Did you Say Bitch?
24 Capítulo 24 – Darling
Notas iniciais
(N/A: Eu realmente não quero escrever essa parte (mas só o inicio mesmo), sério, então não me odeiem, também não quero isso, mas é pro bem da estória, se estiver ruim saibam que o meu psicológico não estava bom pra essa cena, sério. A perspectiva nesse capítulo vai mudar o tempo todo, não vou colocar POV isso, POV aquilo, mas é fácil de ver a diferença, não vai confundir ninguém, eu acho, mentira, só vai mudar umas 2 vezes e olhe lá ¬¬).
Na Austrália...
Fazia calor do lado de fora, mas eu só sentia frio, um frio constante de congelar os ossos, meu suor descia como gelo pela minha pele.
Estava desesperado, com medo. Seus olhos felinos me olhavam de cima a baixo, me arrepiando, o verde era tão diferente dos azuis aos quais eu estava habituado.
Meu corpo estava nu, o ambiente quente, mas eu me sentia frio, havia uma parte do meu corpo que só descongelava com o calor de uma pessoa. Daquela única pessoa.
Logo, o ruivo me pegou pelo cabelo como se segurasse uma boneca de pano, sem valor, sem vontade própria.
Ele beijou meus lábios e eu senti ânsia de vomito.
“Tudo por Alois” fiz questão de me lembrar em meus pensamentos.
Ele desceu as mãos pelo meu torso encarando cada parte desnuda do meu corpo. Eu não me mexia muito, nem podia, tinha um dos braços quebrados e cortes em toda parte.
Aproximou-se do meu rosto sorrindo, levantando meu queixo e me fazer olhá-lo nos olhos. Resisti à tentação de cuspir em seu rosto.
–Não pense que isso vai ser rápido Claude, quero tudo que você tem a oferecer. – sorriu de lado começando a passar a língua do meu pescoço ao maxilar – Espero que você não fique triste Claude, gosto de você, mas você não estava sendo o suficiente, não... Ia quebrar. O que se faz com um brinquedo quebrado não é? – riu histericamente da própria piada. Seu riso me dava calafrios e me segurava para não chorar.
–Vamos brincar pela ultima vez, Faustus? – disse sorrindo pra mim, colocando seu chicote em meu queixo o impulsionando para cima para que eu o olhasse nos olhos, Deus, nunca pensei que pudesse sentir tanto nojo de uma pessoa – Vamos amor, me responda – deu um grande sorriso, quem não conhecesse diria que acabará de me pedir em casamento, a espera de ser um noivo feliz, na expectativa de um “sim”, oh e ele estava feliz, como estava, feliz em ver minha dor, em me humilhar, me ver sofrer, para ele era sem dúvida divertido.
–S-sim – respondi num fio de voz.
Quero tanto vomitar.
–Claude, amor, tem quem falar mais alto, não estou conseguindo te ouvir direito. – deu um largo sorriso, começou a passar o chicote pelo meu peito desnudo, levando até minhas coxas, me batendo, mordo os lábios com força, me recusando a gritar de dor.
–Sim – digo mais alto seguido por um gemido de dor quando o chicote estala em minhas costas.
–Muito bom – se agachou para olhar-me nos olhos, logo, descendo as mãos pela minha cintura – nós vamos nos divertir bastante.
Ele era tão belo, precioso, se William não me ligasse todos os dias para devolvê-lo ficaria ele por toda a vida. Gostava de se mostrar um homem forte, mas era tão delicado, quebrava com simples toques o quebravam, era fascinante. Passei minhas mãos pelo quadril magro, o sentindo tremer, apertei com força o pedaço de carne, fincando as unhas.
Seus olhos estavam fechados e seu rosto tem um tom rubro forte, estava envergonhado ou com raiva? Nunca sei a diferença.
Bati com força em sua nádega direita com força, o sentindo tremer novamente e o vi morder os lábios.
–Por que nunca me deixa ouvir sua adorável voz? – bati novamente com mais força, ele mordeu novamente o lábio inferior forçando ainda mais os dentes, prestes a romper a epiderme do lábio – vamos amor, não seja tímido – disse começando a batê-lo consecutivas vezes e cada vez mais forte. Seu lábio sangrava, ele não cedia fácil.
Sentia nojo de mim mesmo ao sentir prazer enquanto ele enterrava seus dedos dentro de mim, tirando minha postura e me deixando meu rosto vermelho de excitação e vergonha. Quando ele começa a penetrar com três dedos não agüentava mais, os gemidos escorriam da minha boca de forma descontrolada e eu quero tanto parar. Não posso ver seu rosto – pois ele me colocou de quatro sobre o piso gelado, esmagando minha cabeça com uma das mãos contra o chão – mas sei que ele está sorrindo.
– Você parece estar gostando da brincadeira,não? – ouvi a voz cheia de deboche, me fazendo soltar um grunhido de raiva. Ele riu. – Vamos passar pra outro nível, sim? – podia imaginar o sorriso depravado que deveria estar estampado em seus lábios.
Continue na mesma posição, em silêncio.
O senti puxar minha cintura com força, me impulsionando pra cima, logo, virando meu corpo fazendo meu torso bater com o dele.
Evitava olhar para seu rosto ou para o corpo desnudo. Olhei pra o piso de mármore, parecia incrivelmente interessante no momento.
Sentou-se no chão me levando com ele, me pondo em seu colo.
Eu ainda olhava o piso.
Lhe peço desculpas, meu lorinho.
–Claude? – chamou-me com uma voz amável, quem me dera sua personalidade também fosse.
–Senhor – o olhei, mas não diretamente nos olhos, me focava em suas bochechas.
–Me olhe nos olhos Claude, quero que esteja me olhando quando gozar. Vou é te dar uns tapas e não vai ser no bom sentido, Pensei.
Apenas assenti com a cabeça, olhando completamente pro seu rosto, ele tinha aquele sorriso pervertido, o qual eu tinha pavor.
Passei minhas mãos pelas costas, arranhando minhas unhas pela sua carne, suas pernas e mãos tremiam.
Adorável.
Segurei suas nádegas, as levantando, logo o posicionando sobre meu membro.
Vi seus olhos se arregalando.
O jeito que todo seu corpo se contraiu quando me enfie fundo dentro dele, me deu arrepios.
Ele se batia, chorava, sentia dor.
Impulsionei meu quadril contra ele indo mais fundo.
O moreno chorava, soluçando alto, suas unhas cravadas em meus ombros, o cabelo negro grudado sobre a testa, devido ao suor.
Era errado achar tão lindo quando as orbes verde-amarelados se cristalizavam pelas lagrimas?
Coloquei meu rosto contra a curva de seu pescoço, se o olhasse mais acabaria gozando.
Queria tanto que aquela dor parasse, queria que ele parasse, mas ao contraio se investia contra mim como um louco, minha voz já estava gasta pelos gemidos e gritos de dor, pelos soluços que rasgavam minha garganta, o sentia ficar mais duro dentro de mim toda vez que lhe implorava para parar.
Minha visão ficava turva, ele continuava indo, cada vez mais forte, rápido, agressivo.
Arquei minhas costas, o sentindo morder minha clavícula com força.
–D-devagar.
–Oh, você não gosta devagar, amor. – sorriu passando uma das mãos sobre meu membro duro, levando o pré-gozo a seus lábios, lambendo os dedos – mas não gosta mesmo.
Senti meu rosto ruborizando, e fiquei mais vermelho ao ouvir sua risada.
Jogou meu corpo contra o piso, fazendo minhas costas irem de encontro ao chão. Ele se coloca entre as minhas pernas, voltando a me penetrar, começando novamente o ritmo rápido e constante, rasgando meu interior.
Beijava meus lábios com agressividade, fazendo nossos dentes baterem, a língua penetrava minha boca de uma maneira tão obscena que tirava meu fôlego.
Quero vomitar.
Deixou meu torso reto, enquanto ainda me penetrava, eu observava o movimento da cintura e do quadril indo e vindo, cada movimento levando as minhas forças.
Ele me observava de volta, lambendo os lábios, logo apóia as mãos sobre meu torso, me penetrando num ritmo mais lendo, mas firme.
–Hmm, estou gozando, amor. – disse num sussurro, enquanto me pegava pela cintura, juntando meu corpo ao seu. Senti meu corpo sendo esquentado pelo liquido que me invade, senti seu corpo dando espasmos.
Finalmente, tinha acabo.
Sentia sua respiração ainda descompensada na minha pele, ele não me soltou de seu abraço.
–Você está livre agora – disse, parecia decepcionado, não sei, não me importo – depois pode recolher suas coisas... – continuou, eu sentia as lagrimas escorrerem dos meus olhos as bochechas – vou te dar uma carona para o aeroporto – disse me soltando, beijou meus lábios antes de se levantar, passando as mãos pelos cabelos ruivos, logo procurando por uma calça, saindo do quarto onde estávamos – Eu me diverti Faustus, vamos repetir a dose, qualquer dia – gritou quando já estava fora do meu campo de vista.
Encolhi-me no chão, em posição fetal, chorando e já praticamente hiperventilando.
–Vou poder ver meu menino – murmurei ainda no chão.
Não contive o enorme sorriso, nem podia, pensar em Alois me deixava feliz.
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