Die Motherfucker Die
20 Diga-Me O Que Aconteceu
Notas iniciais
–Eu te vi morrendo pela câmera. – Ele falou controlando o tom de voz.
–Se você ficasse até o final, veria que eu sobrevivi.
–Não tinha como sobreviver a um ataque de Nemesis. E esses olhos...onde você conseguiu o vírus? – Ele perguntou quase que ameaçando Cloe.
–Uma lembrancinha da Ada. – Cloe respondeu séria. – Ela injetou o vírus em mim dizendo que era uma cura.
–Droga! – Wesker deu as costas para Cloe. – Por que ela fez isso.
–Ahn...-Cloe deu de ombros. – Uma história enjoativa. — Cloe se levantou e parou em frente de Wesker com um sorriso. – Agora já está feito.
Wesker olhou fixamente para os olhos vermelhos de Cloe. Ele não queria admitir que a surpresa era boa e por mais inútil que pareça, Wesker se sentia ameaçado agora que Cloe é como ele. Cloe não era mais aquela mulher que tremia de medo dos zumbis no caos de Raccoon City, agora Cloe era praticamente imortal.
–Por que não vamos para minha sala? É um lugar mais agradável para conversarmos. E você sabe muito bem que você tem muito a me falar.....Cloe. – Ele disse o nome dela com malicia.
Cloe respondeu com um sorriso meigo que agradou Wesker. Aquilo para ele era tão nostálgico.
Wesker abriu a porta e a luz forte fez Cloe piscar algumas vezes para se acostumar com a claridade. Ela saiu da sala e arregalou os olhos ao ver o grande placa ‘’Uroboros’’ na parede. ‘’Parece que o Spencer via o futuro.’’, Cloe disse para si mesma se lembrando do plano para reerguer Umbrella. Cloe não havia notado o quanto havia andado por causa das grandes máquinas a sua volta. Cloe voltou a realidade e voltou a olhar para Wesker. Ele abriu a porta e deixou Cloe passar primeiro. Era uma sala presidencial. As paredes eram vermelhas e o chão era de carvalho.
–Sente-se Cloe. – Wesker pediu. Cloe não respondeu e se sentou com as pernas cruzadas. Depois Wesker se sentou ao seu lado. – Quero saber o que aconteceu.
– Depois de algumas horas que Raccoon City foi destruída, a Umbrella me achou e Spencer me pediu para me juntar a ele, aquilo parecia mais uma obrigação do que opção. Eu aprendi a viver com o T progenitor e como ele funcionava dentro de mim. – Cloe limpou a garganta. – Eu participei de algumas missões, mas entre elas, reerguer a Umbrella foi a mais importante. – Wesker prestava atenção nas palavras de Cloe. – Depois de muita pesquisa, a Umbrella criou a La Plaga, o parasita que você tomou base para criar o Uroboros.
–A Umbrella criou a La Plaga? – Wesker perguntou ainda não acreditando em Cloe.
–Sim. – Cloe confirmou balançando a cabeça. – Demos a La Plaga para Lord Saddler sabendo que você ia querer o parasita para aperfeiçoa-lo e criar seu próprio vírus. Depois iriamos pegar essa perfeição de volta. – Cloe sorriu. – Entre poucas palavras, você e Lord Saddler foram as cobaias da Umbrella.
–Então é por isso que você veio. – Wesker riu e pegou no queixo de Cloe delicadamente. – Eu pensei que eu tinha acabado com a Umbrella.
–O plano deveria continuar. – Ela se aproximou do rosto de Wesker quase que o beijando. – Mas não vai. – Ela se distanciou e tirou a mão de Wesker de seu queixo.
–E por que não?
–Por que quando você matou o Spencer, a Umbrella ficou sem um líder. No testamento Spencer havia deixado Umbrella no meu nome e é lógico que eu não aceitei.
–E sem um líder a Umbrella não pode continuar. – Wesker sorriu. – Você fez bem não me atrapalhando, mas ainda não entendo porque você está aqui.
–Ah Wesker....- Cloe sorriu tímida. – Eu vim te ver, simples assim.
Wesker sorriu de lado e tirou os óculos escuros. ‘’Sempre com esses óculos.’’ , disse Cloe em suam mente. Wesker deslizou sua mão no pescoço de Cloe e ia se aproximando lentamente dos lábios de Cloe. Ela sorriu e empurrou Wesker para o chão. Antes que ele pudesse se levantar, Cloe se levantou do sofá rapidamente e passou sua perna esquerda por cima do corpo de Wesker. Ela sorriu sua pistola com as balas especiais de um bolso especial.
–Eu pensei que os soldados tinham pegado qualquer tipo de arma.
–Eu sei muito bem como esconder uma arma.
–E usar uma arma? – Ele disse num tom desafiador. – Você sabe que isso não vai me matar.
–Eu sei. – Cloe sorriu e se sentou em cima de Wesker e encostou a pistola na cabeça dele. – Mas eu vou te contar um pouco das ultimas pesquisas da Umbrella. – Wesker sorriu, ele poderia sair dali sem nenhuma dificuldade, mas ele estava adorando aquilo. – Depois que Chris explodiu a ilha de Rockfort, a Umbrella se sentia ameaçada de perder o que lhe restou. O problema não era uma pessoal igual o Chris que quer destruir a Umbrella, e sim você Wesker. A Umbrella tinha medo de que você soubesse que ainda estávamos ativos. Então com meu sangue e de um velho conhecido seu, Alex Wesker, a Umbrella produziu um antivírus para o T progenitor . O é que isso não mata, mas deixa o alvo fraco e vulnerável.
–E você acha que eu me comovo com uma arma na minha cabeça? – Wesker deu uma risada baixa.
Cloe olhava a reação de Wesker com um sorriso malicioso. Num rápido movimento Cloe jogou a arma para longe. Ela colou seu corpo contra o de Wesker. Ela aproximou seu rosto ao rosto dele. A mão esquerda de Cloe caminhou o abdômen musculoso de Wesker e seu peitoral até chegar ao pescoço. Cloe encostou seu polegar delicadamente nos lábios de Wesker e o encarou. Wesker também queria participar também participar daquele jogo de sedução, ele levantou um dos braços para agarrar o pescoço de Cloe e beija-la, mas Cloe colocou seu braço novamente contra o chão.
–O que foi? Não gosta de ser dominado?
Cloe beijou Wesker e logo o beijo foi cortado. Ela encarou Wesker e mordeu de fraco o lábio do loiro. Wesker segurou o ombro de Cloe e a empurrou para o chão e rapidamente ficou em cima deixando Cloe sem saída.
–Não sei se você tem essa capacidade. – Ele disse sorrindo.
Cloe olhou séria para ele. Wesker se divertiu com aquela reação. Ele a beijou e segurou os cabelos castanhos de Cloe com força. Wesker parou de beijar Cloe quando ouviu alguém bater na porta.
–Albert. – A voz feminina enjoada soou fora da sala.
–Execella.....- Wesker se levantou com raiva.
Cloe revirou os olhos e se levantou. Ela se sentou no sofá e respirou fundo. Ela observou Wesker abrindo a porta e viu uma mulher morena de olhos verdes.
–O que foi? – Perguntou Wesker sem interesse.
–Eu ouvi alguns tiros o que aconte....-Excella viu Cloe sentada no sofá. –Albert, quem é ela? – Excella entrou na sala.
Excella olhou para Cloe com nojo. Cloe nem se importou com isso.
–Ela é a espiã? – Ela perguntou sem tirar os olhos de Cloe. Excella olhou bem nos olhos de Cloe e se assustou ao ver a cor vermelha. – Ah meu Deus! Ela é como você!
Cloe riu um pouco e se levantou.
–Excella Gionne hum....A bela executiva chefe da Tricell. – Cloe olhou Excella de cima para baixo. – Que sorte a do Wesker ter você, ele vai precisar de alguém para testar Uroboros.
–Albert....-Excella se virou e olhou para Wesker assustada. – É verdade?
–Excella, não escute coisas de uma mulher que você conheceu a um minuto atrás. – Excella abaixou a cabeça. – Agora deixe-me a sós com ela, eu vou resolver o problema.
Excella fez um sim com a cabeça e foi em direção a porta. Ela saiu da sala e Wesker fechou a porta com força.
–O que você pretende Cloe? – Ele disse na andando em direção a Cloe.
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