Die Motherfucker Die
28 Últimas Palavras
Notas iniciais
Cloe pegou os explosivos e o controle para explodir a distancia. Ao passar pela porta, ela largou os explosivos e bateu de leve na sua cabeça.
-Mas eu sou muito burra mesmo.
Cloe foi em direção a sala que ela encontrou a Sonnentreppe. Ela se sentou em frente a um dos computadores ligados. Ela foi para o protocolo de segurança contra ameaças e encontrou o sistema de autodestruição.
-Bingo. – Cloe sorriu. Depois ela clicou no sistema que pedia uma senha. Ela mordeu o lábio e se se encostou à cadeira. – Droga, e agora? – Cloe levantou a cabeça e fechou os olhos. Ela tentava se concertrar nas milhares de senhas que eram possíveis. Ela abriu seus olhos ao se lembrar de que Excella que cuidava dessa parta de computadores. Cloe pensou, e ainda com duvida resolveu se arriscar. – Será que ela colocou essa senha? – Cloe se aproximou do computador e digitou ‘’Albert Wesker’’. Segundos depois o tempo de autodestruição de 10 minutos lentos iniciou-se. – Ah Excella, toda iludida, pelo menos sua paixão me ajudou em alguma coisa.
Cloe se levantou da cadeira feliz. Ela esperava alarmes tocarem, mas parece que a destruição foi programada para ser uma supressa infeliz. Antes que ela fosse embora, deu uma ultima olhada nas câmeras para ver se Chris e Sheva não estavam por perto. Ela viu uma cena de Chris e uma mulher loira. Cloe ficou curiosa e apertou um dos botões para aproximar no rosto dela.
-Não pode ser. – Cloe estava supressa. – Jill Valentine? Jamais que eu iria esquecer aquela carinha de anjo. – Ela depois observou como Chris e Jill se olhavam. – Por favor, não é hora de ficar fazendo isso. – Ela viu Chris e Sheva entrarem no elevador.
Cloe ainda ficou vendo as câmeras, ela viu Jill sair do lugar onde estava e encontrar um homem negro com roupas de soldado. Cloe não deu muita atenção para isso, mas seus olhos brilharam ao ver Wesker e Excella passarem por uma ponte que ligava a um navio gigante. Depois de ver aquela cena, Cloe tentava achar um mapa rapidamente. Cloe não se sentou na cadeira, mas começou a mexer no computador de pé mesmo. Ela achou um mapa e um formou seu trajeto. Cloe suspirou de alivio ao saber que ela podia sair dali andando por alguns corredores e subir a escada de emergência.
Cloe estava pronta, ela olhou para o timer que ainda tinha oito minutos e saiu da sala. Cloe andava tranquilamente, mas ao ouvir o barulho de passos leves contra o chão, Cloe, além de ficar mais atenta, também pegou sua espingarda já preparada para qualquer coisa. Depois de alguns segundos andando, ela parou, e o barulho também. Cloe esperou algo, ou alguém aparecer, mas nada. Depois ela olhou para cima e entre as grades de tubulação, olhos vermelhos. A criatura gritou e Cloe viu os tubos caírem em direção a ela, antes que a atingisse, Cloe saiu de perto e a criatura se revelou. Reaper, o inseto infectado logo soltou sua toxina que atrapalhou a visão de Cloe. Ela começou a tirar mesmo assim e dava passos para trás. A toxina confundiu até mesmo Cloe, Reaper se aproximou rapidamente de Cloe com seus braços afiados para mata-la, mas Cloe no rosto de Reaper, fazendo-o recuar para trás.
-Pra um inseto, você até que é fortinho. – Disse Cloe vendo Reaper se recuperar.
Ela viu os pontos brancos nas costas dele e Cloe atirou sem pensar suas vezes. A criatura gritou mais uma vez, mas de dor. Reaper se inclinou de uma maneira que o fez mostrar seu ultimo ponto fraco. Cloe atirou e rapidamente ele morreu.
Cloe voltou ao seu objetivo principal, mas dessa vez andava apressada já que não sabia quantos minutos restavam para ela. Cloe finalmente achou as escadas e subiu elas correndo. A porta estava alguns metros, e ao chegar perto, Cloe a abriu com força. Ela suspirou de alivio ao ver o navio ainda perto do porto. Cloe viu uma das torres mais altas do navio e viu Excella pela janela. Cloe deu um salto grande e caiu lentamente na sacada da torre. Ela ajeitou o cabelo e bateu na porta.
-Não é possível. – Cloe escutou Excella murmurando. Ela abriu a porta e fez sua cara de sínica. – O que você está fazendo aqui? Por que não nos deixa em paz? – Ela cruzou os braços.
-Excella. – Disse Wesker antes que Cloe respondesse. – Deixa a Cloe entrar. – Cloe sorriu de maneira doce para Excella. Cloe entrou na sala e viu Wesker sentado na cadeira em frente de milhares de botões. – Pensei que fosse embora.
-Não.....-Cloe deu de ombros. – E perder toda a diversão? – Wesker sorriu de lado.
-Se você não tivesse o vírus Progenitor, você ainda seria assim?
-Graças ao vírus progenitor eu não tenho mais nada a temer. – Cloe andou e ficou atrás da cadeira. Wesker a observava pelo reflexo do vidro. – Nem mesmo você. – Cloe continuou. – Mas se eu não tivesse esse vírus, eu ia ser uma mulher indefesa que tem medo de tudo.
-Aí não teria graça. – Wesker disse.
Excella olhava a cena com uma cara enciumada, fazendo a clássica pergunta dentro de si mesma: O que ela tem o que eu não tenho? Excella se sentia orgulhosa pelos seus feitos, mas não se sentia valorizada por Wesker e odiava pensar que ele dava mais atenção para Cloe.
Um barulho de uma explosão fez Excella se assustar e Wesker se levantar da cadeira para se aproximar da janela. Wesker não estava acreditando naquela explosão, ele tirou os óculos revelando seus olhos vermelhos. Ele rangeu os dentes e olhou para Excella.
-Excella.....pode me explicar o que é isso?
-Albert, eu estou tão chocada quando você. – Excella disse.
Cloe via a cena mas não se manifestou.
-Você que deu a senha para o sistema de autodestruição. – Ele disse nervoso.
-Albert, eu não fiz isso. Como você tem coragem de me acusar disso! – Ela olhou para Cloe. – É culpa dela. – Excella apontou para Cloe. – Ela fez isso!
-E como ela pode saber da senha? Nem mesmo eu sabia da senha.
-Não foi eu! – Excella gritou quase em lágrimas.
Os dois ficaram se olhando. Wesker respirou fundo e foi até um dos armários e pegou uma seringa com o vidro vermelho.
-Excella, chegou a hora de provar seu valor. – Excella arregalou os olhos e ficou boquiaberta.
-Albert, não, por favor! – Ela já sabia de seu destino. Daí Excella se lembrou do que Cloe tinha falado.
Excella queria fugir, mas estava com tanto medo que não conseguia sair de lá. A cada passo largo de Wesker, Excella sentia seu coração acelerar mais. Quando ele estava alguns passos de si, Excella correu e saiu pela porta, ela estava quase descendo as escadas quando sentiu o braço de Wesker pelo seu pescoço e a agulha entrar no seu pescoço. Ela gemeu de dor e começou seu corpo formigar. Excella se livrou de Wesker e começou a descer as escadas ainda se contorcendo de dor.
Cloe viu toda a cena pelo vidro com uma reação fria. Ela queria se importar com Excella, mas simplesmente não conseguia, e ao menos nem sabia porque. Wesker entrou na sala e se aproximou da janela que podia ter uma visão de Excella. Cloe se aproximou da janela e viu Excella andando com dificuldade em direção a uma pilha de corpos de africanos.
-Aquilo foi realmente necessário?
-Excella já estava nos meus planos para ser a forma final do Uroboros.
Depois Chris e Sheva apareceram.
-Mas que diabos aconteceu aqui? – Se perguntou Chris vendo os corpos. Wesker e Cloe podiam ouvir os dois perfeitamente por causa da audição avançada.
Depois eles viram Excella se aproximar com a mão na barriga.
-Excella....- Disse Chris, depois ele apontou a arma para Excella. – O que está acontecendo?
-Por que......-Disse Excella decepcionada Eu fiz tanta coisa.....tudo por você. – Excella gemeu de dor.
Wesker sorriu de lado e se aproximou do microfone. Cloe apenas observava.
-Chris! Que com da sua parte juntar-se a nós.
-Wesker. – Disse Chris enquanto procurava Wesker.
-Não se preocupe, sua missão está para acabar. Uroboros está prestes a se revelar. Seis milhões de gritos darão nascimento a uma nova balança.
-Sinto muito Wesker, mas não enquanto eu estiver aqui. – Respondeu Chris.
-Albert......Você disse que iriamos mudar esse mundo juntos! – Gritou Excella. – Porque? — Excella caiu no chão.
-Eu pensei que eles fossem parceiros. – Disse Sheva olhando para Chris.
-Wesker não se importa com ninguém, apenas com si mesmo. – Disse Chris.
-Logo, logo você irá entender Chris. Apenas uma visão do meu novo mundo e tudo fará um sentido perfeito.
-Mostre-se! – Gritou Chris.
-Infelizmente, está muito tarde para você. Você não viverá para ver o amanhecer. Sinto muito Excella, mas parece que Uroboros rejeitou você, mas você foi uma assistente perfeita. Eu ainda tenho uma tarefa para você.
-Albert!
Esse foi o ultimo grito de Excella. Então Uroboros começou a sair de sua boca.
-Adeus velha amiga. – Foi a ultima fala de Wesker.
Os tentáculos de Uroboros iam puxando os corpos, e isso o deixou maior e poderoso. O tamanho monstruoso surpreendeu até Cloe, mas ela tentava não demostrar isso. Ela não fazia ideia de como Chris e Sheva iriam matar isso. Cloe chegou até temer a morte dos dois.
-Agora acha que Uroboros é fraco? – Perguntou Wesker.
-Tamanho não quer dizer força. – Cloe respondeu de maneira fria, e Wesker sentiu essa frieza.
-Não vai me dizer que lamenta por Excella?
-Não....-Cloe abaixou a cabeça e depois sorriu. – Mas realmente, é assustador como você usa as pessoas, e as descarta assim.
-E por que essa preocupação? – Ele se aproximou de Cloe e pegou levemente no queixo dela, a fazendo olhar para ele. – Afinal, eu não uso você.
-Errado. Você me usa para seu prazer, mas não tem problema. – Cloe revirou os olhos. – Eu também te uso para meu prazer.
-E assim ficamos felizes.
Wesker sorriu de lado e deu um beijo em Cloe. Depois de alguns minutos se beijando eles pararam.
-Desde que você não me use para te dar outro filho. – Cloe sorriu de maneira diabólica. A expressão de Wesker mudou rapidamente, o que fez Cloe gostar mais ainda.
-Vou ignorar o que você disse. – Ele se distanciou de Cloe. Ela o acompanhou.
-Vamos ver por quanto tempo você vai ignorar isso.
Os dois entraram no elevador. Wesker apertou o botão e eles esperam a porta abrir.
-Me diz uma coisa...Chris é um soldado muito bom pelo que eu sei, e se ele sobreviver? O que vai acontecer? – Cloe perguntou.
-Eu o matarei, coisa que eu deveria ter feito anos atrás.
Notas finais
Capítulos: 13 ,17, 24 e 25.
Fale com o autor