Die Motherfucker Die
1 Como Uma Garota De Programa Virou Uma Vitíma
Uma leve garoa caia sobre Raccoon City numa noite de silencio absoluto. Nas ruas úmidas se podia ouvir o barulho do salto agulha contra o chão. Apenas pelo barulho do andar já se podia imaginar que a moça andava na sincronia perfeita. Cloe andava sozinha na rua vazia de Raccoon esperando que alguém logo a chamasse para um programa. Um celta passava pela rua com a velocidade baixa. Parou alguns metros a frente de Cloe e abaixou o vidro. Ela logo abriu um sorriso e se aproximou da janela do carro.
–Boa noite.
–Boa noite. Você é a Kitty?
–A primeira e a única. – Cloe sorriu. Kitty era o seu nome de garota de programa.
–Que tal você entrar no carro e eu te levar no meu escritório?
–Hum....parece que o Senhor não tem medo de ter a imagem comprometida.
–Onde eu trabalho é muito grande, ninguém vai te ver lá. Mas tem uma coisa.
–E o que é? – Cloe mordeu o lábio levemente.
–Não posso te mostrar o lugar, então você terá que ir com os olhos tampados. É um lugar restrito.
Cloe hesitou um pouco com um passo para trás, e então cruzou os braços.
–O que o Senhor pretende hein?
–Onde eu trabalho é importante e restrito, infelizmente não posso te mostrar. – O homem abriu o porta-luvas e pegou algumas notas de dinheiro. – Eu te dou andiantado.
–E de quantos estamos falando?
–Quando você quer agora? – Ele pegou alguns notas.- Oitocentos? Novecentos? Mil?
Cloe sorriu de maneira maliciosa ao ver o dinheiro. ‘’Droga, é realmente muita grana’’, pensou Cloe, era uma oportunidade rara. Ela abriu a porta do carro e então sentou no banco do passageiro.
–E qual é o seu nome? – Cloe perguntou num tom sensual.
–Allan, querida. – Ele deu um beijo em Cloe. – Será rápido. – Ele tirou do bolso um pedaço de pano e amarrou nos olhos de Cloe. Ele deu o dinheiro em suas mãos e Cloe fechou a porta.
Kitty sentiu mais uma vez os lábios de Allan tocar os dela. Os lábios de Allan estavam quentes e em contado dos lábios frios de Cloe, a mesma sentia arrepios. Ela sentiu o carro se mover e se acomodou no banco esperando a hora para tirar a venda.
Cloe contava os minutos dentro da sua cabeça para se ocupar. O carro havia parado e deu exatamente 27 minutos.
–Eu saio primeiro. – Ao ouvir a voz de Allan, Cloe fez um sim com a cabeça.
Ela ouviu o barulho da porta se abrir e depois de alguns segundos se fechar. Cloe pode ouvir os passos apressados de Allan para abrir a porta.
–Me de a sua mão. – Pediu Allan.
Cloe levantou a mão e sentiu a mão quente de Armand, a segurou e Allan a ajudou a sair do carro e logo fechou a porta. Allan ia liderando os passos para Cloe até o elevador. Eles entraram e Allan apertou o botam para o sexto andar.
–Relaxa, estamos chegando.
–Ainda bem. – Cloe suspirou. De algum jeito ela estava ansiosa, um cliente nunca fez isso com ela.
As portas do elevador se abriram no sexto andar e eles saíram. Andaram mais um pouco e pararam. Cloe ouviu barulhos parecidos de computador, mas não deu muita importância a isso. Mais alguns passos para frente e ouviu os mesmos barulhos.
–Vou tirar a venda. – Allan tirou a venda dos olhos de Cloe lentamente.
Cloe piscou mais de uma vez para recuperar a visão que estava um pouco borrada. Após a sua visão voltar o normal ela se virou e viu o escritório por completo. Era simples: a mesa de carvalho cheia de coisas de trabalho, a cadeira almofadada vermelha. Paredes brancas com alguns detalhes vermelhos, um sofá de couro marrom escuro encostado na parede, sem janelas e uma porta de metal com um sistema de segurança.
– O seu trabalho parece bem sério. – Cloe falou num tom sensual.
–E é mesmo. – Allan se sentou no sofá. – Bem corrido e às vezes perigoso.
–Vamos deixar isso de lado por enquanto. – Cloe desabotoou lentamente seu sobretudo rosa claro, mostrando sua lingerie branca tentadora aos olhos de Allan. – Você me trouxe aqui para você relaxar, lembra? – Cloe queria fazer tudo ao mais rápido o possível, ela realmente não estava muito segura com a situação.
Cloe se sentou no colo de Allan e o beijou. Ele empurrou o corpo de Cloe contra o sofá para mostrar quem comandava quem com um sorriso pervertido. Kitty podia sentir o volume na calça de seu cliente. Cloe queria fazer seu trabalho por completo mas parecia que Allan é quem queria ver Cloe se satisfazer. ‘’Bem, cada cliente tem seu gosto, o que posso fazer é encenar.’’ Pensou ela. Allan tirou a lingerie de Cloe com força a deixando nua. Ele estava sem paciência para admirar o corpo de Cloe, então tirou seu membro rapidamente da calça e entrou nela devagar para aproveitar o momento. Cloe gemeu ao sentir o membro de Allan pulsando dentro dela, claro que para Cloe, aquele prazer em vão. Os movimentos eram lentos para torturar Cloe que pedia por mais. Allan aumentou os movimentos e a penetrava com força. O momento durou pouco, porque o celular de Allan estava tocando. Ele o alcançou com a mão e o atendeu.
–Sim? Estou aqui, por que aconteceu algo? Sério? – Ele parecia espantado. – Droga, eu estou indo aí.
Allan desligou o celular e saiu de cima de Cloe.
–Algo errado? – Cloe se sentou.
–Parece que sim, mas é rápido. – Allan se vestia com rapidez. – Eu já volto, vou ser obrigado a te trancar aqui dentro, mas eu volto.
Ele andou apresado para porta e a abriu. Quando saiu e fechou a porta, Cloe conseguiu ouvir o barulho da tranca.
Agora sozinha ela não sabia mais o que fazer. Cloe Levantou-se e vestiu sua lingerie com calma. Vestiu seu sobretudo, arrumou seu cabelo com os dedos e por ultimo vestiu seu salto agulha. Ela andava pelo escritório impaciente, Cloe odiava esperar e Allan não era uma exceção.
Com quase meia hora de atraso Cloe estava quase tentando abrir a porta para sair. Então uma sirene soou e o escritório ficou vermelho. Parece uma sirene de evacuação.
‘’Evacuar o ponto de contaminação o mais rápido possível. Repito, evacuar o ponto de evacuação o mais rápido possível.’’
Uma voz feminina falava. Cloe estava um pouco chocada porque afinal não era todo dia que isso acontecia. Ela andou até a porta e viu que a luz da porta agora estava verde e destrancada, a mesma a abriu lentamente e observou o corredor deserto. O corredor era totalmente branco. Algumas luzes estavam falhas, quase dificultado a visão do caminho. Cloe escolheu a direta e andava calmamente.
Ao ver a silhueta de um homem, Cloe suspirou aliviada.
–Ah graças a Deus! – Cloe andou até o homem. – Você pode me dizer o que está acontecendo? – Ela perguntou simpática.
O homem estava de cabeça baixa e soltava gemidos baixos.
–Senhor? – Ela engoliu um seco.
O sangue que escorreu lentamente para o peito do homem manchando seu jaleco branco fez Cloe se arrepiar de medo.
–Senhor.......? – Cloe o tocou fazendo o ser olhar para ela. A mulher gritou de horror agora que viu a grande ferida que parecia com uma mordida em seu pescoço.
O ser agiu tentando pega-la, fazendo os dois caírem no chão quando Cloe se contorceu. Cloe gritava e lutada ao mesmo tempo, ela sabia que aquilo queria feri-la. Ela ouviu o barulho de uma explosão e viu um pedaço da parede acertar o ser. A parede pegou a sua perna esquerda de raspão, mas nada sério. Cloe olhou o ser e viu o sangue se espalhar pelo chão ,ela não podia ver seu corpo por causa da parede. Dos pedaços da parede saiu um homem alto, loiro, todo de preto com uma roupa, botas, sobretudo, calça, tudo preto, até mesmo seus óculos. Ele olhou em direção de Cloe e levantou. A garota de programa já podia sentir o gosto de ser salva, mas o loiro segurou suas mãos por trás com força e apontou a pistola para sua cabeça.
–O que você está fazendo? – Cloe perguntou desesperada.
Passos fortes anunciavam a chegada de um grupo de 4 homens do time U.S.S, bem protegidos e bem armados, eles pararam e pontaram a arma em direção a Cloe e o homem misterioso.
–Deixe a mulher ir! –Disse um deles.
–Eu não tenho medo de matar. – Ele riu de maneira sombria.
Ele era rápido, lançou uma granada de luz e fugiu ainda segurando os braços de Cloe. Ela não via a não ser um forte clarão que chegava até doer os olhos. Cloe ouviu o barulho de uma porta de ferro e sentiu a mão do loiro a empurrar com força fazendo-a cair no chão. Quando abriu os olhos e viu que o homem parou em frente à porta. Ele se virou e encarou Cloe com um sorriso maldoso. Cloe o olhava com medo nos olhos.
–Pra quem você trabalha? – Ele andou até Cloe e fez se levantar pelos cabelos, a mesma gemeu de dor e ele a posicionou de frente para ele.
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