Did you Say Bitch?

16 Capítulo 16 - Ovas


Notas iniciais
OIE MEUS USAGI-CHANS!! ESTOU DE VOLTA MEUS BENS! Exato a desgraça que sumiu por uns... 3 meses? Voltou U.U desculpa meu povo ultimamente tenho tido muitos conflitos existências e não ando conseguindo passar o tempo que quero com a minha namorada e isso meio que anda me deixando estressada ¬¬ enfim esse capítulo vai funcionar assim: Eu peguei os primeiros comentários que recebi e fiz os especias em formas de ovas, e não se preocupe se o seu não está aqui, é que eu recebi mais reveiw do que esperava e ando com muita preguiça pra escrever então vai ter uma parte dois :3, agora leiam o índice de capítulos : 1°moans to me – trata-se depois da viagem a Hokkaido. Especial sebastian x ciel 2° I miss your touch – é a despedida do Alois e do Claude . Já da pra saber qual é o ship né? 3° Just GO grazy – é o que aconteceu com o Undertaker depois de ser atendido pelo Ciel. Especial Undertaker x Grell

Moans to me

Chegamos cansados com as malas em nossas mãos que pareciam que iriam fazer nossos braços caírem, eu disse pra Sebastian não comprar tanto souvenires, mas ele me escuta? Não. Vi eles jogá-las num lugar aleatória, e franzi o cenho sabia que eu que iria arrumar aquilo depois. Ele se jogou na cama e fez o pé direito tirar o sapato do esquerdo e vice-versa. Sentei-me no colo dele, tirei a camisa e ele soltou um suspiro longo como se ela estivesse o impedindo de respirar, me curvei e tirei seu cinto para dá-lo um pouco mais de conforto. Sebastian tirou meu moletom e meus sapatos, e abraçou minhas costas, me jogando na cama em seguida. Ambos suspiramos a sentir a maciez da cama, realmente estávamos precisando daquilo depois de uma viagem tão cansativa. Sebastian beijava meus pescoço e minhas costas às vezes me fazendo arrepiar, deu um beijo rápido antes de apagar de vez. Sabia que ele estava cansado, eu também estava, mas não conseguia dormir sem sexo, havia se tornado algo como um vício que eu não podia descansar sem saciar-lo. Na verdade ainda tinha os quadris doendo dês da viagem e mesmo que minha primeira vez já tivesse passado há tempos, o moreno era tão agressivo que não havia COMO conseguir andar no dia seguinte. Não, eu não estou reclamando, na verdade queria até algo mais... Extremo. Nunca teria coragem de falar a Sebastian que queria que ele fosse realmente sádico, apesar de sempre me satisfazer durante o sexo, sabia que de alguma forma não era exatamente o que eu queria. Era como eu dizia em meus gemidos alucinados “eu quero mais.” Também sentia que Sebastian não fazia tudo que desejava com meu corpo. Então enquanto dele dormia vaguei pela casa e achei uma caixa de papelão em cima do guarda-roupa de Sebastian – que praticamente não era usado já que as roupas tinham o costume de estar no chão – o que tinha lá me fez perder a respiração por alguns segundos. Vibrados, chicotes, algemas e coleiras, tudo que havia na dentro me fazia gemer excitado. Notei que aquelas coisas não pareciam ter sidos comprados para serem usadas em mim. As coleiras ficavam largas e as algemas também, mas após regular o tamanho me serviram prontamente, e tentei não me questionar muito sobre de quem seriam aquelas coisas.

Coloquei um coleira e algemas de pelúcia que encontrei na caixa, também orelhas de gato e uma cauda que na verdade era um vibrador. Tentei em vão colocá-lo sem gemer, por fim acabei por acordar Sebastian que olhou para mim com olhos arregalados.

–Eu estou no céu? – perguntou aos risos.

–Ainda não, mas eu vou te levar para lá daqui a pouco – disse com um sorriso malicioso enquanto subia na cama engatinhando, tentando ser o mais provocador possível. Sabia que meu rosto estava vermelho e que por causa de tudo aquilo, mas havia chegado num ponto que aquilo pouco me importava.

Sebastian me puxou pelo cabelo até ele, sorrindo novamente, isso fez meu couro cabeludo arder já que ele havia puxado com realmente muita força o que me fez gemer. Ele parecia estar sinceramente gostando. Também sorri ao ver que ele já tinha uma ereção. Ele me puxa pela coleira e arfa excitado a me ver gemer de dor. Ele pressionou meu corpo contra a cama fazendo que meu eu sentisse o lençol por baixo de mim já me fazendo cócegas. Ele abriu minhas pernas, vi de relance ele lamber os lábios – não antes de apalpar a minha bunda – e tirar as próprias calças apressado. Logo após me penetrando sem gentileza ou mesmo um aviso prévio do tipo “olha eu vou começar a te fuder agora ok?” com o membro completamente duro, meu corpo tremia, no inicio não estava entrando, claro não havia nem como, nunca algo tão GRANDE ia caber desse jeito num lugar tão apertado. Ele afastou minhas nádegas fazendo que assim minha entrada também se alargasse um pouco. Logo já conseguia sentir a cabeça de Sebastian entrando. Ele deu um suspiro longo e tombou a cabeça para trás quando todo o seu membro tinha entrado, pareceu crescer dentro de mim após ver o sangue escorrer por minha entrada, meu gemidos saiam mais baixos que de costume, percebi que a coleira limitava meus gemidos por apertar forte minha garganta, Sebastian riu daquilo e começou a fazer movimentos mais rápidos enquanto segurava meus ombros com força quase os descolando deixando a mercas dos dedos e fincando suas unhas na carne que havia lá. Desceu uma das mãos até minhas nádegas as dando tapas fortes que me fizeram ejacular e chegar a um orgasmo que fez meus olhos revirarem e meu corpo estremece. Tentei gemer alto o que foi em vão por causa d coleira. Deu um sorriso malicioso, logo após ordenando “Vamos gatinho, diga o nome do seu mestre” , ele sabia que a coleira me impedia de falar direito, mas mesmo assim chamei sôfrego em meio gemidos luxuriosos “Sebastian” o suplicava por mais enquanto sentia as tiras de couro que haviam por dentro da coleira apertarem meu pomo de Adão me deixando excitado. Sebastian segurou meu queixo logo após começar a estapear meu rosto, sorriu sádico ao ver que eu gostava daquilo. A dor se transformava em prazer numa fração de segundo.Eu sentia cada pelo meu arrepiar e minha pele queimar em luxuria, enquanto aquele homem sem consideração a mim, estocava minha entrada com força fazendo que saísse cada vez mais sangue misturado com seu sêmen ele arfava o meu nome enquanto mordia e batia em tudo que considerava seu por direito, ou seja, cada parte do meu corpo. Mordeu e deu chupões em minhas costas o que provavelmente fez marcas que seriam difíceis de esconder. Levou minhas mãos até em cima do meu corpo pressionado as algemas, apertou meus pulsos fazendo a marca das algemas ficarem marcadas neles. Me fez ficar completamente de quatro, minhas mãos agarravam o lençol com força, meu olhos reviravam com o prazer e pude ver Sebastian pela visão periférica quando tombei a cabeça pra trás após ter um orgasmo, estava como eu, suspirava longamente e excitado, no rosto havia certo rubro, ok ele estava completamente tomado pelo rubro. As mãos foram até meu pescoço fazendo com que a coleira pressionasse mais aquele lugar, o que me fez gemer e arquear as costas, e meus pés buscarem por um especo cego pra se contorcerem, ele pressiona minhas costas contra a cama fazendo um baque surdo. Abre minhas pernas novamente e começa a me estocar com mais força e rapidez, sorrindo a me ver gemer como uma vadia. Tentei segurar em seus ombros, mas ele deu um tapa de leve em minha mão.

–Quem foi que disse que podia me tocar sem a minha permissão? – sorriu maliciosamente.

–Por favor, posso tocar em você mestre?

Ele sorriu novamente e colocou minhas mãos envoltas em sua nuca. Logo após mordeu meu antebraço fazendo que saísse vestígios de sangue das marcas de sua mordida em minha pele, transformando o alvo em vermelho.

Senti ele ficar mais duro ao ver sangue sair pelo meu pescoço o que fez que eu arqueasse as costas novamente e urrasse de prazer, fazendo minha boca salivar e minhas mãos tremerem. Meus olhos reviraram novamente quando ele começou a ir cada fez mais fundo atingindo minha próstata. Acabei por gozar no peito dele e já estava zonzo com a perda de sangue. Senti mais uma vez ele espalmar minhas nádegas acabando por gozar de novo. Eu já não conseguia mais respirar direito e a única coisa que consegui constatar sobre isso foi “Se sentir sufocado é tão excitante”. Quando Sebastian sentiu minhas paredes internas comprimindo acabou por gozar dentro de mim, fazendo seu liquido quente ir fundo e minha garganta falhar por causa dos gemidos enlouquecidos.

Tombei no peito de Sebastian e senti-o acariciar meu cabelo com carinho. Só ele mesmo pra fazer algo desse tipo depois de...Bem deu pra entender.

–Isso foi muito bom – acabei por exclamar quebrando o silencio. Sebastian sorriu e me roubou um beijo nosso após repetindo a mesma frase. Ele me pegou pelo colo mesmo que eu tenha dito que não era necessário e me levou pro banheiro. Encheu a banheira simplesmente com água, pois dizia que o sabão podia inflamar ou fazer arder às feridas abertas. Percebi então que meu corpo estava pior que parecia, mas Sebastian preservou em grande parte meu rosto, tanto que ele só haviam cortes superficial que foram criados quando ele estapeava meu rosto. Havia cortes profundos causados pelos dentes em volta dos meus mamilos estes já roxos de tanto que haviam sido chupados , seguindo o olhar havia alguns hematomas em minha barriga e virilha e junto com eles marcas de chupões que iam até meu pé.O estado do meu pescoço era o pior, este tinha sido mordido, arranhado, rasgado, chupado, beijado e tudo mais que Sebastian achava que aquela parte do meu corpo tinha direito.

Ele me colocou na banheira aos poucos vendo que eu arfava ao sentir minhas feridas latejando, não me entenda mal, eu estava gostando daquele tipo de dor, mas acho que Sebastian ficou com receio que meu corpo não agüentasse mais que isso e por isso não tivemos uma segunda rodada – por mais que eu tenha implorado – ele apenas me distribui alguns carinhos dentro da banheira. Pedi pra que ele entrasse comigo e no inicio ele hesitou. Disse que seria um bom menino e que não faria graçinhas só assim o vi franzir o cenho e começar a adentrar na água. Logo depois que ele adentrou completamente eu me sentei em seu colo. Não estava com segundas intenções, juro, mas não era o meu pau que estava ficando duro – ok talvez – tentei ignorar a ereção de Sebastian, mas vê-lo me comer com os olhos me deixou excitado. Mas ele não fez nada apenas brincou com meu cabelo coberto pelo shampoo e sussurrava em meu ouvido o quando me amava, o que eu pude perceber era muito, isso fez meu rosto ficar vermelho, isso e o fato de ter um pênis duro roçando contra a minha bunda. Logo além da coloração vermelha que a banheira tinha adquirido por causa do meu sangue também se juntou algo branco, especo. Sebastian riu ao ver meu comporto tremendo enquanto eu ejaculava.

–Gosta tanto dele assim? – sorriu maliciosamente e roçou o nariz contra o meu pescoço me fazendo arrepiar. Ele acabou abrindo uma ferida superficial o que me fez gemer baixo e logo havia mais do meu sêmen dentro da banheira.

–Não sou eu que fique de pau duro só sentir um garoto sentando no meu colo – debochei tentando evitar gemidos.

–Mas isso é diferente, como que você quer que eu suporte isso? – levou as mãos até minhas nádegas as apertando me fazendo gemer novamente ao sair um pouco de gozo sair da minha entrada – achei que já estava ciente do quanto é delicioso – disse beijando minhas costas, estas já cheias de marcas de chupões.

–Que eu sou delicioso eu sei – disse dando com os ombros o fazendo rir. Sinceramente eu nunca, jamais vou me cansar daquele sorriso.

–Eu te amo sabia? – me roubou um beijo rápido, mas que foi mais que suficiente para mais liquido branco se mostrar pela água da banheira.

–Mais do que a minha deliciosidade?

–Isso é discutível – ri – mas eu realmente te amo muito, você mal imagina o quanto.

–Ah claro porque você não fala que me ama quase nunca não é? – falei com ironia.

–Estou falando serio Ciel, não sei demonstrar muito bem que sinto por isso não consigo expressar direito o quanto você é especial pra mim era por isso que eu te seguia e... – ele ficou em silencio e um certo clima pesado se instalou. Tentava não falar da época em que ele me perseguia, já que ele sempre parecia desconfortável com o assunto, também não perguntei como ele começou a gostar – no caso me amar – de mim ou quando e porque decediu me stalkear. Não era da minha conta e eu pessoalmente não queria saber. Digo estou bem assim, vivendo esse tipo de momento com ele, neste tipo de relação. Estava feliz ao lado dele, não podia negar isso. Ninguém jamais havia me dado tanta afeição e carinho de uma fez só. Eu era grato a ele, mas sabia que esse não era exatamente o sentimento, sem duvida era algo mais forte, mas que eu não sabia exatamente o que era. Talvez fosse só tesão, sentia muito isso quando estava perto dele, e lá estava a água grudenta de gozo pra provar.

~(°-°~)

I’ll miss your touch

–Você realmente precisa ir? –perguntei enquanto Claude limpava as lagrimas do meu rosto, e não conseguia parar de reparar o quanto ele ficava bem com aquele terno preto.

–Você sabe que sim – ele sorriu – vou enviar mensagens todo dia, prometo.

–Não quero mensagens, eu quero você aqui comigo! – dizia como uma criança fazendo birra. Sabia que estava tornando as coisas mais difíceis pra ele, mas não conseguia controlar meu jeito infantil – eu não posso ir no seu lugar?

–Isso não faria sentido não é Alois? Estou indo por você, não torne isso mais difícil que já é pra mim – ele colocou minha franja atrás de minha orelha e deu mais sorriso – eu te amo, e faço isso porque quero, porque preciso cuidar de você, você me ama o suficiente pra entender?

–Eu te amo o suficiente para não entender, você coloca o meu bem estar na frente do seu, isso não faz sentido – minha voz saia com soluços, já não conseguia segurar as lagrimas as quais cismavam em cair como loucas, assim, molhando o terno do homem que me abraçava com força e afagava meu cabelo.

–Você ainda tem muito pra aprender – sorriu e beijou minha bochecha – não a nada que me deixe mais feliz do que cuidar de você. É meu garotinho lembra? Como eu poderia deixar que alguém lhe tocasse? Não quero esses homens sujos encostando em você. –Mas deixa que encostem em você!

–Eu já estou tão sujo quanto eles, mas você não, e nem quero que fique – massageou com carinho meu rosto – agora me dê um beijo de despedida – disse fazendo um biquinho me fazendo rir, só ele mesmo pra conseguir tal proeza.

Sentei-me em seu colo colocando minhas mãos envolta de seu pescoço. Dei-lhe um selinho. Ele me puxou pela nuca me fazendo beijá-lo de verdade. Pude sentir o gosto dos lábios. Camomila. Ele fez de propósito para me acalmar. Bem que eu achei que ninguém toma chá numa tarde de sexta que faz 38°. Ele riu quando percebeu que eu notei, mas prosseguiu a me beijar. Era um beijo calmo como eu já estava acostumava. Ele passava delicadamente os lábios sobre os meus às vezes ousando fazer a língua penetrar minha boca e explorá-la, sem ser de forma promiscua só paixão. Já sentia alterações em minha zona debaixo. Diferente de Claude, eu sempre fui um pervertido, então acabava por sentir cada gesto dele mais intensamente do que devia.

Minhas pernas bambearam quando ele abraçou minhas costas e juntou seu corpo ao meu. O calor que ele emanava me deixava tranqüilo, em paz. Mas logo as lagrimas voltaram, quando percebi que teria que ficar sem aquela paz. Claude simplesmente entrou em pânico. Colocou-me em sua coxa e começou a limpar minhas lagrimas com a manga do terno que logo ficaria encharcado. Dizia em sussurros “está tudo bem, eu estou aqui com você”, o mesmo ato que fez quando me conheceu, e isso sempre funcionava, mas dessa vez não, estava nervoso demais pra me privilegiar a sentir conforto.

Claude me pegou pelo queixo, e me deu um sorriso meigo. Selou seus lábios aos meus novamente, e começou a afagar meus cabelos. Aos poucos me acalmei para cessar o choro e apenas soluçar um pouco. O moreno desfez o laço que havia em minha camisa social, logo após desabotoando botão por botão, e a cada fez que o fazia me dava um selinho. Logo minha camisa já tinha sido tirada e jogada longe. Agora ele beijava meu pescoço com gentileza e às vezes se atrevia a dar chupões, mas tinha tanto medo de machucar minha pele que nunca os dava com força, dessa forma nunca ficavam marcas. Chegou até meus mamilos, dava beijos molhados em um enquanto brincava com os dedos em outro, o que me fazia gemer, sempre fui sensível naquela parte, e ele sabia disso. Desceu uma das mãos até minha calça. Sorriu quando percebeu que eu já tinha uma ereção. Passou os dedos longos por ela, me fazendo gemer novamente. Claude gostava de fazer as coisas devagar para que eu não ficasse assustado ou me machucasse e era por isso que não conseguia controlar minhas lagrimas, porque não agüentaria ficar longe dele, longe de sua atenção.

Claude tirou com cuidado minhas calças, e logo após uma de suas mãos acariciava minhas coxas enquanto outra já se dirigia ao meu membro ereto, cujo o moreno passava a língua pela glande o fazia que meus pés se contorcessem e eu agarrasse com mais força em seu pescoço enquanto gemia. Ele continuou a provocar aquele local em especifico enquanto sorria ao ver minha cabeça tombar pra trás enquanto em arfava o seu nome em suspiros de prazer. Minhas mãos tremeram quando ele finalmente abocanha meu membro fazendo minha voz falhar e logo após voltar gaguejada. Gemia a sentir os lábios dele tocarem meu membro e a língua provocar minha glande. Ele levou mãos a minha cintura e as desceu progressivamente até que já apertasse de leve minhas nádegas.

Senti um de seus dedos entrar em minha entrada e meu corpo estremeceu, Claude recuo o ato indo até meu rosto e o segurando com as duas mãos.

–Você está bem? Eu te machuquei não é? Não era minha intenção eu só...

–Calma, eu gosto, pode continuar – disse levando dos de seus dedos a minha boca, e fiz com que ficassem bem umedecidos antes de levá-los até minha entrada e pressioná-los sobre ela. Tive um arrepio, logo depois gemendo enquanto rebolava sobre seus dedos – viu?Eu gosto – disse arfando cada palavra com um nível de excitação que percorria meu corpo.

Claude me deu mais um de seus sorrisos ternos antes de beijar meus lábios e prosseguir com o movimento dos dedos. Ele os abria fazendo movimentos de tesoura dentro de mim, me alargando. Chupava meus mamilos até que ficassem roxos. Minha boca salivava por causa do prazer e eu não conseguia evitar de gemer o nome dele e dizer como aquilo era gostoso. Quando ele me penetrou tive 3 orgasmos seguidos. Meu corpo tremia e meus gemidos ficavam mais altos. O moreno me penetrava devagar e com cuidado, enquanto me dava beijos apaixonados e segurava meu cabelo por uma das mãos. Ele mexia seu membro com cautela, mas mesmo assim num ritmo alucinante. Estocava minha entrada e abraçava minhas costas demonstrando cada vez mais o afeto que sentia por mim. Seus movimentos eram gentis e frequentemente ele tomava os meus lábios, me acalmando, sentia meu limite próximo, enquanto ele sussurrava que me amava em minha orelha, às vezes dando beijos molhados na mesma. Eu respondia que também o amava e que não queria que ele fosse embora, o que vez seus olhos lacrimejarem. Estava sendo infantil. Estava machucando ele e mesmo sabendo disso não sabia como parar aquele comportamento, mas Claude relevava, dizia que não iria para sempre, repetiu que me amava, beijava meus lábios e peitoral. Abraçava-me com cada vez mais força. Ele também não queria ir embora. Mas prosseguiu a estocar minha entrada com um pouco mais de rapidez, me fazendo arranhar de leve suas costas. Logo após de mais algumas estocadas dele ejaculei e senti meus olhos pesarem, talvez por causa da camomila. Quando me dei por mim, ele não estava mais lá, mas tinha se dado ao trabalho de limpar meu corpo e me colocar um Box, antes de me por debaixo das cobertas. Havia um bilhete ao meu lado nele escrito: “Quero que desde já me perdoe por ter ido embora sem falar com você, mas se encarasse seu rosto lindo por mais tempo não conseguiria me obrigar a ir, não sei quanto tempo vou ficar fora, mas quero que nesse meio tempo aguente e seja forte, porque eu também vou tentar aguentar. Você sabe que esse quarto em que está é pago diariamente, então falei com o namorado de Finn, ele disse que você poderia ficar com eles. Caso acontecer alguma coisa, por favor, me avise. Eu te amo meu pequeno, não queria partir, não queria te fazer sofrer ainda mais, infelizmente é inevitável, mas sei que seu coração está aqui junto do meu, e que não preciso temer o que vem pela frente.

Do homem que te ama mais que tudo no mundo.”

Tentei segurar minhas lagrimas e ser forte como ele havia me pedido, mas só me sentia rachar aos poucos. Eu precisava falar com alguém, precisava de um auxílio de alguém que me tirasse daquela escuridão. O primeiro lugar que pensei foi à casa de Sebastian. Sai do quarto de Claude dando uma ultima longa aspirada em seu cheiro ainda lá presente. Minhas pernas bambeavam pelas ruas de São Francisco enquanto eu desviava das investidas que a solidão me causava, eram como facadas, cada vez mais fundas.

(~°-°)~

Just go Crazy

Depois de ver aquele homem estranho sair do quarto com Ciel foi informar Will que as coisas ali tinham terminada, e que era para ele perguntar para Ciel se ele estava bem, mas ele apenas me ignorou por fim me dando um movimento vago com a mão pra que eu fosse embora. Will realmente tinha uma personalidade horrível. Eu sabia disso. Não podia julgar já que a minha personalidade também não era das melhores. Se eu gostava de William isso já era mais que obvio, mas também era obvio que meus sentimentos eram completamente platônicos. Nós já tínhamos feito aquilo quatro ou cinco vezes, mas tinha certeza que ele havia o feito simplesmente por pena e às vezes ele me deixava beijar-lo, abraçar-lo ou simplesmente ficar o lado dele o idolatrando. Eu deveria me contentar com isso certo? ERRADO. Sou um ninfomaníaco, não era a toa que o que mais atendia clientes depois dos trigêmeos era eu – os clientes que eles recebem contam com sendo uma pessoa pra cada um, e não tem como alcançar isso, porque obviamente três fodem(ou são fodidos não sei) mas que um – mas enfim, não me importava em de manhã estar sentando torto se eu tivesse tido uma quantidade considerável de sexo. Eu também tinha um namorado, alguém pra me dar um pouco de atenção a noite, mas infelizmente terminamos, mas não importa nem me lembro mais o rosto ou o nome dele, mas lembro com clareza que o pau dele era uma delicia.

Enfim, voltei ao quarto onde Ciel estava com aquele homem estranho para esterilizar-lo, mas para a minha surpresa o homem permanecia lá observando a decoração.

–Com licença, mas o senhor precisa ir embora – disse logo após ver que ele olhava pra mim, ou algo do gênero já que não conseguia ver seus por trás da franja.

–Aquele garoto era virgem? – perguntou sem se importar com que eu disse. Minha reação de inicio foi estremecer com a voz rouca e logo após arrepiar e conter um gemido de excitação. Gosto de homens de voz boa.

–O que Ciel? Sim – ok, ok e ok, eu não deveria saber disso, mas revirei a pasta com as informações sobre ele, me processem. Sou uma vadia curiosa, não posso deter isso.

–Ah graças a Deus – suspirou longamente.

–O que?

–Ele tinha jeito de virgem e tal, que bom que eu não transei com ele.

–O que? Mas o senhor solicitou ele...

–Oras isso aqui é um puteiro não esperava achar garotos virgens – deu com os ombros.

–Não gosta dos sem experiência?

–Não é isso, mas acho cruel fazer um menino perder a virgindade com alguém que não ama depois ele pode fazer o que bem entender com o próprio corpo.

Arregalei levemente os olhos. Fazia tempo que eu não encontrava gente que realmente se importava. Então a ficha caiu, ele não havia sido atendido. Will me mataria se soubesse. Senti-me no colo do homem de sobretudo que levantou sua franja e a colocou atrás da orelha para poder me olhar nos olhos. Meu corpo paralisou em excitação quando eu vi o rosto tão... Perfeito.

Olhos claros me deixam alucinado. Simples assim. Tive o forte impulso de me agarrar ainda mais nele e gritar “ME POSSUA”.

–O que está fazendo garoto? – perguntou ao arquear uma das sobrancelhas.

–Vou satisfazer o senhor – disse com um sorriso fazendo ele rir.

–Me satisfazer? – deu uma gargalhada longa – eu tenho uns fetiches estranhos garoto, tem certeza do que está dizendo?

–Sem problemas.

Ele sorriu e pegou meu cabelo entre as mãos e fez um coque desleixado nele, pois disse que queria ver meu rosto enquanto me dominava. Oi produção? Alguém vem aqui trocar minhas calças, porque acho que tive orgasmos múltiplos e estou cheio de gozo. Ele começou a me despir começando pela parte de cima do terno, tirando lentamente a camisa social ao desabotoar com cuidado cada botão e encarar por algum segundos meu peitoral antes de lambe-lo o que me fez gemer e acho que o vi exclamar algo como “putas são realmente excelentes”, por fim ao tirar o blazer que usava e acabou por amarrar minhas mãos atrás das costas com minha gravata vermelha. Ele elogiou minha pele depois de acariciá-la por alguns instantes já a começar a descer minhas calças – que estavam realmente sujas de gozo. As mãos dele percorreram minhas coxas já desnudas as apertando antes de levantar minha perna direta e a colocá-la sobre meu ombro. Mordeu minha panturrilha e coxa até que elas sangrassem, me fazendo soltar um gemido de dor que o fez suspirar e começar a roçar a própria mão contra o membro já ereto coberto por o tecido de seu sobretudo. Segurou-me pela nuca e levou meus lábios até os dele. Fiquei sem saber o que fazer já que não era comum os clientes fazerem isso, eu estava acostumado a ficar de quatro e sentir o pênis ereto de alguém me penetrar. Dessa forma não tive reação enquanto ele puxava meus lábios contra os seus e mordia meu lábio inferior. Ele abriu minha boca com seu polegar deixando que sua língua entrasse, e novamente não tive reação.

–Você é realmente ruim nisso – disse ao arquear novamente as sobrancelhas e me olhar com uma certa cara de deboche.

–Desculpe, eu vou fazer direito da próxima vez – disse me encolhendo já sentindo certo incomodo nos braços que já estavam por ficar dormentes de tanto ficar naquela posição.

–Próxima vez? – sorriu – não tem próxima vez comigo garoto – disse antes de me jogar contra o chão com força fazendo meu peito atingir o piso frio me arrepiando.

Abriu minhas pernas com os pés, e percebi que ele nem tinha se dado ao trabalho de tirar suas roupas. Quando ia abrir a boca pra reclamar senti o salto de suas botas pressionar minhas costas as deixando com marcas vermelhas, gemi de dor o que fez ele lamber os lábios e desabotoar as calças e se ajoelhar onde meu corpo estava me puxando pelo quadril até que seu membro já roçasse contra as minhas nádegas as sujando de sêmen. Antes que eu percebesse a cabeça de seu membro já adentrava dentro de mim fazendo-me urrar de dor e lagrimas caírem de meus olhos. Você pode pensar como assim já entrou sem lubrificante nem nada, olha apenas digamos que sou muito caridoso e gosto de “DAR” bastante para os desafortunados. Já deveria estar acostumado com aquele tipo de coisa, mas realmente sempre doía quando aquilo era feito de maneira rude. Virei rosto podendo ver o dele já excitado e tremendo, ele exclamava o quando era bom estar dentro de uma puta e eu apenas escondia meu rosto envergonhado. Ele pegou a carne das minhas nádegas as arranhando as usando de suporte para começar a se mover com agressividade por dentro de mim, fazendo que meu corpo fosse num vai e vem e que eu soltasse gemidos desnorteados. Ele segurou meu pescoço apertando minhas cordas vocais me impossibilitando de gemer alto, ele sorriu ao ver meus murmúrios que pediam por mais. Ele se levantou por alguns prevês momentos antes de se deitar por cima de mim e começar a me estocar cada vez mais fundo fazendo seu membro ir cada vez mais dentro de mim, enquanto eu comprimia meu corpo e sentia meus olhos marearem ao ver sangue saindo da minha entrada. Ele acabou por gozar ao sentir eu apertar minha entrada quando ele mordeu meu ombro até que o mesmo sangrasse. Mas mesmo assim se recusou a sair de dentro de mim voltando a me estocar com a mesma força fazendo as feridas que se formaram em meu ânus arderem . Sorria ao me ver arfar tanto de dor quando de prazer enquanto preenchia o meu corpo por completo de maneira vulgar e com gemidos luxuriosos. Percebi que quando me ouvia gritar acabava por “aumentar” dentro de mim, me fazendo tremer a sentir aquilo cada vez maior me penetrando. Percebi que eu já havia gozado algumas vezes tanto que o carpete já estava completamente branco com o meu liquido.

Do nada ele tirou seu membro de dentro de mim e puxou meu cabelo até que eu ficasse enfrente a ele. Pressionou seu pênis ainda duro contra os meus lábios e disse autoritário em meio a um sorriso autoritário: Limpe pra mim.

Abri os lábios sentindo o sabor tanto salgado quanto azedo tomar minhas papilas, sem duvida eu não desgostava do sabor. Deixei minha língua passar por sua glande o fazendo estremecer e me fazer sentir o gosto metálico do sangue. Do meu sangue. Deixei que meus lábios tocassem toda a extremidade daquele membro, o que foi bem difícil pois digamos assim não era algo grande, era algo ENORME nem sei como agüentei aqui tudo. Após de três ânsias de vomito ao sentir seu pênis ir fundo dentro da minha garganta e engasgar algumas vezes, ele acabou por desistir daquilo tudo e me puxar pelo cabelo.

–Você é horrível nisso também – riu antes de me dar um selinho e fechar o próprio zíper, antes de ir embora apenas me dirigiu um leve aceno de mão – até a próxima garoto.

Sorri. “não tem próxima vez comigo garoto” não é?

~(°-°)~

Notas finais
LEMBRANDO QUE TEM PARTE DOIS TÁ MEU POVO? Bem, bem, bem, chegamos a 5.000 visualizações e tem mais de 100 pessoas acompanhando a fic, pra vcs não deve ser muita coisa mais pra mim é T-T Enfim muito obrigada gente linda, maravilhosa e esplendida que acompanha essa fic, amo todos vcs, e quero dar certa atenção aos leitores fantasmas dos quais não falo muito, mas que são a grande maioria - já que da pra contar no dedo quem comenta regulamente .-. - vcs que apesarem de não comentarem pelo menos espero que gostem dessa fic tanto quanto eu gosto de escreve-la AMO VCS! Enfim depois dessa ganho comentários? favoritamentos? Recomendações?