Die In Your Arms

1 O1- The Begining


Notas iniciais
Oláá :$
Primeiro capitulo publicado *o*
BOA LEITURA ♥

<--------->O1- The Begining<--------->

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"Cause I still love you, I love you, baby, baby I love you, I still love you, and when I think of all the things you'll never know, there's so much left to say"

–Não se esqueça de voltar antes de bater 00.00 ok?- Dylan disse me cutucando levemente, enquanto eu comia uma sandes deliciosa feita por Susie, minha mãos de fada.

–Eu sei, até parece que você não diz isso todos os dias, ué.- Falei irónica, fazendo-o bufar.

–Só quero o seu melhor. Voce é minha irmã, sabe que eu te amo, não sabe?- Falou carinhosamente.

–Eu sei Dylan, também te amo.- Terminei de comer o meu lanche delicioso e voltei para meu quarto, para me acabar de arrumar. Alias, era só calçar meus sapatos.

Desci devagar, para me certificar se Dylan, estava ou não na sala. Por minha sorte, não. Andei normalmente, tentando não fazer barulho com o salto – Impossível — Ai, meu fiel salto. Entrei na minha BMW. “ Meggie, minha perfeição”. Ah qual é, vai dizer que nunca falou com o seu carro? Eu sou normal, ok? – Ironia Mode On- Não, eu não sou normal. Entrei no meu carro, mas se é uma menina como se chama? Carra? Conduzi normalmente tentando, descobrir a discoteca, chamada ‘ Scream’. Essa era nova, acabaram-na no fim-de-semana passado, mas como já era Domingo, eu e a Rach – Minha melhor amiga- tínhamos aulas no dia a seguir.

Ah! Ainda nao me apresentei.

Eu chamo-me Demi Lovato. Sou portuguesa, mas vivo á 15 anos no Canada, Stratford. Tenho 17 anos, e digamos que a minha vida não é muito fácil.

Aos 7 anos, perdi o meu pai de uma maneira bastante trágica. Eu estava a chegar a casa com o meu irmão, o Dylan, e começamos a ouvir tiros. Eu era pequenina, não sabia o verdadeiro significado daquilo, mal entramos em casa vimos, Jeremy, o inimigo mortal do meu pai, a acertar em cheio no meio da cabeça do meu pai. O meu irmão, naquela altura tinha 12 anos, mas, já sabia disparar, então pegou na sua arma que estava na sua cintura, e tentou matar Jeremy o que não aconteceu, porque ele fugiu rapidamente. O meu pai morreu de imediato e eu e a minha mae, Camille, desatamos a chorar. O meu pai estava metido na vida do crime, assim como Jeremy. O meu irmão prometeu vingança e ainda hoje promete. Ele ocupou o lugar do meu pai, e hoje é um dos reis do trafico e crime, sim porque o filho de Jeremy partilha o lugar com o meu irmão.

Falando de mim: sou teimosa, orgulhosa,fria, arrogante, meia maluquinha e gosto de vingança. Luto karate e lutas de rua, também faço ginástica e pratico aulas de tiro. E digamos que segundo o meu irmão sou muito boa nisso. Nunca vi o filho de Jeremy, nem tenciono ver. Na escola, sou um pouco ‘popular’ mas isso não me importa. Apenas tenho uma melhor amiga a Rachel. Ela é compreende-me em tudo e é super social, e não tem medo do perigo, tal como eu.

Uns 5 minutos nestes pensamentos e finalmente tinha chegado.

–Uau.- Alguém ao meu lado disse,

–É mesmo- Virei-me para a pessoa e vi Rach com os olhos a brilhar.

Rachel é assim, gosta de curtir. Não quer encontrar um ‘ principe encantado’ ou qualquer coisa assim. Ela quer é curtir, tal como eu. Gosto de ter curtes, não me chamem de vadia, qualquer coisa menos isso.

–Vamos?- Ela disse já piscando o olho para um rapaz bem na frente dela. Assenti fraco.

Entramos e logo Rach me puxou para a pista de dança, alguns rapazes nos encaravam maliciosamente, a outra parte ficava se babando para nos. Somos poderosas, lindas e sexys. Ri com o meu pensamento que não deixava de ser verdadeiro.

{...}

–Peter, vai deixa-me por favor.- Eu falei metendo minhas mãos no seu peitoral.

Peter- 18 anos, lindo, sexy. Tudo bem, até ficava com ele, mas o mesmo é meu ex namorado, aquele que me traiu com a Liz, a vadia do colegio Northwestern – StratFord-. Entao como já lhe disse, ficar com ele seria tecnicamente uma coisa impossível.

–Não negues, que me queres.- Ri, e cutuquei impacientemente- Que foi linda?

–Nada, so vou te chatear enquanto não me deixares sair- Continuei o cutucando.

–Ah, não, tu és minha, sempre foste, és submita a mim.- Peter aproximou-se e tentou me beijar, alias, beijou-me mas eu não retribui, apenas trinquei seu lábio fortemente o que o fez me dar uma estalada e alguns murros na cara.- Nunca mais faças isso, percebeste, vadia?- Eu chorava pelos fortes murros que ele me dava. Mas algo me salva.

A porta a abrir.

–Que se passa aqui?- Uma voz grossa falou, me fazendo arrepiar. Nao aqueles arrepios de amor, mas sim de medo.


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Notas finais
Olá de novo :$
Mereço reviews?
Tchau ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.