– Não trate minha pistola desse jeito! — Disse ela choramingando.

– Por que você se importa tanto com pistolas? — Falei — Elas não deveriam existir, assim teria paz.

– Como é que nós iriamos nos proteger dos zumbizinhos? — Ela disse.

– Definitivamente, você é uma criança.

– Não sou! — Gritou Candy marchando até a casa — Vá embora!

Eu mal podia esperar para ir embora dali, então sai do território dela, e eu estava na estrada, e pelo o que eu pude perceber eu estava de volta a Nova York, me lembrei da minha mãe e do Jesse, também de Effy.

– Elly? — Disse uma voz confortável e feliz, era a voz de Jesse.

– Jesse! — Gritei me virando e abraçando ele forte.

– Onde você estava? — Ele perguntou.

– Falou o cara que sumiu com minha mochila!

– Eu acordei na prisão.

– Você tem a ficha suja ou algo assim?

– Que eu saiba, não. — Disse Jesse — Por algum motivo, eles me pegaram, mas você não.

– Sinceramente, eu preferia que eles me pegassem mesmo.

– Não fale assim. — Disse ele sorrindo — O que aconteceu?

– Bem, eu fiquei em uma casa, a casa explodiu, eu ouvi gritos, eu fui ajudar mas era bandidos, eu conheci uma menina de 8 anos que fuma...

– Meu Deus!

– Quem você conheceu na prisão?

– Um garotinho com um chapéu de Sheriff.

– Vocês namoraram?

– Não. — Disse ele assustado — Ele me ajudou a fugir,

– Ótimo, eu conheci uma tal de Candy.

– CANDY? — Disse Jesse assustado — A garotinha que tem 18 anos que parece que tem 8?

– Sim.

– Eu amo ela!

Cruzei os braços e continuei andando.

– Ah, mas ela é de uma marca de chicletes! — Ele disse tentando me convencer — Todos gostam dela.

– Vamos logo.

– Ei vocês! — Gritou uma menina de cabelos castanhos, olhos castanhos meio avermelhados, usando uma bandana vermelha — Parem agora!

– Quem é você? — Perguntei.

– Sou Clarisse, filha de Areston.

– Areston? — Falei tentando não rir.

– É! — Disse — Estão sozinhos?

– Estamos. — Disse Jesse.

Ouvimos risadinhas no grupo que estava atrás dela.

– Calem a boca! — Ela gritou batendo sua lança no chão — Querem ir para uma fazenda?

Olhei para Jesse e ele falou que sim.

– Está bem.

– Então entre no Ônibus! — Ela gritou — Rápido!

Nos sentamos no meio, o Ônibus estava lotado, eu fiquei com medo, mas tinha tanta gente que acho que se ela estivesse nos enganando, iriamos matar ela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.