Die Motherfucker Die
21 E Lá Vamos Nós De Novo
Notas iniciais
- O que eu pretendo? – Cloe perguntou inclinando a cabeça.
- Cloe....- Wesker segurou o pescoço de Cloe. – Você é como as outras mulheres, adora fingir demência. – Cloe o olhou com raiva.
- Parece que eu não consigo te controlar. – Cloe disse fitando os olhos vermelhos de Wesker.
-Você nunca vai conseguir fazer isso. – Wesker sorriu de lado. – Nenhuma mulher conseguiu mudar meu foco, e você não vai ser a primeira.
-Será que não? – Ela disse de maneira maliciosa. – Wesker.....você pode até ser um super-humano, mas acima disso você é um homem.
Cloe abriu um sorriso diabólico declarando a sua vitória verbal. A respiração de Wesker ficou mais forte, ele não gostava do jeito que Cloe o desafiava. Agora a presença dela o incomodava, mas Wesker se sentia um masoquista por deseja-la tanto, principalmente agora que Cloe era como ele. As perguntas iam ficar para depois, Wesker queria Cloe ali e agora.
-Você vai ser minha.
Ele disse e puxou Cloe para seu corpo e a beijou fortemente. Ele agarrou Cloe com tanta força que ela nunca ia sair de dali se quisesse. As mãos de Cloe tirou a camiseta de Wesker e voltou a beija-lo. Wesker segurou os cabelos de Cloe com força mostrando o seu pescoço e o beijou lentamente para tortura-la Os lábios de Wesker desceram até o busto e para continuar, ele rasgou a blusa de Cloe para descer até os seios. A respiração de Cloe era ofegante e era misturada com gemidos, Wesker adorava ouvir isso, era sinfonia para seus ouvidos. Wesker pegou as coxas de Cloe com força e a levantou ainda a beijando. Wesker a levou para o sofá, ele a colocou deitada e subiu em cima dela. Ele beijou Cloe e sentiu as mãos dela tentando abaixar sua calça. Wesker percebeu que Cloe queria isso tanto como ele queria. Ele abriu o zíper da calça e abaixou sua calça junto com sua roupa intima. Depois ele tirou a calça e a roupa intima de Cloe num movimento. Antes que tudo finalmente acontecesse, Wesker fitou o rosto de Cloe, ele queria ver a reação dela. Wesker se encaixou entre as pernas de Cloe e entrou nela lentamente. Cloe ao sentir o membro de Wesker, agarrou as costas de Wesker, como se pedisse para ele nunca parar de fazer isso. Wesker adorou a reação de Cloe, ele queria ver mais daquilo então começou a fazer movimentos mais rápidos.
Um flashback veio na cabeça de Wesker.....
–Está irritada por causa de estar sem uma roupa? – Wesker riu de maneira maliciosa e andava em direção a Cloe. – Você é uma prostituta. – Ele parou em sua frente.
– Que tentativa inútil de me insultar. – Cloe sorriu de lado. – Isso não me afeta.
–É, parece que não. Mas algo afetou seus pensamentos. Eu. – Wesker sorriu. Não viu nenhum problema em brincar com ela. Essa é uma situação que ele poderia aproveitar.
–Como você é convencido. – Cloe olhou nos olhos de Wesker. Wesker segurou o braço de Cloe contra a parede e colocou o peso de seu corpo contra o corpo de Cloe.
–Então você gostou do que viu.
–Você está imaginando coisas. – Ela voltou ao olhar para o lado expondo seu pescoço.
–Eu? – Ele disse supresso, mas ironizando. – Imaginando coisas...- A voz dele soou maliciosa.
O primeiro momento de luxuria dos dois, o primeiro toque. Era tudo de novo com a mesma pessoa, mas a sensação não é a mesma, agora tudo estava mais excitante, não só para Wesker, mas para Cloe também. Cloe antiga, prostituta que ele usou como vitima, a deixou para morrer mas parece que a morte não estava interessada em Cloe e por feitos de Ada, eles se encontram de novo e do nada um desejo surge. Cloe de agora, viva e quase que imortal, agora gemendo e suando. Agora Wesker que era a vitima, vitima de um feitiço inexplicável de Cloe.
Aquilo durou horas até os dois se cansarem. Os dois estavam suados e com a respiração alterada. Cada um tentava recuperar seu folego.
-Ei....- Wesker sussurrou. Cloe olhou para ele. – O que você acha da gente tomar banho juntos?
Cloe sorriu como resposta. Os dois se levantaram e foram para o banheiro.
Wesker abriu a torneira e deixou a banheira encher. Ele observou que Cloe olhava cada detalhe do banheiro.
-Você ainda tem o gosto do luxo. – Cloe comentou.
-Quem decorou aqui foi Excella. – Wesker fechou a torneira e entrou na banheira. Ele encostou suas costas na base da banheira. Ele olhou para Cloe e fez um sinal para Cloe entrar.
Cloe sorriu e entrou na banheira para se juntar a Wesker. Ele a puxou para encostar em seu corpo e assim eles ficaram. Wesker tirou os fios de cabelos do ombro de Cloe e o beijou.
-Seu cabelo, eu me lembro dele curto. Eu gosto dele assim, comprido.
-Então vou deixa ele assim mesmo.
Cloe sentiu as mãos de Wesker passar pela sua barriga. Ele a envolveu num abraço e depois encostou eu queixo no ombro de Cloe, a própria não estava acreditando no gesto de Wesker.
-Agora você vai me falar o que pretende.
-Você realmente quer estragar nosso momento com isso.
-Diga-me. – Ele segurou Cloe com mais força.
-Acha que eu não percebi que o que você quer fazer? – Cloe disse calma. – Você pretende dar Uroboros de presentinho para a humanidade. Como se ela realmente merecesse isso.
-O que você quer dizer com isso? – Ele perguntou num tom ameaçador.
-Você não acha mais interessante apenas 3 pessoas serem avançadas? Somos uma raridade, que graça teria se todos fossem iguais a nós.
- Só assim eu poderei ser Deus.
-Ser Deus. – Cloe disse irritada. Ela se levantou e saiu da banheira. – Isso era ideia do Spencer. – Cloe saiu do banheiro e foi para sala para se vestir.
-Cloe! – Wesker saiu da banheira e enrolou a tolha na sua cintura. – Uroboros é apenas um começo, tenho certeza que daqui a dez anos Uroboros vai estar pronta.
-É mesmo? – Cloe pegou sua pistola e guardou no bolso da calça. – Seria uma pena se a BSAA soubesse disso não é mesmo?
-Cloe.....- Wesker estava começando a ficar furioso. – Você contou algo para BSAA?
-.....- Cloe riu. – Fiz melhor. – Cloe encarou Wesker. – Eu disse para Chris REDFIELD. – Ela deu ênfase ao sobrenome de Chris. – Ficar esperto com a África.
Com sua velocidade, Wesker foi até Cloe e segurou seus ombros com força que até a levantou um pouco do chão.
-Você vai se arrepender disso. – Wesker disse rangendo os dentes.
-Eu não sou o tipo de mulher que se arrepende das coisas! – Disse Cloe com um grande sorriso. Ela estava satisfeita com a reação de Wesker. – Não vou me arrepender disso tão cedo.
Cloe alcançou sua arma e atirou na perna de Wesker. Ele a soltou e foi para trás. Wesker começou a sentir um formigamento pelo seu corpo, ele começou a perder o controle do corpo.
-O que você fez? – Ele caiu de joelhos no chão.
-Você se esqueceu do que eu falei? Que essas balas são especiais. – Cloe guardou a arma. – Tenha bom proveito da dor.
Cloe saiu da sala corredor para não arrumar mais encrencas. Uma sirene soou pelo lugar e Cloe já podia ouvir os passos pesado vindo atrás dela. Ela saiu da Tricell rapidamente e fora longe de lá.
Notas finais
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=ZPTKOR69t6w
Rainha Da Noite : http://fanfiction.com.br/historia/266967/Rainha_Da_Noite/ageconsent_ok
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