Notas iniciais
Descupa o cap pequeno e chato D:

‘’Cloe Scarlet morreu. Ela está viva. Morreu em Raccoon City. Não eu a vi. Ela morreu. Não é possível, então quem era?’’

Chris estava entre a razão e no que viu. O Notebook estava no seu colo vendo a foto de Cloe. Diferente de Chris, os outros soldados da BSAA estavam rindo e conversando no pátio sem nenhuma preocupação. Carlos, que estava sentado conversando com os outros soldados, viu Chris sentado sozinho com a cara preocupada. Ele pegou uma lata de cerveja e foi até Chris.

-Hey. – Disse Carlos oferecendo a cerveja.

-Ahn....oi. – Chris pegou a cerveja. Depois Carlos se sentou ao lado de Chris.

-O que foi cara?

-Nem eu mesmo sei.

-.......-Carlos olhou para a tela do Notebook. Ao olhar a foto de Cloe, Carlos apertou os olhos para confirmar se era ela mesma. – Ei. – Ele apontou o dedo para a tela. – Eu conheci essa mulher.

-Você a conheceu? – Chris ficou interessado. – Onde?

- Em Raccoon City, quando o vírus tomou conta da cidade. – Carlos engoliu um seco ao se lembrar de Cloe morrendo. – Jill e eu a encontramos atrás de um carro depois que eu matei um Hunter. Depois de um tempo andando com a gente, tivemos um encontro desagradável com Nemesis e.......ele a matou..........mas Chris, porque o interesse?

-Você não vai acreditar. – Chris olhou para a tela. – Mas eu a vi. Ela invadiu minha casa. Eu nem sabia quem era ela, mas eu juro, eu a vi.

-Chris.....-Carlos suspirou. – Não pode ser, eu a vi morrer, Jill a viu morrer. Um dos tentáculos de Nemesis a atravessou. Foi uma morte terrível, eu ainda me lembro do olhar dela.

-Eu sei o que eu vi! – Disse Chris aumentando o tom de voz.

-Relaxa cara. – Disse Carlos. – Talvez seja outra pessoa parecida com ela.

-Era ela mesmo, só que com o cabelo mais comprido. – Carlos não falou nada. Ele tinha certeza que Cloe estava morta, ele testemunhou isso. – Carlos, quando o Nemesis matava alguém, a vitima também virava um zumbi?

-Aham. – Carlos confirmou. Depois ele arregalou os olhos. – Cloe deve ter virado um zumbi.

-É esse ponto que eu quero chegar. Mas quando eu a vi, ela não parecia um zumbi, ela estava perfeitamente bem, igual ao..........Wesker.

Chris colocou a mão na testa. Finalmente algo fazia sentido enquanto para Carlos tudo ainda estava confuso.

-Wesker? O cara que é avançado? Chris, qual é possibilidade disso?

-Em casa ela me perguntou sobre o Wesker. Carlos, ela é igual ao Wesker! – Chris estava boquiaberto.

-Ahn cara......- Carlos se animou. – Bom saber que ela está viva e normal, se é que eu posso falar assim.

-Por que Carlos?

-Bem......- Carlos olhou para a foto de Cloe. – Ela é gostosa demais.

-Com certeza. – Disse Chris fingindo estar animado. Ele fechou o Notebook e fez uma cara séria. – Mas essa vadia matou minha irmã. – Carlos desfez o sorriso. – E trabalhou para a Umbrella.

-Não mesmo! Eu me lembro de como ela andava com medo por Raccoon City.

-Não existe nada pra ser ter medo quando se é quase imortal. – Carlos abaixou o olhar.

Um dos soldados do quartel general se aproximou de Carlos e Chris.

-Redfield e Oliveira? – Ele disse duvidoso.

-Sim, somos nós. – Chris respondeu.

-Vocês tem uma nova missão de investigação.

***

-Fala sério. – Disse Cloe olhando para céu pela janela do avião. – O que eu estou fazendo na minha vida?

Ela estava um pouco deprimida depois de tudo aquilo. Ela queria ficar mais tempo com Wesker se não fosse por causa das malditas perguntas.

-Nossa. – Ela riu. – Ele deve estar muito puto comigo. – Ela começou a gargalhar, para ela isso não passava de uma comédia inesperada. – Ah meu Deus! Atirar no Wesker, onde é que eu tava com a cabeça? – Ela parou de rir. – Não terei mais oportunidades como esse de novo. – Ela disse com malicia.

Ela ligou seu Notebook e entrou na internet para ver as noticias recentes. Ela leu os destaques importantes e leu as noticias que quase ninguém se importava. Um pequeno trecho falava de um helicóptero da BSAA pousando no Texas. Era apenas isso. Cloe conferiu o horário que saiu a noticia e sorriu. Ela fechou seu Notebook e se levantou. Cloe foi até a cabine e abriu a porta.

-Oi. – Cloe disse como uma criança que quer fazer um pedido.

-Diga Srta. Scarlet.

-Então, vou pedir pra você me deixar em um lugar diferente.

-E qual será?

-No Texas.

***

Wesker abriu os olhos e se levantou rapidamente da cama. Ele olhou em sua volta e com roupas de paciente de hospital. Ele estava num quarto totalmente branco. Ele tirou a coberta das pernas e viu o ferimento de bala enfaixado.

-Maldita. – Wesker rangeu os dentes. – Ela me paga. – Wesker segurou o coberta com força.

A porta se abriu lentamente e Excella entrou.

-Graças a Deus você acordou. – Disse Excella feliz.

-Onde estou?

-Na sala de enfermagem da Tricell. Você se recupera rápido, então não foi preciso te mandar para o Hospital.

-Você fez o que eu pedi? – Wesker foi direto assunto.

-..........-Excella abaixou o olhar por alguns segundos. Ela esperava um elogio de Wesker. – Sim, a bala está em processo de pesquisa.

-Ótimo. – Wesker se levantou. – Quero minha pistola cheia dessas balas pra eu matar a Cloe. – Wesker disse com fúria.