Die Motherfucker Die

4 Ceder Ou Não Ceder.....Eis A Questão


Cloe respirou fundo e olhou para cima, ela queria e não queria olhar para o corpo de Wesker.

–Eu tenho o costume de surpreender as pessoas. – Cloe respondeu quase gaguejando.

–É....parece que sim. – Wesker andou na direção do computador e olhou a imagem captada as câmeras. – Aqueles zumbis não servem nem para matar. – Ele se virou para olhar Cloe. – Como soube me achar?

–Ada. E me disse que seu nome é Wesker. – Cloe soltou um sorriso irônico e se virou. – Ela me disse onde eu poderia te achar.

–Ada huh? – Wesker fez um leve ‘’sim’’ com a cabeça. – Diga-me, o que quer?

–Eu nem sei por onde começar. No meio do caminho eu vi um monstro, bem maior. – Cloe foi até a mesa que tinha papéis e fotos. – Foi esse aqui. – Ela levantou a foto do William Birkin.

–William Birkin....- Wesker sorriu e se aproximou de Cloe e pegou a foto de suas mãos. – Meu antigo colega de pesquisas, ele injetou o vírus G nele.

–.....- Cloe engoliu um seco ao sentir o braço de Wesker encostar no dela. — Agora ele é um monstro, assim como os outros. – Ela se distanciou de Wesker sem jeito.

–Não são monstros, são armas biológicas.

–E quem pediu para fazer? O Governo? – Cloe disse ironizando.

–Exatamente.

–O que? –Cloe se virou. – O governo pediu pra Umbrella fazer isso?

–Sim. – Ele confirmou. – Mas a situação fugiu de controle. Olhe. – Wesker olhava para a tela do computador numa certa imagem da câmera.

–Outro monstro? – Ela se aproximou do computador.

–É o William, só que ele evoluiu. As feições humanas desapareceram, só tem um rosto no seu peito direito.

–E garras. Vai ter mais algumas transformações?

–Com certeza, esse vírus é muito forte, vai chegar uma hora que ele vai ser quase que indestrutível.

–Você fala com tantas certezas que me parece suspeito. – Cloe franziu o olhar.

–Claro. – Ele sorriu de lado. – Já fiz parte da Umbrella.

Wesker encarou Cloe com seus olhos azuis. Não estavam vermelhos porque ele sabia controlar isso, mas sabia que um dia os olhos vermelhos seriam eternos. Cloe não tinha palavras para debater com o que acabou de ouvir.

–Nossa. – Wesker virou o rosto e deu dois passos para trás. – Onde você andou? Agora que eu percebi que você está horrível e fedendo.

–Oras! – Cloe se sentiu insultada. – Eu andei nos tuneis de esgoto para sair da Umbrella, é claro que eu tô fedendo. Se você tivesse me ajudado eu não estaria nesse estado.

–Sem mais. Vai tomar banho. Tira essa roupa para colocar pra lavar também.

–O que? – Cloe corou. – Mesmo que se eu quisesse não posso. Essa é a única roupa que eu tenho.

–Ada deve ter alguma roupa dentro da mala que ela trouxe você pode vesti-las.

–Se for assim...... – Ela andou em direção ao banheiro. – Eu aceito. – Ela sorriu nervosa.

Cloe fechou a porta e tirou a roupa e ligou a torneira para encher a banheira, e então jogou o liquido que formava o sabão e logo entrou na banheira. Com um suspiro, ela se acomodou-se e relaxou dentro da banheira.

–Pra um cara Hardcore, ele parece gostar do luxo. – Cloe disse olhando o banheiro todo.

A imagem de Wesker seminu invadiu os pensamentos de Cloe a deixando em um leve transe.

–Ele é lindo. – Cloe disse, mas logo arregalou os olhos. – Mas que merda eu disse agora? – Ela levou as mãos para a boca surpresa pelo que acabara de falar.

A porta se abriu fazendo Cloe se abaixar e deixar sua cabeça para fora. Era Wesker, já vestido com uma calça jeans preta e sem camiseta.

–Wesker qual é o seu problema? – Cloe perguntou corada.

–Eu vim pegar suas roupas e deixar um roupão para você. – Ele jogou o roupão no chão próximo a banheira.

–Obrigada mas....tinha que ser você pra pegar minhas roupas?

–Você viu alguém aqui além de mim? – Cloe não respondeu. – Você realmente não presta atenção. – Wesker inclinou o corpo e pegou a roupa suja de Cloe.

Wesker abriu a porta e saiu, seguidamente e fechando. A morena levantou um pouco seu corpo e sorriu descaradamente ao pensar novamente no loiro.

–Ah Droga! – Ela levou as mãos para seus cabelos. – Isso é tão idiota.

Ela se afundou na agua da banheira e ficou dentro da agua por alguns segundos e logo voltou a superfície respirando novamente. Pegou o shampoo e massageou seus cabelos levemente e os enxaguou. Depois de um tempo na banheira Cloe saiu e alcançou a toalha para se secar. Secou bem seu cabelo com a toalha e pegou o roupão amarrando-o em seu corpo. Depois ela foi para o espelho arrumar o cabelo os dedos.

Ela abriu a porta e sentiu o ar frio bater no seu rosto e pernas, fazendo-a se arrepiar. Wesker estava sentado na cadeira em frente ao computador e nem se virou para olha-la.

–Wesker, onde está as roupas? – Cloe perguntou com os braços cruzados.

–Não tinha nenhuma roupa na mala de Ada.

–O que? – Cloe arregalou os olhos.

–Isso que você ouviu. Você terá que ficar de roupão. – Ele realmente não estava se importando com Cloe.

– Droga Wesker! – Foi a única coisa que ela conseguiu dizer. Cloe suspirou tentando manter a calma e andou até o computador. Ela olhou para Wesker e viu que ele ainda estava sem camiseta. Imediatamente ela voltou o olhar para a tela e viu que algumas fotos dos outros monstros, pareciam uma espécie de repteis. – O que é isso?

–Hunter Beta e Huter Gamma. – Wesker disse com um sorriso. Parecia orgulhoso. — Hunter nasceu um óvulo humano fertilizado DNA reptiliano e infectado com o T-vírus. William criou essa criatura magnifica e eu estava ao seu lado.

–Quando tempo você ficou na Umbrella? – Ela disse desanimada. Tantas coisas que ela ia descobrindo que ela nem mais se surpreendia.

–O tempo suficiente para aprender o que eu queria. – Wesker não tinha medo em contar essas coisas para Cloe. Para ele, Cloe não representava uma ameaça. – Existe uma criatura, um projeto chamado Nemesis T-Type. – Ele colocou a foto de Nemesis. Cloe sentiu um pouco de medo ao ver a foto. – O projeto inicialmente era meu e do William, mas acabou parando nas mãos de outro grupo de pesquisadores, mas pelo menos eles concluíram bem o Nemesis. Nemesis e os Hunters serão libertos daqui algumas horas, um presente para das sobreviventes do incidente da mansão.

–A única sobrevivente aqui na cidade é a tal da Jill Valentine.

–Ela mesmo. Nemesis vai caçar Jill e só vai parar até ela morrer. – Wesker sorriu.

–Que ótimo Wesker. Parabéns. – Cloe disse ironizando. Ela se distanciou de Wesker e se encostou em uma das colunas. Ela estava irritada.

Wesker sentiu como Cloe estava irritada. Ele se levantou desligando o computador e se virou olhando para as costas de Cloe.

–Está irritada por causa de estar sem uma roupa? – Wesker riu de maneira maliciosa e andava em direção a Cloe. – Você é uma prostituta. – Ele parou em sua frente.

– Que tentativa inútil de me insultar. – Cloe sorriu de lado. – Isso não me afeta.

–É, parece que não. Mas algo afetou seus pensamentos. Eu. – Wesker sorriu. Não viu nenhum problema em brincar com ela. Essa é uma situação que ele poderia aproveitar.

–Como você é convencido. – Ela olhou nos olhos de Wesker. O loiro segurou o braço de Cloe contra a parede e colocou o peso de seu corpo contra o corpo de Cloe. – Me solta. – Ela pediu calma e séria.

–Você gostou do que viu.

–Você está imaginando coisas. – Ela desviou o olhar para o lado expondo seu pescoço.

–Eu? – Ele disse supresso, mas ironizando. – Imaginando coisas...- A voz dele soou maliciosa.

Wesker olhou para o pescoço de Cloe o beijou. Cloe ao sentir os lábios quentes de Wesker naquela parte sensível se arrepiou. Ela não queria, mas ao mesmo perdia o controle de seu corpo, então fechou a boca para não soltar nenhum gemido. Se pudesse, iria escapar dali mas Wesker era forte demais e Cloe sentia seu corpo aceitar mais o que Wesker estava lhe oferecendo. Quando Wesker mordeu o pescoço de Cloe levemente ela não aguentou e acabou gemendo. O loiro riu baixo e subiu os beijos até seu queixo.

–Olhe para mim. – Ele quase que sussurrou.

Cloe não disse nada, apenas obedeceu Wesker.

–Eu sei que você quer isso, ou eu estou mentindo? – Ele disse com os lábios quase colando com os de Cloe.

Wesker a beijou e soltou os braços de Cloe dando-a a liberdade de entrelaçar seus braços no pescoço de Wesker, enquanto ele segurava sua cintura com força. Um beijo que começou calmo agora era tomado pela luxuria. Wesker voltou a dar mais atenção ao pescoço de Cloe, ele subia suas mãos lentamente para os seios da morena que cabia perfeitamente em suas mãos e os apertou levemente fazendo Cloe soltar outro gemido. Ele a levantou pelas coxas e a levou para a mesa ainda a beijando. Os gemidos de Cloe dessa vez eram tão reais, não eram de mentira como ela fazia para aumentar a excitação dos homens que a contratava. Esses gemidos só fazia Wesker querer avançar mais. Ele Desceu mais uma vez para o pescoço de Cloe beijando os dois lados, depois beijou no meio dos seios e se distanciou de Cloe observando seu corpo por inteiro e sua reação. Sua respiração estava forte e fora de controle. Wesker sorriu e lambeu os lábios ao ver que Cloe estava sendo uma ‘’boa menina’’ ele abaixou a calça junto a sua roupa intima e abriu as pernas de Cloe e a penetrou com força.

–Ah! Wesker! – Cloe gritou seu nome. Aquilo deixou Wesker mais excitado.

Ele encostou seu corpo no de Cloe, mas não deixou de segurar as pernas de dela com força o bastante para machuca-la e aumentava seus movimentos. Wesker beijava os seios da morena deixando-a ainda mais louca de prazer. Ela queria fazer alguma coisa em troca mas o prazer que sentia era tão grande que deixava seu corpo amenizado. Com dificuldade ela levou seus braços nas costas de Wesker e as arranhou com força e sentiu que Wesker adorou isso porque ela pode ter ouvido um baixo gemido vindo dele. Wesker continuou até Cloe sentir aquela sensação de prazer insano. Cloe começou a tremer e procurou a mão de Wesker e a segurou entrelaçando seus dedos no de Wesker. Quando sentiu o orgasmo ela segurou com força a mão de seu companheiro. Algo que duraram segundos, mas para Cloe foi perfeito, nunca tinha sentindo algo assim antes e como consequência do orgasmo, Cloe se sentiu exausta.

–Wesker....eu...-Ela quase nem conseguia dizer. Antes que ela pudesse continuar Wesker levantou o corpo de Cloe pelas coxas.

–Eu sei. – Foi a única coisa que Wesker disse. Cloe sorriu docemente e abraçou Wesker e encostou a sua cabeça no ombro de Wesker.

Wesker a levou até o sofá e a ajeitou no sofá colocando seu sobretudo sobre o corpo nu de Cloe. Ela logo fechou os olhos e caiu no sono. Wesker a olhou dormindo por alguns segundos e foi perto da mesa vestir sua calça, ele não fez questão de colocar sua camiseta. Ele olhou para Cloe mais uma vez e voltou a se sentar e ligou o computador para ver o que acontecia na cidade.