Did you Say Bitch?
17 Capítulo 17 - Ovas Part 2
Notas iniciais
So Sick
Eu não tinha uma exata “relação” com Grell, nós apenas transávamos às vezes porque ele insistia muito. Não era como se eu não gostasse do ruivo, mas também não era como se eu gostasse, na verdade, não sei exatamente o que sinto quando estou próximo dele é como um misto de raiva com vergonha e paixão. Mas é esse tipo de sentimento que ele geralmente causa esses e a confusão, pura e nítida confusão tanto no seu psicológico quanto no físico, digo, ele não sai da minha cabeça e com cabeça eu me refiro as duas, não consigo ao mesmo imagina-lo sem ter uma ereção.
Eu sempre tive alguns fetiches estranhos, mas ele pareceu não se importar, principalmente na nossa primeira vez.
Estava chovendo e eu e Grell estávamos caminhando até a minha casa em passos lentos. Não estávamos com pressa e a chuva não mudaria isso. Chegamos a minha casa, que era bem comum e não me sinto na obrigação de descrevê-la já que a única coisa que penso sobre ela é que ela é comum.
Antes de entramos tiramos os sapatos, mas mesmo assim o piso de madeira que alagou. Grell pareceu não se importar com minha presença ao começar a se despir na minha sala de estar, me permitindo ver sua pele pálida, o que por alguns segundos me vez encara-lo com pura luxuria no olhar. Logo eu já seguia seus movimentos os imitando começando por também tirar minha própria camisa e logo após as calças sócias, até que ambos ficássemos apenas com cuecas. A Grell era vermelha como já era de se esperar, e reparei que olhava mais para aquele lugar do que devia o que fez o ruivo sorrir e se aproximar de mim e beijar meu pescoço.
– Não quer fazer aquilo comigo? – perguntou a roçar a ponta do nariz contra o meu pescoço.
–Mesmo se quisesse isso vai contra as regras da Pleasure – disse ao tentar reprimir qualquer vestígio de excitação.
–Não estamos no trabalho agora, Will – disse ao segurar meu rosto com as duas mãos e selar seus lábios aos seus antes de depois de sorrir.
Senti o sabor de seus lábios. Licor. Ele provavelmente bebeu com um dos clientes, e isso explicava seu comportamento, já que geralmente ele pede permissão para tocar em mim.
Sorri com aquilo tudo e logo minhas mãos já haviam se perdido no cabelo vermelho, o afagando e puxando, enquanto nossos lábios se comprimiam e eu sentia minha cavidade bucal esquentar, logo senti a língua dele entrar em meus lábios e explorar ao que havia lá, e ao se encontrar com a minha pude sentir o quão quente ele também estava. As mãos dele foram até meus quadris os quais usou de apoio para fazer meu corpo se encontrar com o seu fazendo que nossos membros já duros roçassem um no outro fazendo que a cueca de Grell ficasse um pouco molhada. Ele de alguma forma assustadora me excitava, e muito. Não sabia ao certo se eram sentimentos reprimidos ou se era por não fazer sexo fazia muito tempo. Eu estava enferrujado. Achei estranho deixar Grell conduzir, mas na minha cabeça daquela forma seria melhor. Então logo senti ele puxar o cós da minha cueca para baixo e parecer arfar com o tamanho do que via. Não estou me gabando, juro, mas podia dizer que o meu não era pequeno.
Vi Grell ajoelhar a minha frente e roçar meu membro contra seu rosto me deixando sentir a pele macia. Colocou a cabeça do meu membro com cuidado em sua boca, como se nunca tivesse feito isso com um pênis antes – o que eu duvidava muito – e começou a lamber a ponta, que vez que minhas cordas vocais se soltassem para soltar gemidos e minhas mãos fossem livres para agarrar seu cabelo novamente, o qual o cheiro me deixava com tontura. Não uma tontura ruim, apenas uma tontura.
Meu torso inteiro tremeu ao sentir os lábios macios e vermelhos percorrem toda a extensão do meu membro. Ele não parecia saber exatamente, mas eu também não sabia. Éramos como crianças brincando de beijar, não sabiam o que estavam fazendo, mas estavam gostando.
As mãos de Grell agarram a minha cintura quando eu comecei a estocar sua boca e vi que isso fazia que ele se engasgasse algumas vezes, mas não me importei, já que vê-lo submisso daquela forma de algum jeito me deixava excitado. Quando o ruivo percebeu que eu arfava e tremia mais que antes retirou seus lábios de meu membro antes que eu gozasse fazendo que minha cabeça de cima pensasse “O que caralhos ele está pensando?” e que a de baixo dissesse “ Não, o que? Onde ele está indo? Volte aqui!” Mas tudo se tornou mais claro quando ele se colocou de quatro a minha frente e separou as nádegas.
– Por favor, Will, goze dentro de mim – gemeu.
Meu membro enrijeceu mais e eu senti um feixe de saliva descer sair de minha boca. Ele havia me deixado literalmente com água na boca. Lembrei-me que não deveria deixar a comida esperando.
Comecei a roçar meu membro contra sua entrada o escutando gemer. Era uma voz fina, mas também aveludada. Uma delicia de ser ouvida.
– Vou te preparar primeiro ok? – disse já tirando meu membro de perto de sua entrada e pensando num jeito de lubrificar meus dedos.
–Não Will, só enfie, por favor, Will! – disse gemendo novamente. Ele realmente estava tornando as coisas mais difíceis.
–Se eu não te preparar vai doer. – disse tentando me controlar, mas vê-lo daquele jeito já era mais que suficiente para que saísse gozo de meu membro.
–Eu não me importo, não me importo se for você Will, então por favor.
Perdi o controle, simples assim. De alguma forma vê-lo implorando me dava vontade de provoca-lo ainda mais, me dava vontade de vê-lo implorando mais, me dava vontade de tê-lo.
O puxei pelos quadris até meu membro fazendo a cabeça penetra-lo. Ao ouvi-lo ganir de dor meu membro se enrijeceu e eu desejei por mais.
Ao senti todo meu membro ser comprimido pelo carne quente e macia acabei por tremer, não me lembrava de como aquilo era bom. Comecei a penetrar aquele lugar que me trazia tanto prazer, senti Grell comprimi-lo e aperta-lo o que só serviu para me deixar mais excitado. Minha audição estava meio dispersada assim como minha visão, mas conseguia claramente ouvi-lo gritar meu nome e seu corpo dar espasmos.
Segurei em sua cintura podendo sentir que seu corpo estava quente. Comecei a estoca-lo com mais intensidade, e tentava tomar cada centímetro daquele corpo que me fazia perder a noção.
–Aah, Will é tão bom – gemeu quando comecei a estoca-lo com mais agressividade num vai e vem frenético que fazia corpos suarem e esquentarem. Meus lábios já secos pelos gemidos se esforçavam para tentar retribuir os gemidos de Grell que já não aguentava deixar as mãos apoiadas e já havia as tombado, apenas tinha forças para permanecer com o quadril empinado para que eu continuasse a estoca-lo.
O pequei pelo pescoço e fiz suas costas encostarem contra meu torso. Ele arqueou as costas ao me sentir ir mais fundo. Puxei seu queixo fazendo seus lábios irem de encontro com os dele, formando um beijo necessitado e molhado. Os lábios dele agora tinham um sabor salgado misturado com o doce sabor do licor. “Viciante” pensei. Continue com o beijo que era mais um contado entre nossas línguas enquanto minhas mãos abraçavam sua cintura enquanto eu o estocava e meus olhos reviravam ao sentir aquele lugar tão quente e delicioso. Não me assustei ao perceber que mesmo depois de gozar não conseguir parar de estoca-lo.
–Will, eu não aguento mais – dizia gemendo ao ejacular de novo acho que já era a quinta vez. Seu corpo já havia tombado cansado e algumas vezes ele quase desmaiou pelos orgasmos.
–Mas eu ainda não estou satisfeito – disse autoritário ao ainda penetra-lo, e era verdade, eu queria ainda mais. Eu arfava de prazer ao ver suas costas arranhadas por causa de minhas unhas e as marcas de mordida que havia deixado sem seu pescoço.
Puxei o corpo inteiro e fiz que ele ficasse sentado em meu colo enfrente a mim. Coloquei suas mãos em volta do meu pescoço e suas pernas se enroscaram em minha cintura automaticamente.
Ele não tinha forças para se mover sozinho então eu impulsionava meu próprio corpo para estoca-lo cada vez mais fundo. Vi o rosto corado gemer meu nome, me fazendo chegar a um orgasmo, mas mesmo assim não consegui parar.
O levantei um pouco sem que meu membro saísse de dentro dele e ataquei seus mamilos que até antes não havia dado atenção, os mordi e chupei o que vez o corpo do ruivo tremer. “Ah Will, assim” gemeu.
Quando eu ejaculei de novo dentro dele vi seu corpo dar espasmos e a voz falhar em meio a um gemido longo. O corpo tombou no chão e nem se mexia direito. Grell apenas tremia e arfava. Vi o quanto longe havia ido quando vi o sêmen sair sem parar de sua entrada o que fazia o ruivo.
–Eu te amo William. – disse antes de desmaiar de vez.
Jurei a mim mesmo que não o tocaria de novo porque sabia que não conseguiria me controlar.
O(≧∇≦)O
Kiss me
Alois brincava com meu cabelo e exclamava como o mesmo era macio enquanto estávamos deitados no sofá – que concordamos que podia ser mais confortável – não fazendo nada realmente muito interessante e ficamos assim por um tempo até o loiro se sentar em meu colo e me abraçar, pude sentir os braços finos me envolverem e as coxas grossas sobre as minhas. Suspirei longamente e conclui que já não desgostava de ser abraçado – Acabamos por ficar muito próximos por causa da carência ( da parte dele ) e falta de sexo ( da minha parte ). Às vezes eu e Alois nos beijávamos, até porque nós dois precisávamos de um pouco de atenção, algo que no momento era o que eu podia dar pra ele e ele para mim. Sebastian não parecia se importar com as caricias que eu e Alois trocávamos, muito pelo contrario, ele achava “fofo” e por que não dizer “excitante”? E eu já estava quase acreditando quando Lau disse que Sebastian gostava de lolicon, mas logo desacreditei na historia visto que Sebastian já havia namorado Lau e este não me parecia pequeno, infantil tampouco fofo.
Ficamos assim um pouco até Alois encostar seus lábios nos meus me dando um selinho e eu já sabia muito bem o sabor de seus lábios: framboesa. Os lábios dele eram macios e me recordavam os de Sebastian e isso me fazia sentir um pouco menos sozinho e me dava de alguma forma uma sensação muito boa. Mas não se enganem eu sou Sebastiansexual (entenderam a piada? Hein?) mas isso não me impede de achar outros caras bonitos e não acho que isso me faz gay porque eu não sou gay.
Sebastian já havia chegado do trabalho, mas só percebi quando ele já estava quase batendo uma enquanto nos observava. E usava um moletom por cima de um terno e eu realmente achei uma combinação boa. O moreno tinha um sorriso sacana nos lábios. “Típico” pensei.
–O que está fazendo? – perguntei olhando para Sebastian pela visão periférica já que Alois ainda me beijava.
–Hm? O que? Não estou fazendo nada, é só que vocês ficam muito fofos juntos – disse Sebastian quase babando. Eu sabia muito bem o quão gay Sebastian era, e também sabia que não era o único menino que atraia,talvez era o único que ele amava, mas não queria dizer que seria o único que conseguiria deixa-lo de pau duro (ok talvez).
–Aham, sei. – falei. Logo após Alois atacou meu pescoço dando uma mordida, me fazendo gemer, e já não era difícil ver que o moreno já tinha certo volume nas calças.
O ruim do loiro quando estava excitado e que ele simplesmente não conseguia parar até ter o que ele quisesse – Ás vezes me perguntava como Claude aguentava isso. Então já sentia Alois desabotoar minha camisa mesmo que eu pedisse para que ele parasse. Estar naquele tipo de situação com Sebastian me observando era tanto excitante quanto vergonhoso. O moreno se aproximou de mim e tomou meus lábios enquanto Alois já chupava meus mamilos. Meus gemidos eram reprimidos pelos lábios quentes de moreno. Aquele tipo de coisa numa tinha acontecido entre nós três, mas de alguma forma parecia bom.
O moreno mordia meu pescoço e o loiro já tirava minhas calças. Sebastian então levou seus lábios até minha orelha e deu um beijo molhado logo após mordeu meu lóbulo e sussurrou “tenho algo para você.” Senti algo pressionando minha garganta.
–Ficou melhor do que eu espera – disse ao ver a coleira rosa em meu pescoço, ele tinha um sorriso sádico. “Típico” pensei novamente.
–Porque só pra ele? – reclamou Alois fazendo bico o que vez franzir o cenho e logo após sorrir. Entregou uma similar para Alois, mas era de cor azul. Fiquei com um pouco de ciúmes disso, mas eu não tinha motivos para ter ciúmes, logo que eu era só uma puta.
Antes que eu percebesse já tinha Alois por cima de mim lambendo meu peitoral e Sebastian por baixo mordendo meu pescoço. Eu sabia muito bem aonde aquilo iria levar e pensei que Sebastian nunca me deixaria ser tocado por outro homem. Eu acho que Sebastian não conseguia encara-lo como uma ameaça. Ok Alois não era uma ameaça, nem pra uma mosca.
Já sentia o pênis duro de Sebastian pressionar contra a minha bunda o que me fez arfar de prazer enquanto Alois já beijava minha virilha e descia sua língua até meu membro me fazendo estremecer. Ao me abocanhar por completo acabo com arquear as costas e começar a gemer. Sebastian levou alguns de seus dedos a minha boca me fazendo chupa-los, no inicio estranhei um pouco já que fazia tempo dês da ultima vez que o moreno havia me preparado, mas mesmo assim eu o fiz e logo senti dois dedos de Sebastian me penetrando me fazendo arquear as costas e trincar os dentes para evitar gemidos mais altos, ele fez um vai e vem com os dedos e logo depois movimentos de tesoura.
–Sebastian anda logo – disse já um pouco impaciente com a demora. Ele deu um sorriso sacana . Logo ele posiciona seu membro contra a minha entrada e começa a me penetrar começando pela cabeça o que faz que eu arquear as costas novamente e gemer longamente. Logo todo o pênis de Sebastian está dentro de mim e Alois começa a masturbar a base do meu membro com as mãos e lamber minha glande. Meu corpo tremia e se comprimia com o excesso de contanto. Sebastian fazia um movimento lento e tortuoso, enquanto Alois já se masturbava na minha frente parecendo tão excitado quanto eu com aquela situação.
Logo o moreno se apoiou em minha coeira para começar a me penetrar cada vez mais fundo num vai e vem fundo. O loiro que nesse ponto já tinha gozado tomava meus lábios devagar e roçava seu corpo quente ao meu.
Sebastian levou três dedos a entrada de Alois o fazendo soltar gemidos abafados pelos meus lábio. O loiro apoiou suas mãos em meu peitoral começando a rebolar sobre os dedos do moreno enquanto seu membro duro ao meu.
O moreno aumentava o ritmo das estocadas me fazendo gemer mais alto. O moreno abraçava minha cintura e o loiro continuava a me beijar e logo acabei por chegar ao meu orgasmo e Alois fez o mesmo no meu peito.
Sebastian não chegou a gozar, mas decidiu parar assim mesmo. Eu e Alois acabando tomando banho juntos, fazendo uma daquelas ceninhas fofas de shotacon. Ao sairmos Sebastian já havia dormido no sofá. –Não achou que isso agora foi estranho? – perguntou Alois se sentando no chão da sala.
–O que? – perguntei arqueando as sobrancelhas.
–Isso tudo – disse o loiro gesticulando.
–Não é como se a gente se amasse nem nada, então não acho que tenha motivos pra gente se preocupar – dei com os ombros.
–Então você não me ama – o loiro fez um beicinho falso.
–Menos drama Alois.
–Ok, ok, eu sei que o único cara que você gosta é o Sebastian.
–Eu não gosto do Sebastian.
–Sério isso? Até quando pretende ficar negando?
–Só estou dizendo a verdade. – disse fazendo Alois revirar os olhos.
–Aham, por isso que você não nega fazer sexo com ele, mesmo tendo motivos, sente ciúmes até do vento que toca ele...
–Você está exagerando.
–Eu já estou aqui a tempo suficiente pra saber que não estou exagerando. Só estou dizendo que se você não assumir o que sente alguém vai chegar e levar ele de você.
–Deu pra jogar macumba agora?
–Estou falando sério Ciel. Pare de brincar com essas ou vai acabar se machucando.
–Ok mamãe – disse fazendo Alois me olhar irritado – olha eu sei que sinto alguma coisa eu só... Não sei explicar direito...
–Ah já vi que isso vai levar tempo – o loiro levou as mãos ao rosto em sinal de reprovação – você me deixou com dor de cabeça, acho que vou pra cama agora – disse se levantando.
Fiquei pela sala encarando o rosto de Sebastian antes de me deitar ao seu lado no sofá.
–Talvez eu... Goste um pouco de você – sussurrei no seu ouvido e vi um sorriso brotar em seus lábios.
Ele definitivamente tem que parar com esse habito de fingir estar dormindo.
Ultimo especial O (≧∇≦)O Yes My Lord – Sebastian – o gritei arrumando a gravata e os babados do blazer. Estava sentado na cama, observando às vezes a paisagem – pela janela que havia no quarto – que se mostrava nas noites de São Francisco, obviamente o lugar não ficava nada calmo, era possível ouvires os bares e baladas gays tocando musicas da Britney Spears, Madonna e Beyoncé; Não era difícil também ouvir homens gemendo, gritinhos eufóricos e se esforçasse conseguiria ouvir pessoas aqui e ali flertando – Definitivamente as noites de São Francisco não são para aqueles que querem dormir. Cheguei até em pensar na Pleasure, como estavam todos, talvez fosse saudade, não sabia ao certo já que nunca havia sentido isso, mas logo meus pensamentos foram dominados pelo homem alto a minha frente. Era quase impossível não morder os lábios ao vê-lo naquela situação e nessa altura eu já havia mordido tanto meu lábio inferior que ele já havia ficado mais vermelho que o normal e no canto da boca escorria um feixe de sangue.
–Sim, jovem Mestre? – disse se curvando na minha frente. Tentei impedir arfar de excitado, mas meu Deus ele é tão perfeito e porque não dizer... Sexy?
Vou dizer que eu realmente achei estranho quando ele sugeriu isso, mas tenho que dizer que eu estou simplesmente adorando, quer dizer não é todo o dia que você tem um cara como Sebastian te chamando de mestre( bem no caso jovem mestre), ainda mais quando ele é o mestre na realidade. Sebastian trajava um uniforme de mordomo tradicional, que consistia num terno e gravata preta, assim como os sapatos apesar de se assemelhar com o que ele veste todos os dias para mim ele estava realmente bonito – lê-se gostoso. As minhas roupas não eram muito diferentes do normal, mas mesmo assim mais chiques, era um terninho azul, mas invés de calças eram bermudas, na parte da gola era cheio de babados brancos o que deixava a roupa um pouco feminina, além das meias três quartos pretas que usava e das botas de coturno que tinham um salto grosso de no mínimo 5cm . Depois de eu ter falado pela milésima vez que ele parecia um mordomo, ele acabou por dizer “Então porque eu não viro seu mordomo” e aqui estamos nós.
–Meu chá – disse estalando os dedos, demonstrando que queria aquilo para agora. Estava um calor do caralho, mas quem liga? Eu tinha uma beldade me servindo chá e é isso que importa.
–Aqui está jovem mestre – disse me inclinando uma xícara de chá de hortelã.
–Isso está muito quente – Fiz um gesto vago com a mão para que ele afastasse a xícara de mim o repreender o fazia me olhar confuso, gostei disso – dê um jeito de esfriar.
Ele me lança um sorriso malicioso e começo a pensar que talvez eu não deveria ter dito isso. Ele tomou um gole longo do chá, e me deu um sorriso sem dentes, logo após segurando meu queixo me fazendo olhar diretamente para os seus olhos, o que me faz ficar hipnotizado por alguns minutos, até sentir os lábios do moreno pressionando conta os meus. Por um segundo perdi o fôlego ao sentir o gosto do liquido morno descer pela minha garganta.
–Quer mais Jovem Mestre? – dizia com o sorriso pervertido de sempre no rosto.
Segurei seu pescoço com as duas mãos e aproximei meu rosto até chegar ao seu ouvindo para sussurrar: – Eu sempre quero mais de você Sebastian – lambia seu lóbulo e vi seu corpo estremecer por um instante. Logo ele me puxou pela nuca para que seus lábios encontrassem os meus, começando um beijo calmo, enquanto descia as mãos pelo meu torso.
–Eu não disse que podia me tocar – disse dando um sorriso sacana. Ah vingança, tão boa.
–Mas, mas – disse fazendo cara de cachorro que caiu do carro da mudança. Percebi então que ele já tinha uma ereção e não consegui não rir disso. Fiz o pé direito tirar a bota do esquerdo e vice-versa. Levei meus pés até o membro de Sebastian e comecei a massagea-lo ouvindo o moreno gemer, o que me fez lamber os lábios. Ele estava completamente duro e era fácil sentir o membro pulsando por baixo do tecido fino da calça, e aos poucos minhas meias foram ficando molhadas na ponta, coisa que eu já sabia exatamente o que queria dizer.
–Oras, não é que você já está todo molhado? – disse dando um sorriso de canto de boca, minha ereção já me incomodava um pouco, mas fingi que ela não existia e continuei a provocar o moreno, roçando meus dedos sobre sua glande, o fazendo soltar grunhidos e gemer meu nome e aquilo foi um pouco de mais para mim. –Você daria um jeito nisso para mim? – arquei uma das sobrancelhas e apontei para o meu membro. Ele simplesmente sorriu e logo abriu o zíper da bermuda, e comoçou a passar os dedos longos na base do membro me fazendo tremer. Senti sua língua tocar minha glande e acabei soltando um gemido manhoso, o que fez ele sorrir novamente antes de começar a abocanhar meu membro por completo, me fazendo jogar a cabeça para trás por causa do prazer. Sebastian se movia num vai e vem frequente enquanto se masturbava com as duas mãos.
–Sebastian – disse segurando seu rosto com as duas mãos, fazendo que ele soltasse meu membro e me olhasse confuso – já chega, agora eu quero você dentro de mim – tirei a bermuda, a camisa e fiquei de quatro na sua frente tentando empinar o máximo possível, meu rosto estava queimando de vergonha, mas acho que isso é obvio.
–Que pervertido da sua parte, Jovem mestre – disse com um sorriso pervertido nos lábios já descendo o zíper da calça e posicionando seu membro contra a minha entrada.
–Se você não gosta eu posso parar – acusei me afastar e fui atingido por uma enxurrada de “nãos” de Sebastian. –Não assim está ótimo! – disse sorrindo antes de começar a me penetrar me fazendo arquear as costas – você é ótimo – ele já arfava de prazer enquanto me se movia devagar dentro de mim.
–Sebastian... Mais rápido.
Ele sorriu e a única coisa que eu ouvi antes dos meus gemidos causados pelas investidas fortes foi “Yes my lord.”
Sebastian me segurou pela cintura a usando de apoio para me estocar com cada vez mais força, o que fazia todo o meu corpo tremer e eu não conseguir para meus gemidos luxuriosos. Pude ouvir o vizinho reclamando do nosso barulho, mas não me importai acabando por gemer mais alto enquanto pedia por mais.
Girei meu corpo de uma forma que eu ficasse por cima de Sebastian– seu membro ainda dentro de mim- e comecei a cavalgar por cima dele, aumentando a velocidade cada vez mais,ele parecia tão excitado quanto eu , ele começou a atingir minha próstata me fazendo praticamente gritar, eu senti meu rosto queimando tanto de vergonha pela luxuria, mas meu corpo não se importava e continuava a se mostrar cada vez mais vulgar. O moreno segurou minhas coxas para que eu ficasse parado e começou ele mesmo a investir agressivamente na minha entrada me fazendo soltar gemidos altos e manhosos, Sebastian começou com uma das mãos massagear meu membro que dizia ele, também precisava de atenção, enquanto com a outra brincava com os meus mamilos o que vez que minha voz falhasse, já que ele de alguma forma conseguiu deixar aquele lugar sensível. Quando novamente ele atingiu minha próstata acabei por gozar em seu peito.
Sebastian nos girou novamente dessa vez me deixando de quatro com ele atrás de mim – obvio- suas estocadas ganharam um ritmo frenético que fazendo minhas cordas vocais falharem quando ele gozou dentro de mim. E logo me puxou para o seu colo e deixou que eu abraçasse o peitoral torneado.
–Isso foi muito bom, Jovem mestre – disse sorrindo, antes de afagar meus cabelos.
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