchadas e aos poucos a sangue começa escorrer pelos seus olhos. O mundo em sua volta ficou escuro e Cloe estava flutuando na escuridão. De repente uma luz apareceu no meio da escuridão e se aproximou de Cloe.
-Quem é você? – Cloe virou seus olhos para a luz fraca.
A luz se transformou em Sabrina Husher, sua mãe. Sua idade de 40 anos não parecia ser exposta em seu rosto. Os cabelos de Sabrina ainda estavam castanhos e seu rosto continuava jovial.
-Mãe......- Cloe disse baixo. – Você morreu?
-Não Cloe.....-A voz dela soou calma. – E eu não sou sua mãe, eu sou a ilusão da morte que você criou. Apenas toei forma do que está no seu pensamento agora, sei que está pensando na sua mãe, no perfume e no sorriso dela. – A morte mudou de forma, agora era a Cloe de muitos anos atrás, a Cloe prostituta.
-Eu morri? – Ela disse desanimada.
-Não. – A Cloe do passado respondeu com um sorriso simpático. – Imagine isso como um purgatório.
-E por que eu não posso morrer logo?
-Por que não é a hora. – A morte se transformou em Ada.
-Por favor, eu não quero mais lutar por isso, eu pensei que eu iria conseguir, mas não consigo.
-Desculpe em te desapontar, mas a sua hora ainda não chegou. Você tem que reagir.
-Não....
-Vamos Cloe!
A morte se transformou no HUNK, que carregava uma seringa.
-Não.....-Cloe tentava se mexer, mas estava imóvel.
A morte se aproximou de Cloe e enfiou a seringa no busto de Cloe.
Cloe gritou de dor assustando Jake e Chris. Ela se inclinou para se sentar e tirou a seringa de seu busto, depois a jogou no chão com força.
-O que aconteceu? – Perguntou Cloe ofegante.
-Você quase morreu. – Disse Jake.
Cloe desceu da mesa e abraçou Chris. Depois ela foi e abraçou Jake.
-Obrigada por ter cuidado de mim. – Agradeceu Cloe docemente.
Jake revirou os olhos e sorriu de lado.
-Chega de dar trabalho para vocês. – Ela disse confiante.
Cloe olhou em sua volta e viu o vidro do vírus 13 quebrado.
-Chris.... – Disse Cloe.
-O que foi?
-Quando você chegou aqui, o vidro do vírus 13 já estava quebrado?
-Já. – Ele respondeu.
-Isso não é coisa boa.
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