Did You Forget?
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Era Stefan Salvatore e Damon Salvatore bem na minha frente. Stefan, aquele cujo sempre foi o meu grande amor e que me traiu com a sua ex-namorada vampira Katherine que é absolutamente igual a mim. Damon, o irmão daquele que foi e é (eu não queria que fosse) o meu grande amor, aquele que me amava inconfudivelmente mas que nunca foi correspondido mas que, acima de tudo, é teimoso e por isso não desiste. E mais do que isso, eles não eram apenas rapazes normais. Eles erão vampiros. Sim, dos verdadeiros.
Jeremy ia a tagarelar comigo mas quando percebeu que eu congelei, pôs-se à minha frente e fez aqueles gestos com a mão, de cima para baixo porque, realmente, eu parecia petrificada. Congelada. Até que ele olhou na direção que eu estava a olhar e rapidamente me tirou dali, agarrou-me no braço e fomos ambos a correr para dentro da escola. Não sei se os irmãos Salvatore notaram em nós. Mas eu agora tinha um objectivo: ser feliz sem ele e ser forte. Na altura em que eu quis ser forte, agora, ele apareceu, mas não vou puder ceder de novo. Não mesmo.
A minha primeira aula foi História. Uau, que fantástico! Logo para começar o dia da melhor maneira. Entrei acompanhada pelo meu melhor amigo Niall Horan e sentamos-nos na mesma mesa. Reparei que o professor Trelazra (mas quem é a mãe com coragem suficiente para dar um nome destes ao seu filho? quando o teve deveria estar bebêda!) tinha colocada mais duas mesas no final e estranhei. Será que Stefan e Damon iriam sentar-se ali, na mesma sala que eu? A respirar o mesmo ar que eu? (eih, pera... os vampiros respiram?) Calma Emma, calma... Espera? Chamei a alcunha que eu odeio a mim mesma? Eu estou mesmo pirada! Bem, como estava a dizer, tens que te controlar, acima de tudo. Tens de ser forte assim como prometes-te a todos aqueles que tu amas de verdade e que te correspondem. E, acima disso, tens de ser confiável.
Passado uns segundos, o professor começou a apresentar-se pela milésima vez na sua vida, a dizer o seu nome etc... Mas quem o interrompeu, desta vez, não foi nenhum dos alunos sentados naquele espaço insuportável. Foi sim alguém a bater à porta.
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